Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A equipe da PROHAB São Carlos participou de reunião institucional com representantes da Caixa Econômica Federal na sede administrativa da instituição em Piracicaba (SP), na unidade CHIS04 – Centralizadora de Habitação de Interesse Social/GIHAPK – Gerência de Habitação de Piracicaba. O encontro teve como objetivo apresentar o balanço das atividades desenvolvidas em 2025 e alinhar o planejamento das ações previstas para 2026
Representando a Caixa Econômica Federal, estiveram presentes Adriana Cristina Dias Klinke e Samuel Osti Jr. Pela PROHAB São Carlos participaram o diretor de Gestão de Pessoas, Adilson De Vitta, a chefe do setor Social, Regina Catharino, além das assistentes sociais Yara Abreu e Suzely Carmignola.
Durante a reunião, a equipe da PROHAB apresentou de forma detalhada as ações executadas nos bairros Eduardo Abdelnur e Planalto Verde, no âmbito do Programa de Pós-Ocupação. As iniciativas desenvolvidas priorizam o desenvolvimento social, a gestão responsável das políticas públicas e o fortalecimento da participação comunitária.
A iniciativa oferece atividades que visam o desenvolvimento pessoal e social, tendo como foco fortalecer os laços familiares e comunitários, além de promover inclusão social.
O planejamento para 2026 tem caráter estratégico, uma vez que marca os 10 anos de vigência do convênio do Programa de Pós-Ocupação nesses bairros, com término previsto para agosto. Ao longo desse período, o projeto social vem promovendo, de forma contínua e sistematizada, atividades educacionais, sociais e esportivas, com foco na inclusão social, na convivência comunitária e no uso responsável dos espaços públicos, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população atendida.
A reunião reforçou a parceria institucional entre a PROHAB São Carlos e a Caixa Econômica Federal, evidenciando o compromisso conjunto com o planejamento de longo prazo, a transparência na gestão e a geração de impacto social positivo nos conjuntos habitacionais do município.
Para 2026, a PROHAB também anunciou o início de um novo projeto denominado Ação Social, que será desenvolvido em bairros com unidades habitacionais de interesse social, como Gonzaga, Santa Angelina, São Carlos III e Santa Eudóxia, entre outros. Executado pela própria companhia, o projeto prevê a oferta de atividades esportivas, culturais e sociais, ampliando a atuação da política habitacional para além da moradia e fortalecendo os vínculos comunitários.
ARARAQUARA/SP - A Guarda Civil Municipal de Araraquara deteve um jovem de 18 anos em flagrante por tráfico de drogas na noite de terça-feira (3), no Jardim São Rafael II. A ação ocorreu por volta das 22h52, na Avenida Valquir Ascensão Ramos Barbieri.
Durante patrulhamento preventivo, equipes do Grupo de Apoio Tático, com apoio de motocicletas, notaram um indivíduo em comportamento suspeito carregando uma sacola preta e repassando objetos a um ciclista. No momento da aproximação das viaturas, um terceiro indivíduo alertou a presença policial com o grito “moio”, termo comumente ligado ao comércio de entorpecentes.
Ao perceber a ação, o suspeito tentou esconder a sacola em um cano de escoamento de água e fugiu, mas foi alcançado logo em seguida. Na abordagem, os agentes encontraram um iPhone preto, dois microtubos com substância semelhante ao crack e R$ 139,50 em dinheiro.
Em buscas no local onde a sacola foi escondida, os guardas localizaram diversas drogas, somando 17 porções de crack, 10 de maconha, 9 de haxixe e 10 de cocaína. Questionado, o jovem admitiu que realizava a venda dos entorpecentes.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão, com uso de algemas devido ao risco de fuga. O detido passou por atendimento médico na UPA Central e, posteriormente, foi apresentado na Central de Flagrantes. A prisão foi confirmada pela autoridade policial, que determinou o recolhimento do acusado à Cadeia Pública de Santa Ernestina, com base no artigo 33 da Lei de Drogas.
A GCM destacou que segue intensificando as ações de combate ao tráfico e à criminalidade em toda a cidade.
IBATÉ/SP - A Prefeitura Municipal de Ibaté, por meio de convênio com o Governo Federal, adquiriu dois novos equipamentos para reforçar a frota destinada aos serviços públicos do município.
Os recursos são provenientes de emenda parlamentar do deputado federal Marcos Pereira.
Entre os novos equipamentos está um caminhão basculante 6x4, equipado com motor de 260 cavalos, câmbio de 9 marchas e cabine com ar-condicionado, oferecendo mais conforto e segurança ao operador, além de maior capacidade para atender às demandas de infraestrutura da cidade.
A frota municipal também foi ampliada com a aquisição de uma retroescavadeira com tração 4x4, motor turbo de 90 cavalos, caçambas dianteira e traseira e cabine fechada com ar-condicionado, indicada para serviços de escavação, carregamento e demolição.
O prefeito Ronaldo Venturi destacou a importância do investimento para o município.
“Essas novas máquinas representam um avanço significativo para a nossa frota. Elas vão garantir mais eficiência, agilidade e qualidade na execução dos serviços públicos, atendendo melhor as necessidades da população em todos os bairros da cidade”, afirmou o prefeito.
