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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Em dois meses, os bancos brasileiros renegociaram 1,9 milhão de contratos de dívidas do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e foi divulgada na segunda-feira.

Segundo a federação, a repactuação de dívidas por meio do programa atingiu R$ 13,2 bilhões até este momento, exclusivamente pela Faixa 2.

A Faixa 2 abrange as renegociações de débitos com bancos para quem tem renda de até R$ 20 mil sem limite de valor de dívidas, o que permite o refinanciamento de imóveis e de veículos, por exemplo. Os devedores poderão acionar diretamente as instituições bancárias para negociá-las.

Desde que foi implantado, informou a Febraban, cerca de 1,46 milhão de clientes bancários foram beneficiados com o programa.

Ainda de acordo com a federação, as instituições financeiras limparam o nome de cerca de 6 milhões de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100.

O Desenrola Brasil, informou o Ministério da Fazenda, tem o potencial de beneficiar até 70 milhões de pessoas. A adesão ao programa vai até o dia 31 de dezembro.

 

 

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

ALEMANHA - A contraofensiva ucraniana diante das tropas rusas "continua fazendo progresso constante", afirmou nesta terça-feira (19) o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, na abertura de uma reunião de aliados da Ucrânia em uma base militar na Alemanha.

Austin também anunciou que os tanques americanos Abrams prometidos no início do ano Kiev, que começou a contraofensiva em junho, "em breve entrarão na Ucrânia".

Os tanques estarão equipados com munições de 120 mm de urânio empobrecido fornecido pelos Estados Unidos, segundo um anúncio feito por Washington há algumas semanas.

Estas munições têm a capacidade de perfurar blindagens, mas são polêmicas devido aos riscos tóxicos para os militares e a população.

A reunião na base americana de Ramstein, sul da Alemanha, reúne quase 50 países para coordenar a assistência militar contra a invasão russa.

O encontro é o primeiro com a participação do novo ministro da Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov, que assumiu o cargo no início do mês. Seu antecessor, Oleksii Reznikov, um dos rostos mais conhecidos da resistência ucraniana, foi obrigado a abandonar o cargo após vários escândalos de corrupção no ministério.

Desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, os países ocidentais entregaram diversos tipos de armas a Kiev.

A União Europeia e os países da Otan já comprometeram quase 95 bilhões de euros (100 bilhões de dólares) em ajuda militar, segundo os dados do Instituto Kiel, que registra as armas prometidas e entregues à Ucrânia desde o início da invasão.

 

 

AFP

ARÁBIA SAUDITA - No empate com o Navbahor na estreia pela Champions da Ásia, o Al-Hilal não pôde contar com três das estrelas contratadas nesta temporada. O técnico Jorge Jesus não relacionou para o duelo o goleiro Bono, o zagueiro Koulibaly e o meia Milinkovic-Savic, uma decisão contestada por torcedores.

A explicação é simples: na Champions da Ásia, os clubes podem relacionar até cinco estrangeiros. No Campeonato Saudita, o limite é de oito jogadores, exatamente o número presente no elenco do Al-Hilal.

Por conta disso, Jorge Jesus precisou escolher cinco jogadores para a estreia na Champions. Ele apostou na força ofensiva da equipe com os atacantes Neymar, Malcom, Michael, Mitrovic, além do volante Rúben Neves.

O Al-Hilal está no Grupo D da Champions da Ásia, que também conta com o Nassaji Mazandaran, do Irã, e o Mumbai City, da Índia. Os iranianos venceram por 2 a 0 no outro jogo da primeira rodada e lideram a chave.

 

Os estrangeiros do elenco do Al-Hilal:

  • Bono (goleiro)
  • Koulibaly (zagueiro)
  • Rúben Neves (volante)
  • Milinkovic-Savic (meia)
  • Neymar (atacante)
  • Malcom (atacante)
  • Michael (atacante)
  • Mitrovic (atacante)

 

ge

GRÃ-BRETANHA - A taxa de inflação global da Grã-Bretanha foi fixada em média em 7,2% em 2023, acima da previsão anterior de 6,9% feita pela OCDE em junho.

A nova estimativa representou a maior revisão em alta para qualquer economia do Grupo dos Sete – com exceção do Japão – no último conjunto de projeções do think tank com sede em Paris publicado na terça-feira.

Foi também superior à inflação esperada para a Alemanha este ano, de 6,1%, e à de 5,8% para a França, ambas representando cortes nas previsões de Junho da OCDE.

O primeiro-ministro Rishi Sunak prometeu reduzir para metade a inflação até ao final deste ano, antes das eleições previstas para 2024, o que significa que teria de cair de cerca de 7% agora para cerca de 5% em Dezembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado.

As projeções atualizadas da OCDE – que sugeriam que atingir essa meta seria algo acirrado – mostraram que a inflação britânica deverá desacelerar para 2,9% em 2024, o mesmo que a França e ligeiramente inferior aos 3,0% da Alemanha.

“Hoje, a OCDE apresentou um quadro global desafiador, mas é uma boa notícia que eles esperam que a inflação no Reino Unido caia abaixo de 3% no próximo ano”, disse o ministro das Finanças, Jeremy Hunt, num comunicado.

A elevada taxa de inflação da Grã-Bretanha levou o Banco da Inglaterra a aumentar os custos dos empréstimos 14 vezes consecutivas desde dezembro de 2021. Espera-se que aumente novamente a taxa bancária para 5,5%, de 5,25% na quinta-feira, embora economistas e investidores pensem que isso poderia provar ser o último aumento das tentativas do BoE de sufocar os riscos de inflação numa economia que dá sinais de abrandamento.

A OCDE disse esperar que a economia britânica cresça 0,3% em 2023, inalterada em relação à sua previsão de junho e o segundo desempenho mais fraco entre as economias ricas depois da Alemanha, antes de expandir 0,8% em 2024, o mais fraco conjunto juntamente com a Itália.

 

 

por Repórter ADVFN

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