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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Com o inverno, as doações historicamente costumam cair, situação que tem se agravado com a pandemia da COVID-19.

 

SÃO CARLOS/SP  – O Banco de Sangue da Santa Casa de São Carlos recebeu na terça-feira (13) as doações do Capitão Rangel Moreira Gregório, Comandante do 4º  Subgrupamento de Bombeiros do 9º  Grupamento de Bombeiros, e dos Cabos Abimael Gonçalves Ramos, Luciano Rodrigo Marques de Souza e Elsio de Andrade. As doações de sangue dos quatro bombeiros dão início à Campanha Bombeiro Sangue Bom em São Carlos.

“A Campanha Bombeiro Sangue Bom foi criada em 2005. E todos os anos, é realizada nos em julho e agosto, meses em que, historicamente, as doações costumam cair em função do inverno, das férias escolares e, agora, também em função da pandemia. Por isso, o nosso objetivo é dar o nosso sangue e estimular a população a fazer o mesmo”, comenta o Capitão Rangel Gregório.

Neste momento, o estoque mais crítico é do tipo O positivo, que conta apenas com 17% do considerado ideal.

“Esse estoque do O positivo nos preocupa bastante, já que é o tipo sanguíneo mais comum entre a população. Por isso, ações como a Campanha Bombeiro Sangue Bom fazem toda a diferença nesse período em que as doações costumam despencar”, comenta a hematologista e médica responsável pelo Banco de Sangue, Andreia Moura de Luca.

O Provedor da Santa Casa, Antônio Valério Morillas Júnior, reforça a importância da Campanha. "Todos os anos, o Corpo de Bombeiros ajuda o nosso Banco de Sangue nesse período em que os estoques costumam cair. E nesse período, em que ainda temos enfrentado a pandemia da COVID-19, esse apoio se torna fundamental. Somos muito gratos aos nossos bombeiros”, comenta.

HISTÓRIA DA CAMPANHA

A Campanha Bombeiro Sangue Bom foi criada em 2005 pelo Corpo de Bombeiros em parceria com a Fundação Pró-Sangue. Em todo o Estado de São Paulo, a iniciativa começa no dia 2 de julho, Dia do Bombeiro e segue até o dia 31 de agosto. Em São Carlos, 95 bombeiros devem fazer a doação ao Banco de Sangue da Santa Casa.

 

SERVIÇO:

BANCO DE SANGUE – HORÁRIOS PARA DOAÇÕES

Segunda a sexta-feira – 8h às 12h

Sábados – 8h às 11 h

 

BANCO DE SANGUE – CANAIS PARA AGENDAMENTO

(16) 99104-6748 (WhatsApp) e (16) 3509-1230 (fixo)

De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h

Na ocasião, foram empossados os membros da Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes 

 

BRASÍLIA/DF - O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 31 anos e recebeu homenagens nesta terça-feira (13), no auditório do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Além da comemoração da data, 11 novas ações do Governo Federal foram apresentadas para fortalecer a legislação. 

Entre as novidades estão a criação do prêmio Brasil Amigo da Criança, a inclusão de um canal de denúncias exclusivo para médicos (tridígito 101) e o lançamento do Sistema Nacional de Cadastramento de Fundos de Direitos. Além disso, o evento apresentou uma versão atualizada do ECA, contendo todo o conjunto de leis que formam o Estatuto e que embasaram a construção de políticas públicas voltadas a crianças e adolescentes.

“Os nossos desafios com relação às crianças são muitos outros: a violência contra as crianças nas redes sociais, temos o estupro de recém-nascidos no Brasil, crianças e adolescentes se suicidando e automutilando. Tantas necessidades, que a gente precisa estar falando todos os dias do ECA, dessa lei que veio para fazer a garantia dos direitos e a proteção integral”, afirmou a ministra Damares Alves.

Para o secretário nacional dos direitos da infância e do adolescente, Maurício Cunha, as iniciativas de fortalecimento do estatuto fazem parte da inovação trazida pela legislação. “O ECA reafirmou a responsabilidade da família, da sociedade e do Estado de garantir as condições para o pleno desenvolvimento dessa população, além de colocá-la a salvo de toda forma de discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”, avaliou.

A cerimônia contou com a participação da primeira-dama Michelle Bolsonaro; do ministro da Cidadania, João Roma; da secretária de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani; do senador Izalci Lucas; e de representantes dos ministérios da Economia, da Educação e da Defesa.

Fortalecimento do ECA

A cerimônia lançou 11 ações complementares ao ECA:

Lançamento do Tridígito +101: a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), apresentou o canal exclusivo (tridígito 101) para médicos dentro do Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e do Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).

