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Com mais de 1,1 bilhão de alunos sem aula no mundo todo, o combate ao novo coronavírus (COVID-19) mostra necessidade de utilizar com mais inteligência as ferramentas tecnológicas para ensino.

SÃO PAULO/SP - A  pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) já mudou a educação mundial. Para conter o avanço do vírus instituições educacionais públicas e privadas em todo o mundo foram obrigadas a fechar as portas e utilizar as ferramentas tecnológicas disponíveis para criar conteúdo e experiências de aprendizado remoto para estudantes. Um levantamento da Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura)* mostra que, atualmente, são 150 países com escolas e universidades fechadas ou parcialmente fechadas. São mais de 1,1 bilhão de alunos afetados no mundo todo. Somente no Brasil, o fechamento das escolas afetou mais de 52,8 milhões de estudantes. Os números correspondem a alunos matriculados nos níveis de ensino pré-primário, primário, secundário e superior.

Rede pública

A substituição de aulas presenciais pela modalidade a distância, autorizada pelo Ministério da Educação (MEC)* enquanto durar a pandemia do coronavírus, tem sido a opção da maioria das escolas e universidades brasileiras. O resultado da educação a distância em massa ainda é desconhecido, mas já levanta diversas discussões. Uma delas se refere a dificuldade dos estudantes com pior nível socioeconômico que vão desde problemas de conexão com internet até a falta de equipamentos adequados à aprendizagem remota.

O MEC criou o Comitê Operativo de Emergência (COE) para, de forma integrada, definir as principais diretrizes para a rede de ensino do País, reunir as demandas e buscar soluções para mitigar os impactos da pandemia do coronavírus.

Tatiana Filgueiras, do Instituto Ayrton Senna, destacou, em transmissão ao vivo realizada pelo Jornal Folha de São Paulo, no último dia 06 de maio, que a função da educação de reduzir a desigualdade social será posta a prova agora e que, sem inovação nas escolas públicas, isso não será possível. “Se tivermos uma visão mais inovadora, a gente pode voltar a tratar o tema da desigualdade na educação brasileira, rever, replanejar e redesenhar as escolas de uma forma que a educação seja para todos. Precisamos de políticas públicas que contemplem e entendam que cada um tem uma necessidade diferente”, comentou.

Rede Privada

A experimentação de novas possibilidades de ensino levando o aprendizado para além dos muros das escolas, está acelerando uma mudança já anunciada, mas que ainda encontrava certa resistência. Sônia Barreira, Diretora Pedagógica da Bahema Educação, disse, em entrevista exclusiva ao blog, que as aulas online não eliminarão o ensino presencial, mas o atual momento irá ajudar na utilização inteligente das ferramentas e plataformas da internet. Além disso, a pandemia deixará importantes legados para a educação.

“Com o Grupo Bahema pudemos observar a maneira de lidar com essa crise em dez escolas, de diferentes tamanhos, em diferentes locais do País. Observamos que aquelas que já tinham mais facilidade em lidar com o digital, estão aproveitando melhor as potencialidades da tecnologia para o aprendizado, já as menores tiveram que correr atrás. Não chamamos esse trabalho de EAD ou educação a distância, mas sim, Ensino Remoto Emergencial”, comenta.

Sônia destaca que ainda é cedo para analisar todas as implicações da pandemia e fazer previsões certeiras. “Pode haver desde um certo esgotamento da utilização dos meios digitais, até um melhor aproveitamento. Porém a tendência é que as escolas com projetos mais consistentes na área digital passarão com mais facilidade e manterão algumas mudanças trazidas por esse período dramático”.

Legados da pandemia

Ainda segundo a diretora pedagógica, a pandemia deve deixar importantes legados, entre os quais ela destaca dois: a instauração do ensino híbrido e a revisão de práticas escolares ultrapassadas. “Definitivamente as escolas deverão instaurar a ideia do ensino híbrido, que deixa de ser um projeto piloto e passa a ser uma realidade, com uma articulação mais eficaz das atividades presenciais e ensino a distância. Outro legado importante, será a possibilidade das escolas reverem, de uma maneira muito crítica, certas práticas escolares ultrapassadas, como o sistema de avaliação dos alunos, por exemplo. Mesmo as escolas mais inovadoras têm dificuldade em superar essa visão de que avaliar é simplesmente medir a quantidade de conhecimento que o aluno assimilou. Nesse momento não é possível realizar esse sistema de avaliação, portanto, essa prática pedagógica com certeza será reavaliada”.

