fbpx

Realizar Acesso

Usuário *
Senha *
Lembrar
 

São Carlos faz parte do programa pela Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda

 

SÃO CARLOS/SP - O Governo de São Paulo anunciou, no último dia 31 de agosto, a abertura de 20 mil vagas exclusivas para mulheres em cursos online gratuitos na área de Tecnologia da Informação (TI). As capacitações fazem parte do SP TECH, novo programa de qualificação profissional e inserção no mercado de trabalho do Estado em parceria com os municípios.

Com quatro opções de cursos online, as mulheres terão a oportunidade de profissionalização na área de Tecnologia da Informação com rapidez; participantes também terão acesso facilitado a programa de crédito. Todas as aulas serão realizadas no formato online, no modelo de Ensino à Distância (EAD), sem que as participantes precisem sair de casa.

De acordo com o secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda de São Carlos, Walcinyr Bragatto, podem participar mulheres a partir dos 16 anos, alfabetizadas e domiciliadas no estado de São Paulo. “Caso o número de inscrições seja superior ao número de vagas, serão priorizadas as mulheres desempregadas, com baixa renda ou com deficiência”, ressalta Bragatto.

As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas até o dia 4 de setembro pelo site www.cursosviarapida.sp.gov.br. As aulas começarão no próximo dia 14 de setembro e poderão ser feitas remotamente, da própria casa da mulher que se inscrever.

A convocação das candidatas ocorrerá por e-mail. Para receber o certificado, a estudante deve completar a carga horária total do curso e atingir 7,5 de média nas avaliações. 

São quatro opções de cursos introdutórios, oferecidos na plataforma da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). Com duração de 80 horas, que podem ser concluídos em três meses, os cursos são: Lógica de Programação, Banco de Dados, Desenvolvedor Web e Desenvolvedor Mobile. 

Todos os cursos oferecem um módulo de empreendedorismo em parceria com o SEBRAE, possibilitando acesso a crédito em condições especiais no Banco do Povo. 

Após conclusão dos módulos introdutórios, haverá opções de cursos mais avançados, com matérias conduzidas pela própria estudante. São eles: Ciência de Dados, Desenvolvimento Web/Front-End, Desenvolvimento Web/Back-End e Desenvolvimento Web/Full-Stack. Esses cursos serão oferecidos voluntariamente pelas empresas Alura e Digital Innovation One.

Parceria com o SENAC - Além das 20 mil vagas do SP Tech, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico também firmou parceria com o SENAC para oferecimento de 500 vagas em cursos avançados, preferencialmente para mulheres. Os cursos são em diversas áreas de TI, com duração de 40 e 200 horas. As aulas virtuais serão ao vivo, com material didático e vinculados a uma unidade fixa do SENAC. A preferência é para mulheres que tenham feito os cursos virtuais introdutórios do SP Tech.

Os cursos serão oferecidos em 16 municípios: São Paulo (5 unidades), São Carlos, Araraquara, Bebedouro, Guarulhos, Rio Claro, Itu, Sorocaba, Presidente Prudente, São Vicente, Jundiaí, Osasco, Santos, São José dos Campos, São João da Boa Vista e Sorocaba.

Para esses cursos as inscrições também devem ser feitas até o dia 4 de setembro também pelo site www.cursosviarapida.sp.gov.br.

As mulheres estão, cada vez mais, presentes no setor de tecnologia, sobretudo nos mercados que envolvem jogos. Desde a idealização e produção até o monitoramento de público. Do último censo do Ministério da Cultura, divulgado em 2014, para o atual, deste ano, a participação delas na indústria dos games passou de 15% para 20,7%, um crescimento de 38%. Representando apenas um quinto do total. Para virar o jogo, contra o público masculino que ainda é maioria na indústria, elas estão investindo o tempo no aprimoramento profissional com cursos.

SÃO CARLOS/SP - Segundo um estudo realizado pela empresa Homo Ludens e apresentado pelo Ministério da Cultura, o número de mulheres na indústria de games brasileira triplicou nos últimos 6 anos. A pesquisa também mostra que há pouca diversidade de gênero e etnia entre os estúdios. Dos 2.731 trabalhadores da indústria, menos de 10% são negros (234), 0,8% são indígenas (24), e 0,4% são pessoas trans (12%). Dos 375 estúdios nacionais levantados pelo estúdio, apenas oito tem mulheres negras como sócias.

