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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta terça-feira (22/06) sete mortes por COVID-19 no município, 4 na cidade e 3 em outros municípios e que foram registradas somente hoje no sistema, totalizando 418 óbitos.

Morreram em São Carlos uma mulher de 87 anos, internada em hospital privado desde 20/06; um homem de 84 anos, internado em hospital privado desde 29/05; um homem de 50 anos, internado em hospital público desde 08/06; e um homem de 43 anos, internado em hospital público desde 20/05.

Três pacientes de São Carlos internados em hospitais de outras cidades também morreram. Em Franca morreu uma mulher de 42 anos no dia 14/06, porém a morte somente foi incluída no sistema nesta terça-feira (22/06); em Araraquara morreu uma mulher também de 42 anos no dia 15/06, mas o óbito somente entrou no sistema agora e em Jaú morreu um homem de 69 anos no dia 15/06 e agora foi incluído no e-SUS.

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São Carlos contabiliza neste momento 22.006 casos positivos para COVID-19 (251 resultados positivos foram divulgados hoje), com 418 óbitos confirmados e 129 descartados.  Dos 22.006 casos positivos, 20.146 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 40 óbitos sem internação, 1.820 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 1.351 receberam alta hospitalar e 378 positivos internados foram a óbito. 21.078 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 39.603 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (135 resultados negativos foram liberados hoje).

Estão internadas neste momento 106 pessoas, sendo 29 adultos na enfermaria. 6 pacientes estão em Unidades de Cuidados Intermediários (UCI - Santa Casa), 2 estão em Unidades de Suporte Ventilatório (USV – HU/UFSCar). No total na UTI adulto estão internadas 64 pessoas, sendo 42 em leitos de UTI/SUS e 22 em leitos de UTI da rede particular. Na enfermaria SUS 4 crianças estão internadas neste momento. 1 criança ocupa vaga de UT/SUS com suspeita da doença. 6 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos neste momento. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS adulto está em 95,45% (42 adultos estão internados). 

Neste momento o município disponibiliza 44 leitos adulto de UTI/SUS para COVID-19, já que a Santa Casa voltou a operar com 30 leitos adulto para UTI/SUS, 20 leitos de UCI, 6 de UTI infantil e 8 de enfermaria o Hospital Universitário (HU/UFSCar) opera com 14 leitos de UTI/SUS adulto, 6 de Unidade de Suporte Ventilatório (USV) e 15 de enfermaria.

UPA – 14 pessoas estão neste momento sendo atendidas em leito de estabilização da UPA do Santa Felícia e do Centro de Triagem. Os pacientes já estão cadastrados e aguardam transferência via CROSS.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 73.285 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 70.680 pessoas já cumpriram o período de isolamento e 2.450 ainda continuam em isolamento domiciliar.

A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal sendo que 48.424 pessoas já realizaram coleta de exames, 33.576 tiveram resultado negativo para COVID-19, 14.580 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 268 aguardam resultado de exame.

BRASÍLIA/DF - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) informou hoje (22) que o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, levou em consideração a “persistência da pressão inflacionária” maior que a esperada, sobretudo entre os bens industriais. Apesar da persistência, o comitê identifica tendência de melhora na economia do país. Na última quarta-feira (16), o Copom elevou a Selic de 3,5% ao ano para 4,25% ao ano.

“Adicionalmente, a lentidão da normalização nas condições de oferta, a resiliência da demanda e implicações da deterioração do cenário hídrico sobre as tarifas de energia elétrica contribuem para manter a inflação elevada no curto prazo, a despeito da recente apreciação do Real”, informou a autoridade monetária ao divulgar a ata da reunião realizada na semana passada pelo comitê.

Apesar da persistência inflacionária apontada, o BC prevê uma “evolução mais positiva do que o esperado” para a economia brasileira, conforme vem sendo identificado nos indicadores recentes que mostram “revisões relevantes” nas projeções de crescimento. Com isso, acrescenta a ata, “os riscos para a recuperação econômica reduziram-se significativamente”.