Sônia lembrou também que a pandemia irá colocar em pauta o papel do professor e a importância da convivência e do relacionamento no ambiente escolar. “Essa situação, com certeza, trará uma empatia maior com os professores. E é um momento para lutarmos por essa valorização do saber técnico desse profissional. Outro ganho que deve acontecer é a valorização do ambiente escolar. As crianças estão há tanto tempo sem esse ambiente que, na volta, haverá um ganho de relacionamento, de solidariedade e de valorizar o ambiente escolar que faz parte do aprendizado. As crianças e jovens irão reconhecer que uma das coisas mais importantes da escola é a convivência com os outros, a construção da cidadania”, finalizou.

Quer ver discutido em nosso blog algum assunto? Acesse nosso formulário e faça sua sugestão.

 

*Por: Conteúdo elaborado pela Redação Urban Systems.

 

*Fontes

Unesco

Portal MEC

Live – Jornal Folha de São Paulo


SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta sexta-feira (5/6), a situação epidemiológica do município para a COVID-19.
São Carlos contabiliza neste momento 192 casos positivos para a doença (25 resultados positivos foram divulgados hoje), com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados.
Dos 192 casos positivos, 157 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 35 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 23 receberam alta hospitalar, 7 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 99 pessoas já se recuperaram totalmente da doença.
1.065 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 47 resultados negativos para a doença.
Estão internadas neste momento 22 pessoas, sendo 11 adultos na enfermaria (3 positivos, sendo 1 de outro município e 8 suspeitos, sendo também 1 de outro município); 9 na UTI adulto (6 positivos, 1 residente de outro município e 3 suspeitos). Na enfermaria infantil 2 crianças estão internadas com suspeita da doença, sendo que 1 criança é de outro município. 7 pessoas com resultado negativo para COVID-19 permanecem internadas. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 50%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.932 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.569 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 363 ainda continuam em isolamento.
A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 797 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 610 tiveram resultado negativo para COVID-19, 140 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 47 pessoas ainda aguardam o resultado.
O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta quinta-feira (4/6), a situação epidemiológica do município para a COVID-19.
São Carlos contabiliza neste momento 167 casos positivos para a doença (2 resultados positivos foram divulgados hoje), com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados.
Dos 167 casos positivos, 134 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 33 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 23 receberam alta hospitalar, 5 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 95 pessoas já se recuperaram totalmente da doença.
1.018 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 25 resultados negativos para a doença.
Estão internadas neste momento 19 pessoas, sendo 10 adultos na enfermaria (3 positivos, sendo 1 de outro município e 7 suspeitos, sendo também 1 de outro município); 7 na UTI adulto (3 positivos e 4 suspeitos). Na enfermaria infantil 2 crianças estão internadas com suspeita da doença. 5 pessoas com resultado negativo para COVID-19 permanecem internadas. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 38,9%

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.886 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.516 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 370 ainda continuam em isolamento.
A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 765 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 583 tiveram resultado negativo para COVID-19, 117 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 65 pessoas ainda aguardam o resultado.
O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta quarta-feira (3/6), a situação epidemiológica do município para a COVID-19. São Carlos contabiliza neste momento 165 casos positivos para a doença (3 resultados positivos foram divulgados hoje), com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados. Dos 165 casos positivos, 132 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 33 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 22 receberam alta hospitalar, 6 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 94 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 990 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 36 resultados negativos para a doença. Estão internadas neste momento 15 pessoas, sendo 10 adultos na enfermaria (4 positivos, sendo 1 de outro município e 6 suspeitos, sendo também 1 de outro município); 4 na UTI adulto (3 positivos e 1 suspeito). Na enfermaria infantil 1 criança está internada com suspeita da doença. 4 pessoas com resultado negativo para COVID-19 permanecem internadas. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 22,3%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.851 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.486 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 365 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 730 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 555 tiveram resultado negativo para COVID-19, 115 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 60 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

 

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta terça-feira (2/6), a situação epidemiológica do município para a COVID-19. São Carlos contabiliza neste momento 162 casos positivos para a doença (5 resultados positivos foram divulgados hoje), com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados. Dos 162 casos positivos, 130 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 32 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 21 receberam alta hospitalar, 6 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 90 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 954 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 10 resultados negativos para a doença. Estão internadas neste momento 16 pessoas, sendo 10 adultos na enfermaria (4 positivos e 6 suspeitos); 5 na UTI adulto (2 positivos e 3 suspeitos, sendo que 1 suspeito é de outro município). Na enfermaria infantil 1 criança está internada com suspeita da doença. 7 pessoas com resultado negativo para COVID-19 permanecem internadas. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 33,4%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.816 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.463 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 353 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 698 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 519 tiveram resultado negativo para COVID-19, 112 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 67 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Com dificuldade de acesso aos serviços básicos providos pelo Estado, moradores das mais de 13 mil comunidades carentes no Brasil buscam suas próprias soluções para conter o vírus e ajudar sua população

