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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Na quarta-feira (17), deputados e senadores decidiram derrubar vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a diferentes projetos aprovados no Congresso Nacional.

Entre os vetos que caíram está um que permitiria a cobrança dos novos impostos sobre consumo em fundos de investimento. A derrubada da medida foi acordada pelo governo junto à bancada do agronegócio.

Um dos vetos derrubados resultou no aumento de R$ 164,8 milhões no Fundo Partidário, dinheiro público repassado aos partidos para se manterem. O dispositivo, aprovado pelo governo, mas vetado pelo Congresso, previa dar ganho real para o fundo, a partir do reajuste pela inflação desde 2016.

Além disso, o Congresso derrubou vetos a jabutis incluídos no projeto das eólicas em alto-mar, resultando em aumento da conta de luz, que pode ficar 3% mais cara para população para bancar projetos de interesse de empresários do setor elétrico, como construção de pequenas centrais elétricas e de eólicas no Rio Grande do Sul.

Os vetos aumentam os gastos do governo e a população terá que desembolsar esses valores. 

Nas redes sociais, parlamentares do 'centrão', direita e extrema-direita estão sendo duramente criticados, uma vez que levaram à diante votações para afrontar o governo Lula. Os nomes de Nikolas Ferreira (PL), do presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta (Republicanos) e Davi Alcolumbre (União Brasil) tiveram mais menções negativas.

A hashtag "Congresso Inimigo do Povo" tomou conta das redes sociais: "Já avisou todo mundo nos grupos da família e dos amigos que a conta de luz vai às alturas graças ao Centrão e à extrema direita? Eles trabalham duro contra o povo!", "Depois de cobrar cortes de gastos, o próprio Congresso aprovou medidas que deixaram a conta de luz mais cara. Lula tentou impedir. O país sai derrotado" e "Hugo Motta cobra cortes do governo, mas propõe parlamentares somarem verba de deputado e aposentadoria. Um rombo para os cofres e que será pago pelo povo", foram alguns comentários no X (ex-Twitter).


 Veja a lista completa dos vetos derrubados:
 

  • Fundo Partidário: O dispositivo, aprovado pelo governo, mas vetado pelo Congresso, previa dar ganho real para o fundo, a partir do reajuste pela inflação desde 2016.
  • Bioinsumos e Autocontrole Agropecuário (2022) – Congresso retoma isenção de registro para bioinsumos
  • Nova Lei de Licitações (2023) – Derrubados vetos sobre disputa fechada e regras administrativas
  • Registro e Taxação de Agrotóxicos (2023) – Congresso restabelece taxa e uso de recursos para inovação sanitária
  • Pesquisas com Seres Humanos (2024) – Retomadas regras sobre indígenas e fornecimento de medicamento experimental
  • Infraestrutura Verde e Autopeças (2024) – Restaurado incentivo a postos com GNL e importação de peças
  • Licenciamento para Atividades Espaciais (2024) – Congresso impõe prazo máximo para autorizações ambientais
  • Revisão de Benefícios Sociais (2024) – Projeto que dispensa reavaliação do BPC é totalmente restaurado
  • Diretrizes Orçamentárias 2025 (2024) – Oito trechos da LDO vetados por Lula são retomados
  • Indenização às Vítimas do Zika (2025) – Projeto garante pensão e indenização após derrubada de veto
  • Marco da Energia Offshore (2025) – Restaurados trechos que podem impactar tarifa de luz em R$ 197 bilhões
  • Isenção para Fundos FIIs e Fiagros (2025) – Fundos ficam livres de novos tributos sobre consumo
  • Programa de Transição Energética (2025) – Paten volta a valer após rejeição de vetos

 

 por Rafael Damas

BELO HORIZONTE/MG - Acabou a ansiedade, pois o cantor Suel desembarca em Belo Horizonte nesta semana com a sua consagrada label "Pôr do Suel", com mais de quatro horas de show. O evento acontece no sábado, 21 de junho, no Mineirão, e promete uma experiência inesquecível ao unir música, cultura e o charme do pôr do sol com convidados especiais. Ainda há ingressos à venda por meio da plataforma Ingresse

 

A edição na capital mineira será o segundo show de uma série de apresentações programadas do “Pôr do Suel” para as principais capitais do Brasil. O objetivo da apresentação é proporcionar para os apaixonados por pagode um clima contagiante durante o pôr do sol. A edição vem com uma grande novidade que é o palco em formato de 360 graus, proporcionando uma visão privilegiada para o público presente. O brinde coletivo vai ser um dos momentos de interação com fãs celebrando o sucesso do Label “Pôr do Suel”, que faz estreia no estádio Mineirão. 

