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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - A Rede Globo teve, em junho deste ano, sua pior audiência para este mês em sua história. Os dados foram divulgados pelo colunista Ricardo Feltrin, do UOL, que obteve as informações de fontes da Kantar Ibope Media.

De acordo com os dados, apesar de liderar com folga entre as TVs abertas, a Globo teve média de 11,3 pontos (cada ponto equivale a cerca de 260 mil domicílios no país) e 30,9% de participação na audiência da TV aberta.

Este número representou uma queda de 6% em relação ao mês anterior. Feltrin observa ainda que a audiência em junho foi pior do que a obtida em dezembro do ano passado. Tradicionalmente, dezembro é o pior mês do ano em audiência, devido aos feriados de Natal e Ano novo e às reprises.

De acordo com o colunista, alguns dos motivos para a queda seriam a migração de parte do público para outras atividades, como streaming ou internet, e principalmente reprises que não estão agradando tanto ao telespectador.

Por conta da pandemia, a Globo vem exibindo reprises de novelas antigas.

Feltrin observa ainda que, entre as TVs abertas, apenas a RecordTV teve bom desempenho em junho: cresceu 10% em audiência, graças a programas como o “Balanço Geral”, “Cidade Alerta”, “Jornal da Record” e a novela Gênesis“.

 

 

*Por: ISTOÉ GENTE

SÃO PAULO/SP - Nenhum apostador teve a alegria de acertar as seis dezenas da Mega-Sena sorteadas neste sábado (3).

Os números do concurso 2387 foram:

08, 26, 30, 31, 38, 48.

O prêmio acumulou e o sorteio da próxima quarta-feira está estimada no valor de R$ 32 milhões.

A quina registrou 30 apostas, e os ganhadores receberão R$ 89.150,26. A quadra teve 3.038 apostas ganhadoras e cada apostador receberá R$ 1.257,64.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

 

 

*Por Agência Brasil

FILIPINAS - Pelo menos 29 pessoas morreram e 50 ficaram feridas neste domingo (4) durante a queda de um avião militar filipino que caiu depois de ultrapassar a pista de pouso no sul do arquipélago e se quebrar ao meio, segundo informações do ministro da Defesa filipino, Delfin Lorenzana.

Os serviços de emergência continuam no local do acidente na tarde deste domingo (4). Fotos tiradas pelo canal filipino Pondohan TV e publicadas em sua página no Facebook mostram os destroços do avião destruído pelas chamas. Uma espessa coluna de fumaça preta sobe acima das casas próximas ao local do acidente na ilha de Mindanao, na província de Sulu.

A tragédia com o C-130 no sul das Filipinas é um dos acidentes de aviação militar mais mortíferos da história do país.

Noventa e duas pessoas no total, a maioria militares, estavam a bordo deste C-130 Hercules, um avião de transporte, quando ele caiu, disse o ministro do Interior das Filipinas em um comunicado oficial. Cinquenta pessoas feridas foram resgatadas e 29 morreram. Os feridos foram levados a um hospital militar.

 

A aeronave ultrapassou a pista de pouso

“O avião, que transportava nossas tropas de Cagayan de Oro [na ilha de Mindanao, ao sul], errou a pista e tentou retomar o controle, mas não teve sucesso”, disseram as autoridades. O acidente ocorre depois da queda de um helicóptero Black Hawk em junho durante um vôo de treinamento noturno, matando todas as seis pessoas a bordo.

Muitos dos passageiros haviam recebido recentemente treinamento militar básico e foram enviados à ilha como parte de uma força-tarefa conjunta de contraterrorismo na região predominantemente muçulmana.

O exército está muito presente no sul das Filipinas devido às atividades da organização islâmica Abu Sayyaf, considerada uma organização terrorista por Washington. Ela é formada por uma rede de ativistas a quem são atribuídos sangrentos ataques terroristas e sequestros de turistas estrangeiros e missionários cristãos.

