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Redação

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 Jornalista/Radialista

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UCRÂNIA - A Ucrânia reivindicou nesta quarta-feira a reconquista de localidades ocupadas pelas tropas russas no sul do país, e celebrou o compromisso do Ocidente de enviar sistemas de defesa antiaérea o quanto antes.

Um grupo de cerca de 50 países liderados pelos Estados Unidos se reuniu na sede da Otan, em Bruxelas, onde se comprometeu a enviar os sistemas de defesa à Ucrânia. "Eles serão enviados o mais rapidamente que pudermos fazê-los chegar fisicamente", assinalou o secretário de Defesa americano, Lloyd Austin, após a reunião.

A Ucrânia recebeu uma chuva de mísseis, foguetes e drones - apresentados pelo presidente russo, Vladimir Putin, como uma retaliação ao ataque com explosivos contra a ponte da Crimeia, que liga esta península anexada por Moscou em 2014 ao território russo.

"Quanto mais ousado e cruel o terror russo se torna, mais óbvio é para o mundo que ajudar a Ucrânia a proteger o céu é uma das tarefas humanitárias mais importantes", disse Zelensky na noite desta quarta-feira, em discurso por vídeo.

O serviço de segurança russo (FSB) anunciou hoje a prisão de oito pessoas suspeitas de participar da organização desse ataque, que, segundo ele, foi planejado pela inteligência ucraniana.

O FBS também alegou ter frustrado duas tentativas de ataques preparados por Kiev na região de Moscou e em Bryansk, perto da fronteira com a Ucrânia.

As autoridades ucranianas não confirmaram ou negaram estar envolvidas na explosão da ponte, mas nunca esconderam sua intenção de recuperar a Crimeia e o restante dos territórios ocupados pela Rússia desde o início da guerra em fevereiro.

De sua parte, Putin prometeu uma resposta "firme" a qualquer novo ataque ao território russo, que Moscou diz incluir a península da Crimeia e quatro outras regiões ucranianas anexadas em setembro.

 

- Reforço antiaéreo -

No plano diplomático, antes do encontro entre o presidente Putin e seu colega turco, Recep Tayyip Erdogan, na quinta-feira no Cazaquistão, o Kremlin disse nesta quarta que espera que Ancara apresente uma proposta de mediação "oficial".

"Os turcos propõem mediação. Em caso de negociações, provavelmente elas ocorrerão em seu território: em Istambul ou Ancara", disse o assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov.

E a União Europeia concordou em organizar uma ampla missão militar para treinar as forças ucranianas em vários Estados-membros do bloco. A medida pode afetar 15.000 soldados, segundo fontes diplomáticas.

Em uma dessas regiões, Kherson, a presidência ucraniana anunciou a recuperação de mais cinco cidades em sua contraofensiva lançada em setembro no sul e leste do país.

"As forças armadas ucranianas libertaram mais cinco cidades no distrito de Berislav da região de Kherson: Novovasylivka, Novogrygorivka, Nova Kamyanka, Tryfonivka, Chervone", anunciou a presidência, notando, porém, que a artilharia russa resiste.

Desde setembro, as forças ucranianas obtiveram ganhos significativos nas linhas de frente graças a uma contraofensiva que levou Putin a ordenar a mobilização de centenas de milhares de reservistas.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, considerou na terça-feira que seu colega russo "calculou mal" a capacidade de seu exército de conquistar a Ucrânia e a resistência que encontraria.

Os dois últimos dias de bombardeios russos, que deixaram ao menos 19 mortos, mais de 100 feridos e danos significativos em infraestruturas energéticas da Ucrânia, levaram os países ocidentais a acelerar o envio de sistemas de defesa antiaérea, há muito reivindicados por Kiev.

Na noite de ontem, o ministro da Defesa ucraniano, Oleksiy Reznikov, anunciou o recebimento do primeiro sistema de defesa alemão Iris-T e a chegada em breve de sistemas americanos NASAMS.

"Uma nova era de defesa aérea começou na Ucrânia", tuitou o ministro. "Este é apenas o começo. Precisamos de mais", acrescentou.

Nesta terça-feira, em uma reunião virtual com os líderes do G7, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu ajuda para criar um "escudo antiaéreo" e alertou que a Rússia ainda tem "meios para intensificar sua ofensiva".

Antes de uma reunião da Otan nesta quarta, seu secretário-geral, Jens Stoltenberg, assegurou que "a maior prioridade [da reunião] será uma maior defesa aérea para a Ucrânia".

