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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Foram subtraídos diversos equipamentos de segurança contra incêndio que eram revendidos em sucatas da região

 

CAMPINAS/SP - A Polícia Civil esclareceu, na segunda-feira (26), três furtos de equipamentos de segurança contra incêndio em uma universidade estadual em Campinas. Os dois autores do crime e outros dois suspeitos que foram surpreendidos revendendo os materiais em sucatas foram indiciados.

Após registro dos crimes, ocorridos nos dias 1, 12 e 15 deste mês, agentes da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) da cidade imediatamente iniciaram as apurações apoiadas em análise de imagens de circuitos de câmeras.

As equipes descobriram que os criminosos utilizavam um veículo Fiat/Fiorino de uma empresa de produtos hospitalares para desviar os equipamentos. As investigações também permitiram a identificação de três funcionários que vendiam os materiais para um ferro velho.

Os dois assumiram o crime e indiciados pelo crime de furto. Além disso, durante as diligências no comércio de sucata nesta segunda, outros dois homens foram presos após a localização de 52 conexões de mangueiras, sete esguichos, cinco conexões de malha, uma quadrada e uma tampa de recalque.

Os equipamentos, fundamentais para o combate de incêndios, foram recuperados. Os dois responsáveis pelo estabelecimento foram presos em flagrante e indiciados por receptação qualificada. Ambos foram presos e encaminhados à cadeia do 2º Distrito Policial de Campinas.

SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (28) a prorrogação da fase de transição do Plano SP por mais uma semana, entre 1º e 9 de maio, mas com a ampliação do horário de funcionamento das atividades de comércio e serviços para entre 6h e 20h.

"Obviamente, com a melhora dos indicadores de casos, internações e óbitos, será possível estender o horário de funcionamento dos setores de serviço e de comércio das 6 da manhã até as 20h", disse o governador João Doria (PSDB).

"Damos assim a continuidade gradual e segura de abertura da economia do estado de SP para recuperar empregos e dar oportunidade aos brasileiros do nosso estado, de terem acesso à renda, salário e dignidade em suas vidas", completou.

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, esse horário ampliado de funcionamento dessas atividades é um "novo voto de confiança para os setores".

"A expansão do horário é significativa. Todos os estabelecimentos comerciais ou serviços podem funcionar das 6h às 20h respeitando todos os protocolos da fase de transição: a capacidade de ocupação de 25% e o toque de recolher, que é um ponto que os especialistas têm defendido muito – quando conseguimos reduzir a circulação da população entre 20h e 5h, conseguimos ter uma redução muito importante da taxa de transmissão que está sendo mantida", explicou a secretária.

Ela ressaltou ainda a importância da manutenção do teletrabalho para atividades administrativas não essenciais e do escalonamento do horário de entrada e saída de atividades do comércio, serviços e indústrias.

MELORA NOS INDICADORES

O coordenador do Centro de contingência da Covid-19 em São Paulo, Paulo Menezes, afirmou que a ampliação do horário de funcionamento é reflexo da evolução dos indicadores no estado.

"Isso foi resultado das medidas muito duras de restrição de atividades por um período extremamente prolongado, mais de seis semanas seguidas de fase vermelha, emergencial e seguida por transição", destacou.

"Gostaria de chamar atenção para alguns números que refletem isso: no pico dessa segunda onda, tínhamos no estado 500 casos novos por 100 mil habitantes a cada 14 dias, na média do estado. Algumas regiões chegavam a apresentar mais de 800 casos novos por 100 mil habitantes em duas semanas. Esse número hoje está em 423, uma redução aproximada de 35% ao longo desse período."

Ele apontou, ainda, uma queda expressiva no número de internações: de 100 a cada 100 mil habitantes em 14 dias para 72 por 100 mil habitantes no mesmo período.

 

 

*Por: Murillo Ferrari, da CNN, em São Paulo

 

           SÃO CARLOS/SP - Às vezes ela avisa que está chegando, outras me encontra de surpresa trazendo tremores, taquicardia, rubor e sudorese. O mundo parece que gira, minha voz se cala e nada que eu faça consigo mandar essa visita embora, apenas tenho que esperar. Tudo volta ao normal como se nada tivesse ocorrido, e espero, por mais uma vez, inesperadamente sua visita.

          

  Assim é a vida de quem sofre com ansiedade generalizada, transtorno caracterizado pela existência de preocupação e tensão excessiva e persistente, mesmo sem motivos óbvios. Habitualmente, existe uma preocupação irreal ou desproporcional para situações comuns. A ansiedade passa a dominar a vida da pessoa, deixando-a em constante estado de preocupação, medo ou pânico, passando a interferir nas atividades sociais, relacionamentos pessoais e atividades ligadas à escola e trabalho.

