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Redação

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 Jornalista/Radialista

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PORTO ALEGRE/RS - Uma pesquisa realizada no Brasil reuniu dados de mais de 20 espécies de polvos usando lixo humano como abrigo, incluindo garrafas de vidro, copos de plástico e latas de alumínio. Essa característica dos polvos não é uma nova descoberta, esses animais vasculham o fundo do oceano para possíveis objetos que servem de abrigo, contudo, o aumento do lixo nos mares fez com que eles se adaptassem para novos materiais.

Os pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) compilaram um total de 260 imagens e vídeos de 24 espécies de polvos usando lixo como abrigo. O estudo tinha como objetivo analisar a interação entre os polvos e lixo marinho, procurando os possíveis impactos para a espécie.

É estimado que o oceano contenha cerca de 150 milhões de toneladas de plástico. Além disso, especialistas acreditam que todo ano, mais oito milhões de toneladas sejam adicionadas ao número total dos poluentes no lençol freático. Porém, além do plástico, outros materiais também fazem parte da poluição marinha, contribuindo para o desequilíbrio desse ecossistema.

Na própria pesquisa, a maioria dos objetos utilizados pelos polvos eram feitos de vidro (41,6%), enquanto o plástico representava 24,7% deles. Embora a presença do plástico no mar seja maior do que o vidro, especialistas acreditam que os animais preferem o vidro por diversos motivos. O plástico, por exemplo, por ser muito leve fica preso nas ondas enquanto o vidro afunda para o fundo do oceano. O material, especialmente garrafas de vidro, também oferecem mais proteção contra possíveis predadores

Além disso, os pesquisadores sugerem que a textura do vidro pode ser mais parecida com a das conchas.

Entre todas as imagens reunidas, a recorrência mais comum desse acontecimento foi em países asiáticos no período entre 2018 e 2021.

A poluição não é o único problema encontrado na pesquisa. Muitos dos materiais usados pelos polvos, incluindo o plástico, podem expor os animais a substâncias tóxicas fatais. Em uma imagem da pesquisa, uma espécie de polvo foi vista carregando uma pilha — um material composto por diversos metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio e que pode contaminar tanto os animais quanto a água.

BRASÍLIA/DF - Uma pesquisa divulgada na 3ª feira (15) pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e pela biofarmacêutica Takeda revelou que 31% dos brasileiros acreditam que a dengue deixou de existir durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Essa percepção, no entanto, contrasta com os dados do Ministério da Saúde, que apontou crescimento de 43,5% no número de casos de dengue, considerando-se as seis primeiras semanas deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

A pesquisa Dengue: o impacto da doença no Brasil, ouviu 2 mil brasileiros, por telefone, entre os dias 19 e 30 de outubro do ano passado e foi realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec).

Além dos 31% que acreditam que a dengue deixou de existir na pandemia, outros 22% disseram que o risco com a doença diminuiu. Entre as razões apontadas para as duas situações, 28% disseram não ter ouvido falar mais na doença e 22% responderam que “toda doença agora é covid-19” e não há casos de dengue.

Para os pesquisadores, o fato da população brasileira considerar que a doença deixou de existir durante a pandemia pode levar ao relaxamento das ações de controle e de prevenção, aumentando o risco de se contrair a doença.

“Essa realidade revelada pela pesquisa é preocupante. Com a urgência da pandemia da covid-19, muitas doenças infecciosas, como as arboviroses (dengue), foram colocadas em segundo plano e até esquecidas. Precisamos retomar a discussão e os cuidados com a dengue”, alertou Alberto Chebabo, médico infectologista e presidente da SBI.

Entre os brasileiros consultados, 30% afirmaram já ter tido dengue e 70% disseram conhecer alguém que já teve a doença. Entre os que já tiveram a doença, pouco mais da metade (55% do total) afirmou ter feito alguma mudança em sua casa para evitar a proliferação do mosquito, tal como aumentar a limpeza do quintal, evitar deixar água parada em vasos de plantas e aumentar o cuidado com a água parada.

Apesar de a pesquisa ter apontado que o brasileiro conhece a doença, ainda há desconhecimento sobre como ela se desenvolve e suas formas de prevenção e de transmissão. A forma de contágio, por exemplo, não é totalmente conhecida pela população: 76% acertaram, dizendo que ela decorre da picada de mosquito, mas 8% disseram não se lembrar de como ocorre a transmissão e 4% mencionaram que ela ocorre de pessoa para pessoa - o que não acontece. Além disso, seis em cada dez entrevistados (59%) não sabiam quantas vezes uma pessoa pode contrair a doença. Apenas 2% reconheciam que se pode pegar dengue até quatro vezes, já que só existem quatro subtipos de dengue: quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo.

