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EUA - A American Airlines registrou lucro líquido GAAP de US$ 99 milhões no quarto trimestre, equivalente a US$ 0,15 por ação, bem abaixo da projeção de analistas consultados pela FactSet, que esperavam lucro de US$ 0,37 por ação, segundo balanço divulgado na terça-feira, 27. No acumulado de 2025, o lucro líquido por esse critério contábil somou US$ 111 milhões, ou US$ 0,17 por ação diluída.

A receita no quarto trimestre alcançou US$ 14,0 bilhões, em linha com as projeções, marcando um recorde para o período. No ano cheio, a companhia reportou receita recorde de US$ 54,6 bilhões. A empresa destacou, porém, que o shutdown do governo dos Estados Unidos teve impacto negativo de aproximadamente US$ 325 milhões na receita do quarto trimestre.

Excluindo itens especiais, o lucro líquido ajustado foi de US$ 106 milhões no quarto trimestre, ou US$ 0,16 por ação, e de US$ 237 milhões em 2025, equivalente a US$ 0,36 por ação. Entre os destaques financeiros, a American Airlines informou que reduziu sua dívida total em US$ 2,1 bilhões ao longo de 2025, avançando no processo de desalavancagem do balanço.

Para 2026, a companhia projeta lucro por ação ajustado entre US$ 1,70 e US$ 2,70 no ano. Além disso, espera gerar fluxo de caixa livre superior a US$ 2 bilhões em 2026, apoiado por disciplina de custos e melhora operacional.

Às 9h18 (de Brasília), as ações da American Airlines avançavam 3,57% no pré-mercado de Nova York, após queda na véspera diante do impacto da nevasca americana na malha aérea.

 

 

por Estadao Conteudo

MUNDO - A companhia aérea americana American Airlines, gravemente afetada pela pandemia de coronavírus, alertou nesta última quarta-feira (15) que poderá demitir até 25.000 funcionários em outubro.

A empresa considerava que o tráfego aéreo seria restaurado nesse momento, mas "infelizmente não é esse o caso", lamentaram dois executivos da empresa em uma mensagem aos funcionários, destacando que as receitas com passagens aéreas caíram 80% em junho com relação ao ano anterior.

"Com a taxa de infecções subindo em vários estados que estão novamente impondo medidas de quarentena, a demanda por transporte aéreo cai novamente", acrescentaram.

A American Airlines, que tem 130.000 funcionários, anunciou no início de julho que planejava ter 20.000 pessoas a mais do que o necessário para operar no outono boreal.

A empresa espera reduzir o número de demissões por meio de planos de saída antecipada ou férias prolongadas sem remuneração.

As companhias aéreas americanas receberam uma ajuda do governo de cerca de 25 bilhões de dólares para enfrentar a queda brutal na venda de receitas desde o início da expansão da COVID-19. Em troca, prometeram não cortar empregos até 30 de setembro.

A United Airlines também alertou na semana passada que poderá demitir até 36.000 pessoas em outubro, mais de um terço de sua força de trabalho.

 

 

*Por: AFP

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