 

O “Pôr do Suel” oferece dois setores à escolha do público. Quem optar pela Área VIP contará com banheiro exclusivo, praça de alimentação restrita e acesso privilegiado à frente do palco, garantindo mais comodidade e uma vista diferenciada do evento. Já no setor Open Bar, além de praça de alimentação e banheiro exclusivos e proximidade ao palco, o destaque fica para o serviço de bebidas liberadas durante todo o evento, incluindo cerveja, vodka nacional, gin, energético, Xeque Mate, tônica, ice, sucos, refrigerantes e água. 

 

Serviço

Evento: Pôr do Suel em BH

Data: 21 de junho, sábado

Horário: a partir das 15h

Local: Mineirão – Belo Horizonte/MG  

 

Setores

Área VIP:

Banheiro exclusivo

Praça de alimentação exclusiva

Acesso privilegiado à frente do palco

 

Open Bar

Praça de alimentação e banheiro exclusivos

Acesso à frente do palco

Bebidas liberadas durante todo o evento, incluindo: cerveja, vodka nacional, gin, energético, Xeque Mate, tônica, ice, sucos, refrigerante e água.

Ingressos: https://www.ingresse.com/por-do-suel-belo-horizonte/

SÃO CARLOS/SP - Já imaginou se uma substância natural pudesse fortalecer nossas células e impedir que vírus respiratórios — como os da gripe ou da COVID-19 — conseguissem nos infectar? Esse foi o foco de uma pesquisa brasileira que mergulhou nas propriedades de uma molécula chamada baicaleína, encontrada em uma planta usada há séculos pela medicina tradicional chinesa (Scutellaria baicalensis / Escutelária Chinesa / Huang Qin / Raiz Dourada). Embora seja um nome pouco conhecido do público, a baicaleína pode estar entre as futuras armas no combate a infecções virais.

Os pesquisadores mostraram que essa molécula tem a capacidade de interagir com as membranas celulares humanas e, dependendo do tipo de célula, reforçar suas defesas naturais. Segundo o pesquisador do FCL/UNESP, Pedro Henrique Benites Aoki e um dos autores do estudo “Isso pode representar um novo tipo de proteção contra vírus que atacam o sistema respiratório, como o coronavírus, o vírus da gripe e o vírus sincicial respiratório (VSR), entre outros”.

Um escudo invisível: como a baicaleína age nas nossas células

Todas as nossas células são envoltas por uma membrana — uma camada microscópica composta basicamente por gorduras (lipídios), que funciona como uma espécie de “parede inteligente”, controlando o que entra e sai. Quando um vírus ataca nosso corpo, ele precisa atravessar essa barreira para infectar a célula e, por isso, fortalecer essa estrutura é uma estratégia promissora para bloquear o início da infecção.

O estudo, publicado neste ano de 2025 na respeitada revista científica Langmuir (VER AQUI), investigou exatamente como a baicaleína interage com modelos de membranas celulares. Para isso, os cientistas utilizaram dois tipos diferentes de células humanas cultivadas em laboratório: as Células HEp-2, da região da faringe, que costumam ser altamente vulneráveis a infecções respiratórias, e as Células A375, da pele, que normalmente não são infectadas por vírus respiratórios.

E o que os pesquisadores descobriram foi surpreendente: Nas células HEp-2, a baicaleína ajudou a compactar e organizar melhor a membrana celular. Isso a torna mais rígida e resistente — dificultando a entrada de vírus. Já nas células A375, o efeito foi o contrário, ou seja, a membrana ficou mais fluida e desorganizada, sem efeitos protetores. Resumidamente, a baicaleína parece atuar de forma inteligente e seletiva, protegendo principalmente as células mais vulneráveis a infecções respiratórias.

Por que isso é um avanço importante?

Atualmente, a maioria dos medicamentos antivirais age, tentando impedir a sua replicação. Essa estratégia é eficaz, mas tem limitações, já que muitas vezes, quando os sintomas aparecem, o vírus já está bem instalado no organismo. Além disso, os vírus podem sofrer mutações e se tornar resistentes a esses medicamentos, como já aconteceu com várias variantes do SARS-CoV-2. A baicaleína traz uma proposta diferente, que é reforçar a defesa das células antes da infecção acontecer, tornando o corpo um terreno hostil para os vírus. Isso representa uma abordagem inovadora e complementar à medicina tradicional, podendo ser especialmente útil como forma de prevenção. Imagine um futuro em que pessoas com maior risco — como idosos, portadores de doenças respiratórias crônicas ou profissionais de saúde — possam tomar um suplemento com baicaleína para reduzir as chances de infecção em períodos de alta circulação viral. Parece promissor!

Outros benefícios da baicaleína

A baicaleína não é apenas antiviral. Ela também apresenta propriedades antioxidantes, que ajudam a combater o envelhecimento celular, e anti-inflamatórias, que reduzem processos inflamatórios crônicos associados a várias doenças. Isso significa que seu uso pode trazer benefícios amplos à saúde, especialmente em situações que envolvem estresse celular, infecções ou lesões. Em estudos anteriores, por exemplo, a baicaleína já demonstrou proteger os pulmões de danos causados por vírus e melhorar a sobrevivência de células infectadas — inclusive em testes com o coronavírus.