            Mas, devemos lembrar que ansiedade motivada por eventos inesperados ou em situações específicas é natural, afinal, ela é um recurso para nos alertar de um perigo e fazer com que nos preparemos para enfrentá-lo. Em relação a funções orgânicas, é um momento de liberação intensa de adrenalina que antecede um momento de estresse, fazendo com que nossa atenção seja totalmente direcionada ao evento prestes a acontecer.

            Devemos nos preocupar quando a ansiedade sai de situações reais e passa para o imaginário, interferindo negativamente na vida da pessoa, fazendo com que ela não consiga executar tarefas simples do dia a dia. Além disso ela pode apresentar os seguintes sintomas:

  1. Preocupações e medos excessivos;
  2. Visão irreal de problemas;
  3. Inquietação ou sensação de estar sempre “nervoso”;
  4. Irritabilidade;
  5. Tensão muscular;
  6. Dores de cabeça;
  7. Sudorese;
  8. Dificuldade em manter a concentração;
  9. Náuseas ou queimação no estômago;
  10. Necessidade de ir ao banheiro com freqüência;
  11. Fadiga e sensação de cansaço constante;
  12. Dificuldade para dormir ou manter-se acordado;
  13. Surgimento de tremores e espasmos;
  14. Ficar facilmente assustado;

 

Devemos ressaltar que a ansiedade excessiva pode colaborar para o aparecimento de algumas doenças, e que a ajuda de um profissional adequado é de extrema importância!

 

*Texto Escrito Por: Aline Cristina Gavioli – CRP:  06/164909

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Números da Entidade mostram que setor está evitando contratar e investir em meio às restrições; limitação de funcionamento também tende a aumentar aglomerações

 
SÃO PAULO/SP - Em um contexto adverso para o comércio paulista, com quedas nos empregos, nas vendas e, consequentemente, nos investimentos do setor, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) solicitou, ao Palácio dos Bandeirantes que flexibilize o horário de funcionamento das atividades comerciais quanto ao que está determinado, hoje, pelo Plano São Paulo para a fase de transição. Em reunião, na última semana, com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, os pedidos foram realizados. A Entidade formalizou a solicitação com o envio de um ofício ao governador na terça-feira (27).
 
Para a Federação, limitar a todo o território paulista o atendimento entre 11h e 19h, como está previsto neste momento, tem o efeito contrário do pretendido pelo governo, porque não considera as dinâmicas de cada um dos municípios do Estado e, ainda, tende a aumentar a concentração de pessoas nos corredores comerciais e no transporte público. Assim, a medida mais adequada seria justamente expandir ao máximo o horário de atendimento destas atividades, deixando a cargo das prefeituras, em conjunto com os setores econômicos, a adoção de limites quando forem necessárias.
 
Com isso, o governo estadual conseguirá diminuir os riscos de aglomerações – que pautam as mudanças de fases dentro do Plano São Paulo – e, além disso, favorecerá a recuperação econômica no Estado.
 
Dados da FecomercioSP têm evidenciado a amplitude da atual crise e da necessidade de medidas de amparo aos negócios. Só na capital paulista, por exemplo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) caiu 9% neste mês de abril. O indicador está no seu menor patamar desde setembro do ano passado. Da mesma forma, o Índice de Expansão do Comércio (IEC), que mede a propensão dos comerciantes da cidade a investir, registrou queda de 7,6% neste mês, saindo de 91,6 pontos, em março, para 84,6, agora (também o menor nível em sete meses).
 
No caso do IEC, o desempenho negativo se explica pela forma como as duas variáveis que o compõem retrocederam em abril – período posterior à fase mais rígida do Plano São Paulo, em março. As Expectativas para Contratação de Funcionários (ECF), que diz respeito à empregabilidade do comércio, caiu 8% – de 115,5 para 106,2 pontos agora. O Nível de Investimento (NIE) dessas atividades, por sua vez, retrocedeu 7%: de 67,7 pontos, em março, para 63, em abril. Isso significa sucintamente que o setor não está contratando e, ao mesmo tempo, está entesourando um capital que poderia servir para aquecer novamente a economia paulista.
 
São números assim que justificam, por si só, a necessidade de dar prosseguimento às mudanças solicitadas pela Entidade – que, como se vê, se pautam pela segurança dos consumidores e da sociedade como um todo, assim como pela importante retomada econômica do Estado.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

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