De olho nesse cenário, a Full Sail University aposta na formação do público feminino voltada para o mercado de games e entretenimento. Para isso, tem como referência no Brasil, desde 2016, a Community Outreach Director, Carol Olival.

A especialista em gerar resultados e promover mudanças na vida das pessoas tem realizado, desde o início da pandemia de Covid-19, lives com grandes talentos do setor de games, com o intuito de inspirar novos profissionais e dar um gás naqueles que já atuam no mercado de tecnologia e entretenimento.

Para Carol, com ou sem isolamento, a indústria de tecnologia criativa seguirá se reinventando. "O setor sempre vai criar conteúdos inovadores para entrar em contato com os gamers por diferentes canais, aumentando, cada vez mais, a demanda e, consequentemente, as vagas e oportunidades de negócios", conclui.

A instituição oferece uma vasta programação de serviços gratuitos como tour ao vivo pelo campus da universidade, que acontece todas às segundas-feiras, às 19 horas, além de lives diárias sobre jogos digitais, plataformas de redes sociais, mercado de publicidade e propaganda e storytelling.

Mas é no webinar com a Carol Olival que é possível entender as plataformas digitais, e também aprender como usá-las na criação de um post com a utilização da ferramenta Spark, da Adobe.

Outro atrativo é o Brazilians in Tech, painel que está sendo desenvolvido uma vez por mês com brasileiros que fizeram trajetória inspiradora no setor de tecnologia. O evento tem como mediador do encontro Luís E. García, VP of Emerging Technologies.

 

Para desenvolver jogos é preciso estudar:

 A oportunidade dentro da crise originou a busca por cursos da área. Para ajudar quem está tendo que se reinventar neste momento de crise e turbinar os alunos que estão confinados em casa, a Full Sail University, localizada na Flórida (EUA), criou um cardápio de webinars gratuitos, em português e inglês, para todos interessados por conteúdo dentro do mercado de games, animação, música, design, artes e 3D.

Os encontros terão entre 60 e 90 minutos de duração e serão realizados na plataforma zoom. Os temas trabalhados incluem mercado de jogos digitais, plataformas de redes sociais, mercado de publicidade e propaganda, storytelling, entre outros.

A universidade registrou, também, aumento de participação dos brasileiros nos painéis e cursos on-line gratuitos. Eles saltaram de 240 em agosto do ano passado para 3.118 em agosto de 2020, sendo que a presença feminina nessas atividades cresceu 25%. Muitas delas já trabalham com freelancer e estão utilizando o conteúdo gratuito.

Mediante a demanda, a universidade liberou pela primeira vez para o Brasil o curso vocacional gratuito de game designer que já contabiliza 100 inscritos.

A universidade mantém, também, um canal no Telegram, onde posta diariamente todas as atividades que acontecerão no próprio dia. Para fazer parte desse grupo basta acessar o link https://t.me/fullsailbrazilcommunity

 

Serviço:

 Confira cursos, eventos e palestras disponibilizados online.

http://www.experienciafullsail.com.br/

Para mais informações sobre os programas, cursos, estúdios da Full Sail University e também bolsas de estudo e desenvolvimento de carreiras, visite o site http://www.fullsail.edu.

 

Sobre a Full Sail: Localizada na Flórida (EUA), a Full Sail University é reconhecida como uma das mais importantes universidades na indústria do entretenimento. A instituição oferece mais de 90 cursos, voltados para as áreas de entretenimento, media, artes e tecnologia.  Todos eles de associados, bacharelados e mestrados, além dos Labs, curso de verão intensivo com duração de uma semana. Hoje conta com mais de 16 mil estudantes de 73 países diferentes. A universidade já formou profissionais cujos projetos foram reconhecidos nas principais premiações do segmento, como Grammy’s e Oscars.

