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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULOS/SP - A Record teria decidido apostar parte de suas fichas em um nome específico na próxima edição de “A Fazenda”, que já se tornou um dos alvos de especulações da web, que já sente falta de um reality para comentar.

Segundo Fefito, colunista do UOL, a emissora teria oferecido a Jojo Todynho o maior cachê da décima segunda temporada, que tem estreia prevista para a terceira semana de setembro.

Ainda de acordo com o colunista, grande parte dos participantes que firmaram contrato para a edição deste ano do reality show ganhará entre R$ 25 mil e R$ 40 mil. Na contramão destes valores, a amiga de Anitta teria recebido a proposta de 70 mil pela estadia em Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo, onde ocorrerão as gravações. Para a produção do programa, a personalidade forte da cantora deve garantir bons momentos – e conflitos.

Entretanto, de acordo com o colunista do UOL, o temor de que a funkeira desista de estrelar ‘A Fazenda’ é grande, já que em anos anteriores ela se recusou a participar. Na proposta para Jojo, a Record teria oferecido participação nas ações publicitárias e visibilidade em programas da grade da emissora, assim, a funkeira supostamente deve embolsar mais de R$ 150 mil.

Entre os nomes cotados para estar em “A Fazenda” neste ano estão o ator Kadu Moliterno; os ex-BBBs Felipe Prior e Paula Amorim; a empresária Cristiane Maravilha; a funkeira MC Bianca; a modelo Najila Trindade; e participantes do “De Férias com o Ex” como Stéfany Bays, Any Borges, Pedro Calderari e Lipe Ribeiro.

Por conta da pandemia do coronavírus, neste ano o plano é que todos passem por um período de isolamento antes do confinamento.

 

 

*Por: JETSS.com

SÃO CARLOS/SP - 4 pés de maconha foram apreendidos pela Guarda Municipal nesta última 2ª feira (15), no bairro Jóquei Clube, em São Carlos.

Segundo a GM, o patrulhamento era realizado, quando na Rua Carlos Cícero Nogueira, próximo ao muro do Village Damha, 2 sujeitos ao notar a presença dos GMs saíram correndo. Os Guardas Municipais ao verificar o local foram encontrados 04 pés de maconha, onde foi apreendido e apresentado à DISE.

SÃO CARLOS/SP - Policiais de Força Tática conseguiu prender um sujeito por porte ilegal de arma de fogo na Rodovia Washington Luiz, KM-225, em São Carlos, na tarde de ontem, 15.

De acordo com informações, os Militares ao receber denúncia de que em uma propriedade rural um indivíduo guardava armas de fogo sem o devido registro legal, os PMs foram averiguar e chegando ao local o proprietário confessou possuir uma espingarda calibre 32. O homem franqueou a entrada dos Policiais e durante vistoria foi localizado 03 armas de fogo.

O indivíduo foi conduzido ao Plantão Policial, onde ficou preso por porte ilegal de arma de fogo.

Apreendido:

- 01 Espingarda Cal.12, HATSAN, número 188216 (furto pela cidade de Santa Maria da Serra)

- 01 Revólver Cal.38, TAURUS, número KJ95259

- 01 Espingarda Cal.32, BOITO, número 142932

- 07 munições cal.38

- 07 cartuchos cal. 12

- 03 cartuchos cal. 32

MUNDO - A segunda maior companhia aérea chinesa lançará uma nova empresa, mesmo que a pandemia tenha causado um colapso global no setor de viagens e no número de passageiros. Por trás do paradoxo, a estratégia é coerente com a retomada do consumo doméstico no gigante asiático.

Não se trata uma aventura improvisada. Para lançar sua nova companhia aérea, a China Eastern Airlines reuniu fortes parceiros e aliados. Entre eles, a Juneyao Airlines (Shanghai) e, especialmente, a Trip.com, líder em viagens on-line no mercado chinês. Um projeto centrado em um dos principais destinos turísticos da China: a ilha de Hainan, apelidada de "pequena Tailândia", com seus oito milhões de habitantes e seu status de zona franca (pouco ou nada taxada pelos impostos).

Questões não faltam sobre o “timing” escolhido para este novo projeto, num momento em que o setor global de companhias aéreas está lutando por sua sobrevivência, amplamente afetado pela pandemia de coronavírus.

De acordo com um anúncio feito no domingo (14) na bolsa de Hong Kong, a China Eastern, principal estatal do setor, deterá 51% do capital da nova empresa. Ela será chamada de Sanya International Airlines, batizada a partir do nome da cidade mais famosa de Hainan, e a mais popular entre os turistas. A data de lançamento não foi oficialmente definida. O projeto ainda exige a aprovação do organismo regulador chinês.

Xi Jinping e a maior zona franca da China

O objetivo dos acionistas da nova companhia aérea é simples: capitalizar na crescente importância da Hainan na China. A ilha é 30 vezes maior que o território de Hong Kong e se afirma cada vez mais como um popular destino de férias para turistas chineses.

No entanto, não se trata apenas de uma simples transação financeira. É também o símbolo da estratégia de Xi Jinping. O presidente chinês quer fazer de Hainan a maior zona franca do país. Pequim pretende reduzir o imposto de renda para 15% para certas categorias de pessoas e empresas, além de suavizar os critérios para a obtenção de um visto para turistas e empresários.

Setor aéreo global em turbulência

O plano de lançamento da Sanya Airlines ocorre justamente quando a Covid-19 deixou os aviões colados no chão e forçou o estabelecimento de quarentenas rigorosas para impedir a propagação do vírus. Muitas empresas estão lutando pela vida, como a Thai Airlines ou a Virgin. O setor poderá perder mais de US$ 84 bilhões em 2020, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo.

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A aposta chinesa na nova companhia ainda está longe de ser ganha, de acordo com Greg Waldron, editor-gerente da revista FlightGlobal: "O lançamento oficial da empresa dependerá, sem dúvida, da retomada do tráfego aéreo doméstico na China e da situação da Covid-19, tanto no país como na região. Leva tempo para construir uma companhia aérea: é preciso muito trabalho para instalar equipamentos e pessoal antes que o primeiro avião possa decolar."

Patriotismo turístico e isento de impostos

Mas, para Shaun Rein, fundador do China Market Research Group, o período escolhido para lançar a Sanya Airlines seria perfeito. "Mesmo antes da Covid-19, 2020 já era o ano do turismo doméstico na China, quando os chineses queriam se concentrar em seu próprio país, especialmente em locais importantes como Hainan, Yunnan ou destinos emergentes como Gansu", analisou. Segundo Shaun Rein, a guerra comercial sino-americana "trouxe patriotismo entre os cidadãos chineses que querem mostrar a seus filhos a grandeza de seu país e ensiná-los mais sobre a herança nacional."

 

 

*Por: RFI

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