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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Com aumento das queimadas em razão da estiagem, Eixo SP orienta usuários a adotar medidas de segurança viária

 

RIO CLARO/SP - A estiagem prolongada no Estado de São Paulo antecipou o período seco do ano e, consequentemente, os registros de queimadas aumentaram nos últimos dias. Os focos de incêndio registrados apenas neste mês de junho no trecho sob concessão da Eixo SP Concessionária de Rodovias representam quase metade de todas as queimadas que ocorreram desde o início do ano. Foram 392 ocorrências em 2024. Desse total, 186 foram registradas apenas em junho, ou seja, 47% das ocorrências em um mês.

O coordenador de Meio Ambiente da Eixo SP, Gabriel Bispo, lembra que normalmente o período de estiagem começa em junho e se estende até setembro. No entanto, neste ano, a seca se intensificou em razão das alterações climáticas e mais especificamente dos bloqueios atmosféricos que estão afetando há meses grande parte do País, impedindo a formação de chuvas. "Diante desse cenário alarmante, pedimos a colaboração de todos que circulam pelas rodovias para que não joguem bitucas de cigarro pela janela nem outros tipos de resíduos que possam desencadear novos focos de incêndios", reforça Gabriel.

A preocupação com o fogo é ainda maior quando ele está próximo à rodovia, por representar um grande perigo à segurança dos usuários. Isso porque a presença de fumaça na pista reduz a visibilidade dos motoristas e aumenta o risco de acidentes. Para garantir que a viagem transcorra com segurança, é crucial que os motoristas sigam algumas medidas preventivas e adaptem o comportamento ao volante diante das condições adversas.

Orientações

As principais orientações, segundo a coordenadora de Operação de Tráfego da Eixo SP, Raquel Fernandes Monteiro, são as seguintes:

Reduza a velocidade: Ao entrar em um trecho com fumaça, ajuste a velocidade para um nível seguro que permita tempo de reação adequado. Diante da visibilidade reduzida, dirija devagar e com cautela.

Mantenha distância segura: Siga a uma distância maior do veículo à frente. Isso garante mais tempo para frear em caso de necessidade e evitar colisões.

Ligue os faróis: Ligue os faróis baixos e, se a fumaça estiver densa, use também os faróis de neblina. Jamais use os faróis altos, pois podem piorar ainda mais a visibilidade.

Evite ultrapassagens: Ultrapassagens são extremamente perigosas em condições de baixa visibilidade. Espere até que a visibilidade melhore e realize a manobra somente quando tiver certeza que ela pode ser feita com segurança.

Tenha atenção redobrada: Fique atento a outros veículos, pedestres, ciclistas e animais que podem estar na pista. Mantenha a calma e concentração absoluta na pista.

Pare em local seguro: Se a visibilidade estiver muito baixa, pare em um local seguro fora da pista, como um posto de gasolina ou área de descanso. Aguarde até que a fumaça diminua ou a visibilidade melhore antes de seguir viagem. Nunca pare no acostamento.

Ações preventivas

Todos os anos, quando se aproxima o período seco, a concessionária coloca em prática ações que têm como finalidade principal evitar os focos de incêndio ou pelo menos minimizar ao máximo o efeito dessas queimadas para os usuários de rodovias. Entre essas ações está o trabalho de conscientização dos proprietários rurais sobre a importância de construir e de manter os aceiros limpos.

Aceiros são faixas de terreno sem vegetação, cuja finalidade principal é evitar que o fogo se espalhe. Normalmente, os aceiros são construídos ao longo das cercas, ao redor de postes e em outras partes da propriedade rural. Eles são fundamentais para prevenir queimadas de grandes proporções.

Outra medida adotada pela concessionária é a participação na campanha São Paulo sem Fogo, em parceria com o Governo do Estado, Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) e demais concessionárias que integram o Programa de Concessões Rodoviárias. A campanha tem por objetivo conscientizar usuários das rodovias a respeito do perigo que as queimadas representam para a segurança no trânsito.

Além das campanhas educativas, a Eixo SP investe também em medidas preventivas como, por exemplo, o trabalho de monitoramento das queimadas feito pelas câmeras instaladas em todo o trecho e também pelas equipes que fazem a ronda com viaturas 24 horas por dia. A finalidade deste monitoramento é detectar o foco de incêndio ainda em seu início, quando é mais fácil controlá-lo.