No cenário externo, a ata registra que estímulos fiscais e monetários em alguns países desenvolvidos têm promovido ”uma recuperação robusta da atividade econômica”, o que corrobora para um cenário mais otimista nesses países.

“No cenário básico, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio partindo de US$/R$ 5,052, e evoluindo segundo a paridade do poder de compra, as projeções de inflação do Copom situam-se em torno de 5,8% para 2021 e 3,5% para 2022”, diz a ata.

Levando em conta esse cenário, o Copom prevê uma trajetória de juros que se eleva para 6,25% ao ano em 2020 e para 6,5% ao ano, em 2022. “As projeções para a inflação de preços administrados são de 9,7% para 2021 e 5,1% para 2022. Adota-se uma hipótese neutra para a bandeira tarifária de energia elétrica, que se mantém em ‘vermelha patamar 1’ em dezembro de cada ano-calendário”, complementa.

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Na avaliação do BC, manifestada semana passada pelo Copom, foi dito que o cenário indica ser apropriada a normalização da taxa de juros para patamar considerado neutro, de forma a mitigar a disseminação dos atuais choques temporários sobre a inflação. “Não há compromisso com essa posição e que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar o cumprimento da meta de inflação”, complementa a nota.

Para a próxima reunião, a expectativa é de “continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude”. O comitê, no entanto, ressalta que uma deterioração das expectativas de inflação para o horizonte “pode exigir uma redução mais tempestiva dos estímulos monetários”.

 

Trajetória

Com a decisão, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse foi o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

 

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

O centro da meta inflacionária, definida pelo Conselho Monetário Nacional, está em 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

 

 

*Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Ação ocorreu na cidade de Rancharia, no interior

 

RANCHARIA/SP - A Polícia Militar, por meio do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), apreendeu mais de 40 produtos de origem Paraguai, desprovidos de documentação fiscal, na segunda-feira (21), em Rancharia, no interior do Estado.

Uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) participava da operação “Paz e Proteção”, pela rodovia Jorge Bassil Dower (SP-421), quando abordou um veículo ocupado por uma mulher que apresentou muito nervosismo.

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Após vistoria no automóvel, foram encontradas diversas mercadorias oriundas do Paraguai, sem nota fiscal, em um fundo falso nas laterais do veículo.

Todos os produtos, dentre eles 32 celulares, cinco fones de ouvido, quatro relógios inteligentes e um tablet, foram apreendidos, assim como o carro conduzido pela autora.

A ocorrência foi apresentada na Receita Federal de Presidente Prudente.

SÃO CARLOS/SP - O  vereador Gustavo Pozzi esteve com o Secretário Municipal de Transporte e Trânsito, Coca Ferraz, na tarde de segunda-feira (21), para discutir sobre o trânsito e melhorias que vêm sendo realizadas na Vila Prado.

O vereador e o secretário enfatizaram o grande crescimento da Vila Prado nos últimos anos e o aumento do fluxo de veículos e pessoas naquela região. Diante disso, discutiram melhorias na infraestrutura do bairro e o sentido de direção do trânsito nas ruas, para melhoria do fluxo e também das condições de passagens e segurança para motoristas e pedestres.

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O crescimento das atividades do comércio naquela área foi outro tema abordado na reunião.

Gustavo Pozzi já protocolou um pedido para realização de uma audiência publica, que foi aprovado pela Câmara Municipal. “A audiência será no mês de julho, para junto da população ampliar o debate”, afirmou o parlamentar, observando que o tema já foi debatido na legislatura passada em duas audiências públicas.

O secretário de Serviços Públicos, Mariel Olmo, também foi convidado para apresentar as melhorias que já ocorreram no bairro e apontar eventuais novos melhoramentos. Durante a audiência pública, a população poderá apresentar suas demandas aos secretários. "É muito importante ouvir a população antes de fazer qualquer grande mudança nos bairros", afirmou Pozzi.

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