 

SÃO PAULO/SP - O mundo passa por uma crise sem precedentes que tem exposto problemas estruturais e exigido soluções imediatas dos gestores públicos, do setor privado, além da colaboração da população. No Brasil, a pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) trouxe à tona a desigualdade social e levantou uma questão ainda mais importante para a vida nas cidades: como conter o avanço do vírus e oferecer soluções à população das comunidades carentes?

Segundo levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)* divulgado no último dia 19 de maio, o Brasil possui 5.127.747 domicílios em aglomerados subnormais, conhecidos por várias denominações, de acordo com a região, como: favela, invasão, grota, baixada, comunidade, mocambo, palafita entre outros. A pesquisa apresenta também, as distâncias entre as comunidades e unidades de saúde.

Dos 13.151 aglomerados subnormais do País, somente 827 (6,29%) estavam a mais de cinco quilômetros de unidades de saúde com suporte de observação e internação. No entanto, a pesquisa não investigou se as unidades de saúde próximas de aglomerados possuem estrutura para atendimentos relacionados ao coronavírus.

Ausência do poder público

Para o enfrentamento da COVID-19, é preciso considerar as características socioeconômicas e geográficas dessas áreas, como a falta ou o acesso limitado ao saneamento e à coleta de lixo, o custo dos produtos de higiene pessoal, o tipo de emprego (trabalho informal, subempregos, empregos com impossibilidade de se trabalhar de casa e vínculos empregatícios mais frágeis etc.).

Outro elemento a ser considerado é a natureza densa e/ou desordenada de boa parte dessas ocupações, o que limita a efetividade da recomendação de isolamento social para enfretamento à pandemia além de ser um limitador de acesso de ambulâncias para casos de maior gravidade. “Os problemas expostos pela pandemia são sistêmicos e integrados. A falta de saneamento impacta diretamente no aumento da mortalidade e as comunidades só existem pela falta de moradia. Estamos lidando com muitos problemas simultâneos em comunidades onde já existe uma ausência muito grande do poder público” comenta o CEO da Urban Systems, Thomaz Assumpção.

Segundo Assumpção, a pandemia deverá acelerar o processo de urbanização e auxílio do poder público à população das comunidades carentes. “Precisamos lembrar também que a escassez de moradia se alastra pelo País e já inicia a criação de comunidades não apenas nas grandes metrópoles. Essas, precisam ser integradas ao desenvolvimento urbano e o poder público precisa, em vez de negar, oferecer um plano de ajuda e urbanização delas para atender esses problemas”, explica.

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Buscando as próprias soluções

Enquanto o auxílio mais efetivo do Estado não vem, os próprios moradores das comunidades se mobilizam na busca de soluções. No último dia 24 de abril, o portal de notícias Ecoa, do grupo UOL * reuniu quatro lideranças comunitárias para o debate ao vivo: “Enfrentamento do coronavírus nas favelas brasileiras”, mediado pela escritora e pesquisadora Bianca Santana, colunista do canal. Os entrevistados deram exemplos de como a população de favelas e periferias está se organizando, se informando e criando soluções para poder se alimentar, higienizar e se isolar do coronavírus.

Participaram da conversa, Anna Karla Pereira, cofundadora da Frente Favela Brasil; Christiane Teixeira, líder comunitária de Coroadinho (MA); Gilson Rodrigues, líder comunitário de Paraisópolis (SP) e Isabela Souza, diretora do Observatório das Favelas, que destacaram o fortalecimento de processos comunitários. “Se álcool gel não é uma realidade aqui, então a gente distribui garrafas pet com água e sabão para as pessoas”, disse Anna Karla Pereira, cofundadora da Frente Favela Brasil, organização com atuação a partir das favelas do Coque e Ibura, na capital no Recife (PE).

