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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Ação foi realizada com o objetivo de cumprir mandados de prisão preventiva nas cidades de Avaré e Itaí.

 

AVARÉ/SP - A Polícia Civil de Avaré prendeu, na quinta-feira (19), sete homens e três mulheres acusados de tráfico de drogas e associação ao tráfico. A ação foi realizada nas cidades de Avaré e Itaí.

Agentes da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Avaré realizaram investigação e identificaram dez criminosos, que tiveram a prisão preventiva decretada pelo Poder Judiciário. A ação contou com apoio de policiais das delegacias de Itaí, Piraju, Taquarituba, Manduri e Itaporanga. No total, foram destacados 40 policiais e 12 viaturas.

Os detidos foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Cerqueira César e para a Penitenciária Feminina de Pirajuí. As investigações prosseguem.

Dois sacos contendo cocaína e utensílios utilizados no tráfico de drogas também foram recolhidos

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 26 anos, por tráfico de drogas, na última terça-feira (17), em um imóvel na rua Edite Augusto Rezende, no Parque Ribeirão Preto, em Ribeirão Preto, no interior do Estado.

Uma equipe da Central de Polícia Judiciária (CPJ) da cidade foi ao local para o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, e como resultado encontrou 10 tijolos de maconha e dois sacos contendo cocaína, além de quatro balanças de precisão, dois rolos de plástico filme, embalagens, quatro fitas adesivas e 37 cápsulas vazias.

No momento das buscas, apenas a companheira do autor estava no local e alegou que não sabia da existência do material. O homem chegou posteriormente e confessou que estava guardando as substâncias e demais produtos para um terceiro, como forma de pagar uma dívida.

Todo o material foi apreendido para perícia e o autor preso em flagrante. Após indiciado, ele permaneceu detido à disposição da Justiça.

Com um dos autores foi encontrado mais de R$ 3 mil em espécie, sacados de uma agência bancária mediante fraude

 

CAMPINAS/SP - A Polícia Civil prendeu dois homens, de 27 e 41 anos, e uma mulher, de 42, pelos crimes de uso de documento falso, estelionato e associação criminosa. A ação ocorreu na quarta-feira (18), no bairro Botafogo, em Campinas.

Os trabalhos foram desempenhados pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) da cidade. Após apurações, os agentes descobriram que uma quadrilha especializada em saques bancários por meio de fraudes estava em um imóvel, na rua Paulo Setúbal, e foram ao local verificar.

Chegando na residência, os policiais civis abordaram dois homens no momento que entravam na casa e, depois de busca pessoal, encontraram mais de um documento de identificação com cada um, com a mesma foto, mas nomes diversos. Questionada, a dupla confessou que os documentos eram falsos e informou sua verdadeira identificação.

Também foram encontrados com os suspeitos R$ 3.401 mil em espécie, os quais um dos criminosos confessou ter adquirido por meio de saque fraudulento.

Dentro da casa, por sua vez, os agentes abordaram uma mulher na posse de mais documentos falsos e encontraram outros documentos em nome de um homem com antecedentes criminais por estelionato a Justiça Federal, bem como dois cofres digitais.

O trio foi preso em flagrante e os documentos, valores e cofres apreendidos.

Exames periciais foram solicitados e a ocorrência registrada na especializada, onde também foi oficializada a captura de um dos homens, que constava como procurado por violência doméstica em Minas Gerais.

A prisão preventiva dos autores foi solicitada e todos encaminhados à Cadeias Públicas, permanecendo detidos à disposição da Justiça.

As investigações prosseguem.

Forças de segurança estaduais recolheram mais de 3,8 toneladas de entorpecentes no primeiro semestre, a maior quantidade registrada para o período, desde 2001

 

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - O trabalho das polícias Civil e Militar na região de São José do Rio Preto para combater o tráfico de drogas retirou mais de 3,8 toneladas de entorpecentes das ruas, nos primeiros seis meses deste ano. A quantidade é a maior para o período em 21 anos e mais que o dobro do total apreendido no primeiro semestre de 2020, o que demonstra a efetividade das ações empregadas, especialmente por parte de unidades especializadas de ambas as Instituições.

No primeiro semestre do ano foram apreendidos 3.878,5 quilos das mais variadas substâncias, sendo 3.706,4 kg de maconha; 145,2 kg de cocaína; 25,9 kg de crack; e o restante de outros tipos de drogas. Em igual período de 2020 foram recolhidos 1.528,4 kg de entorpecentes – 1.400,9 kg de maconha; 110,9 kg de cocaína; 14,6 kg de crack; além de outras substâncias.

Desde 2001, quando teve início a série histórica, essa foi a primeira vez que a quantidade de drogas apreendidas no semestre ultrapassou 3,5 toneladas, já que a segunda maior somatória de entorpecentes recolhidos foi registrada em 2017: 3,192,1 kg.

 

Forte combate ao crime

Os resultados apresentados na atual gestão no combate à criminalidade, especialmente ao tráfico de drogas, são consequência dos investimentos em tecnologia e equipamentos e de outras medidas, como o aumento do efetivo policial nas ruas por meio das megaoperações São Paulo, Interior e Rodovia Mais Segura.

Também houve forte empenho do governo estadual para ampliar as unidades especializadas das polícias Militar e Civil, que têm como foco combater o crime de maneira mais ostensiva.

Prova disso são os Batalhões de Ações Especiais de Polícia (Baep), que atuam de forma semelhante aos padrões do patrulhamento de Choque e agora estão presentes em todo o Estado; além das Divisões Especializadas de Investigações Criminais (Deic), que reúnem todas as atividades de polícia especializada, trazendo mais organização e eficiência, podendo ser encontradas em diversas regiões do território paulista.

Somado a isso, há que destacar o trabalho do policiamento rodoviário, que atua em mais de 20 mil quilômetros de rodovias estaduais, inclusive nas rotas usadas por traficantes para transportar entorpecentes dentro e entre estados. Neste caso, também há equipes especializadas para combater esta e outras naturezas criminais, as quais pertencem ao Tático Ostensivo Rodoviário (TOR).

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