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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ÍNDIA - A Índia está planejando a introdução de nova legislação para proibir a negociação de qualquer moeda digital no país, em favor de uma criptomoeda própria.

A notícia, revelada pelo Tech Crunch, indica que a câmara baixa do parlamento indiano está preparando a medida, que vai incluir “todas as criptomoedas privadas” e definir um “quadro facilitador” para a criação de um formato oficial de dinheiro digital, emitido através do Banco Central da Índia. Não foi revelada uma data para a apresentação da proposta, mas deve acontecer durante a atual sessão legislativa.

O percurso das criptomoedas da Índia tem sido conturbado e em 2018 o Governo já tinha tentado travar a circulação de dinheiro digital no país. Naquela época, recomendou que a Bitcoin e restantes criptomoedas fossem proibidas no país, com o Banco Central argumentando a ilegalidade do dinheiro digital, por não ter cunhagem física. As autoridades do país propuseram ainda um quadro de sanções para os infratores, que previa pena de prisão até 10 anos para quem não respeitasse a lei.

O caso chegou aos tribunais, que acabaram por travar as pretensões do Governo. Em 2020, as moedas digitais voltaram a ter luz verde no país, por decisão do Supremo que não encontrou base legal para justificar as restrições, uma decisão que pode não durar muito.

A Índia não é o primeiro país do mundo a querer ter a sua própria moeda digital. A China está em fase de testes na implementação do yuan digital, que já pode ser usado para pagar compras em algumas lojas físicas. O Japão está preparando a sua e países como a Venezuela também já anunciaram a intenção de criar uma moeda digital nacional.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

RIO DE JANEIRO/RJ - Curtindo a região de Angra dos Reis com os filhos Gabriel e Samuel, e o até então ex-marido, Gusttavo Lima, Andressa Suita posou para um clique no barco de luxo do sertanejo e exibiu as curvas.

Usando uma saia justa de tom rosa combinando com a parte de cima do biquíni, em conjunto com os óculos e um chapéu preto da Prada, a modelo esbanjou beleza e ganhou diversos elogios.

“Deusa linda“, comentou uma seguidora. “Dona de toda beleza“, falou outra. “A mais linda do mundo“, elogiou mais uma.

Recentemente Andressa já havia compartilhado um foto curtindo a viagem em família junto com o ex no barco do sertanejo. No clique a modelo aparece tomando sol com um biquíni amarelo e chapéu de palha. 

 

 

*Por: INSTAFAMOSOS

SÃO PAULO/SP - O SBT atingiu o maior pico de audiência em 19 anos com a transmissão da final da Copa Libertadores, entre Santos e Palmeiras, no último sábado. A emissora se isolou na liderança entre 17h e 19h marcando, em média, 25,3 pontos. O número é mais do que o dobro do alcançado pela segunda colocada, a TV Globo. A emissora carioca ficou em segundo lugar com uma média de 11,1 pontos com a exibição de um programa de auditório e uma novela.

A elevada audiência proporcionada pelo clássico paulista na final do principal torneio sul-americano levou o SBT a ter índices que há tempos não conseguia. Com pico de 32,1 pontos, a emissora de Silvio Santos superou a marca de 26,3 - até então tida como a maior nessa mesma faixa horária. O número foi atingido em setembro de 2002. Estima-se que cerca de 3,2 milhões de lares assistiram à decisão.

Se a restrição de faixa horária for retirada, a final registrou a maior audiência do SBT em 17 anos. Em 2004, a emissora teve média de 31 pontos com a transmissão de um filme da saga de Harry Potter.

Nenhuma outra transmissão feita pelo SBT nesta temporada da Libertadores foi tão elevada. O resultado obtido neste sábado foi 35% superior ao registrado em 12 de janeiro, quando a emissora exibiu o emocionante jogo de volta entre Palmeiras e River Plate, no Allianz Parque. A equipe argentina venceu por 2 a 0.

Ao todo, a emissora transmitiu 11 jogos e seguirá com a transmissão da próxima edição do torneio ao lado do canal Fox Sports e do Facebook. Além da final, o programa Arena SBT, apresentado por Benjamin Back, também chegou a ficar na frente do programa Caldeirão do Huck, tradicionalmente líder de audiência aos sábados.

 

 

*Por: ESTADÃO

MYANMAR - Centenas de deputados de Myanmar (antiga Birmânia) estão retidos em uma residência do governo na capital, um dia depois do golpe de Estado conduzido por militares e da detenção da líder do país, Aung San Suu Kyi.

De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), cerca de 400 deputados permanecem na residência governamental, impedidos de deixar o edifício, em Naypyidaw, capital de Myanmar.

Um dos deputados disse que o edifício continua cercado por militares e que há policiais dentro das instalações.

Segundo o parlamentar, que teme pela sua segurança e pediu anonimato, os políticos, a maioria da Liga Nacional para a Democracia (LND), o partido de Aung San Suu Kyi, passaram a noite sem conseguir dormir, com medo de serem presos. "Tivemos de ficar acordados e em alerta".

"Temos alimentos, mas não podemos sair das instalações, por causa dos soldados", disse também uma deputada à agência de notícias France-Presse (AFP).

As detenções e o golpe de Estado militar ocorreram no mesmo dia em que o Parlamento eleito se preparava para iniciar sua primeira sessão.

O partido de Aung San Suu Kyi pediu hoje sua libertação imediata, bem como dos políticos detidos, denunciando "uma mancha na história do Estado e do Tatmadaw", o Exército birmanês.

O Exército de Myanmar declarou nessa segunda-feira (1º) estado de emergência e assumiu o controle do país durante um ano, após a detenção da chefe do governo, Aung San Suu Kyi, do presidente do país, Win Myint, e de outros líderes governamentais.

Myanmar emergiu há apenas dez anos de um regime militar que estava no poder há quase meio século.

Para justificar o golpe de Estado, imediatamente condenado pela comunidade internacional, os militares asseguraram que as eleições legislativas de novembro passado foram marcadas por "enormes irregularidades", o que a Comissão Eleitoral nega.

Os militares evocaram ainda os poderes que lhes são atribuídos pela Constituição, redigida pelo Exército, permitindo-lhes assumir o controle do país em caso de emergência nacional.

O partido de Aung San Suu Kyi, que está no poder desde as eleições de 2015, venceu por larga maioria as eleições de novembro.

A vitória eleitoral de Suu Kyi, Prêmio Nobel da Paz 1991, demonstrou sua grande popularidade em Myanmar, apesar da má reputação internacional pelas políticas contra a minoria rohingya, a quem é negada a cidadania e o voto, entre outros direitos.

 

 

*Por RTP - Naypyidaw (Myanmar)

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