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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - A oferta de milho dos Estados Unidos deve aumentar 27% no próximo ano, com uma expansão do plantio pelos agricultores, previu o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nesta segunda-feira, após a incerteza sobre a demanda chinesa ter desencorajado alguns produtores a plantar soja.

A primeira previsão da agência do governo para os estoques do próximo ano ficou abaixo das estimativas dos analistas, ajudando a sustentar os preços futuros na bolsa de Chicago. A estimativa do USDA para a oferta de soja também ficou abaixo das expectativas.

Os traders estão monitorando de perto as previsões de oferta e demanda, já que as tensões geopolíticas alimentadas pelas tarifas abrangentes do presidente dos EUA, Donald Trump, interromperam os fluxos comerciais.

Agricultores nos Estados Unidos estão plantando mais milho e menos soja do que no ano passado, na esperança de lucrar e se proteger das tarifas de Trump.

A China, maior importadora de produtos agrícolas, e os Estados Unidos anunciaram uma trégua em sua guerra comercial, que reduzirá a maior parte das tarifas.

Pequim havia colocado tarifas de 125% sobre produtos americanos no mês passado, em retaliação às taxas de 145% impostas por Trump sobre produtos chineses. As taxas aplicadas por Pequim praticamente interromperiam as importações chinesas de soja americana se estivessem em vigor durante a temporada de comercialização no final deste ano.

As exportações de milho dos EUA permaneceram fortes este ano, já que os preços estão competitivos no mercado mundial e o rival Brasil tem oferta limitada.

Uma grande colheita dos EUA deve elevar os estoques domésticos para 1,8 bilhão de bushels até 1º de setembro de 2026, informou o USDA. Analistas esperavam 2,02 bilhões, de acordo com uma pesquisa da Reuters.

Isso representaria um aumento em relação aos 1,415 bilhão de bushels projetados pelo USDA em 1º de setembro de 2025. A agência reduziu a estimativa para 2024/25 na comparação com o volume de 1,465 bilhão previsto no levantamento do mês passado, enquanto analistas esperavam 1,443 bilhão.

O USDA estimou os estoques finais de soja em 2025/26 em 295 milhões, em comparação com as estimativas dos analistas de 362 milhões. Ele estimou os estoques de soja dos EUA para 2024/25 em 350 milhões, em comparação com sua previsão de abril de 375 milhões e as expectativas dos analistas de 369 milhões.

 

Forbes

EUA - O Hospital St. Vincent, localizado em Green Bay, no estado de Wisconsin, está vivenciando uma coincidência rara e curiosa: 14 enfermeiras obstetras da instituição estão grávidas ao mesmo tempo. A informação foi confirmada pelo próprio hospital, que brinca com a situação, chamando-a de um verdadeiro “baby boom”.

“Quando ela contou que estava grávida logo no início, pensei: eu também!”, contou a enfermeira Anna Cody à emissora local NBC26. Anna e sua colega Molly Van Enkenvort têm apenas quatro dias de diferença entre as datas previstas para o parto. “Isso nos dá mais apoio”, completou Molly, destacando a rede de suporte mútuo que se formou entre as futuras mães. “Estamos todas nos ajudando”, disse.

A gestação em série vem chamando atenção até dos pacientes. “As pessoas andam pelo corredor e dizem: ‘Ali tem uma grávida, ali tem outra — todas as enfermeiras estão grávidas!’”, relatou Ashlyn Short, outra integrante do grupo.

A diretora de enfermagem do hospital, Amy Bardon, afirmou que o anúncio coletivo ganhou um significado ainda mais especial por ter ocorrido durante a Semana dos Enfermeiros, comemorada entre os dias 6 e 12 de maio, e poucos dias antes do Dia das Mães, celebrado nos Estados Unidos no último domingo (11).

“É muito especial. Todas essas mulheres ocupam um lugar especial no meu coração. Trabalhamos juntas há anos. Estive presente para o nascimento de alguns dos filhos delas e agora vamos viver tudo isso juntas mais uma vez”, declarou emocionada.

