Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - O Governo de São Paulo ampliou significativamente a atenção à infraestrutura das unidades de ensino e entregou, entre janeiro de 2023 e abril deste ano, 4.688 obras em escolas estaduais e creches.
Em 28 meses de gestão, os investimentos superam R$ 2,3 bilhões, contemplando 2.905 unidades de ensino em 534 cidades paulistas — número 36% maior do que período entre 2019 e 2022, quando foram realizadas intervenções em escolas localizadas em 392 municípios.
Com isso, 82,9% dos 644 municípios com escolas estaduais foram atendidos com alguma intervenção. As revitalizações incluem reformas nas quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aulas, telhados e fachadas, além das adequações de acessibilidade e climatização das edificações escolares, impactando diretamente a rotina de mais de 1,7 milhão de estudantes.
O Estado também entregou 58 unidades do Programa Creche Escola. Do total de investimentos nas 534 cidades, R$ 133,7 milhões foram destinados à inauguração dessas unidades para as redes municipais, em atendimento à primeira infância em diferentes regiões do estado.
Fabricio Moura Moreira, presidente da FDE, destaca a abrangência da atuação da fundação no estado e reitera a relevância de destinar recursos às reformas para atualizar e modernizar a infraestrutura da rede promovendo, assim, o bem-estar da comunidade escolar.
“Já foi investido mais de R$ 1 bilhão em reformas nas nossas unidades escolares. Isso é muito importante porque a gente precisa avaliar as condições das nossas edificações e alocar os recursos naquelas escolas que mais necessitam, que precisam de reformas gerais, que precisam de reformas estruturantes”, explica Moreira.
Climatização da rede estadual
Neste período, o Governo do Estado de São Paulo atingiu a marca de 938 escolas climatizadas na rede estadual de ensino, com salas de aula e administração com ar-condicionado. Já foram investidos aproximadamente R$ 350 milhões apenas na primeira etapa do programa de climatização das escolas, que abrange 1.056 unidades escolares.
O programa tem como meta atingir a climatização de 60% das unidades da rede até o início do ano letivo de 2027.
Governo de SP
SÃO CARLOS/SP - Na manhã de sexta-feira, às 10h40, a Equipe Canil da Guarda Municipal de São Carlos realizou uma operação bem-sucedida no bairro Jardim Santa Tereza, após denúncias de moradores. Na Rua Manoel M. Carlos Pinto, populares informaram que um terreno nas proximidades era usado como ponto de ocultação por indivíduos com intenções criminosas.
A equipe, agindo com base nas informações recebidas, efetuou uma varredura no local, contando com o apoio da cadela K9 Naja, especializada em detecção de entorpecentes. A busca resultou na localização de uma sacola escondida entre a vegetação, ao lado de um muro, contendo 16 ependorfs de substância análoga à cocaína, 81 invólucros de material similar à maconha, 88 pedras de substância semelhante ao crack, 6 porções compatíveis com haxixe e R$ 110,00 em dinheiro. Todo o material foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para as providências legais.
Segunda reunião do Centro de Operações de Emergência atualiza números, reforça ações intersetoriais e cobra responsabilidade de proprietários de imóveis abandonados
ARARAQUARA/SP - O Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE) realizou seu segundo encontro, reunindo representantes de diversas secretarias e setores da administração pública. O foco foi a atualização dos dados da dengue no município, a avaliação das ações já implantadas e o reforço das estratégias articuladas entre diferentes áreas da gestão para o enfrentamento da epidemia.
Durante a reunião, foi apresentado o cenário atualizado da dengue. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, entre janeiro e abril, mais de 179 mil residências foram vistoriadas. Os bairros Centro e Vila Xavier concentram o maior número de casos. Até o momento, o município registra 13.570 casos confirmados, com 13 internações. Outros 1.413 exames seguem em análise, 30 tiveram resultado inconclusivo e 3.330 foram descartados.
A vacinação contra a dengue segue abaixo do esperado, com apenas 8,16% do público-alvo completamente imunizado. Este grupo é formado por 13.964 crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, dos quais apenas 1.139 receberam as duas doses. Em relação à primeira dose, 3.692 doses foram aplicadas, correspondendo a 26,44% do total previsto.