EUA - A Nokia fechou a compra da americana Infinera, em um acordo avaliado em US$ 2,3 bilhões. Em comunicado a fabricante finlandesa de antenas celulares 5G e outras infraestruturas de telecomunicações disse que a aquisição do fornecedor de soluções de rede Infinera, que tem sede na Califórnia, deverá acelerar seus planos de atingir margens operacionais de dois dígitos em seu negócio de redes ópticas.

O valor ofertado pela Nokia, de US$ 6,65 por ação, representa ágio de 28% em relação ao preço da ação da Infinera no fechamento da última quarta-feira, 26, do mercado financeiro.

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

FRANÇA - A ultradireita está a um passo de chegar ao poder na França, no próximo domingo (7), pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.

No primeiro turno, no domingo (30), o partido mais votado foi a Reunião Nacional (RN), aliado a dissidentes dos Republicanos, de direita. Seus 33% permitem projetar entre 230 e 280 das 577 cadeiras da Assembleia Nacional, perto da maioria absoluta (289). Hoje a RN tem 88 deputados.

Em segundo lugar ficou a Nova Frente Popular (NFP), coalizão de esquerda e extrema-esquerda, com 28% e, por ora, uma projeção de 150 a 180 cadeiras. Atualmente os partidos do bloco de esquerda somam 150 deputados.

Em terceiro, com 21%, ficou o bloco Juntos, que inclui o Renascimento, partido do presidente Emmanuel Macron, grande derrotado da eleição. A atual maioria governamental deve cair dos atuais 250 deputados para algo entre 60 e 100, pondo fim ao breve gabinete do primeiro-ministro Gabriel Attal, 35, no poder desde janeiro.

O sistema eleitoral francês é distrital, majoritário e em dois turnos. Porém, uma peculiaridade é que o segundo turno pode ser disputado por mais de dois candidatos, bastando obter uma votação equivalente a 12,5% do total de inscritos. Isso dificulta a projeção da divisão final das cadeiras, já que o resultado depende de possíveis desistências e alianças onde houver três concorrentes no próximo domingo.

Das 577 cadeiras, 77 foram decididas no primeiro turno: 39 delas ficaram com a RN, a maioria no norte e leste da França, contra 32 da NFP, apenas 2 dos macronistas e 4 de outros grupos.

O pleito foi marcado por uma elevada participação do eleitorado, de mais de dois terços, a maior do século 21. Na França, o voto não é obrigatório, mas a forte polarização entre direita e esquerda galvanizou boa parte dos 49 milhões de franceses inscritos para votar.

Existe a possibilidade de nenhum bloco obter a maioria absoluta, o que mergulharia a política francesa em um impasse a menos de um mês do início dos Jogos Olímpicos de Paris.

A maioria dos líderes da esquerda pregou a união com o centro para derrotar a RN no segundo turno. Os principais nomes do centro, por sua vez, relutam em retribuir o apoio, acusando de radicalismo e antissemitismo Jean-Luc Mélenchon, 72, líder da França Insubmissa (LFI), maior partido da NFP.

O presidente Emmanuel Macron, 46, que surpreendeu ao dissolver a Assembleia Nacional no último dia 9 após o mau resultado do governo na eleição para o Parlamento Europeu, deverá suportar uma "coabitação" com um primeiro-ministro de oposição. O maior candidato ao cargo é o carismático Jordan Bardella, 28, presidente da RN.

Coabitações entre um presidente de um grupo político e um primeiro-ministro de outro já ocorreram três vezes na chamada "Quinta República" francesa, o regime político em vigor desde 1958.

O segundo mandato de cinco anos de Macron termina em 2027 e ele não pode se candidatar de novo. Durante a campanha, Macron negou que renunciaria ao cargo em caso de derrota.

Bardella prometeu, caso se torne primeiro-ministro, respeitar "as funções do presidente da República". Mas ressalvou: "Serei intransigente em relação às políticas que aplicaremos." Ele procurou se mostrar conciliador no discurso pós-eleitoral. "A vitória é possível e a alternância no poder está ao alcance da mão. Pretendo ser o primeiro-ministro de todos os franceses, respeitoso das oposições, aberto ao diálogo."

Macron limitou-se a enviar à imprensa uma declaração após a divulgação dos primeiros resultados. "Diante da RN, a hora é de uma grande aliança claramente democrata e republicana para o segundo turno", afirmou, sem chegar a anunciar apoio a candidatos da NFP.

