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Redação

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 Jornalista/Radialista

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William Sanches, terapeuta e especialista em comportamento humano, explica formas de se posicionar em meio a discussões sobre política

 

SÃO PAULO/SP - A eleições passadas deixaram diversas pessoas com os ânimos exaltados. E mesmo com o término da disputa eleitoral, a discussão relacionada ao resultado segue forte nas redes sociais e nas ruas, afinal, as passeatas e manifestações não cessaram, trazendo mais estresse para este contexto. Porém, o Natal, época de confraternização e harmonia que ocorre no próximo final de semana, vai juntar os familiares de diferentes ideologias.

Para celebrar a data com amor e paz e definitivamente deixar de lado as diferenças, o terapeuta e especialista em comportamento humano William Sanches lembra que o momento pede que se faça o possível para manter as relações respeitosas. Ele enumerou cinco dicas básicas e, ao mesmo tempo, cruciais:

1 – Primeira coisa é estabelecer regras internas: até onde estou disposto a ir com minha opinião. Da mesma forma, até onde vou aceitar a opinião do outro sem tirar a minha paz.

2 – Seja educado ao ponto de “sair de perto” quando o assunto for esse. Ou simplesmente dizer “prefiro não falar sobre esse assunto”.

3 – Você não precisa dizer em quem votou.  Afinal, ele é secreto e ninguém é obrigado a revelar. Está tudo bem falar “não” para quem questiona. Quem ama também fala não.

4 – Evite falar mal da situação oposta. A ofensa pode iniciar sem que os lados percebam. Se eles discordarem de algo, passe batido. Opinião é algo externo, não representa quem você é e muito menos sua decisão de voto. Seja firme e gentil ao mesmo tempo.

5 – Sempre quando for usar alguma fala a favor de quem você votou, deixe claro o quanto a amizade, o amor e o respeito por seus familiares é importante, acima de qualquer opinião. Inicie suas frases sempre ressaltando isso.

“Evite também colocar provocações no grupo da família, figurinhas e, principalmente, fake news. Tome muito cuidado com notícias que você passa para a frente. Às vezes, você está num ânimo tão grande de convencer o outro que passa a colocar nos grupos as mensagens que não se sabe se são verdadeiras”, orienta.

Outro ponto muito importante ressaltado por Sanches é não passar para frente notícias ruins, porque querer mostrar ao outro que você está certo e ele errado só vai levar a mais brigas e discussões. “E nada disso vale a pena. Nós estamos em um momento que precisamos pesquisar e olhar a fundo todas as situações. Porque se você não quer porcaria na sua vida, se você não quer briga na sua vida, não quer ter problemas, não passe problema para frente. Pesquise, estude e siga acreditando nas propostas que vão ao encontro dos seus valores”, completa.

Ele também destaca que atacar o político preferido de outra pessoa fervorosamente em uma discussão pode ser também um ataque aos próprios valores daquela pessoa, algo que é muito forte e de cada um.

Para esses momentos, ele indica sempre iniciar a frase dizendo o quanto ama e respeita o outro, incluindo sua decisão política. “Pode parecer difícil, mas se você achar muito complicado ou que tem um muro muito grande aí, é porque o seu ego está elevado.  Você pode falar que o outro tem razão na decisão tomada, mas que vai ficar com a sua porque acreditar ser a melhor. Dessa forma, a pessoa segue o direito de ser quem ela é, mas a mim, dou o direito de permanecer sendo quem eu sou e isso é o respeito. Dessa forma, derrubamos o muro que está entre as duas opiniões. E o limite é exatamente o qual eu mantenho meu respeito e respeito você”, finaliza.

*William Sanches é Terapeuta Transpessoal é Pós-graduado em Neurociências e Comportamento pela PUCRS. Também cursou Letras, Pedagogia e é pós-graduado em Literaturas, Educação, Psicologia Positiva, Hipnose Clínica e Programação Neurolinguística. Estudou as Questões Sociais do Novo Milênio na Universidade de Coimbra, em Portugal. Apaixonado pelos temas que envolvem a alma, aprofundou-se nos estudos sobre espiritualidade independente e participou de Retiros pelo Brasil, Índia e Israel. Com uma linguagem dinâmica e atual, consegue permitir uma reflexão capaz de construir novos caminhos. Educador por excelência, dedica-se às palestras, cursos e workshops que profere em todo o mundo, atingindo um público estimado em dois milhões de pessoas. Possui mais de 25 livros publicados no Brasil, Europa e em toda América Latina. Atualmente é uma das maiores referências sobre o tema Lei da Atração. Seu Canal no YouTube ultrapassa 1 milhão de inscritos e mais de 40 milhões de visualizações. Para mais informações, acesse: www.williamsanches.com ou pelas redes sociais @williamsanchesoficial.

