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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido como Tiririca (PL-SP), disse que pode “desistir da eleição” em 2022 por um conflito na sigla partidária.

“Estão querendo pegar meu número para dar para o Eduardo Bolsonaro”, disse à CNN Brasil. O filho do presidente da República também deve tentar reeleição pelo partido.

Ao UOL, Tiririca disse que se ele soubesse que ia perder o número de campanha, “tinha trocado de partido no período da janela” partidária. Desde 2010, Tiririca utiliza o “2222” para ser eleito nas urnas.

O número é similar ao novo número de candidatura ao Planalto de Jair Bolsonaro: 22 pelo PL (Partido Liberal). Em 2018, o presidente disputou as eleições pelo PSL, com o número 17.

Tiririca disse que soube da mudança por um congressista de outra legenda e que ninguém do PL até agora entrou em contato com ele. “Se for verdade, vou desistir da eleição. Isso é como transferir boa parte dos meus votos para Eduardo Bolsonaro”, declarou.

O Poder360 entrou em contato com a assessoria do deputado Eduardo Bolsonaro e do PL e questionou sobre o eventual uso do número 2222 pelo filho do presidente as eleições, mas até a publicação desta reportagem, não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestação.

 

 

Poder360

NOVA YORK - Desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, cerca de 30 países restringiram o comércio de alimentos, energia e outras commodities, aponta monitoramento do Fundo Monetário Internacional (FMI). O momento atual é descrito como o maior teste para a economia global desde a Segunda Guerra, com o conflito no Leste Europeu sendo mais um componente na crise gerada pela pandemia de covid-19.

O FMI destaca que apenas a cooperação internacional será capaz de atenuar problemas globais como “a escassez de alimentos, eliminar as barreiras ao crescimento e salvar o clima”. O texto é assinado pela diretora gerente do Fundo, Kristalina Georgieva; Gipa Gopinath, vice-diretora gerente; e Ceyla Pazarbasioglu, diretora de estratégia, política e revisão.

“Custos de uma maior desintegração econômica seriam enormes entre os países”, de acordo com o Fundo. Para economias avançadas, a fragmentação traria mais inflação, e a produtividade seria prejudicada com o rompimento de parcerias com outras nações. O FMI estima que apenas a fragmentação tecnológica pode levar a perdas de 5% do PIB para muitos países.

Para os países em desenvolvimento, as exportações seriam dificultadas por uma reconfiguração nas cadeias de suprimentos e pelas barreiras a novos investimentos. O texto aponta ainda para novos custos de transações, que surgiriam se os países tivessem que desenvolver sistemas de pagamento independentes. A alternativa para não se render à fragmentação geoeconômica é reformular a forma de cooperação entre as economias, indicam as diretoras do FMI.

 

Sem barreiras

Como primeiro passo para esta renovação, estaria a necessidade de fortalecer o comércio para aumentar a resiliência do sistema global. A redução de barreiras comerciais aliviaria a escassez e baixaria o preço dos alimentos, indica o Fundo, alertando que não só países, mas empresas também precisam diversificar suas exportações.

Além disso, outra prioridade seria intensificar os esforços conjuntos para lidar com a dívida de países. “Com cerca de 60% dos países de baixa renda com vulnerabilidades significativas, alguns precisarão de reestruturação da dívida.”

Em terceiro lugar, a modernização dos pagamentos internacionais é colocada como forma de garantir o crescimento. Uma possível solução, indica o FMI, seria o esforço para desenvolver uma plataforma digital pública de infraestrutura para pagamentos – inclusive conectando os sistemas com as moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs, na sigla em inglês).

O artigo encerra recomendando o enfrentamento das mudanças climáticas, classificadas como “desafio existencial que está acima de tudo”. A diferença entre os compromissos firmados e a adoção de políticas precisa ser reduzida, apontam as autoras, que defendem formas de precificar a emissão de carbono combinadas com investimentos em energias renováveis e compensação aos mais afetados pelas mudanças climáticas.

 

 

Aramis Merki II / ESTADÃO

AFEGANISTÃO - Apresentadoras e repórteres de canais de TV no Afeganistão entraram no ar com os rostos cobertos no domingo (22/05), após uma ordem do Talebã.

No dia anterior, algumas delas tinham desafiado o decreto ao manter os rostos à mostra.

Depois de tomar o poder no ano passado, o Talebã vem impondo cada vez mais restrições à vida das mulheres.

Mulheres apresentam noticiários e outros programas em canais populares como TOLOnews, Ariana Television, Shamshad TV e 1TV.

A apresentadora do TOLOnews, Farida Sial, disse à BBC: "Nós somos muçulmanas, então ok, usamos hijab, escondemos o cabelo, mas é muito difícil para uma apresentadora cobrir o rosto por duas ou três horas consecutivas e falar".

Ela pede que a comunidade internacional pressione o Talebã para reverter o decreto."Eles querem apagar as mulheres da vida social e política", disse Sial.

O Ministério do Talebã para a Prevenção do Vício e a Promoção da Virtude ordenou que todas as mulheres usem um véu facial em público ou ficam sob risco de punição — o decreto começou a valer para apresentadoras de TV a partir do sábado (21/5).

Depois que algumas mulheres inicialmente se recusaram a obedecer, uma autoridade do Talebã disse que conversaria com os responsáveis pelas apresentadoras, que podem penalizadas.

Sonia Niazi, apresentadora da TOLOnews, disse à agência de notícias AFP: "Resistimos e fomos contra [cobrir o rosto]".

Mas ela disse que o canal foi pressionado e que as apresentadoras devem ser transferidas para outros cargos ou demitidas se não obedecerem.

Khpolwak Sapai, vice-diretor do canal, disse em um post no Facebook: "Estamos profundamente tristes hoje".

Outra jornalista afegã, que pediu para não ser identificada, disse à BBC: "Hoje é mais um dia trágico para as mulheres do meu país".

E um executivo de TV disse que muitas apresentadoras temem que a próxima etapa seja tirá-las completamente do ar.

A maioria dos muçulmanos em todo o mundo não considera que a religião obrigue cobrir os rostos em público. E o Talebã inicialmente parecia estar adotando uma abordagem mais flexível depois de assumir o controle do país em agosto do ano passado.

Nas últimas semanas, no entanto, eles impuseram uma série de restrições à vida das mulheres, incluindo a atribuição de dias separados para visitar parques públicos e impedi-las de fazer viagens mais longas sem um homem.

 

 

BBC NEWS

MÔNACO - O Brasil teve um ótimo domingo (22) na etapa de Mônaco do Mare Nostrum Swim Tour 2022, com a conquista de três medalhas de ouro: com Nicholas Santos, João Gomes Júnior e Bruno Fratus.

O Mare Nostrum, que é disputado em formato de mata mata até uma final entre apenas dois atletas, terá mais duas etapas, em Barcelona (Espanha),  nos dias 25 e 26 de maio, e em Canet (França), nos dias 28 e 29. A competição serve como preparação para o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, em junho, em Budapeste.

Nicholas Santos conquistou seu ouro nos 50 metros estilo borboleta, onde nadou em 22s83 para superar o norte-americano Michael Andrews. Já João Gomes Júnior venceu nos 50 metros peito ao nadar em 27s10 diante do holandês Arno Kamminga e do alemão Lucas Materath, que empataram na semifinal.

A terceira conquista foi de Bruno Fratus nos 50 metros estilo livre, na qual nadou em 21s49 para bater o holandês Thom de Boer. Além das três medalhas douradas, o Brasil garantiu uma prata na competição com o medalhista olímpico Fernando Scheffer nos 200 metros estilo livre.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

 

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