O primeiro-ministro Attal foi mais explícito que Macron e conclamou os candidatos do governo a desistirem em favor da esquerda, nos distritos onde esta ficou à frente. "A extrema-direita está às portas do poder", advertiu. Homossexual declarado, Attal citou sua história pessoal como razão para a decisão que anunciou publicamente.

Uma maioria absoluta da RN seria impensável poucos anos atrás, devido às raízes do partido, fundado pelo neofascista Jean-Marie Le Pen em 1972 com o nome de Frente Nacional. A filha de Le Pen, Marine, 55, rompeu publicamente com o pai e dedicou-se a uma operação de "desdiabolização" do partido, que incluiu a mudança de nome para RN em 2018.

Derrotada por Macron no segundo turno das eleições presidenciais de 2017 e 2022, Marine Le Pen lidera as pesquisas para o pleito de 2027. Neste domingo, foi reeleita deputada já no primeiro turno.

A ascensão da RN se deve, segundo analistas, à conquista de um eleitorado apreensivo com o poder aquisitivo, a criminalidade e a imigração, problemas que aparecem nas pesquisas como os que mais preocupam os franceses.

Atento ao que dizem esses levantamentos, Bardella prometeu medidas imediatas, como a supressão da taxa sobre valor agregado de produtos essenciais e o endurecimento contra o crime e a imigração. Causou polêmica ao propor que franceses com dupla nacionalidade sejam impedidos de exercer cargos públicos "sensíveis".

A reportagem ouviu eleitores na saída de uma seção eleitoral no centro de Paris. Suas opiniões refletem bem as razões por trás dos votos na esquerda, no centro e na ultradireita.

"Há estrangeiros demais. Os muçulmanos dizem que o Corão está acima das leis da República. É inadmissível", disse Pierre (nome alterado a pedido do entrevistado), 83, magistrado aposentado e eleitor da RN.

Anne-Charlotte, 39, economista desempregada, era eleitora de Macron, mas desta vez votou na NFP: "Macron cometeu um erro grave ao dissolver a Assembleia. Estou traumatizada com o que ele está nos fazendo sofrer."

"Votei no centro, diante de dois blocos extremistas que não queremos ver no poder", afirmou Romain, 33, diretor de estratégia de uma grande empresa.

François Hollande, 69, que presidiu a França entre 2012 e 2017, candidatou-se a deputado pela NFP e vai disputar o segundo turno contra uma candidata da RN. Ele é o primeiro ex-presidente a disputar uma cadeira na Assembleia Nacional desde Valéry Giscard d'Estaing (1926-2020), que foi deputado de 1993 a 2002, depois de ter sido presidente de 1974 a 1981.

 

 

POR FOLHAPRESS

LISBOA - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes voltou a defender a "regulamentação imediata" das redes sociais. "É necessária uma regulamentação minimalista. Ninguém quer dizer o que eles podem ou não colocar (nas redes), ninguém quer definir o que é notícia verdadeira. O que se pretende é transparência nos critérios algorítmicos", afirmou no Fórum de Lisboa.

O magistrado reiterou ainda que o que ele chama de "novo populismo digital extremista" atua com "conivência total" das redes sociais. "Se, no Brasil, as big techs podem dizer que antes do dia 8 de janeiro não sabiam que estavam sendo instrumentalizadas, depois do dia 8, é impossível", afirmou. "O maior perigo ao estado democrático de direito é a instrumentalização das redes sociais por grupos extremistas. A extrema direita soube aproveitar as redes sociais para criar bolhas em relação a esses discursos de ódio, e a partir dessas bolhas, tentar capturar a vontade do eleitor", disse Moraes

O ministro relatou que fez "inúmeras reuniões com big techs" e que, em uma delas, questionou os representantes das plataformas sobre como fazem para retirar rapidamente postagens com pedofilia, pornografia infantil e violação a direitos autorais. "Eles disseram que 92% eles retiram antes de ter um like", disse o ministro, que defendeu ser "tecnologicamente" possível a moderação dos conteúdos.

Moraes teria questionado, então, por que as redes sociais não fazem isso com discursos de ódio. "Várias delas disseram: se todo mundo fizer, nós fazemos. Se não, não. Por quê? É uma questão econômica", afirmou o magistrado, que era presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até maio deste ano.

O julgamento que discute a responsabilidade das plataformas digitais por conteúdos publicados pelos usuários deve ser retomado em agosto, segundo o presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso.

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

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