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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Dia 3 de fevereiro é celebrado o Dia de São Brás, médico, sacerdote e bispo. Protetor contra os males da garganta e dos animais.

A Paróquia de São Brás em São Carlos terá Missas especiais, bênção das gargantas, além do bolo do Padroeiro. As celebrações começam nesta quarta-feira (02) com a Missa em Louvor a Nossa senhora das Candeias, com bênção das velas ás 19h na igreja da Paróquia, localizada na Rua Orlando Silva, 85, Jardim Dona Francisca.

Na quinta-feira (03) terá bênção do bolo de São Brás, às 8h no Salão de festas, que fica na Avenida Vicente Pelicano, 1.200 – Jardim De Cresci. O bolo está sendo vendido por R$ 5 o pedaço e será entregue no Salão Paroquial das 09h às 18h.

Na igreja de São Brás, terá Missa às 15h com bênção dos doentes e enfermos. E às 19h Missa com Dom Eduardo Malaspina.

E no domingo dia 13, a Paróquia realiza um almoço em comemoração ao Padroeiro. No Cardápio que serve 2 pessoas, e está sendo vendido por R$ 50, terá Leitoa dourada, arroz branco, macarrão à bolonhesa, farofa e maionese, além da sobremesa, que pode ser doce de mamão ou abóbora.

Para adquirir as adesões tanto do bolo quanto do almoço, pode entrar em contato pelo Whatsapp (16) 99724-3117

Toda a Paróquia convida os fiéis a participar das Missas e prestigiar os eventos em comemoração ao Padroeiro!

 

 

Por Erica Roveder

SÃO CARLOS/SP - Na última segunda-feira (31), foi realizada uma audiência pública para tratar de questões relacionadas ao Serviço Integrado de Transporte Sanitário (SITS), que realiza a remoção e transporte de pacientes em tratamento médico. O vereador Bruno Zancheta fez sérios questionamentos quanto a real situação das ambulâncias deste órgão.

 O parlamentar pontuou: “A situação das ambulâncias é precária e caótica. O SITS hoje possui dez viaturas para a realização da remoção e transporte de pacientes, porém, hoje, cinco delas estão quebradas (em manutenção) e isso tem acontecido de forma recorrente. Faço questão de citar uma Amarok, de cor branca (número 428), que está na garagem municipal há mais de dois anos aguardando uma manutenção. Isso é inadmissível, não vamos aceitar e farei o meu papel como vereador de investigar realmente o que aconteceu”.

 “Protocolei hoje um requerimento de urgência para que este tema seja discutido na sessão plenária de hoje. Precisamos que as ambulâncias saiam da garagem e voltem para as ruas para realizar suas atividades. Tomaremos, se preciso for, as medidas jurídicas cabíveis. De uma coisa podem ter certeza: se depender de mim, a população não será penalizada por uma incompetência de gestão”, finalizou o vereador preocupado com este serviço.

EQUADOR - O Banco Mundial aprovou um empréstimo de 700 milhões de dólares para o Equador que permitirá ao governo mitigar o impacto da pandemia e promover a recuperação econômica verde, segundo um comunicado divulgado na terça-feira (1º).

O empréstimo, o primeiro de uma série de três, tem taxa variável e prazo de amortização de 16,5 anos, incluindo um período de 5 anos sem cobrança.

É baseado em dois pilares. Um centrado em promover "uma gestão fiscal mais inclusiva, promover o crescimento e as oportunidades de emprego, reduzindo as barreiras comerciais e a rigidez do mercado de trabalho, e fortalecendo os mecanismos de apoio aos grupos mais vulneráveis", como as pessoas de menor renda e crianças com desnutrição, diz o texto.

O outro pilar promoverá a participação do setor privado no financiamento das energias renováveis não convencionais (NCRE) no país, cuja economia dolarizada depende do petróleo bruto. Também buscará a descarbonização do setor de transporte, a medição de gases de efeito estufa e o desenvolvimento de mercados voluntários de carbono.

O Equador, com 17,7 milhões de habitantes, enfrenta uma crise econômica agravada pelos efeitos da covid-19.

Os governos têm que enfrentar as consequências da pandemia "pensando em soluções que permitam o crescimento sustentável, protegendo quem mais precisa", disse a diretora do Banco Mundial para Bolívia, Chile, Equador e Peru, Marianne Fay.