 

- Valas comuns -

Além de danificar infraestruturas de energia, os bombardeios atingiram o centro de Kiev, destruindo um parquinho infantil, uma ponte e uma zona de pedestres. A capital ucraniana não recebia ataques desde o final de junho.

No leste, um ataque russo contra um mercado na cidade de Avdiïvka, perto da linha de frente, fez ao menos sete mortos, anunciou o governador ucraniano da região de Donetsk, Pavlo Kyrylenko.

"Ao menos 7 mortos e 8 feridos após um bombardeio matinal em Avdiïvka. Os russos atacaram o mercado central, onde estavam muitas pessoas naquele momento", explicou no Telegram.

Também no leste, as autoridades ucranianas relataram a descoberta de duas novas valas comuns em cidades da região de Donetsk recentemente recuperadas.

Em Lyman, um entroncamento ferroviário reconquistado no início do mês, uma equipe forense exumou dezenas de corpos, confirmou um jornalista da AFP.

"Já encontramos mais de 50 corpos de soldados e civis. Temos uma longa vala, uma vala comum, onde descobrimos corpos e partes de corpos", explicou Pavlo Kirilenko, governador da região.

A Rússia foi acusada de inúmeras atrocidades nas regiões ocupadas que mais tarde foram retomadas por Kiev. Moscou tem negado consistentemente o envolvimento de seus soldados nesses eventos.

 

 

AFP

SÃO PAULO/SP - Para o cientista político Creomar de Souza, fundador da consultoria política Dharma, que analisa risco político, o segundo turno das eleições presidenciais entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro (PL), que acontecerá no dia 30 de outubro, pode ter margem apertada, se tornando uma disputa "decidida no detalhe".

Com o país fortemente dividido em suas preferências políticas e uma diferença pequena no resultado do primeiro turno (de pouco mais de cinco pontos percentuais), a menor margem histórica entre dois candidatos à presidência que foram para 2º turno, o cenário não parece imutável na percepção do cientista, deixando espaço para uma possível virada inédita em eleições brasileiras.

"Não se pode desprezar a capacidade do bolsonarismo de comparecer no dia 30 de outubro e nem o interesse do presidente da República usar a máquina pública para fazer campanha. Também não se pode ignorar o interesse de forças políticas que hoje apoiam o presidente da República de criarem 'bondades' [anúncios de políticas públicas voltadas à conquista de eleitores] diversas nessas próximas semanas para que eles tenham resultados favoráveis a eles", disse de Souza, que também é professor na Fundação Dom Cabral

Entre as "bondades" citadas pelo analista, está a estratégia adotada pelo governo de antecipar o calendário de pagamentos do Auxílio Brasil em outubro. Os repasses estavam previstos entre o dia 18 e 31, conforme o Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários. Agora os pagamentos serão feitos a partir do dia 11 e terminarão no dia 25, cinco dias antes do segundo turno das eleições.

Bolsonaro também prometeu pagar o 13º salário a mulheres chefes de família e anunciou um programa de renegociação de dívidas da Caixa. O banco também reduziu a taxa de juros a micro e pequenas empresas, o que, na visão do especialista, visa captar mais votos.

 

Ataques à imagem do adversário

A diferença de votos entre Bolsonaro e Lula foi de 6,2 milhões no primeiro turno.

Para conseguir o que seria uma virada inédita no segundo turno, Bolsonaro precisa aumentar sua votação — atraindo votos de eleitores que optaram por outros candidatos (como Ciro Gomes e Simone Tebet), dos que não votaram no primeiro turno e também de eleitores que votaram em Lula.

Uma das possíveis estratégias de Bolsonaro no segundo turno é atrair votos dos eleitores que optaram por Simone Tebet.

Apesar de Tebet ter declarado apoio a Lula, o cientista político considera que parte da base de eleitores da candidata derrotada do MDB é de centro-direita — e que eles rejeitam Lula e o PT, podendo possivelmente votar em Bolsonaro no segundo turno.

Para Creomar de Souza, a pergunta decisiva do segundo turno é: "o Bolsonaro candidato é maior ou menor que o número de eleitores de direita no Brasil?"

"Com os dados do primeiro turno, ficou claro que Bolsonaro é menor do que a direita [ou seja, não é o favorito de todos dentro desse espectro político], já que tivemos a terceira colocada como uma candidata de centro-direita, a Simone Tebet, que levou 4,16% dos votos."

Mas Bolsonaro é, segundo o analista, o ponto de coesão não só de boa parte da direita, como também alcança parte dos eleitores do centro, que também rejeitam Lula.