O que falta para virar um medicamento?

Apesar dos resultados promissores, a baicaleína ainda não está disponível como tratamento aprovado contra infecções virais, isso porque a ciência exige um processo rigoroso para transformar descobertas de laboratório em medicamentos seguros e eficazes.

Contudo, as próximas etapas incluem:

a)Testes em células vivas e tecidos reais, para confirmar os efeitos observados em modelos simplificados;

b)Estudos em animais para entender como a baicaleína se comporta no organismo — como é absorvido, distribuído, metabolizado e eliminado;

c)Ensaios clínicos em humanos para avaliar segurança, dose ideal, possíveis efeitos colaterais e, claro, sua real eficácia;

d)Desenvolvimento de formulações práticas, como cápsulas, sprays nasais ou inaladores, que garantam que a baicaleína chegue ao local desejado — principalmente aos pulmões e vias respiratórias.

Ciência e natureza: uma parceria com grande futuro

Esse estudo mostra como a união entre a sabedoria tradicional e a pesquisa científica moderna pode gerar soluções inovadoras. Muitas vezes, a natureza já oferece moléculas potentes — e o papel da ciência é compreender como elas funcionam e como os cientistas a podem usar da melhor forma. “Num mundo que ainda enfrenta os impactos das pandemias e o surgimento de novas variantes virais, buscar estratégias que fortaleçam o organismo e atuem preventivamente é mais urgente do que nunca”, conforme afirma o docente, pesquisador do IFSC/USP e coautor deste estudo, Prof. Dr. Osvaldo Novais de Oliveira Junior.

A baicaleína urge como uma promessa nesse cenário e talvez, no futuro, essa molécula que hoje está nas raízes de uma planta ancestral possa estar nas farmácias, ajudando a proteger milhões de pessoas.

Bruna Alves Martins é a primeira autora deste estudo e faz parte do grupo Nanotec, coordenado pelo Prof. Dr. Pedro Henrique Benites Aoki. Ela realizou seu projeto de pesquisa de iniciação científica com bolsa Fapesp (2023/17301-5) durante a graduação em Engenharia Biotecnológica, investigando as interações moleculares do flavonoide baicaleína.

Ela segue investigando esse flavonoide agora no mestrado, junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências e Tecnologia de Materiais (POSMAT), com bolsa Fapesp (2025/00626-4).

Para conferir esta pesquisa, acesse - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2025/06/martins-et-al-2025-baicalein-interactions-with-lipid-membrane-models-implications-for-its-protective-role-against.pdf

SÃO CARLOS/SP - No dia 11 de junho, São Carlos recebeu uma visita política de grande relevância para o fortalecimento das pautas voltadas à população negra, periférica e quilombola. Por articulação da vereadora Larissa Camargo (PCdoB), o município teve a honra de acolher Beto Oliveira, chefe de gabinete da deputada estadual Leci Brandão (PCdoB), em uma agenda estratégica voltada à construção de parcerias e ao encaminhamento de novos recursos estaduais.

A comitiva foi brevemente recebida pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Lucão Fernandes (PP), em um encontro institucional que reforçou o compromisso com o diálogo interinstitucional e com as pautas que impactam diretamente a vida da população. Na ocasião, foi anunciado que o programa estadual SOS Racismo chegará ao município de São Carlos, resultado direto da articulação do mandato de Larissa Camargo junto ao mandato da deputada Leci Brandão.

“Essa visita demonstra o compromisso da deputada Leci Brandão com São Carlos e com as lutas que atravessam a nossa população. Estamos construindo pontes sólidas entre os territórios, os movimentos sociais e os mandatos populares para garantir transformação real”, destacou a vereadora Larissa Camargo.

Após a recepção na Câmara, a agenda seguiu com a equipe para uma visita técnica ao espaço cultural Flor de Maio, referência comunitária que necessita de investimentos para sua revitalização e continuidade. O encerramento aconteceu no NEAB/UFSCar (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros), instituição reconhecida nacionalmente pelo trabalho acadêmico e social voltado à população negra.

As reuniões permitiram identificar caminhos concretos para parcerias futuras e indicaram o envio de recursos estaduais para ações estruturantes em áreas diversas. A deputada Leci Brandão, por meio de sua equipe, reiterou seu apoio às demandas levantadas e o compromisso de fortalecer o diálogo com São Carlos.

"Seguiremos com responsabilidade política e escuta ativa, honrando nossas raízes e abrindo caminhos para uma cidade mais justa, que respeite e valorize seus territórios e sua gente", concluiu a vereadora Larissa Camargo.

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