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Cobertura vacinal em São Carlos está abaixo da meta e Vigilância em Saúde reforça importância da imunização

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde emitiu um alerta para o reforço das medidas de prevenção contra a COVID-19, após registrar crescimento de casos nas últimas semanas de outubro. No período, foram confirmados 229 casos positivos e um óbito, de uma mulher de 82 anos com comorbidades.

Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde, as oscilações de temperatura, o aumento da permanência em ambientes fechados, a redução da imunidade ao longo do tempo e o surgimento de novas variantes favorecem a transmissão do vírus, mesmo entre pessoas já imunizadas. A recomendação é que todos os grupos elegíveis mantenham seu esquema vacinal atualizado, conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

A Secretaria reforça que as vacinas disponíveis são eficazes contra as variantes em circulação e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. No entanto, a cobertura vacinal do município está abaixo da meta de 90% estipulada pelo Ministério da Saúde. Entre crianças de 5 anos, apenas 30,8% completaram as três doses recomendadas; no público acima de 12 anos, o índice é de 29,47%.

O esquema vacinal recomendado é o seguinte: 
- Crianças de 6 meses a menores de 5 anos, esquema de três doses da Pfizer (Comirnaty), com intervalo de quatro semanas entre a 1ª e 2ª doses e oito semanas entre a 2ª e 3ª;
- Idosos: uma dose a cada seis meses.
- Gestantes: uma dose por gestação, em qualquer período.
- Vacinação para grupos especiais (a partir de 5 anos): recebem uma dose anual pessoas em instituições de longa permanência, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente ou comorbidades, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional, trabalhadores dos Correios, adolescentes e jovens em medidas socioeducativas, pessoas em situação de rua, imunocomprometidos. Para imunocomprometidos, o esquema primário é de três doses (intervalos de 4 e 8 semanas) e a vacinação periódica é de uma dose a cada seis meses. População geral de 5 a 59 anos sem vacinação prévia, recebe dose única.

Denise Martins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde, orienta para que pessoas com sintomas de síndrome gripal procurem as unidades de saúde para realização do teste rápido e avaliação clínica. “A síndrome gripal pode incluir febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza e alterações no olfato ou paladar e as principais medidas de prevenção envolvem vacinação em dia, higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, evitar tocar o rosto com as mãos sujas, etiqueta respiratória ao tossir ou espirrar, evitar contato próximo com pessoas doentes, permanecer em casa em caso de sintomas, uso de máscaras, principalmente em situações de tosse, coriza ou em locais fechados”, orienta a diretora.

“A saúde pública é um esforço coletivo. Contamos com a colaboração da população para reduzir a circulação do vírus e proteger especialmente os mais vulneráveis. Vacinar-se é um ato de responsabilidade individual e de cuidado com toda a comunidade. Seguimos trabalhando, monitorando os dados e ampliando ações de prevenção, mas a participação de cada cidadão faz toda a diferença neste momento”, ressalta Leandro Pilha, secretário de Saúde.

A vacina contra a COVID-19 está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e todas as Unidades de Saúde da Família (USFs) de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

SÃO CARLOS/SP - O mês de outubro trouxe um novo alerta para a Vigilância em Saúde de São Carlos: após semanas de estabilidade, o município registrou 229 casos positivos de COVID-19, dentro de um total de 1.272 notificações. O aumento ocorre após meses consecutivos de números baixos e marca a confirmação do terceiro óbito pela doença em 2025 — uma mulher de 82 anos que apresentava comorbidades.

Os dados acumulados mostram forte discrepância ao longo do ano. Janeiro e fevereiro concentraram 1.065 casos positivos, enquanto março registrou 121. A queda continuou nos meses seguintes: abril somou 16 diagnósticos (e um óbito), maio 22, junho 17, julho 13, agosto 67 e setembro 75. Outubro, porém, representou o maior volume desde fevereiro.

Em perspectiva anual, 12.232 casos foram notificados até outubro. Embora o número de mortes seja menor do que o registrado em 2024 — quando 18 pessoas perderam a vida —, o comportamento irregular da transmissão mantém a preocupação entre especialistas, que recomendam atenção à vacinação e aos sintomas gripais.

