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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RÚSSIA - As autoridades autonomeadas apoiadas por Moscovo, na região de Kherson, território ucraniano ocupado ilegalmente, começaram, na quarta-feira, a mover civis para o território russo, citando receios de uma contraofensiva ucraniana.

O chefe da administração de ocupação local, Vladimir Saldo, instalado na Rússia, falou dos planos de transportar até 60 mil pessoas através do rio Dnieper para a Rússia nos próximos seis dias – a uma cadência de 10 mil pessoas por dia. "Não vamos entregar a cidade", disse numa entrevista na televisão nacional, citado pelo Guardian.

As autoridades ucranianas descreveram os anúncios da Rússia como "um show de propaganda" e disseram às pessoas para não atenderem aos pedidos de evacuação. Vários relataram ter recebido mensagens de texto em massa a avisar que a cidade seria bombardeada e a informar que os autocarros sairiam do porto a partir das 7h da quinta-feira, conta o mesmo jornal.

Uma correspondente do Washington Post partilhou o vídeo do momento em que várias pessoas se juntam perto do porto para serem transportados.

Kherson é uma das quatro regiões recentemente anexadas pela Federação Russa – as outras são Donetsk, Lugansk e Zaporíjia –, na sequência da realização de pretensos referendos, considerados ilegais e fraudulentos pelo governo ucraniano e por praticamente toda a comunidade internacional.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

NOVA ZELÂNDIA - Os agricultores deixaram suas fazendas e tomaram as ruas das cidades da Nova Zelândia na quarta-feira (20) para protestar contra os planos do governo de estabelecer um imposto sobre as emissões de gases do efeito estufa provocadas pelo gado.

Tratores, jipes e outros veículos prejudicaram o tráfego em cidades como Wellington e Auckland para protestar contra o que é chamado de imposto contra "o arroto e o peido" dos animais.

No início do mês, a primeira-ministra de centro-esquerda Jacinda Ardern apresentou um projeto de lei para taxar os gases do efeito estufa emitidos de forma natural pelas seis milhões de vacas e 26 milhões de ovelhas no país.

Milhares de fazendeiros se reuniram em Wellington nesta quinta-feira com faixas contra o projeto e o alerta de que o imposto aumentará os preços dos alimentos.

"A maioria dos fazendeiros já viu o suficiente", declarou um manifestante em Wellington que se identificou apenas como Chris. "Está ficando difícil continuar criando gado e este governo não está realmente nos apoiando. É um trabalho difícil no momento".

Os animais produzem de forma natural metano e óxido nitroso. Os cientistas calculam que o metano é responsável por quase 30% do aumento global das temperaturas.

Ardern disse que o imposto é necessário para que o país alcance os objetivos climáticos e que, inclusive, poderia beneficiar os agricultores caso possam cobrar mais por carnes que cumprem os parâmetros do meio ambiente.

 

 

AFP

PALESTINA - O movimento islâmico palestino Hamas anunciou, na quarta-feira (19), o restabelecimento de suas relações com o presidente sírio, Bashar al-Assad, mais de dez anos depois de tê-las rompido no início da revolta popular na Síria.

"É um dia de glória, um dia importante, no qual restabelecemos nossa presença na Síria e retomamos o trabalho conjunto" com Damasco, disse Khalil Hayya, chefe do escritório de relações árabes e islâmicas do Hamas.

Hayya fez sua declaração em entrevista coletiva, após um encontro com o presidente sírio, que o recebeu como parte de uma delegação de facções palestinas.

O Hamas, no poder na Faixa de Gaza, era um dos aliados palestinos mais próximos de Assad, mas a relação azedou após o início da revolta popular na Síria em 2011.

O movimento palestino criticou a repressão do regime sírio, e seu então líder, Khaled Meshaal, deixou Damasco em 2012 para se estabelecer no Catar.

De acordo com um alto funcionário do Hamas consultado pela AFP, o movimento islâmico está se preparando para reabrir um escritório de representação em Damasco, como "a primeira etapa para restabelecer antigas relações".

"Concordamos com o presidente que devemos virar a página e olhar para frente", acrescentou Khalil Hayya.

- Hezbollah, o mediador -

A visita a Damasco ocorreu semanas depois que o Hamas anunciou sua disposição de restabelecer as relações com o poder sírio, "à luz dos rápidos desenvolvimentos regionais e internacionais relacionados à nossa causa", uma referência implícita à reaproximação entre Israel e vários países da região, como Bahrein e Emirados Árabes Unidos.

A delegação do Hamas chegou à Síria depois de passar pela Argélia, onde 14 facções palestinas, incluindo o Hamas e o movimento laico Fatah, divididos por mais de 15 anos, assinaram um novo acordo de reconciliação na última quinta-feira.

Nos últimos meses, os líderes do movimento islâmico palestino tiveram múltiplos contatos com altos funcionários sírios, com a mediação do Irã e do movimento xiita libanês Hezbollah, segundo a autoridade do Hamas.

Durante anos, o poder sírio considerou a saída do Hamas um "golpe fatal" para o relacionamento com a Síria, com alguns altos funcionários falando até em "traição".

Ao mesmo tempo, durante esse período, o Hamas manteve boas relações com o Hezbollah, um firme aliado do regime sírio.

O Hezbollah, um movimento pró-iraniano, afirmou ter desempenhado um papel importante na reconciliação entre o poder sírio e o Hamas, que considera parte do "eixo de resistência" contra Israel, e que também inclui Damasco, Teerã e grupos iraquianos.

A reunião desta quarta-feira entre o Hamas e Bashar al-Assad "faz parte da reaproximação entre o Hezbollah e o Hamas, evidente no Líbano há mais de um ano", comentou à AFP Maha Yahya, diretora do Carnegie Middle East Center, com sede em Beirute.

 

 

AFP

QUITO - O Corinthians goleou o Olimpia (Paraguai) por 4 a 0, na noite desta quarta-feira (19) no estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito (Equador), para se classificar para as quartas de final da Libertadores Feminina.

Com esta vitória o Timão fechou a etapa inicial com seis pontos, três a menos do líder Deportivo Cali (Colômbia). Assim, a equipe do Parque São Jorge pegará o Boca Juniors (Argentina) na próxima fase, e a Ferroviária terá pela frente a equipe colombiana.

A vitória do Corinthians começou a ser construída aos 24 minutos do primeiro tempo, quando Tamires cruzou e a zagueira Angélica Vázquez acabou falhando para marcar contra. O segundo veio apenas aos 27 da etapa final. Gabi Portilho recebeu na entrada da área e bateu colocado na saída da goleira adversária.

Mas o melhor ainda estava por vir. Aos 43 Bianca Gomes cobrou falta com maestria para ampliar. Três minutos depois a camisa 20 voltou a ser decisiva, mas agora cruzando para Gabi Zanotti garantir o seu de cabeça.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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