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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - O nome Orkut voltou a agitar as redes sociais brasileiras na quarta-feira (9), reacendendo a nostalgia de uma geração que passou boa parte da adolescência entre scraps, depoimentos e comunidades como “Eu odeio acordar cedo” e “Tenho preguiça até de ter preguiça”. A expectativa foi alimentada por uma antiga promessa de seu criador, o engenheiro turco Orkut Büyükkökten.

Embora a declaração mais recente sobre o possível retorno da plataforma seja de 2022, a movimentação online foi suficiente para levar “Orkut” e “Orkut vai voltar” aos trending topics. O texto, publicado no site oficial da rede social, ainda está no ar e afirma que a equipe está “trabalhando duro para trazer o Orkut de volta”.

“Estamos construindo algo novo e mágico. Algo que coloca a comunidade em primeiro lugar. Onde você é mais do que um número, um algoritmo ou um alvo de anúncios”, diz o criador, sem oferecer prazos ou detalhes sobre o formato da nova versão.
Nas redes, o clima é dividido entre empolgação e ceticismo. Enquanto alguns dizem que “só voltam se puder ver quem visitou o perfil”, outros comemoram a chance de reviver os tempos de “me adiciona que eu te adiciono”.

O futuro da plataforma, no entanto, ainda é nebuloso. Não se sabe se os dados dos antigos perfis serão recuperados ou se o Orkut começará do zero. Após o fim da rede, em 2014, o Google disponibilizou por tempo limitado o download dos arquivos de usuários — muitos não conseguiram recuperar suas informações.

O Orkut foi desativado oficialmente há mais de uma década, quando perdeu espaço para concorrentes como o Facebook. No auge, chegou a reunir cerca de 30 milhões de usuários no Brasil, seu principal mercado.

Depois do encerramento, Büyükkökten tentou lançar outra rede social, a Hello Network, com proposta semelhante. O projeto, no entanto, não deslanchou e foi encerrado em 2022 — o mesmo ano da última publicação sobre o retorno do Orkut, que desde então permanece sem atualizações.

Mesmo assim, o criador mantém um campo no site oficial para quem quiser deixar o e-mail e receber novidades.

 

 

por Notícias ao Minuto

ESPANHA - O mês de junho de 2025 foi o mais quente já registrado na Europa Ocidental, com duas intensas ondas de calor que atingiram a região entre os dias 17 e 22 e a partir de 30 de junho. O alerta foi feito pelo programa Copernicus, da União Europeia, especializado no monitoramento das mudanças climáticas.

De acordo com Samantha Burgess, climatologista do serviço, os eventos foram "excepcionais" e tendem a se tornar mais frequentes e severos com o avanço do aquecimento global. Durante o período, vários países ultrapassaram regularmente os 40 °C, com registros de até 46 °C em regiões da Espanha e de Portugal.

O dia 30 de junho, em especial, foi apontado como um dos mais quentes da história do verão europeu. Na região ao norte de Lisboa, o Índice Climático Térmico Universal — que leva em conta umidade e vento — chegou a 48 °C, representando um nível extremo de estresse térmico para os seres humanos.

Além do calor em terra firme, o Mediterrâneo Ocidental enfrentou uma onda de calor marinha. A temperatura da superfície do mar bateu 27 °C em média no último dia do mês, um novo recorde. Segundo o Copernicus, isso aumentou a umidade do ar e dificultou o resfriamento noturno nas áreas costeiras, intensificando o desconforto térmico.

Em escala global, junho de 2025 foi o terceiro mais quente da história, atrás apenas de junho de 2024 e muito próximo de junho de 2023. Estimativas da agência France-Presse com base nos dados do Copernicus indicam que cerca de 790 milhões de pessoas em 12 países — entre eles Japão, Coreia do Sul, Paquistão e Tajiquistão — viveram o junho mais quente já registrado.

Um relatório divulgado em abril pelo Copernicus em parceria com a Organização Meteorológica Mundial (OMM) já havia antecipado o agravamento das temperaturas na Europa. Quase metade do continente bateu recordes anuais de calor em 2024, e cerca de 60% enfrentou mais dias do que a média sob "estresse térmico forte".

O documento também destacou que o número de dias com estresse térmico forte, muito forte ou extremo foi o segundo maior da história do continente.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Mais de duas dezenas de pessoas foram hospitalizadas na última quinta-feira (10), em uma aparente 'overdose' em massa, em Baltimore, nos Estados Unidos.

O departamento de bombeiros locais foram ativados para um incidente que envolvia várias pessoas que pareciam estar sofrendo uma 'overdose', no bairro de Penn-North, reporta a NBC News.

Pelo menos 25 pessoas foram transportadas para uma unidade de saúde, sendo que cinco estão em estado considerado grave, afirmou o líder da corporação, John Marsh.

O Departamento de Saúde Pública também foi ativado e, deslocando-se ao local, teria distribuído naloxona às vítimas, medicamento indicado para o tratamento emergencial da 'overdose' ou intoxicação por analgésicos opioides.

"Estamos percorrendo o bairro para distribuir Naloxona para evitar mais danos e salvar vidas", informou esta entidade nas redes sociais.

Um oficial disse que o número de pessoas hospitalizadas pode aumentar, dado que se identificaram outros casos semelhantes em outras partes da cidade.

Por esse motivo, as autoridades mantém se no local, à espera que mais casos sejam reportados.

Segundo a NBC, a polícia está a tratar o caso como se tratando de um crime, embora ainda não se saiba o que poderá ter provocado esta reação.

 

NOTICIAS AO MINUTO

PEQUIM - Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou na sexta-feira (11), em relação ao anúncio de uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, que "tarifas não devem se tornar ferramentas de coerção, intimidação ou interferência nos assuntos internos de outros países".

O presidente Donald Trump fez a ameaça em carta, alegando "ataques insidiosos do Brasil às eleições livres e aos direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos" e supostos déficits comerciais dos EUA na relação com o Brasil.

Mao acrescentou, em sua curta resposta durante a entrevista coletiva diária da chancelaria, que "a igualdade soberana e a não interferência em assuntos internos são princípios importantes da Carta das Nações Unidas e também normas básicas das relações internacionais".

No início da semana, durante a cúpula do grupo Brics no Brasil, a porta-voz já havia reagido a outra ameaça de Trump, de aplicar uma sobretarifa de 10% sobre os produtos de "qualquer país que se alinhe às políticas antiamericanas dos Brics".

Ela disse então que o grupo visa a cooperação entre emergentes e "não tem nenhum país como alvo". Voltou a argumentar que, "no que diz respeito à imposição de tarifas, a China declarou repetidamente sua posição de que não há vencedores em guerras comerciais e tarifárias e o protecionismo não leva a lugar nenhum".

Segundo relatos também divulgados nesta sexta pela chancelaria em Pequim, o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, criticou as tarifas americanas em encontros bilaterais durante uma reunião da Asean (Associações das Nações do Sudeste Asiático) em Kuala Lampur, capital da Malásia.

Ao chanceler do Camboja, sobretaxado em 36% por Trump, afirmou que "os EUA impõem altas tarifas ao Camboja e aos países do Sudeste Asiático na tentativa de privar todas as partes de seu direito legítimo ao desenvolvimento", inclusive a China, alvo indireto das pressões americanas.

Acrescentou acreditar que os países da região "têm capacidade de lidar com a situação, manter suas posições de princípio e salvaguardar seus próprios interesses e os interesses comuns de todas as partes", também referência à China.

Ainda nesta sexta, Wang Yi encontrou-se em Kuala Lampur com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

 

 

 por Folhapress

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