A criação do novo canal tem como objetivo viabilizar denúncias de violações de direitos humanos, além da notificação de casos suspeitos ou confirmados de violência autoprovocada. Por meio dele, o encaminhamento de denúncias de notificação compulsória, realizadas pelos profissionais da área de saúde, pode ser feito de forma anônima.

Lançamento da versão atualizada do ECA: a SNDCA divulgou a versão atualizada do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com todo o conjunto de leis que formam o Estatuto e que embasaram a construção de políticas públicas voltadas a crianças e adolescentes. Faça o download.

Lançamento do ECA em Libras: a SNDCA, em parceria com a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDPD), lançou o Estatuto da Criança e do Adolescente em linguagem direcionada para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Saiba mais.

O processo de tradução do ECA envolveu a interpretação do texto na língua-fonte (português) e sua reformulação na língua-alvo (Libras), de forma a torná-lo compreensível. A norma foi traduzida para atender às necessidades específicas das pessoas surdas ou com deficiência auditiva.

“Precisamos reafirmar nosso compromisso com as crianças e adolescentes cegos, surdos, autistas, com síndrome de down, com deficiência e com doenças raras, de todas as regiões do Brasil. Suas vidas precisam ser valorizadas e protegidas”, reforçou a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Assinatura da Portaria de Instituição do Prêmio “Brasil Amigo da Criança”: o MMFDH instituiu o "Prêmio Brasil Amigo da Criança" como uma das ações da Política Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente. A premiação tem o objetivo de selecionar, premiar e disseminar as melhores práticas na promoção, defesa e fortalecimento dos direitos de crianças e adolescentes, em apoio à implementação de políticas públicas em Direitos Humanos, nas esferas municipal, estadual e federal.

Assinatura do Protocolo de Intenções com a Marinha do Brasil: o apoio da Marinha do Brasil contribuirá para a execução de ações que permitam a promoção e fortalecimento dos direitos das crianças e adolescentes de comunidades ribeirinhas e marítimas localizadas em regiões de difícil acesso, ao redor do país.

Assinatura de Portaria que normatiza o cadastramento dos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e institui o serviço “Alô Cadastro”: a assinatura dispõe sobre o cadastramento de Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente para encaminhamento à Secretaria da Receita Federal do Brasil. Além disso, foi instituído o serviço de atendimento aos gestores e operadores dos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescentes com objetivo de elucidar dúvidas e orientar em relação ao cadastro dos dados relativos aos Fundos, denominado “Alô Cadastro”.

Lançamento do Sistema Nacional de Cadastramento de Fundos de Direitos: o Sistema de Cadastro dos Fundos de Direitos propicia mais segurança e assertividade para gestores municipais e estaduais e os Conselhos gestores dos Fundos. A ferramenta minimizará os erros e inconsistências, propiciando que os recursos dos Fundos Municipais e Estaduais atinjam o alvo da política que são as crianças e adolescentes.

Lançamento de novos cursos da ENDICA: os novos cursos de ensino à distância da Escola Nacional dos Diretos da Criança e do Adolescente (ENDICA) são direcionados aos profissionais que atuam no Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA) e à sociedade civil em geral.

Entrega de Veículos aos Conselhos Tutelares: entregas das chaves de 24 veículos adquiridos por meio de emendas parlamentares destinadas à equipagem de conselhos tutelares do Distrito Federal.

Posse dos membros da Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes: o Decreto nº 10.701, de 17 de maio de 2021, instituiu a Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes (CIEVCA). O grupo priorizará o combate das violências física, sexual, psicológica e institucional contra a criança e ao adolescente.

Posse dos membros da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (CONAETI): os membros da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (CONAETI) tomaram posse no evento. O MMFDH faz parte da composição da CONAETI.

 

RIO DE JANEIRO/RJ - Aos 60 anos, Monique Evans está na expectativa de ser avó, acompanhando o processo de tentativa de gravidez da filha Bárbara Evans, de 30 anos. A modelo já saiu em defesa da filha após polêmica com embriões em nova etapa do tratamento de fertilização in vitro (FIV) ao qual Bárbara Evans está se submetendo. Desta vez, em entrevista à "Quem", ela contou sobre como tem sido a batalha da filha e a angústia que tem passado ao acompanhar o processo.

"Para mim, é como se ela já tivesse grávida. Ela está sofrendo muito para fazer o tratamento, que é muito complicado. Ela fez três ciclos. Não é simplesmente uma vez só. Ela fez três vezes seguidas. Ela liga chorando e com dor. Meu coração fica apertadinho. Vou para lá dar meu colinho para ela. Vou ficar louca quando tiver meus netos", explicou Monique Evans, que se reconciliou com Cacá Werneck.