Outro exemplo vem de Paraisópolis, em São Paulo (SP), onde três ambulâncias foram alugadas (a um custo diário de R$ 5.000) para poder dar conta da demanda não atendida pelo setor público. Já Isabela Souza, nascida e criada na favela da Maré no Rio de Janeiro (RJ) e atualmente diretora do Observatório de Favelas, explica que a organização mantém conversas diárias com especialistas para buscar soluções pensando na perspectiva da periferia. “Na medida em que uma favela chega a ser uma cidade, por mais que as comunidades busquem e se empenhem em soluções importantes, não só em tempos de pandemia, mas com projetos voltados à arte e ao esporte, sem uma intervenção externa não é possível resolver todos esses problemas. Portanto é necessário um esforço conjunto do poder público, com auxílio do privado, para acelerar a urbanização e inclusão dessas comunidades na vida das cidades”, finaliza Assumpção.

 

Conteúdo elaborado pela Redação Urban Systems.

 Fontes:

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

“Enfrentamento do coronavírus nas favelas brasileiras” – Ecoa/UOL

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta segunda-feira, dia 1º de junho, a situação epidemiológica do município para a COVID-19. Subiu de 138 para 157 os casos positivos para a doença (19 resultados positivos foram divulgados hoje), com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados. Dos 157 casos positivos, 126 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 31 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 19 receberam alta hospitalar, 7 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 90 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 944 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 19 resultados negativos para a doença. Estão internadas neste momento 14 pessoas, sendo 10 adultos na enfermaria (6 positivos e 4 suspeitos); 3 na UTI adulto (2 positivos, sendo 1 de outro município e 1 caso suspeito). Na enfermaria infantil 1 criança está internada com suspeita da doença. 8 pessoas com resultado negativo para COVID-19 permanecem internadas. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS continua em 16,7%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.750 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.433 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 317 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 668 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 511 tiveram resultado negativo para COVID-19, 108 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 49 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

 

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirmou neste domingo (31/05) a situação epidemiológica do município para a COVID-19. Subiu de 137 para 138 os casos positivos para a doença, com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados. Dos 138 casos positivos, 107 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 31 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 18 receberam alta hospitalar, 8 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 64 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 925 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 5 resultados negativos para a doença. Estão internadas neste momento 13 pessoas, sendo 8 adultos na enfermaria (6 positivos e 2 suspeitos); 4 na UTI adulto (3 positivos, sendo 1 de outro município e 1 caso suspeito). Na enfermaria infantil uma criança está internada com suspeita da doença. 12 pessoas com resultado negativo para COVID-19 permanecem internadas. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS continua em 16,7%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.710 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.422 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 288 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 599 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 492 tiveram resultado negativo para COVID-19, 89 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 18 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

MUNDO - O desemprego urbano na Colômbia subiu para 23,5% em abril, a taxa mais alta desde 2001, devido à paralisia causada pela pandemia, informou nesta sexta-feira o Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE) do governo.

O desemprego dobrou o índice no mesmo período de 2019 (11,1%) e superou o do mês passado (13,4%).

O desemprego nas treze grandes cidades e áreas metropolitanas, onde se concentra o maior número de empregos, serve de referência para o mercado.

É o pior resultado "desde janeiro de 2001", tanto em nível urbano quanto nacional (19,8%), informou o serviço de imprensa da agência à AFP.

Já no global, no mês passado, quase 5,4 milhões de empregos foram perdidos em relação a abril de 2019. A população economicamente ativa representava 43% dos 48 milhões de colombianos neste mês.

Para 2020, o governo prevê um dos "piores" desempenhos econômicos da história devido à queda nos preços do petróleo e à suspensão das atividades devido ao fechamento.

 

 

*Por: AFP

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirmou neste sábado (30/05) a situação epidemiológica do município para a COVID-19. Subiu de 128 para 137 os casos positivos para a doença (9 novos casos positivos foram confirmados hoje), com 5 mortes confirmadas. 28 óbitos já foram descartados. Dos 137 casos positivos, 107 apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 30 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 17 receberam alta hospitalar, 8 permanecem internados e 5 positivos foram a óbito. 64 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 920 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus, já que hoje foram liberados outros 15 resultados negativos para a doença. Estão internadas 15 pessoas, sendo 10 adultos na enfermaria (4 suspeitos e 6 positivos); 5 na UTI adulto (3 positivos, sendo 1 de outro município e 2 casos suspeitos). Neste momento não temos nenhuma criança internada com suspeita da doença, as 3 crianças internadas na enfermaria o resultado foi negativo para a doença. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS continua em 16,7%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 2.694 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 2.395 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 299 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 599 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 492 tiveram resultado negativo para COVID-19, 89 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 18 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

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