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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - A atriz Bruna Marquezine, 28 anos, deu o que falar na noite de ontem, 30 de outubro. Em uma entrevista, a ex-companheira do jogador Neymar contou os motivos pelos quais resolveu deixar a TV Globo. A última novela que participou dentro da emissora foi ‘Deus Salve o Rei’, onde deu vida a personagem Catarina de Lurton.

Marquezine esteve presente no ‘De Frente com Blogueirinha’ e por lá abordou diversos assuntos. Dentre eles, a famosa decidiu falar de sua quebra de contrato com a emissora dos Marinho. Inicialmente, ela conta que possui muita gratidão pela empresa na qual trabalhou grande parte de sua vida. Bruna explica que o trabalho em novelas é muito cansativo e não permite que o ator explore o personagem com muita profundidade.

A mulher declara: ‘‘Eu sou muito grata à Globo e tudo que eu aprendi no set. Mas, a novela é um formato que exige muito do ator, é muito cansativo e algumas vezes ele não te permite explorar o personagem com profundidade. Porque é tudo muito rápido né?! A gente grava hoje, pra ir no ar na semana que vem, então tudo é muito corrido, exige muito e eu fiz muito desse formato”, aponta.

Na sequência, ela ainda comunica que não queria fazer mais uma trama depois da outra. Bruna também revela que só acabaria seu contrato com a Vênus Platinada se tudo fosse realizado de forma amigável, pois a emissora é como parte de sua família, uma vez que ela praticamente cresceu e passou mais tempo nos estúdios do que em sua própria casa. Por fim, a artista complementa relatando que queria ter mais controle de sua carreira como artista.

Ela descreve: ”Eu não queria emendar mais uma novela na outra. Eu só encerraria meu contrato se fosse da maneira mais bonita, amigável, respeitosa possível, porque a Globo é família pra mim. Eu passei mais tempo da minha vida crescendo dentro dos estúdios Globo do que dentro da minha própria casa. Mas, naquele momento, eu queria viver outras coisas, queria poder ter mais controle da minha carreira, ter controle a longo prazo, porque é muito difícil dentro de um contrato de exclusividade você conseguir projetar um futuro”, detalha Marquezine.

Confira a entrevista completa abaixo!

 

 

por Gabriel Arruda / AREAVIP

ISRAEL - Uma família de 18 pessoas, incluindo avós e netos, foi morta na madrugada desta terça-feira (31) em um ataque aéreo israelita que atingiu um abrigo onde eles estavam, em Al-Zawayda, na Faixa de Gaza.

A notícia foi divulgada pela Al Jazeera e confirmada pelo exército israelense. Os bombardeios israelenses em Gaza também mataram nove pessoas em Rafah.

O exército israelense informou que suas tropas atacaram cerca de 300 alvos na Faixa de Gaza nas últimas horas, incluindo instalações militares subterrâneas do grupo Hamas. Um dos comandantes do Hamas foi morto no ataque.

Desde que expandiu as operações terrestres na Faixa de Gaza, o exército israelense avançou em direção à cidade de Gaza, chegando aos arredores na segunda-feira.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou na segunda-feira que o avanço das tropas no terreno "está a acontecer em passos medidos, mas poderosos, alcançando um progresso sistemático".

A guerra entre Israel e o Hamas começou em 7 de outubro com um ataque do grupo islamita palestino em solo israelense, que fez 1.400 mortos e mais de 5.400 feridos. Desde então, o exército israelense tem bombardeado Gaza em retaliação e, na sexta-feira, alargou as operações terrestres. No total, os ataques israelenses já fizeram mais de 8.300 mortos e mais de 21.000 feridos.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

CHINA - A atividade industrial na China registrou contração em outubro, após uma leve recuperação em setembro, segundo os dados oficiais divulgados nesta terça-feira.

O índice de gestão de compra do setor industrial – um indicador crucial da produção industrial – foi de 49,5 em outubro, abaixo da marca de 50 pontos que separa a expansão da contração, informou o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS).

O indicador atingiu o terreno positivo (50,2) em setembro, depois de cinco meses consecutivos de queda.

“Em outubro (…) a prosperidade do setor industrial voltou manufatureiro voltou a registrar queda”, afirmou o NBS.

A segunda maior economia do planeta enfrenta uma recuperação incerta após a pandemia de covid-19, com um consumo interno frágil e uma crise do setor imobiliário que afetam o crescimento.

Pequim anunciou na semana passada que emitirá um trilhão de yuanes (137 bilhões de dólares, 685 bilhões de reais) em títulos soberanos para impulsionar os gastos em infraestruturas, o mais recente de uma série de estímulos econômicos.

A economia da China cresceu 4,9% no terceiro trimestre, acima do esperado. As autoridades do país estabeleceram a meta de 5% para 2023, que seria um dos menores índices em várias décadas.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

ÁFRICA - O comissário dos Assuntos Políticos, Paz e Segurança da União Africana (UA) criticou a comunidade internacional por ser menos exigente com as leis nas guerras da Ucrânia e no Médio Oriente do que em conflitos africanos.

"Não podemos exigir o respeito pelo direito internacional quando se trata de crises africanas, o cumprimento do quadro dos direitos humanos, e quando se trata de Gaza, quando se trata de Israel, o caso é diferente. Ou mesmo quando se trata da Ucrânia e da Rússia", criticou.

"Quando vivemos todos no mesmo mundo, o direito internacional deve ser aplicável a todos nós da mesma forma", disse o diplomata, acrescentando: "É esse o objetivo das Nações Unidas, é esse o objetivo do sistema internacional, que temos de respeitar".

Adeoye falava durante o debate "A agenda da União Africana para a paz e a segurança", organizado esta segunda-feira (30.10), em Londres, pelo centro de estudos britânico Instituto de Relações Internacionais (Chatham House).

"Não podemos encarar os conflitos da crise africana de forma isolada. Não podemos limitar-nos a uma palavra para Israel ou para a Ucrânia e outra palavra ou condição para África", vincou.

O responsável reiterou que a União Africana (UA) defende uma solução de dois Estados em coexistência - Israel e Palestina.

 

Risco de "genocídio sem precedentes"

A organização emitiu, em meados de outubro, um comunicado conjunto com a Liga Árabe a alertar para o risco de "um genocídio sem precedentes" na Faixa de Gaza no caso de uma ofensiva terrestre israelita no território palestiniano controlado pelo movimento islamita Hamas.

Ambas consideraram uma violação do direito internacional o ultimato israelita para a população do norte da Faixa de Gaza se deslocar para o sul do território e pediram ajuda humanitária urgente aos palestinianos, "apelando à comunidade internacional para que esteja à altura dos princípios comuns de humanidade e justiça".

O comissário referiu ainda que a UA está a desenvolver capacidades próprias para preservar a paz no continente, nomeadamente através do Fundo de Paz da União Africana.

Adeoye adiantou que o Fundo deverá gastar 22 milhões de dólares (20,7 milhões de euros no câmbio atual) em 2023 e 2024 de um total de 370 milhões de dólares (348 milhões de euros) acumulado com contribuições de Estados membros.

O Fundo permite apoiar medidas relacionadas com a mediação e diplomacia preventiva, capacidade institucional e operações de apoio à paz.

"O que queremos é que o Conselho de Segurança das Nações Unidas, a comunidade internacional, a Commonwealth, os [países] amigos, os aliados nos apoiem para garantir que possamos cumprir uma agenda de paz", salientou.

 

 

Lusa

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