Bárbara Evans tem compartilhado com seus seguidores todo o tratamento de FIV, de forma a inspirar outras mulheres que têm o sonho de ser mães. Casada com o empresário Gustavo Theodoro desde 2020, o casal iniciou o tratamento da FIV em junho deste ano, após passar lua de mel na Tanzânia. A decisão veio ao descobrirem que ambos têm dificuldade para reproduzir.

Monique Evans defende Bárbara após críticas por biópsia em embriões

Monique já é avó de Valentina, de 13 anos, filha de seu primogênito, Armando Aguinaga, de 43 anos. "Já tenho a Valentina, que agora está uma mocinha e morando em Barcelona. É um grande orgulho para mim, porque ela é inteligentíssima e já sabe falar várias línguas. Fico passada com ela. A Valentina é muito educada, inteligente, uma menina de ouro", disse ela.

Ansiosa para os novos netos, Monique tem acompanhado de perto a filha em busca do sonho de ser mãe. Ao submeter os embriões coletados a uma biópsia, para saber se teriam câncer, Bárbara Evans teve a decisão criticada por alguns internautas. Eles alegaram que o embrião possuir uma célula cancerígena não significa que ele terá câncer e, por isso, não descartariam o possível feto na hora de realizar a fecundação, como Bárbara já expressou que fará.

Monique falou sobre em seu Instagram, e, na entrevista, reforçou mais uma vez a sua opinião, dizendo que é para evitar riscos pelo histórico de câncer das famílias do casal. "Ela está fazendo o bebê in vitro. Ela ainda não sabe quando e quantos bebês vai colocar, porque ainda vai fazer o teste cancerígeno. Como do lado da minha família muita gente teve câncer e do lado do Gustavo também, eles optaram por fazer esse teste para ver os embriões que não têm isso no DNA", explicou a modelo.

Bárbara Evans ganhou 13kg por medicamentos na tentativa de engravidar

A campeã do "A Fazenda 6" revelou nesta terça-feira que está otimista com o tratamento e exibiu o peso que adquiriu durante o processo, após ser indagada por fãs, que já brincam dizendo que a barriga de Bárbara parece de gravidez. "Conclusão, agora estou +13kg de pura gostosura e um pouco de inchaço, claro!!", disse ela em seu Instagram.

A filha de Monique Evans demonstrou entusiasmo com o peso e revelou que estava feliz por ser por uma boa causa. "Mas sem neura!! É por um motivo maravilhoso e eu estou maravilhosa", concluiu. No entanto, Bárbara revelou em bate-papo anterior com os fãs anterior que pretende perder peso. "Vou sim (fazer dieta). Mas agora não é o momento de pensar nem em dieta e nem perda de peso", afirmou.

 

 

*Por: Raphaela Fernandes / PUREPEOPLE

JOANESBURGO - Multidões entraram em conflito com a polícia e saquearam e incendiaram shopping centers em cidades da África do Sul nesta terça-feira, com informações sobre dezenas de mortos depois que os protestos desencadeados pela prisão do ex-presidente Jacob Zuma evoluíram para a pior onda de violência em anos.

As manifestações que seguiram a prisão de Zuma na semana passada por seu não comparecimento em uma audiência que investiga corrupção se ampliaram para saques e depredações, evidenciando a fúria geral em relação às dificuldades e a desigualdade que persistem no país, mesmo 27 anos após o fim do apartheid.

A pobreza tem sido exacerbada por restrições sociais e econômicas severas adotadas com o objetivo de conter a propagação da Covid-19.

Autoridades de segurança dizem que o governo está trabalhando para conter a onda de saques e violência, que se espalhou da casa de Zuma na província de KwaZulu-Natal (KZN) para a maior cidade do país, Joanesburgo, e para a província em de Gauteng em seu entorno, assim como para a cidade portuária de Durban, na costa do Oceano Índico.

O Serviço Policial Sul-Africano (SAPS, na sigla em inglês) disse na noite de terça-feira que 72 pessoas morreram e 1.234 foram presas nos últimos dias de protestos, que agora se transformaram em ondas desenfreadas de tumultos e saques.

Há informações de episódios esporádicos de violência em duas outras províncias, e de "policiais patrulhando áreas consideradas de ameaça em um esforço para impedir possíveis episódios de criminalidade", afirmou o SAPS. Soldados foram enviados às ruas para conter as agitações.

Zuma, de 79 anos, foi condenado no mês passado por desafiar uma ordem de um tribunal constitucional para cooperar com um inquérito que investiga corrupção de alto nível durante seus nove anos no governo, encerrados em 2018.

 

 

*Por Alexander Winning e Wendell Roelf / REUTERS

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