"Creio que para conquistar o voto de eleitores que não optaram por Bolsonaro no primeiro turno, sua militância vai tentar estabelecer com o máximo de força possível uma ideia de que o bolsonarismo é a última barreira de contenção a um retorno do petismo, e isso pode fazer com que eleitores conservadores que optaram por outros candidatos anteriormente engajem na campanha e deem votos a Bolsonaro nessa corrida final."

"As pesquisas mostram que eleitores de Ciro e Tebet, que são votos em disputa entre Lula e Bolsonaro, ainda estão bastante divididos entre as duas campanhas. Para conquistá-los, a tentativa foca na desconstrução do Lula em relação a valores morais. Isso trafega por um discurso que já estamos vendo em uso pelos bolsonaristas - o de que é uma disputa daqueles que tem religião contra aqueles que não tem religião."

 

Os pontos a favor de Lula

Como fatores que beneficiam Lula, de Souza avalia que o candidato do PT conseguiu romper uma barreira ideológica ao conseguir apoios de figuras consideradas da centro-direita.

"Nomes como Simone Tebet e Fernando Henrique Cardoso, que não votaram no PT, isso é uma novidade no quadro político. Já os apoios que o Bolsonaro recebeu até agora são mais do mesmo. Não há ninguém que entrou no palanque que possamos dizer 'esse eu não esperava'."

Mas o desafio para Lula, na análise de Creomar de Souza, é aumentar a taxa de transferência dos votos que Tebet recebeu para o candidato do PT — já que parte desse eleitorado tende a votar nulo ou a até a migrar sua escolha para Bolsonaro.

"A resposta para isso é quanto ela vai se engajar na campanha, já que ela é a boa novidade dessa campanha eleitoral, mostrando-se articulada, corajosa e disposta a discutir temas importantes. Vai depender de o quão grande será seu poder de convencimento com o seu eleitor", afirma.

 

Votos em disputa

Entre os pontos que contribuem para deixar o resultado 'em aberto' até este momento da disputa, está, na opinião de Creomar de Souza, a divulgação intensa de conteúdos que pretender manchar a imagem de um ou de outro candidato.

"Segundos turnos são historicamente momentos de decisões acirradas, mas este, especificamente, está bastante intenso, o que gera uma tendência de que a qualidade do debate caia", aponta o analista.

Discussões que colocam em pauta a religião, como o discurso feito por Bolsonaro em loja maçônica, assim como uma declaração antiga do presidente sobre o aborto ser uma decisão do casal, foram muito compartilhadas pelo eleitorado da esquerda, o que na análise do cientista, é uma novidade no 'jogo político'.

"Durante a eleição de 2018, a ala bolsonarista se sentiu muito confortável com a ideia de que só ela podia jogar esse tipo de jogo, em adotar essa estratégia que também é muito usada pelo MBL (Movimento Brasil Livre) [movimento liberal de direita]. Mas nessa eleição a esquerda também passou a compartilhar esse tipo de conteúdo, embora ainda o faça menos."

Para ele, é possível que os conteúdos contribuam para prejudicar a imagem principalmente de Bolsonaro, já que grande parte do eleitorado do presidente tem perfil ou admira uma postura conversadora.

"Essa questão da maçonaria, por exemplo, causou desconforto a ponto de Bolsonaro vir a público dizer 'Sou presidente de todos.' Há alguns que são bolsonaristas ou petistas 'raiz', que não mudam de lado por nada. Agora, em um segundo turno tão apertado, cada voto conta, e para isso, há duas missões. Uma é fazer com que aquele que não votaria em você, vote, e a outra, é fazer com que mesmo que determinado eleitor não te escolha, ele também se desiluda com oponente -- e para isso as mensagens como essas, que prejudicam a imagem dos candidatos, podem criar um risco."

O analista aponta que os institutos de pesquisa acertaram, dentro da margem de erro, sobre a quantidade de votos que Lula poderia receber, mas tiveram dificuldade em medir o desempenho de Bolsonaro, que causou surpresa ao alcançar um resultado um tanto quanto mais expressivo do que as pesquisas indicavam.

 

- Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63205895

Evento acontece no sábado, 15 de outubro, na Arena das Dunas

 

NATAL/RN - Um dos principais projetos do entretenimento no Brasil tendo à frente o cantor Wesley Safadão, o Garota VIP desembarca em Natal no próximo sábado (15), na Arena das Dunas, após cinco anos da última edição na cidade.

Com organização da Clap Entretenimento e nos últimos ingressos à venda, o Garota VIP Natal traz ao gramado da Arena das Dunas os shows de Léo Santana, Zé Felipe e Taty Girl, além de Wesley Safadão que vai cantar até o amanhecer fazendo valer o lema do projeto, que é #sóosfortesentendem.