Objetivo é capacitar os participantes para o atendimento de mulheres em situação de violação de direitos

 

SÃO CARLOS/SP - Estão abertas, até o dia 12 de agosto, as inscrições para o Curso de Capacitação para Atendimento Psicossocial de Mulheres (Cassia), que é gratuito e visa capacitar os participantes para o atendimento de mulheres em situação de violação de direitos. A iniciativa é parte de um projeto de pesquisa e intervenção desenvolvido por Maiana Pereira dos Santos, aluna de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sob orientação de Sabrina Mazo D’Affonseca, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) e pesquisadora do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (LAPREV) da Instituição.
O curso surgiu a partir de uma demanda social, que mostra que a violência incidida sobre mulheres independe de classes sociais, origens, escolaridade ou raça e se apresenta de diversas formas: física, moral, psicológica, patrimonial e sexual. Além disso, esse fenômeno evidencia desigualdades - muitas vezes naturalizadas - entre gêneros. O estudo do tema ganha destaque a partir de lutas de movimentos feministas e promoveu mudanças nos paradigmas jurídicos e de políticas públicas. Dentre os mecanismos de enfrentamento e prevenção a esse tipo de violência está a capacitação de profissionais das redes de atenção especializada e não especializada à mulher, o que se configura como o objetivo do curso.
Podem participar profissionais que atuam nas redes socioassistenciais do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da cidade de São Carlos. O curso tem início previsto para o dia 26 de agosto, com a realização de seis encontros virtuais a cada 15 dias. As atividades incluem discussões online síncronas, exercícios de estudo e produção de trabalho final, contabilizando 30 horas de dedicação. Ao final, os participantes receberão certificado emitido pela Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar.
Profissionais interessados devem preencher este formulário online (https://bit.ly/31cXkVq), até 12 de agosto. Após esse período, a pesquisadora entrará em contato com os inscritos para mais informações. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Entenda o que acontece com a reserva ovariana com o passar do tempo

SÃO PAULO/SP - Todas as mulheres já nascem com uma quantidade de óvulos para toda sua vida fértil e, com o passar dos anos, este número vai diminuindo gradualmente com o envelhecimento ovariano.

Esse processo é definido como a perda da saúde reprodutiva dos ovários e óvulos, e está associado a um declínio no número de folículos, que são liberados durante o ciclo menstrual onde dentro de um deles o óvulo amadurece. “Toda mulher nasce com um número determinado de folículos, em torno de 1 a 2 milhões, que vai diminuindo ao longo da vida. Para se ter uma ideia, essa diminuição é tão considerável que a mulher entra na adolescência com uma média de apenas 500 mil folículos na reserva ovariana”, afirma Fernando Prado, ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana da Clínica Neo Vita.

Por isso é comum algumas mulheres, ao tentar engravidar, serem diagnosticadas com baixa reserva ovariana. Os hormônios tornam-se insuficientes, falta ovulação, diminui a fertilidade, as menstruações se tornam irregulares, depois escassas e vão cessando até desaparecem completamente de forma irreversível marcando o início da menopausa, geralmente por volta dos 51 anos. “A reserva ovariana é o principal marcador da fertilidade da mulher. Seu processo de envelhecimento é muito natural, por isso sempre reforçamos que a gravidez deve acontecer até os 35 anos, porque, após essa idade, os números de óvulos caem dificultando o processo de uma gestação natural e, após os 40 anos, aumentam os riscos de síndrome genética”, complementa.

Mesmo o envelhecimento ovariano tendo causas naturais e genéticas existem outros fatores que podem influenciar negativamente neste processo como o estresse, distúrbios psicológicos, cansaço e tensões, uso de drogas, bebidas, cigarro, hábitos alimentares inadequados e noites mal dormidas. “Não existe nenhum tratamento para reposição dos óvulos perdidos, por isso o ideal é congelar ainda na fase que os folículos estão bem ativos. Com esse procedimento as chances de engravidar são as mesmas da idade que a mulher tinha quando fez a coleta dos óvulos, já que ele ajuda a restaurar o potencial fértil feminino no futuro, se tornando uma opção para mulheres que queiram realizar o desejo de ser mãe, mesmo que tardiamente”, finaliza Prado.

Prefeito Juninho assinou protocolo de intenções com o governo do estado e participou do lançamento regional do programa Todas in-Rede.

RIO CLARO/SP - O prefeito João Teixeira Junior participou na segunda-feira (29) do lançamento regional da iniciativa Todas in-Rede, voltada ao empoderamento e emancipação das mulheres com deficiência do estado de São Paulo. O programa foi lançado em live realizada com a participação da secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão. Para firmar o compromisso de Rio Claro com o Todas in-Rede, o prefeito Juninho está assinando protocolo de intenções estabelecendo ampla cooperação entre o município e o governo com a meta de impulsionar o desenvolvimento de projetos voltados às mulheres com deficiência. O município de Rio Claro é o primeiro do estado de São Paulo a aderir ao programa.