BRASÍLIA/DF - O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderá ter questões subjetivas e provas voltadas para áreas específicas. As mudanças foram propostas em parecer aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), com o objetivo de orientar as mudanças que deverão ser feitas no exame para que ele seja adequado ao novo ensino médio. O novo Enem começa a ser aplicado em 2024.

Uma das sugestões é que o Enem passe a ser realizado em duas etapas. A primeira, tendo como referência a formação geral básica dos currículos do novo ensino médio, baseada na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nessa etapa, deverá ser aplicada a prova de redação.

Na segunda etapa, a recomendação do CNE é que o estudante escolha as provas que fará de acordo com a área vinculada ao curso superior que pretende cursar. Os candidatos poderão escolher entre as áreas de linguagens, ciências humanas e sociais aplicadas; matemática, ciências da natureza e suas tecnologias; matemática, ciências humanas e sociais aplicadas; e ciências da natureza, ciências humanas e sociais aplicadas.

Segundo o parecer, é possível também que haja questões dissertativas. Atualmente, o Enem é composto apenas por questões objetivas. A única parte subjetiva é a redação.

Cabe, agora, ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) elaborar as novas matrizes de referência para mudar o atual Enem.

Novo ensino médio

As modificações no Enem são para poder avaliar os estudantes do novo ensino médio, que começou a ser implementado este ano. O novo ensino médio foi aprovado por lei em 2017, com o objetivo de tornar a etapa mais atrativa e evitar que os estudantes abandonem os estudos. Com o novo modelo, parte das aulas será comum a todos os estudantes do país, direcionada pela BNCC.

Na outra parte da formação, os próprios estudantes poderão escolher um itinerário para aprofundar o aprendizado. Entre as opções, está dar ênfase, por exemplo, às áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ao ensino técnico. A oferta de itinerários vai depender da capacidade das redes de ensino e das escolas.

O cronograma definido pelo Ministério da Educação (MEC) estabelece que o novo ensino médio comece a ser implementado este ano, de forma progressiva, pelo 1º ano do ensino médio. Em 2023, a implementação segue, com o 1º e 2º anos e, em 2024, o ciclo de implementação termina, com os três anos do ensino médio.

O novo modelo de prova do Enem deverá começar a vigorar apenas após a total implementação do novo ensino médio, em 2024.

Revisão

O parecer do CNE, aprovado ontem (14) no Conselho Pleno, passará ainda por ajustes decorrentes de sugestões acolhidas durante a sessão antes de ser divulgado.

Em nota, o MEC diz que o parecer do CNE antecipou discussões que ainda estão em andamento em um grupo de trabalho presidido pela Secretaria de Educação Básica da pasta. “A decisão sobre o novo Enem somente ocorrerá após a conclusão desse Grupo de Trabalho e será amplamente divulgada à sociedade. O parecer do CNE lançado ontem antecipou discussões ainda em andamento no GT, do qual o CNE também faz parte”, diz a nota do MEC.

O MEC ressalta ainda que o novo Enem materializa as diretrizes legais da reforma do ensino médio, já em vigor, e da BNCC. “Sua atualização será fundamental para garantir aos entes federativos e as instituições privadas de ensino maior segurança na implementação do Novo Ensino Médio”, diz a pasta. 

SÃO CARLOS/SP - Entre os dias 21 e 25 de março, o Departamento de Gerontologia (DGero) e o projeto de extensão "Compromisso Social" da UFSCar realizam a Semana do Gerontólogo, cuja data é celebrada em 24 de março. A atividade vai promover conversas online com profissionais e especialistas da área que abordarão temas sobre graduação, estágios, especializações e atuações em Gerontologia. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 20 de março.

No dia 21/3, as convidadas da Semana são Karina Gramani Say, docente do DGero, e a gerontóloga Loren Bettoni; no dia 23/3, o bate-papo é com Natália Oiring, professora do DGero, e a gerontóloga Paula Brum. No dia 24/3, participam Natália Casonato e Lucas Pelegrini, gerontólogos formados pela UFSCar. No dia 25/3, os temas serão apresentados pelas gerontólogas Julia Palombo e Ludmyla Souza, também graduadas na UFSCar.

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