BELO HORIZONTE/MG - O Akatu, grupo mineiro de samba e pagode, formado por Angelo (reco e voz), Caique (tantan e voz), Lucas (pandeiro), Lukas Gabriel (voz) e Beg (voz) vem conquistando cada vez mais espaço no cenário nacional. Com uma agenda intensa em todo o país, os artistas também seguem com muito sucesso na web. Prova disso, é que somente a canção Meu Plano Falhou, que faz parte do DVD Degrauzinho por Degrauzinho, gravado neste ano em Belo Horizonte, já alcançou mais de 16 milhões de views no Youtube.

O ano de 2022 foi especial para o grupo de samba e pagode, que viu a carreira decolar. “Posso dizer que estamos vivendo um período decisivo nas nossas vidas. Realizamos o sonho de ver a nossa música tocando em todo o país, de poder pegar a estrada e viver do que amamos fazer. E estamos muito felizes pois estamos comemorando os ‘milhões de views’ em nossas canções no Youtube com frequência. Isso nos motiva a seguir trabalhando cada vez mais”, diz Angelo, um dos fundadores do Akatu.

Para o vocalista Beg, a canção Meu Plano Falhou tem potencial de conquistar ainda mais pessoas. "Assim como Complicado mudou nossas vidas, sinto que existe uma grande possibilidade de Meu Plano Falhou alcançar todo o Brasil. Cantar é o nosso trabalho, mas, acima de tudo, nossa missão de vida. Vamos batalhar, persistir e tentar levar essa canção a mais e mais ouvintes. Quem sabe ela não entra nas programações das rádios?”, indaga o artista.

 

Meu Plano Falhou

Composição: Rodrigo Oliveira/ Tiago Alexandre

Hoje eu parei em frente ao espelho

De tanto chorar, olhos vermelhos.

Me olhei e jurei, vou tomar vergonha na minha cara.

Tenho que aprender a gostar de mim

Bem mais do que eu gosto de você

Tenho que aprender te dizer um não, mesmo contra a essa vontade do meu coração

Ai você ligou e meu plano falhou.

 

Eu ouço a tua voz e muda tudo

Me fala qualquer coisa e eu já me iludo

Esqueço tudo que eu tinha jurado

E quando eu vejo já to do seu lado

 

Eu ouço a tua voz e muda tudo

Me fala qualquer coisa e eu já me iludo

Esqueço tudo que eu tinha jurado

Não sei fazer você virar passado.

 

Grupo Akatu

Semente boa e mundo melhor: essas são as traduções do nome “Akatu”, de origem Tupi, que hoje ecoa entre o público. O grupo foi criado em 2015, em Belo Horizonte, e é hoje um dos maiores nomes do samba e pagode nacional, com mais de 226 milhões de visualizações no YouTube, 330 milhões de streams e mais de 1,3 milhão de ouvintes mensais no Spotify, além dos mais de 577 mil seguidores no Instagram. Os pagodeiros, que há pouco tempo agitavam apenas as noites da capital mineira, conquistaram o Brasil e seguem com agenda de shows em vários estados, figurando suas canções entre as mais tocadas nas rádios de todo o país.

O mais recente trabalho, Degrauzinho por Degrauzinho, foi gravado em janeiro de 2022, em Belo Horizonte. O DVD contou com uma megaprodução, palco repleto de efeitos especiais e telões de led. O trabalho, que teve Belo, Suel, Ferrugem, Menos é Mais, Di Propósito e Matheus Fernandes como participações especiais, segue conquistando o país e levando o nome do Akatu ao topo dos rankings musicais.

Acompanhe o grupo Akatu nas redes sociais:

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCZRz1x875YmSEDjkmREKMtQ

Instagram: https://www.instagram.com/akatuoficial/

De autoria da deputada Leticia Aguiar, projeto aprovado aumenta a idade limite de entrada na Polícia Militar de São Paulo de 30 para 35 anos

 

SÃO PAULO/SP - Em sessão extraordinária realizada na noite da última quarta-feira (21), a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Complementar PLC52/2019, de autoria da deputada estadual Leticia Aguiar, que aumenta a idade máxima para ingresso na Polícia Militar do Estado de São Paulo de 30 para 35 anos.

Durante toda a semana, deputados e deputadas fizeram uma força-tarefa para que a proposta fosse analisada e e seguisse ao Plenário, para votação. Agora, a matéria aprovada seguirá ao Executivo, para sanção ou veto do governador do Estado.

Ingresso na Polícia Militar

Atualmente, para ingressar na Polícia Militar de São Paulo para o cargo de soldado é necessário possuir idade entre 17 e 30 anos. Com o projeto, o limite de idade passará a ser de 35 anos, limite que também poderá a ser adotado para ingresso no curso de oficiais da PM do Barro Branco. O projeto também prevê o aumento da idade para as carreiras de oficiais músicos e para o quadro da saúde, que poderão passar a ser de 40 anos (veja quadro abaixo).