“Desde o início de nossa administração traduzimos em ações concretas a atenção, empenho e prioridade que dedicamos às mulheres e às pessoas com deficiência”, comenta Juninho. “Por isso é com muito entusiasmo que aderimos ao programa Todas in-Rede, que certamente, vai nos permitir ampliar o trabalho que já realizamos nessa área aqui em Rio Claro”, acrescenta.

Entre as conquistas das mulheres na atual administração, o prefeito de Rio Claro destaca a implantação da Patrulha Maria da Penha na Guarda Civil Municipal. Na área da acessibilidade, uma das recentes iniciativas da prefeitura foi a implantação de 295 rampas de acesso em vários pontos da cidade, a maior ação desse tipo já feita na cidade, em investimento superior a R$ 170 mil. “São muitas as iniciativas desde que assumimos a prefeitura mas sabemos que muito ainda precisa ser feito, e agora, com o Todas in-Rede, temos mais um caminho aberto para atender essas demandas”, observa Juninho.

De acordo com a secretária estadual Célia Leão, neste momento de pandemia em que a violência contra as mulheres aumentou muito o programa Todas in-Rede é fundamental. “Escolhemos Rio Claro para fazer o lançamento na região, e é a primeira cidade a aderir ao programa”, afirmou a secretária que cumprimentou o prefeito Juninho pelas ações de inclusão social. De acordo com a secretária-executiva dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Aracélia Costa, o estado de São Paulo tem 1.700.000 mulheres com deficiência.

A live de segunda-feira também contou com a participação da delegada da 1ª Delegacia da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Valéria Pereira; e do assessor dos Direitos da Pessoas com Deficiência de Rio Claro, Paulo Meyer, que frisa a importância do Todas in-Rede como mais um instrumento para se alcançar uma sociedade mais justa e inclusiva. “As mulheres com deficiência merecem essa atenção e terão de nossa parte todo o esforço e dedicação para que os resultados aparecem o mais rápido possível”, afirma.

De acordo com o protocolo de intenções assinado entre a prefeitura e o governo estadual, o programa Todas in-Rede terá quatro pilares de ação. O primeiro deles voltado ao trabalho, renda e autonomia econômica, o segundo focado na prevenção à violência, o terceiro direcionado aos direitos afetivos, sexuais e reprodutivos e o quarto orientado ao empoderamento, autoestima e liderança. Dentre as ações gerais previstas no documento, estão as de mobilização das mulheres com deficiência, realização de encontros formativos, oferta de cursos sobre atendimento à mulher com deficiência vítima de violência e veiculação de campanhas educativas nas redes sociais.

 

 

*Por: PMRC

MUNDO - Apenas duas mulheres estão no privilegiado grupo dos 100 atletas mais bem pagos no mundo, as tenistas Naomi Osaka (29º lugar) e Serena Willians (33ª posição). A norte-americana já criticou a desigualdade de gênero quando se trata de valores. “Como nós não merecemos prêmios em dinheiro no mesmo patamar que os nossos colegas homens recebem. Quando você trabalha tanto, se dedica, não deveria existir um padrão duplo”, declarou em entrevista à revista Time em 2017.

O tenista Roger Federer figura como o atleta mais bem pago do mundo. A informação é da revista Forbes publicada nesta sexta (28). A publicação, referência em negócios, coloca o suíço como o primeiro na lista dos 100 atletas mais bem remunerados em 2020. Ele acumula ganhos aproximados de 106 milhões de dólares, o equivalente a R$ 578 milhões.

 

Federer aparece à frente de Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Neymar, único esportista brasileiro a figurar na lista de ricos, com rendimentos na casa dos R$ 520 milhões. Depois dos craques dos gramados, aparecem os astros das quadras do basquetebol dos Estados Unidos, Lebron James, Stephen Curry e Kevin Durant. Fechando o ranking dos dez atletas mais abastados, o golfista Tiger Wood e os jogadores de futebol americano Kirk Cousins e Carson Wentz.

 

 

 

*Por Rodrigo Ricardo - Repórter da Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Setembro 2020 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30