 

(com AFP)

*Por: RFI

IRAQUE - Os verões no Iraque são sempre quentes, mas desta vez o termômetro marcou 52 ºC na sombra. Fez tanto calor que esta semana Ali Karrar colocou seu bebê na geladeira por alguns minutos.

Isso foi quando Ali Karrar, que mora na cidade de Al Hilla, ao sul de Bagdá, ainda tinha energia elétrica, já que o país ficou às escuras. E sem eletricidade, geladeira, ar condicionado ou ventilador são inúteis.

Em Diwaniya, mais ao sul, Rahi Abdelhussein passa o dia carregando sacos de cubos de gelo para hidratar seus filhos.

Em todo o país, os comerciantes instalaram canos e torneiras para que as pessoas possam se molhar na calçada antes de fazer compras. Em alguns minutos, estão secas novamente.

O pior, como sempre, foi vivido em Basra, única cidade litorânea do país, onde a sensação térmica é multiplicada pela umidade. Isso levou o governo a decretar quatro feriados esta semana para evitar que os moradores saiam de casa e os carros façam a temperatura subir.

"Colocamos as crianças para dormir no chão para que tenham um pouco de frescor e nós, os adultos, não dormimos a noite toda", diz à AFP Meshaal Hashem, estivador e pai de três filhos em Basra.

A situação catastrófica deste ano é o resultado de dezenas de ações que desencadearam reações. Como resultado, na madrugada de quinta-feira não havia watts nas linhas de transmissão do país.

Quem é responsável? Questionam os 40 milhões de iraquianos que em quase 20 anos viram metade dos petrodólares do país desaparecer nos bolsos de políticos e empresários corruptos.

"O ministério da Eletricidade diz que 'é culpa do ministério do Petróleo', o Petróleo diz que 'é culpa da pasta de Economia', a Economia diz que 'é culpa do Irã', o Irã diz 'é culpa do governo iraquiano', o governo diz que 'é culpa do povo', o povo diz que 'é culpa dos políticos' e os políticos dizem que temos que lidar com isso", resume, ironicamente, o pesquisador Sajad Jiyad no Twitter.

O ministério da Eletricidade nunca renovou seus circuitos, no que perde 40% de sua energia, enquanto o ministério do Petróleo tem dificuldades em lançar projetos de transformação de gás natural e abastecimento de usinas.

O Irã, a quem o Iraque deve 6 bilhões de dólares em inadimplência por gás e eletricidade, decidiu na terça-feira fechar a torneira. Bagdá responde que não pode pagar suas dívidas devido às sanções dos Estados Unidos contra o Irã e aos seus próprios problemas financeiros, visto que a covid-19 há algum tempo despenca os preços do petróleo, sua única fonte de divisas.

E, acima de tudo, argumenta o governo, poucas famílias pagam as contas e há muitas conexões ilegais.

- Quem se beneficia? -

No sul do país, quatro províncias estavam sem energia desde terça-feira, devido principalmente, segundo o ministério da Eletricidade, a ataques a linhas de alta tensão.

As autoridades descrevem os responsáveis como "terroristas", mas não se sabe quem está por trás da sabotagem. "Alguém está tentando desestabilizar as ruas e criar o caos", disse o porta-voz do ministério da Eletricidade, Ahmed Musa.

Já houve manifestações nas províncias de Misan, Wasit (onde cinco manifestantes e sete policiais ficaram feridos em altercações) e outras áreas no sul.

Nenhum ministro da Eletricidade sobreviveu à temporada de verão em 18 anos. Durante esta temporada e nos meses seguintes costuma haver protestos em todo o país e o titular dessa pasta é o primeiro a cair.

Desta vez, o ministro Majid Hantoch, apoiado pelo líder xiita Moqtada Sadr, tomou a iniciativa: renunciou na segunda-feira.

Foi mais do que suficiente para atiçar a retórica antigovernamental do movimento sadrista, que começa como o grande favorito para as eleições legislativas marcadas para outubro.

 

 

*Por: AFP

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