A comparação com 2024 evidencia ciclos distintos da doença: naquele ano, fevereiro e março registraram juntos quase 3.700 casos, enquanto os meses intermediários mantiveram baixa circulação viral. Para a pasta da Saúde, o monitoramento constante segue sendo essencial para prevenir novos picos de transmissão.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, ressalta a importância de tomar o reforço da vacina bivalente contra a COVID-19, aplicado em dose única. As doses de reforço, aplicadas a partir do esquema vacinal básico possuem enorme importância dentro do esquema vacinal, na medida em que aumentam a imunidade ao longo do tempo, além de contribuírem com a proteção ao organismo para defesa em relação às diferentes variantes do coronavírus.

A vacina faz parte do calendário de rotina do Programa Nacional de Imunizações em pessoas do grupo prioritário que abrange crianças (6 meses a menores de 5 anos); gestantes e puérperas; pessoas com 60 anos ou mais de idade; povos indígenas e comunidades tradicionais quilombolas; população em situação de rua, pessoas com deficiência permanente e pessoas portadoras de doenças crônicas (comorbidades e imunossupressão).

Esse ano somente 29,47% do público alvo (acima de 12 anos) receberam a dose de reforço, sendo 2,52% menores de 1 ano, 38,84% de 6 meses a menores de 5 anos. Já os idosos 54,3% (60 a 64 anos) receberam a dose da bivalente, 65,11 (65 a 69 anos), 75% (70 a 74 anos), 103,4% (75 a 79 anos) e 70% (80 anos ou +).

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, ressalta a importância de se manter a vacinação. “O imunizante é fundamental porque amplia a proteção contra as variantes mais recentes do vírus, que continuam circulando e trazendo riscos, especialmente, das pessoas mais vulneráveis. A vacinação é um ato de cuidado coletivo. Quando cada um faz a sua parte, não está apenas se protegendo, mas também ajudando a reduzir a transmissão e a preservar vidas”.

O imunizante está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs). A vacinação é realizada de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde de São Carlos divulgou que, em julho de 2025, o município registrou 611 notificações de COVID-19, com apenas 13 casos confirmados e nenhum óbito. O número reflete uma queda significativa em relação aos meses anteriores, consolidando a tendência de redução da doença na cidade.

Nos sete primeiros meses de 2025, São Carlos acumulou 9.539 notificações, com 1.254 casos positivos e dois óbitos, ambos de mulheres com comorbidades: uma de 63 anos em janeiro (494 casos) e outra de 88 anos em abril (16 casos). Fevereiro teve 571 casos, março 121, maio 22 e junho 17, todos sem mortes. Em comparação, 2024 foi mais severo, com 5.959 casos positivos e 18 óbitos, sendo os meses de maior incidência fevereiro (2.142 casos) e março (1.553 casos).

A Vigilância em Saúde reforça a importância da vacinação e de medidas preventivas, especialmente para grupos de risco, destacando que a baixa incidência em julho demonstra o impacto das ações de controle. A pasta segue monitorando os casos para manter a situação sob controle.

Plataforma desenvolvida com materiais reciclados detecta vírus com alta precisão e baixo custo, resultado de um projeto temático da FAPESP envolvendo os Institutos de Química e de Física de São Carlos (USP)

 

SÃO CARLOS/SP - Motivado pelo fato de que milhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso a diagnósticos básicos, um projeto temático da FAPESP uniu pesquisadores dos Institutos de Química (IQSC) e de Física (IFSC) de São Carlos (USP) no desenvolvimento de uma tecnologia sustentável para diagnóstico molecular acessível. A iniciativa integra o projeto temático “Rumo à convergência de tecnologias: de sensores e biossensores à visualização de informação e aprendizado de máquina para análise de dados em diagnóstico clínico”, coordenado pelo Prof. Osvaldo Novais de Oliveira Junior, do IFSC/USP.

O resultado é uma plataforma eletroquímica-magnética universal, de baixo custo, portátil e fabricada a partir de materiais reciclados – grafite recuperado de baterias recicladas e plástico de copos descartáveis. Inicialmente validada para a detecção do vírus SARS-CoV-2, a plataforma representa uma inovação de impacto global, combinando ciência de materiais, engenharia, sustentabilidade e saúde pública. O dispositivo pode ser operado manualmente, sem necessidade de laboratórios ou infraestrutura especializada, sendo que os testes são rápidos, apresentando resultados em poucos minutos, e o custo por unidade é de apenas 20 centavos de dólar — uma fração do preço dos exames convencionais.