Segundo o hospital, os bebês devem nascer entre maio e o outono.

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Quase dez anos após a última mudança em seu símbolo, a Google decidiu atualizar novamente seu logotipo. A alteração, no entanto, é sutil e mantém a identidade visual da marca com suas já tradicionais cores — vermelho, amarelo, verde e azul.

A principal diferença está na transição entre as cores, que agora ocorre de forma mais suave e fluida, criando um efeito visual mais harmonioso em comparação ao design anterior, no qual as cores eram rigidamente separadas.

Segundo o site especializado 9to5Google, o novo logotipo já começou a ser exibido em dispositivos iOS e nos aparelhos da linha Pixel. A expectativa é de que a atualização seja liberada gradualmente para outros smartphones Android nas próximas semanas.

 

por Notícias ao Minuto

EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ganhou uma recepção luxuosa ao chegar, na terça-feira (13), à Arábia Saudita -primeira parada de um giro pelo Oriente Médio no qual o republicano promete assinar acordos que somam mais de US$ 1 trilhão (quase R$ 5,7 trilhões).

Trump desembarcou no Terminal Real, uma seção especial do Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, a capital saudita, e se deparou com uma delegação de líderes empresariais e membros da realeza -incluindo o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, governante de fato da região.

Em seguida, ambos se dirigiram à corte real, o gabinete executivo do rei, acompanhados de cavalos árabes, e foram recebidos por uma guarda de honra. Ainda nesta terça, dezenas de líderes de algumas das maiores empresas dos EUA se juntarão a Trump para o almoço.

A capital sedia um fórum de investimentos organizado pelo governo saudita no qual Trump deve discursar e onde estarão presentes o bilionário Elon Musk e os presidentes-executivos de IBM, BlackRock, Citigroup, Palantir e Nvidia.

O objetivo declarado é não falar de política e focar apenas em negócios. A pretensão de assinar acordos de US$ 1 trilhão, por exemplo, quantia que equivale a todo o PIB da monarquia árabe, é considerada por economistas como sendo irreal.

O príncipe herdeiro prometeu investimentos de US$ 600 bilhões ao longo de quatro anos. Mas mesmo esse número é tido como duvidoso por especialistas -e ele pode, de todo modo, acabar ofuscado se Trump, como temem os israelenses, anunciar avanços no principal pleito dos sauditas junto aos EUA: cooperação para iniciar um programa nuclear civil.

Até aqui, a ideia de que Washington ajudaria Riad a construir e operar reatores para produção de energia sempre esteve conectada a uma eventual normalização das relações diplomáticas entre a Arábia Saudita e Israel. Segundo uma reportagem da agência de notícias Reuters, entretanto, negociadores americanos não pretendem mais fazer essa exigência aos sauditas, buscando, em lugar disso, um acordo puramente comercial.

Em 2020, em seu primeiro mandato, Trump anunciou os históricos Acordos de Abraão, nos quais os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein concordaram em reconhecer a existência do Estado judaico. O presidente americano sempre falou do tratado como o feito mais importante na política externa de sua primeira gestão.

Mas a adesão da Arábia Saudita, principal potência econômica e militar da região, não caminhou em razão da insistência de Riad de que o governo israelense se comprometesse com o estabelecimento de um Estado palestino -passo que Tel Aviv não se mostrou preparado para dar.

Alguns analistas apontam, inclusive, que o temor de que a Arábia Saudita reconhecesse Israel sem exigir a criação de um Estado para os palestinos teria motivado o grupo terrorista Hamas a realizar o ataque de 7 de outubro de 2023 a fim de provocar uma guerra e, assim, impossibilitar qualquer normalização. Hoje, de qualquer forma, o reconhecimento de Israel pelos sauditas não parece estar próximo.

Depois de Riad, Trump deve desembarcar no Qatar, pequeno país no golfo pérsico que desempenha papel central na mediação entre EUA, Hamas e Israel na guerra na Faixa de Gaza.

 

 

FOLHAPRESS

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