Safadão chega trazendo novidades da primeira parte do EP Ao Vivo em Fortaleza, que foi gravado no mês passado e já tem quatro músicas divulgadas: “Pega o Guanabara“, “Não Fosse Tão Tarde“, “Psiquiatra” e “Farra Sem Limites”. Ele também disponibilizou no Youtube os clipes das músicas “Psiquiatra” e “Não Fosse Tão Tarde“, com participação de Lucas Aboiador. Safadão volta a Natal depois do sucesso de outro projeto seu, o Garota White, na Ilha Ecomax durante o verão deste ano

Um dos destaques na música baiana, Léo Santana lançou este mês o seu mais novo single “Botada Valendo”, que está disponível em todos os aplicativos de música e conta ainda com um vídeo gravado no Baile da Santinha, no canal oficial do gigante no YouTube. Léo Santana retorna a Natal após ser atração no projeto “Vem Pro Bloquinho”. Vale lembrar que Léo Santana tem parceria com Safadão na música “Revoada”, que já é sucesso nos aplicativos e shows dos dois artistas.

Já Zé Felipe, em 2022, é um dos nomes mais citados do momento devido aos hits que viralizam nas plataformas de streaming como é o caso da canção "Malvada". Além dessa, tem ainda "Toma Toma Vapo Vapo", "Revoada no Colchão" e "Senta Danada" que também acumularam números impressionantes de acessos, já que juntas as canções somam mais de 450 milhões de visualizações no YouTube. Isso sem falar na música “bandido”, que tem o refrão: “Eu tenho foto, ah, ah. Eu tenho vídeo, ah”, que em apenas uma semana, alcançou a primeira posição no Spotify com aproximadamente 1,5 milhão de plays no aplicativo.

Enquanto isso, a cantora Taty Girl desembarca na Arena das Dunas para o Garota VIP com seu repertório de sucessos e algumas músicas que estão no seu projeto "Baú da Taty Girl".

Os últimos ingressos estão à venda no site Virtual Ticket (compre aqui) e nas lojas Grand Optical (Midway Mall, Natal Shopping e na rua Mossoró).

A abertura dos portões acontece a partir das 19h no sábado (15). Mais informações no perfil @MaisClap_ .

EUA - A Nasa anunciou a quarta data em que pretende dar início à missão Artemis I, que lançará uma espaçonave não tripulada à Lua. Segundo comunicado divulgado pela agência especial americana nesta quarta-feira, 12, o foguete está previsto para decolar em 14 de novembro, por volta das 11h07 (horário de Brasília), em uma operação que deve durar até 69 minutos.

No mês passado, a Nasa anunciou que a passagem do furacão Ian pelo Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA), não causou danos aos equipamentos de voo nem às instalações da missão Artemis I. O risco da chegada da tempestade foi o motivo do terceiro adiamento do lançamento da missão não tripulada à Lua.

Segundo a agência, as inspeções e análises feitas ao longo da última semana confirmaram que será necessário um “trabalho mínimo” para preparar o foguete e a espaçonave. “As equipes irão fazer uma manutenção padrão para reparar o dano na espuma e na cortiça do sistema de proteção termal e recarregar ou substituir as baterias do foguete, várias cargas secundárias e o sistema de encerramento de voo”, detalhou a Nasa.

O foguete será realocado para a base de lançamento no próximo dia 4. Outras duas janelas de reserva foram pré-reservadas pela Nasa para decolar a missão, em 16 e 19 de novembro. O objetivo da Nasa com a Artemis I é retornar à Lua e estabelecer uma presença humana permanente no satélite natural.

A missão será a primeira a utilizar de forma integrada os dois sistemas criados para a exploração de regiões mais distantes do espaço, o foguete SLS e a cápsula Orion: o foguete vai lançar a cápsula a uma distância jamais percorrida por uma espaçonave tripulada, e ela orbitará a Lua por mais tempo do que qualquer outra nave já esteve no espaço sem estar acoplada a uma estação espacial.

Outros adiamentos

Em 29 de agosto, a Nasa cancelou a primeira tentativa de lançamento da missão não tripulada por causa de um vazamento de hidrogênio líquido no motor de número 3. A falha técnica não pôde ser remediada a tempo.

Já no início de setembro, a agência espacial voltou a cancelar a Missão Artemis I após detectar um novo vazamento de hidrogênio durante o carregamento de um dos propulsores do foguete SLS.

 

 

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