Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos, através da Secretaria Municipal do Trabalho Emprego e Renda em Parceria com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, está com as inscrições para o Bolsa Trabalho.
O Bolsa-Trabalho tem como objetivo proporcionar ocupação, qualificação profissional e renda aos cidadãos em situação de vulnerabilidade social, residentes no Estado de São Paulo. Tem duração de 5 meses e atenderá cidadãos desempregados com bolsa-auxílio de R$ 535,00.
Para receber a bolsa-trabalho, além de desenvolver as atividades o munícipe deverá participar de um curso virtual de qualificação profissional de 80 horas, que será escolhido por ele no momento da inscrição.
Para participar é necessário:
As inscrições vão até o dia 29 de agosto no portal do Bolsa do Povo (www.bolsadopovo.sp.gov.br), na opção Bolsa-Trabalho, onde também podem ser encontradas mais informações.
Segundo o Diretor da Secretaria do Trabalho Antonio Ribeiro, que é coordenador do Programa no Município, disse que o programa vem em boa hora, pois com a pandemia, existem muitos trabalhadores desempregados e que a bolsa auxilio acompanhada da qualificação, além de garantir ajuda neste momento, prepara este trabalhador para retornar ao Mercado de Trabalho.
Para o Secretário de Trabalho, Emprego e Renda, essa é mais uma parceria que propicia a geração de renda, atendendo a população da nossa cidade, além de qualificar os munícipes para o mercado de trabalho. Além disso, as parcerias são sempre bem-vindas, pois é o momento de unirmos forças para enfrentarmos juntos a crise que o país vem enfrentando, acrescentou Nino Mengatti.
Maiores Informações: Secretaria Municipal de Trabalho Emprego e Renda.
Avenida São Carlos, 1800 ou pelos telefones 3374-1064 – 3374-1750
SÃO CARLOS/SP - A Rádio Sanca foi a primeira mídia a noticiar o crime bárbaro que aconteceu no último sábado, 21, no bairro Eduardo Abdelnur, em São Carlos, com a jovem Tamiris de Oliveira, de 27 anos.
O ex-companheiro Daniel Paulo da Silva, 36 anos, após matar a jovem, ele mesmo se esfaqueou e foi levado pelo SAMU à Santa Casa de Misericórdia com várias perfurações e estava desde então na UTI da irmandade.
Nesta manhã de terça-feira, 24, o hospital confirmou que Daniel não resistiu e morreu.
O corpo dele foi encaminhado ao IML.
Pesquisa será realizada na Universidade e desenvolverá plataforma educacional sobre cólica menstrual
SÃO CARLOS/SP - Mariana Arias Avila Vera, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foi agraciada com bolsa ofertada pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (International Association for the Study of Pain - IASP) para desenvolver projeto de pesquisa que visa elaborar uma plataforma educativa (em Português, Espanhol e Inglês) para profissionais de saúde, adolescentes e mulheres sobre a cólica menstrual. Mariana Avila foi a única sul-americana a vencer o "Projeto 2021 dos Países em Desenvolvimento: Iniciativa para a Melhoria da Educação sobre a Dor", realizado pela Associação, juntamente com outros seis pesquisadores de diferentes países.
De acordo com a IASP, os beneficiários do subsídio deste ano foram escolhidos pelo compromisso em melhorar a educação e a prática da dor nos países em desenvolvimento e representam um grupo diversificado de países.
O projeto da professora Mariana Avila - "Manejo da Dismenorreia: Como lidamos com nossas cólicas menstruais?" - tem como objetivo tornar as informações sobre como avaliar e tratar a dismenorreia acessíveis para todos. A plataforma terá material escrito, vídeos e fotos traduzidos em Português, Inglês e Espanhol. "Vamos selecionar os estudos principais e mais importantes da área, fazer um resumo das principais evidências, e depois trabalhar para que essas informações sejam colocadas em linguagem acessível, de forma que todo o mundo possa ter em mãos informações e ferramentas para o manejo da cólica menstrual", aponta a pesquisadora da UFSCar.
De acordo com Mariana, a cólica menstrual é um problema de saúde pública que afeta cerca de 70% das mulheres em idade reprodutiva (entre a primeira menstruação e a menopausa), sendo mais prevalente em adolescentes e mulheres mais jovens. "Muitas vezes, a intensidade da dor da cólica é tão grande que as mulheres acabam faltando do trabalho, ou, na maior parte das vezes, apresentando uma queda importante da sua produtividade", explica Mariana. Segundo a professora da UFSCar, poucas pessoas sabem que há outras possibilidades de tratamento para a cólica além de medicamentos e água quente. "A fisioterapia é uma estratégia interessante, por exemplo, que pode ajudar as mulheres a conter a cólica menstrual", relata Avila. Com tantas informações, ainda desconhecidas pela maioria das mulheres, adolescentes e profissionais de saúde, a ideia da plataforma é desmistificar um pouco o tema, especialmente pensando nesse público, transmitindo as evidências científicas sobre a cólica em linguagem acessível.
A bolsa concedida pela IASP fornece o custeio para elaboração da plataforma, design de material e do site, bem como a tradução do material. Para a professora Mariana Avila, receber a bolsa tem um significado importante por diversos fatores, dentre eles, o fato de ser o reconhecimento da maior sociedade de estudo da dor no mundo.
"Eles reconhecem o potencial do projeto e o impacto que isso pode ter no estudo e manejo da dor relacionada à cólica menstrual. Além disso, foi uma bolsa bastante concorrida, e ser contemplada é sempre gratificante. Terceiro e não menos importante, é poder colocar em prática o que tenho estudado nos últimos anos, melhorando a vida das pessoas que têm cólica" conclui a docente.
O projeto tem como colaboradora a professora Patricia Driusso, também do DFsio, e estudantes orientados pela professora Mariana Avila: Guilherme Tavares de Arruda (doutorado), Amanda Garcia de Godoy (mestrado) e Bárbara Inácio da Silva (iniciação científica).
BRASÍLIA/DF - A Receita Federal abriu hoje (24), a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2021, que também inclui restituições de exercícios anteriores. O crédito será feito no dia 31 de agosto para mais de 3,8 milhões de contribuintes.

Neste lote, o valor das restituições chega a R$ 5,1 bilhões. Desse total, R$ 273,2 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade: 8.185 idosos acima de 80 anos, 67.893 entre 60 e 79 anos, 6.088 com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave e 26.647 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Foram contemplados ainda 3.710.930 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 16 de agosto.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet. No serviço Portal e-CAC, é possível verificar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.
A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, para consulta à declaração e à situação cadastral no CPF. Com ele, é possível verificar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições.
O pagamento da restituição é feito diretamente na conta bancária informada pelo contribuinte na declaração. Se por algum motivo o crédito não for realizado (se, por exemplo, a conta foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.
Nesse caso, o cidadão pode reagendar o crédito dos valores, em seu nome, pelo Portal BB, acessando o endereço www.bb.com.br/irpf, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).
Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de um ano, deve requerê-lo pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos - Meu Imposto de Renda e clicando em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária".
*Por Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil
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