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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BERLIM - O líder da Alemanha pediu que a Europa e os Estados Unidos avaliem com cuidado eventuais sanções à Rússia por agressões contra a Ucrânia, em uma crise que está colocando o principal fornecedor de gás de Berlim contra seus maiores aliados de segurança.

Entre as possíveis sanções do Ocidente contra o governo do presidente Vladimir Putin, a Alemanha pode paralisar o oleoduto Nord Stream 2 da Rússia, caso o país invada a Ucrânia.

Mas isso arriscaria exacerbar a crise de fornecimento de gás na Europa que fez com que os preços disparassem.

“A prudência manda escolher medidas que teriam o maior efeito em quem violou os princípios concordados conjuntamente”, teria dito o chanceler alemão Olaf Scholz neste domingo, segundo o jornal alemão Sueddeutsche Zeitung.

VENEZUELA - Após a produção de óleo bruto no país ter sofrido nos últimos dois anos um retrocesso histórico, chegando aos níveis de meados do século 20, nos últimos meses houve uma recuperação que a elevou em novembro passado para uma média de 824 mil barris por dia — quase o dobro dos 434 mil diários extraídos no mesmo mês de 2020.

E, em entrevista transmitida pela televisão estatal venezuelana em 1º de janeiro, o presidente Nicolás Maduro se gabou de que o país conseguiu produzir novamente 1 milhão de barris por dia.

"A meta do próximo ano é chegar a 2 milhões", disse.

Em 1998, antes de Hugo Chávez chegar ao poder, a Venezuela produzia cerca de 3,12 milhões de barris por dia, segundo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Após uma queda abrupta durante a greve dos petroleiros de 2002-2003, a produção voltou em 2004 a 3 milhões de barris, antes de iniciar um lento declínio até chegar a 2,6 milhões de barris em 2015.

A partir daí, a queda se acelerou até atingir o patamar de 1,14 milhão de barris por dia em novembro de 2018.

Dois meses depois, por conta da reeleição de Maduro, o governo dos Estados Unidos impôs sanções contra a indústria petrolífera venezuelana — pedindo a "restauração da democracia, eleições livres e justas, libertação de presos políticos e fim da repressão" —, o que acabou ajudando a arruinar a já minguada produção.

Embora muitos especialistas questionem o número de barris anunciado por Maduro, eles reconhecem que em 2021 a Venezuela conseguiu recuperar parte de sua produção de petróleo — e apontam o Irã como uma peça fundamental nesse processo.

 

Troca-chave

"O que vem acontecendo é que a Venezuela está importando diluentes do Irã — nafta, condensados, óleo bruto leve — que estão sendo misturados ao óleo bruto extrapesado venezuelano do Cinturão do Orinoco para aumentar a produção", explica o economista José Toro Hardy, que foi membro do conselho de administração da PDVSA, petroleira estatal venezuelana.

Ele explica que o petróleo dessa região da Venezuela é muito pesado e está carregado de enxofre — por isso, é preciso misturá-lo com esses produtos para criar um petróleo mais comercial.

Ele ressalta que a Venezuela no passado produzia esses diluentes, mas isso não acontece mais porque há muitos campos de petróleo fechados, e as refinarias do país estão trabalhando bem abaixo da capacidade.

Hardy indica que a Venezuela vai dar ao Irã, em troca desses diluentes, uma parte da produção desse petróleo médio.

"O Irã, assim como a Venezuela, é alvo de sanções dos Estados Unidos, e sua produção de petróleo caiu drasticamente. Provavelmente, esse petróleo que está saindo, digamos, à margem das sanções que são impostas à Venezuela e ao Irã, está sendo transportado em petroleiros não reconhecidos, que até desligam seus dispositivos para não serem localizados por satélite. Esse é um petróleo que o Irã pode comercializar assim que o tiver em seu poder", acrescenta.

Teerã também vem ajudando a Venezuela com o embarque de gasolina para abastecer o mercado interno do país latino-americano, onde a produção desse derivado diminuiu devido a problemas nas refinarias.

Francisco Monaldi, diretor do Programa Latino-Americano de Energia do Instituto Baker da Universidade Rice, nos Estados Unidos, destacou que a produção de petróleo bruto venezuelano está voltando aos níveis registrados no início de 2020, antes da petroleira russa Rosneft se retirar da Venezuela e dos preços despencarem devido ao impacto da pandemia de covid-19.

"A PDVSA foi capaz, com a ajuda do Irã, de criar uma estrutura de evasão de sanções substituindo a Rosneft. Além disso, o Irã passou a fornecer os diluentes que os russos traziam antes. Tudo isso requer pagar intermediários e cobrir custos de transporte", escreveu Monaldi no Twitter.

O especialista acrescentou que o colapso da produção ocorrido em 2020 não foi consequência de uma redução na capacidade de produção, mas sim de dificuldades em vender petróleo a preços tão baixos e driblar sanções.

PORTO ALEGRE/RS  -  Os fãs pediram e ela voltou! A maravilhosa Bárbara Steil volta a ser protagonista em ensaio exclusivo para o Bella da Semana. Ainda mais gostosa, com seios turbinados, a modelo ficou super à vontade durante a transmissão ao vivo nas redes sociais da maior revista masculina do Brasil. As fotos inéditas da segunda parte do ensaio foram divulgadas no site www.belladasemana.com.br.

Nascida em Porto Alegre, a modelo de 26 anos falou sobre seu retorno ao Bella da Semana. “Fico muito feliz que tenham curtido meu primeiro ensaio! Ainda é meio difícil me acostumar com toda a experiência, mas é um processo muito divertido e sinto que nesse novo ensaio vim com mais maturidade e pronta para me divertir mais”.

Bárbara conta que muita coisa mudou na sua vida após posar para o Bella da Semana. “Eu tive que aprender a administrar toda a atenção que recebi nas redes sociais. Tem sido um aprendizado constante pra mim”. A modelo, eleita pelos fãs como a vice-campeã do concurso a “Mais Bella Bunda do Brasil”, conta que não esperava receber o prêmio. “Foi incrível”.

VOTUPORANGA/SP - A Polícia Civil investiga a morte de uma cachorra que foi enforcada e agredida com socos na cidade de Votuporanga.

De acordo com o boletim de ocorrência (B.O) registrado na última sexta-feira (21), a tutora encontrou o animal com sangramento.

O companheiro da mulher relatou à polícia que a cachorra pulou no colo dele, mas caiu. A cadela teria entrado em convulsão e, para acabar com o sofrimento, segundo relato do homem, ele confessou que a enforcou e a agrediu com socos.

Ainda conforme o B.O., um exame confirmou que o animal apresentava sangramento na cabeça que teria sido provocado por pancada. A cadela não resistiu aos ferimentos.

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