"O Equador está dando passos importantes para avançar no caminho da transição ecológica, que permitirá construir práticas amigáveis com o planeta e, ao mesmo tempo, evitar o impacto das mudanças climáticas sobre os grupos mais vulneráveis", acrescentou.

O governo equatoriano o descreve o empréstimo como "o reconhecimento do compromisso do Equador com o crescimento sustentado e equitativo com o planeta", nas palavras do ministro da Economia e Finanças, Simón Cueva, citado no comunicado.

A economia do país andino contraiu 7,8% em 2020 devido à pandemia de coronavírus e, segundo estimativas do Banco Central do Equador, cresceu mais de 4% em 2021. Para 2022, espera-se um crescimento de 2,5%.

 

 

AFP

UCRÂNIA - O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, alertou na terça-feira (1°) que existe um "perigo claro" e "iminente" de uma intervenção militar russa na Ucrânia. Segundo ele, se o ataque ocorrer, o Reino Unido vai impor sanções "imediatas" contra Moscou.

Johnson se reuniu com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, para discutir sobre os riscos de uma invasão russa. Logo depois, os dois líderes realizaram uma coletiva de imprensa conjunta.

"Vemos uma grande quantidade de tropas concentradas e preparativos para todo tipo de operações que são coerentes com uma campanha militar iminente", declarou Johnson. O premiê britânico considerou que é "vital" que a Rússia dê "um passo atrás" e opte pelo caminho da diplomacia, uma solução que, segundo ele "ainda é possível".

Johnson garantiu que suas afirmações não são exageradas e que "a arquitetura inteira da segurança da Europa" está ameaçada. "Não há nenhuma dúvida do que o presidente Putin tenta realizar", reiterou. Segundo ele, o líder russo quer intimidar a Ucrânia e induzir os países europeus a repensar suas estratégias.

Já Zelenski declarou que a retirada das tropas russas na fronteira com a Ucrânia seria "um sinal muito importante". "A Rússia deve nos escutar, deve entender que ninguém quer guerra", disse.

Para ele, a mensagem é clara a quem quiser invadir o território ucraniano. "Se uma escalada começar, não será apenas uma guerra entre a Ucrânia e a Rússia, será uma guerra de grande escala na Europa", reiterou.

 

Putin diz que preocupações russas foram ignoradas

Mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou os Estados Unidos de ignorar seus pedidos e de usar a Ucrânia. Falando publicamente sobre o assunto depois de várias semanas de silêncio, o líder russo disse esperar uma solução, "mesmo que não seja fácil".

Putin recebeu o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, aliado da Rússia, mas membro da União Europeia e da Otan: uma forma de mostrar certa divisão no campo ocidental. Mas, segundo Orban, as divergências entre Moscou e os países ocidentais podem ser resolvidas.

O presidente russo não fez nenhuma alusão às dezenas de milhares de soldados posicionados na fronteira da Rússia com a Ucrânia há semanas. A Rússia nega qualquer intenção bélica, mas condiciona a desescalada a garantias para sua segurança. A principal exigência é que Kiev nunca se torne membro da Otan e que a Aliança Atlântica continue sua expansão à Europa do Leste.

 

Blinken e Lavrov expressam desejo por diálogo

Os Estados Unidos rejeitaram esses pedidos em uma carta, na semana passada, e abriram a porta para negociações sobre outros assuntos, como o lançamento de mísseis ou os limites recíprocos aos exercícios militares. No entanto, após a conversa por telefone nesta terça-feira entre o secretário de Estado americano, Antony Blinken, e o ministro das Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, as duas potências rivais expressaram o desejo de continuar dialogando.

O chefe da diplomacia americana "pediu a desescalada russa imediata e a retirada de tropas e equipamentos das fronteiras da Ucrânia", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado. Também "pediu para seguir um caminho diplomático".

Embora Lavrov não tenha dado "nenhum indício" de "uma mudança nos próximos dias" na fronteira ucraniana, ele expressou certo otimismo após a conversa. "Blinken concordou que há razões para continuar o diálogo. Veremos como será", disse Lavrov à televisão russa nesta terça-feira.

 

(Com informações da AFP)

RFI

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