O funcionamento do biossensor se baseia em nanopartículas magnéticas funcionalizadas com anticorpos, capazes de capturar biomarcadores virais em amostras de saliva. A interação gera um sinal eletroquímico que é lido por um dispositivo portátil. No caso do SARS-CoV-2, o sensor apresentou precisão de 95%, similar ao RT-PCR, considerado padrão-ouro em diagnóstico molecular. O sistema foi validado em amostras de saliva de pacientes com diferentes faixas etárias e sexos, com confirmação por RT-PCR, garantindo sua eficácia em condições clínicas reais.

“O sensor é uma plataforma universal. Embora o primeiro teste tenha sido para COVID-19, ele pode ser adaptado para detectar rapidamente outros vírus, como influenza”, explica o Prof. Frank Crespilho, do IQSC/USP, que tambem foi coordenador da Rede de Pesquisa em Metabolômica e Diagnóstico da Covid-19 (MeDiCo) USP/CAPES, coordenador do desenvolvimento tecnológico e autor correspondente do artigo publicado na revista ACS Sensors em março de 2025. “Queremos democratizar o acesso a diagnósticos de qualidade com soluções sustentáveis e de baixo custo.” A publicação tem como primeiro autor o pesquisador Caio Lenon Chaves Carvalho, ex-bolsista de pós-doutorado no laboratório do Prof. Crespilho. Sua liderança foi essencial no desenvolvimento e validação do biossensor, contribuindo diretamente para os resultados inéditos alcançados.

Para o Prof. Osvaldo, “foi um projeto longo, liderado pelo grupo do Prof. Crespilho, que contou com renomados colegas cientistas e que culminou em resultados sem precedentes na literatura científica”. A colaboração entre grupos interdisciplinares foi fundamental para integrar inovação tecnológica com impacto social e ambiental.

Além do IQSC/USP e IFSC/USP, o projeto contou com parcerias nacionais e internacionais, envolvendo a Faculdade de Medicina da USP, a Universidade Federal do Piauí (UFP), a Universidade do Minho (Portugal) e o centro de pesquisa BCMaterials, na Espanha.

Mais do que uma resposta à pandemia, essa plataforma inaugura um novo paradigma em dispositivos de diagnóstico acessíveis, reaproveitando resíduos tecnológicos e viabilizando soluções para regiões vulneráveis. O projeto mostra como ciência, sustentabilidade e política pública podem caminhar juntas rumo a um futuro mais justo e saudável para todos.

Confira o artigo científico publicado sobre este tema - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2025/05/PDF-BIOSSENSOR-COM-MATERIAIS-RECLICADOS.pdf

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, recebeu, nesta quinta-feira (19/12), 500 doses da vacina SERUM contra a COVID-19. O imunizante é destinado à vacinação de rotina e já está disponível para o público-alvo em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) – exceto na UBS São José, que se encontra em reforma –.

Conforme orientação do Ministério da Saúde, a nova estratégia de vacinação contra COVID-19 abrange idosos e gestantes na imunização de rotina, agregando estes públicos aos demais grupos especiais que já eram contemplados.

A normativa prevê que gestantes devem receber uma dose por gestação, enquanto pessoas com 60 anos ou mais devem ser imunizadas a cada seis meses. Os demais grupos especiais – como pessoas com deficiência ou comorbidades, pessoas que vivem em instituições de longa permanência ou ainda aquelas que estão privadas de liberdade – devem receber uma dose anual.

No caso da vacina SERUM, a utilização será apenas para pessoas com 12 anos ou mais e já está disponível em São Carlos para aplicação. O Ministério da Saúde aponta que o imunizante demonstrou segurança e eficácia de 90% contra casos sintomáticos de COVID-19 em adultos. Complementarmente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a vacinação periódica com vacinas atualizadas.

VACINAÇÃO SERÁ SUSPENSA NO FINAL DO ANO

É importante lembrar que, com o recesso de final de ano, todas as vacinações serão suspensas nesta sexta-feira (20/12), a partir das 13h. Os imunizantes serão encaminhados para a Central Municipal de Rede Frio por precaução, já que requerem refrigeração constante e, com o período de chuvas e a consequente possibilidade de quedas de energia, podem ter afetada sua estabilidade de temperatura e a eficácia comprometida.