Durante o encontro, o prefeito Dr. Lapena reforçou o empenho das equipes e a importância da união entre as secretarias no combate à doença. “Vejo o quanto nossos servidores estão se dedicando para conter essa epidemia, seja na prevenção, no combate aos focos ou no tratamento. Infelizmente, ainda não se encontrou uma forma de eliminar o mosquito. Enquanto isso, seguimos firmes, e parabenizo todos os envolvidos pela seriedade com que atuam”, afirmou o prefeito, que também chamou a atenção de parte da população e empresários que ignoram notificações e mantêm áreas com criadouros. "A maioria dos focos está em imóveis abandonados, terrenos baldios e casas fechadas. Muitos são notificados, multados e, mesmo assim, não tomam providências. Precisamos reforçar o apoio do Ministério Público para garantir que essas propriedades sejam cuidadas”, completou, citando a existência de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados com imobiliárias.
O secretário municipal de Saúde, Dr. Abelardo Ferrarezi, anunciou a mudança no horário de funcionamento do Dengário, que passará a atender das 7h às 19h, a partir desta sexta-feira (16). “Essa alteração foi possível graças à estabilização dos atendimentos e à queda no número de casos graves. O serviço seguirá funcionando até a alta do último paciente. Lembramos que todos devem apresentar documento com foto e, se tiverem, o cartão de acompanhamento”, explicou.
A subsecretária de Vigilância em Saúde, Alessandra Nascimento, destacou os resultados positivos das ações intersetoriais implantadas após a primeira reunião do COE, que tiveram impacto direto na redução de novos casos. “Apesar de termos ultrapassado os 13 mil casos, observamos uma redução significativa nas notificações. Contudo, seguimos em alerta com a circulação do sorotipo 3, que pode causar novos surtos. Ainda temos uma parcela da população suscetível. As ações articuladas entre as diferentes áreas da administração pública foram fundamentais para o resultado que estamos alcançando, e precisamos manter esse esforço conjunto”, alertou.
Mesmo com a chegada do clima mais frio, quando normalmente há uma redução nos casos, as autoridades reforçam que o mosquito Aedes aegypti segue ativo mesmo neste período, exigindo a continuidade das ações de eliminação de criadouros e o envolvimento da população.
Prevenção segue como prioridade
A vacinação permanece disponível para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, nas Unidades Básicas de Saúde, e das 8h às 15h, na unidade do Sesa. É necessário apresentar documento com foto e carteira de vacinação. O esquema prevê duas doses com intervalo de três meses, sendo que jovens que já tiveram dengue devem aguardar seis meses para iniciar a imunização.
Outro ponto debatido foi a efetividade do fumacê. Especialistas alertaram que a aplicação de inseticida tem eficácia limitada, já que a fumaça não alcança locais onde o mosquito costuma se esconder, como debaixo de camas, dentro de móveis e atrás de cortinas. Além disso, o método representa um impacto ambiental desnecessário. A medida mais eficaz continua sendo a eliminação dos criadouros.
A orientação permanece clara: eliminar qualquer acúmulo de água parada é essencial para conter a proliferação do mosquito. A responsabilidade é coletiva, e o envolvimento da população segue sendo decisivo para superar este momento crítico.
RIO DE JANEIRO/RJ - Anitta, 32, venceu um processo movido por Maria Ilza de Azevedo, 76, fã que alegou ter sido exposta sem consentimento no documentário "Anitta: Made In Honório" (Netflix). A Netflix e a Conspiração também eram rés no caso, e foram igualmente beneficiadas.
Maria Ilza foi retratada como alguém que invadiu o condomínio da cantora no Rio Janeiro. A defesa dela, no entanto, alegou que ela foi autorizada a entrar na mansão e que, pela forma como foram veiculadas as cenas, a mulher se sentiu ridicularizada.
No documentário, a mãe de Anitta afirma que deixou a fã entrar porque achou que ela estava trabalhando no figurino de um show. Anitta encontra a senhora sentada em seu sofá, e exclama: "Gente, o que a Tia Ilza está fazendo aqui dentro?"
A defesa de Dona Ilza pediu indenização de R$ 1 real para cada pessoa que viu a série. Na época do lançamento, a produção chegou a ser a mais assistida do Brasil na Netflix.
A Justiça indeferiu todos os pedidos da autora. Na decisão, a qual o UOL teve acesso, o juiz considerou que a idosa não foi exposta ao ridículo, e, além disso, autorizou o uso de sua imagem - o documento foi periciado e a originalidade da assinatura foi confirmada.
Dona Ilza ainda foi condenada a pagar as custas do processo e os honorários dos advogados dos rés, no valor de 15% da causa. Mas como ela tem direito à Justiça gratuita, a cobrança está suspensa.
UOL/FOLHAPRESS
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