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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - A atividade econômica continua se fortalecendo nos Estados Unidos e apresenta um crescimento "de robusto a moderado", afirma o Federal Reserve (Fed) em seu relatório sobre a conjuntura divulgado nesta quarta-feira.

De acordo com o chamado Livro Bege, publicado duas semanas antes da reunião de política monetária do banco, observa-se "um crescimento acima da média" nos setores de transporte, turismo, indústria manufatureira e serviços não financeiros.

Das 12 regiões do Fed, sete mencionam uma "forte alta dos preços". Ainda que alguns dos profissionais ouvidos para o relatório considerem que se trata de uma situação temporária, "a maioria espera novos aumentos dos custos de produção e dos preços de venda nos próximos meses".

A principal causa do aumento dos preços é o acúmulo de gargalos nas redes de abastecimento, "causando escassez de materiais e mão de obra, atrasos nas entregas e redução nos estoques de muitos produtos de consumo", aponta o texto.

O presidente do Fed, Jerome Powell, reconheceu nesta quarta-feira que a inflação continuará elevada nos próximos meses, mas afirmou que a mesma diminuirá assim que os gargalos e outros problemas temporários forem resolvidos.

Embora as perspectivas para a demanda melhorem, muitos participantes do estudo "expressaram incerteza, até mesmo pessimismo", em relação à melhora dos problemas de abastecimento, adverte o relatório.

O crescimento do emprego ainda é "leve ou modesto" em três quartos das regiões do sistema. A dificuldade para encontrar mão de obra continua e deve durar até o começo do outono, de acordo com o Livro Bege divulgado nesta quarta-feira, que cobre o período de meados de maio a 2 de julho.

 

 

*Por: AFP

EUA - O Twitter anunciou na 4ª feira (14) o fim da ferramenta “Fleets”, similar aos Stories do Instagram. O recurso será desativado em 3 de agosto por não corresponder às expectativas da rede social.

“Esperávamos que os Fleets ajudassem mais pessoas a se sentirem confortáveis ​​em participar das conversas no Twitter. Mas, desde que apresentamos o recurso a todos, não vimos um aumento no número de novas pessoas entrando nas conversas com o Fleets, como esperávamos”, diz comunicado.

Segundo a empresa, a ferramenta vinha sendo usada por pessoas já ativas na rede social para divulgar seus próprios tweets.

Um dos objetivos do Fleets, segundo a big tech, é intensificar o engajamento de pessoas com “ansiedade” – já que o conteúdo compartilhado fica disponível por 24 horas.

“Estamos evoluindo o que é o Twitter e tentando coisas maiores e mais ousadas para servir à conversa pública. Algumas dessas atualizações, como o Fleets, são especulativas e não funcionarão. Seremos rigorosos, avaliaremos o que funciona e saberemos quando seguir em frente e nos concentrar em outro lugar”, encerra a empresa.

 

 

 

*Por: Rafael Barbosa / PODER360

CANADÁ - Uma onda de calor extremo na região oeste do Canadá pode ter matado cerca de 1 bilhão de animais marinhos, segundo pesquisadores da Universidade de British Columbia. Enfrentando altas temperaturas desde o fim de junho, o país já registrou calor recorde acima dos 40 graus na área urbana e mais de 50 graus em rochas e areia da praia.

Os especialistas acreditam que, quando a temperatura subiu, moluscos foram “cozidos” vivos em uma praia de Vancouver e agora estão apodrecendo, gerando cheiro ruim na costa.

Em entrevista à CNN, um professor de zoologia da Universidade de British Columbia disse que foi vistoriar os animais após o calor extremo e sentiu o cheiro forte de longe. Christopher Harley indica a situação como “uma catástrofe”.

Segundo Harley, os moluscos conseguem enfrentar altas temperaturas ativando um mecanismo que armazena água das marés, mas, com o calor e baixa no regime das marés, esses animais não conseguiram resistir.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

AMAZÔNIA - Um estudo publicado na quarta-feira (14), na revista científica Nature, indicou que a devastação em regiões de floresta afetada pelo desmatamento está causando um fenômeno inverso: ao invés de absorver carbono, a floresta está emitindo mais gases tóxicos.

O levantamento foi liderado por uma pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a cientista Luciana Vanni Gatti, e apontou que a floresta amazônica emite 0,29 bilhão de toneladas de carbono por ano além do que consegue absorver.

A região mais crítica fica na região sudeste da Amazônia, ponto de fronteira com outros biomas e berço do chamado “arco do desmatamento”.

Para chegar aos números apontados no levantamento, a equipe de pesquisa coletou 590 amostras do ar em diferentes altitudes, variavando entre 4.420 metros e 300 metros acima do nível do mar. Para realizar o trabalho, foram usados aviões em quatro pontos da Amazônia entre 2010 e 2018.

A pesquisa publicada na Nature também se diferenciou na forma de coleta do material de análise, isso porque outros projetos científicos medem o carbono disponível no tronco das árvores, enquanto a equipe de Luciana Gatti mediu o CO2 que está no ar. Acredita-se que essa forma de análise consiga monitorar o nível gases tóxicos na atmosfera com mais exatidão.

A íntegra do estudo pode ser acompanhada clicando aqui.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

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