A vacinação retorna normalmente aos postos de saúde no dia 06/01, sendo possível a imunização de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

Neste período de recesso e em que os imunizantes estarão na Central Municipal de Rede Frio, as equipes da Vigilância Epidemiológica ficarão de sobreaviso e monitorando a temperatura do conservador onde os imunizantes serão mantidos.

BRASÍLIA/DF - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou na quarta-feira (6) que a pandemia de covid-19 não foi uma "gripezinha". O ministro também criticou o negacionismo no Brasil em relação à vacinação contra doença.

As declarações foram feitas durante o julgamento no qual a Corte considerou inconstitucional uma lei municipal de Uberlândia, Minas Gerais, que impediu a vacinação compulsória da população e proibiu sanções contra quem não se vacinou em 2022.

Durante o julgamento, Moraes disse que as medidas de restrição foram necessárias para evitar o crescimento do número de mortes no país.

"Nós não estamos falando, como foi dito à época por alguns, de uma gripezinha. Estamos falando de uma pandemia mundial na qual mais 700 mil brasileiros morreram. O Brasil foi o segundo país em números absolutos de mortes. O primeiro foi Estados Unidos. Lá, como aqui, houve negacionismo governamental no combate à covid", afirmou.

O ministro também relembrou as mensagens de desinformação que foram difundidas pelas redes sociais contra a vacina, como publicações que diziam que quem toma vacina "vira jacaré" e que a pandemia era uma conspiração chinesa para o Brasil virar um país comunista.

"Tudo isso que hoje parece risível foi trazido para que as pessoas não se vacinassem", completou.

Por unanimidade, o plenário do STF confirmou a decisão individual do ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu a Lei municipal 13.691/2022 de Uberlândia. A decisão monocrática foi assinada em abril de 2022, mas precisava ser referendada pelo plenário.

 

ANDRÉ RICHTER – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde informa que a cidade contabiliza neste momento 5.748 casos positivos para COVID-19, sendo que 449 casos positivos foram registrados em janeiro, 2.142 casos positivos registrados fevereiro, 1.553 casos positivos em março, 244 casos positivos em abril, 26 casos em maio e 26 casos em junho, em julho foram registrados 43 casos positivos, no mês de agosto foram registrados 378 casos positivos. No mês de setembro foram registrados 507 casos positivos. Em outubro, até o dia 30/10 foram registrados 198 casos positivos da doença no município.

Desde o último Boletim COVID-19, em 20 de setembro, foram registrados mais 2 óbitos no município: uma mulher de 80 anos em 20/09 e um homem de 86 anos, em 28/09, ambos com comorbidades.

SÃO CARLOS/SP - O  Departamento de Vigilância em Saúde informa que a cidade contabiliza neste momento 5.026 casos positivos para COVID-19, sendo que 449 casos positivos foram registrados em janeiro, 2.142 casos positivos registrados fevereiro, 1.553 casos positivos em março, 244 casos positivos em abril, 26 casos em maio e 26 casos em junho, em julho foram registrados 43 casos positivos e no mês de agosto foram registrados 378 casos positivos.

No mês de setembro, até o dia 05/09, foram registrados 169 casos positivos para COVID-19 no município e dois óbitos. Trata-se de um do homem de 92 anos que faleceu em 29/08 com comorbidades e todas as doses da vacina e uma mulher de 84 anos que faleceu em 03/09 com comorbidades e também com todas as doses da vacina, totalizando até o momento 17 óbitos no município em 2024.

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde informa que a cidade contabiliza neste momento 4.640 casos positivos para COVID-19, sendo que 449 casos positivos foram registrados em janeiro, 2.142 casos positivos registrados fevereiro, 1.553 casos positivos em março, 244 casos positivos em abril, 26 casos em maio e 26 casos em junho. Em julho foram registrados 43 casos positivos no município.

No mês de agosto, até o dia 22/08, foram registrados 160 casos positivos de COVID-19 no município.

Em 2024 foram registrados 16 óbitos no município até agora. A 16ª morte ocorreu no dia 11 de agosto e trata-se de uma criança de 6 anos com comorbidades e sem registro de vacinas contra COVID-19.

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