BRASÍLIA/DF - Ao assinar o decreto que institui o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu na quarta-feira (4) que o combate ao feminicídio e a todas as formas de violência contra a mulher deve ser responsabilidade da sociedade, mas sobretudo dos homens.
“Não basta não ser um agressor. É também preciso lutar para que não haja mais agressões. Cada homem desse país tem uma missão a cumprir”, disse, durante cerimônia no Palácio do Planalto.
O pacto prevê atuações coordenadas e permanentes entre os Três Poderes, com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil. A novidade, segundo Lula, é que, pela primeira vez, estão assumido que a responsabilidade na luta pela defesa da mulher não é só da mulher.
“Para o movimento sindical brasileiro, estamos dizendo que este é um tema de porta de fábrica e de assembleia de trabalhadores. O que estamos dizendo para deputados e deputadas é que esse é um tema para todos os seus discursos.”
“Estamos tentando conscientizar crianças, porque é dever dos nossos professores e professoras porque é um tema que vai da creche à universidade. Esta é a possibilidade de criarmos uma nova civilização. Uma civilização na qual não é o sexo o que faz a diferença, mas o comportamento o respeito”, completou.
Em sua fala, o presidente lembrou que o ambiente doméstico é palco constante de violência contra mulheres e de feminicídio. “[Elas] Morrem pelas mãos de atuais ou ex-maridos e ex-namorados, mas também pelas mãos de desconhecidos que cruzam o seu caminho”.
“Morrem por causa de homens que não aceitam ser chefiados por mulheres. Para esses, é preciso dizer em alto e bom som: as mulheres estão conquistando cada vez mais espaços de liderança no mercado de trabalho e vão conquistar ainda mais. Por justiça e por merecimento. Lugar da mulher é onde ela quiser estar”, concluiu.
A cerimônia foi aberta pela primeira dama Janja da Silva. Ela leu uma história narrada por uma mulher vítima da agressão de um namorado, espancada em público, mas que não conseguiu a ajuda de pessoas que testemunharam a agressão.
"Essa história poderia ser minha ou de qualquer mulher aqui presente", disse a primeira dama ao pedir que os homens também fiquem ao lado das mulheres vítimas de agressão, quando se depararem com esse tipo de situação.
"Temos todos o compromisso de tornar uma sociedade em que as mulheres podem viver em paz. Queremos vocês, homens, nessa luta, ao nosso lado", acrescentou.
Na sequência, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, destacou que essa é uma pauta prioritária para o governo, em diferentes áreas. Sobre a campanha estratégica lançada durante o evento, a ministra destacou que ela será de utilidade pública para a sociedade, e que o Conselho da Federação servirá para “engajar e ter a adesão de estados e municípios nesta causa”.
O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu que as mudanças não fiquem limitadas à letra fria da lei. “É preciso agir em várias frentes para prevenir, responsabilizar e proteger [as mulheres]”, disse.
“A mudança na lei é importante, mas não é suficiente. A mudança na lei deve estar acompanhada de uma mudança de mentes e corações no Estado, na sociedade, e o mais importante: nas famílias. Essa mudança começa quando começamos a agir”, acrescentou.
Segundo Fachin, o Poder Judiciário assinou este pacto “com senso de urgência e sentimento de esperança, se comprometendo integralmente com a iniciativa”. “A verdadeira paz não nasce do medo e do silêncio, mas floresce quando há proteção, liberdade e dignidade”, concluiu.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, lembrou que o Brasil fechou o ano de 2025 com uma média de quatro mulheres assassinadas por dia.
“É inconcebível que nós permitamos que esses números continuem a acontecer. Essa ação [prevista pelo pacto] é inadiável”, disse ele ao afirmar que o Legislativo atuará visando o endurecimento das leis, no sentido de punir “quem agir dessa forma, seja na violência contra mulher”.
“Conte com nossa prioridade nessa agenda, para mudarmos essa realidade, concluiu.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que as instituições brasileiras estão unidas em propósitos como este. “O feminicídio não é apenas uma estatística, mas uma chaga aberta na sociedade brasileira”, que precisa ser tratado como problema de Estado, e não de governo.
“[O feminicídio] é o lado mais cruel de uma violência que atravessa, todos os dias, a vida de milhares. E o pacto é, antes de tudo, um compromisso entre as instituições; e uma declaração de responsabilidade do Estado brasileiro, que reafirma um de seus deveres fundamentais, ao combater o feminicídio com o máximo rigor; com prioridade absoluta; e com ação permanente”, discursou.
Entre os objetivos do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio está acelerar o cumprimento das medidas protetivas, fortalecer as redes de enfrentamento à violência em todo o território nacional, ampliar ações educativas e responsabilizar os agressores, combatendo a impunidade.
O acordo envolvendo Executivo, Legislativo e Judiciário reconhece que a violência contra mulheres no país figura como uma crise estrutural que não pode ser enfrentada por ações isoladas.
O pacto também prevê a criação do Comitê Interinstitucional de Gestão, coordenado pela Presidência da República. O colegiado vai reunir representantes dos Três Poderes, com participação permanente de ministérios públicos e defensorias públicas, assegurando acompanhamento contínuo, articulação federativa e transparência.
AGÊNCIA BRASIL
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