A deputada Leticia Aguiar agradeceu o apoio dos colegas que aprovaram a proposta no Congresso de Comissões e votaram favoravelmente por unanimidade na votação em plenário, a parlamentar também destacou a importância da Lei na vidas das pessoas vocacionadas para a carreira militar: “Fiquei muito feliz e agradeço aos colegas deputados que apoiaram minha iniciativa. Com a lei complementar aprovada hoje, criaremos mais oportunidades para todos que desejam integrar os quadros da nossa gloriosa Polícia Militar do Estado de São Paulo”, declarou.

Para Leticia Aguiar a lei terá um impacto positivo na sociedade: “Existem homens e mulheres, com mais de 35 anos, em excelentes condições físicas e psicológicas com vocação para a carreira militar que estão fora do processo seletivo. Essa lei transformará vidas! Tanto para quem vier a servir a corporação, como para quem será servido por ela, no caso, o povo de bem do estado de São Paulo!”, disse a deputada.

O que muda na Lei de Ingresso na Polícia Militar

Legislação Atual Proposta de alteração  
Item III – ter idade máxima de: Item III – ter idade máxima de:  
30 (trinta) anos, para ingresso no QOPM; 35 (trinta e cinco) anos, para ingresso no QOPM;  
35 (trinta e cinco) anos, para ingresso no QOS; 40 (quarenta) anos, para ingresso no QOS;  
35 (trinta e cinco) anos, para ingresso no QOM; 40 (quarenta) anos, para ingresso no QOM;  
30 (trinta) anos, para ingresso no QPPM; 35 (trinta e cinco) anos, para ingresso no QPPM  
   
QOPM – Quadro de Oficiais da Polícia Militar – QOS – Quadro de Oficiais de Saúde  – QOM  Quadro de Oficiais Músicos  – QPPM – Quadro de Praças Policiais Militares

Para a deputada Leticia Aguiar, autora do projeto, a idade limite para ingresso nos quadros da Polícia Militar encontrava-se ultrapassada, especialmente considerando a exigência de um teste de aptidão física para que a aprovação seja alcançada.

Com isto, não há motivos para impedir o ingresso de pessoas apenas diante da idade, mesmo após a comprovação de aptidão física para o exercício da função policial.

A deputada também usou as redes sociais para divulgar a aprovação da lei:

Aprovado por unanimidade em votação no plenário da Alesp, o Projeto seguirá para sanção do governador.

Dados da Provu mostram ainda que mais da metade dos entrevistados já desenvolveram algum problema de saúde devido a estresse com o dinheiro

 

SÃO PAULO/SP - Se por um lado, a sabedoria popular diz que dinheiro não traz felicidade, por outro, ele é a causa de estresse e problemas de saúde na grande maioria dos brasileiros. É o que revela um levantamento online realizado com mais de dois mil e trezentas pessoas pela Provu, fintech de meios de pagamento e crédito pessoal. O estudo aponta que 93,8% dos respondentes já se sentiram estressados por conta de problemas financeiros e mais da metade dos entrevistados (59,8%) afirmam já ter tido  algum problema de saúde devido a essa preocupação. 

O estresse financeiro é causado por preocupações excessivas com dinheiro (ou com a falta dele). Em muitos casos, o problema não está somente na escassez de recursos, mas sim na falta de organização e planejamento financeiro, afetando pessoas com todo tipo de renda. 

No levantamento da Provu, as dívidas aparecem como principal motivo desse estresse para 61% dos respondentes. As outras causas apontadas são despesas inesperadas (16,9%), desemprego (6,5%), ter sido vítima de um golpe financeiro (3,6%), ter uma pessoa próxima precisando de dinheiro (3%), não conseguir juntar dinheiro ou investir (2,9), receber menos do que acha justo (2,6%), investimento mal planejado (2,1%) e consumo em excesso (1%). 

A pesquisa ainda mostra que 69,3% dos respondentes já solicitaram empréstimo a fim de resolver esse problema financeiro. Dentre eles, 50,9% procuraram instituições financeiras online, 45,7% buscaram os bancos onde já possuem contas, 26% pediram recursos para algum familiar ou amigo, e 17,7% recorreram a um banco em que não têm conta. Além disso, 69,2% acreditam ser organizados financeiramente e 30,8% afirmam que não. 

Para 97% dos pesquisados, uma boa educação e organização financeira pode ajudar a evitar este tipo de estresse. Para Marcelo Ramalho, CEO da Provu, gerir as finanças pode parecer simples, mas requer disciplina, método e muita organização. “Embora venha evoluindo principalmente com conteúdos na internet, historicamente a população não tem um forte incentivo à educação financeira. No entanto, a pesquisa da Provu já mostra que os brasileiros têm consciência do quanto noções básicas sobre dinheiro são impactantes até mesmo na saúde mental. Reconhecer o problema e buscar informações são fundamentais para gerar mudanças de comportamento que trarão conquistas financeiras no futuro - e menos estresse com dinheiro”, diz Ramalho.

 

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