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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - O Ministério do Comércio da China criticou nesta terça-feira, 26, a inclusão de 29 empresas chinesas na lista de restrições dos EUA sobre entidades ligadas ao "Ato de Prevenção do Trabalho Forçado Uigur".

"É um ato típico de coerção econômica em nome dos 'direitos humanos'. A China condena e se opõe firmemente, e apresentou reclamações solenes aos EUA", disse o porta-voz do ministério.

O Ministério do Comércio chinês negou que exista trabalho forçado em Xinjiang, alegando que os EUA decidiram impor sanções sobre as empresas chinesas sem qualquer evidência sólida.

Segundo o porta-voz, as ações americanas violam direitos humanos da população de Xinjiang, prejudicam os interesses das empresas chinesas e ameaçam a estabilidade de cadeias globais de suprimento.

"Pedimos que os EUA parem imediatamente a manipulação política e os ataques, interrompendo a repressão irrazoável de empresas chinesas", afirmou o porta-voz. "A China tomará as medidas necessárias para proteger os interesses e direitos legítimos de empresas chinesas."

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

EUA - O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor novas tarifas sobre importações do México, Canadá e China assim que assumir o cargo. A medida seria parte de seus esforços para conter a imigração ilegal e o tráfico de drogas.

Se aplicadas, as tarifas podem elevar significativamente os preços de produtos para os consumidores americanos, desde combustíveis até automóveis. Atualmente, os Estados Unidos são o maior importador de bens do mundo, com o México, China e Canadá como seus principais fornecedores.

Trump utilizou a rede social Truth Social para fazer as declarações, criticando o aumento da imigração ilegal, apesar de dados recentes apontarem que as travessias na fronteira sul registraram o menor número em quatro anos.

"No dia 20 de janeiro, como uma das minhas primeiras ordens executivas, assinarei todos os documentos necessários para impor ao México e ao Canadá uma tarifa de 25% sobre TODOS os produtos que entram nos Estados Unidos, devido às suas fronteiras abertas e ridículas", escreveu.

O republicano afirmou que essas tarifas continuarão em vigor "até que as drogas, especialmente o fentanil, e todos os imigrantes ilegais parem de invadir nosso país". Ele também acusou o México e o Canadá de permitirem a entrada de "crime e drogas em níveis nunca antes vistos", embora os índices de criminalidade violenta tenham caído desde os picos registrados durante a pandemia.

Trump ainda direcionou críticas à China, alegando ter realizado "muitas conversas" com o governo chinês sobre o envio de drogas como o fentanil para os Estados Unidos, mas "sem sucesso". Ele anunciou que planeja implementar uma tarifa adicional de 10% sobre produtos chineses, além das tarifas já existentes.

Não está claro se Trump levará as ameaças adiante ou se as utiliza como estratégia de negociação antes de assumir o cargo. Especialistas afirmam que tarifas punitivas poderiam afetar significativamente as economias do Canadá e do México, além de colocar em xeque o acordo comercial de 2020, mediado por Trump e que deve ser revisado em 2026.

Scott Bessent, indicado por Trump para o cargo de secretário do Tesouro, defendeu as tarifas como "uma ferramenta importante para atingir os objetivos de política externa". Ele argumentou que tarifas podem ajudar a pressionar aliados a aumentarem seus gastos com defesa, abrir mercados estrangeiros para exportações americanas e combater a imigração ilegal e o tráfico de drogas.

Embora Trump insista que drogas e imigrantes ilegais estejam entrando em níveis alarmantes, dados oficiais mostram uma redução significativa nas travessias ilegais. Em outubro, foram registradas 56.530 detenções na fronteira sul, menos de um terço das ocorrências no mesmo mês do ano passado.

Além disso, apreensões de fentanil na fronteira aumentaram drasticamente durante o governo Biden. Em 2024, cerca de 12.247 quilos da droga foram interceptados, em comparação com 1.154 quilos apreendidos em 2019, durante o mandato de Trump.

Se implementadas, as tarifas prometidas por Trump poderiam representar um grande desafio econômico para os parceiros comerciais dos Estados Unidos e criar tensões no cenário internacional, colocando em xeque os esforços anteriores de cooperação econômica e diplomática.

 

NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

EUA - A X Corp., empresa de Elon Musk responsável pela rede social X, interveio no caso da compra do site InfoWars, do conspiracionista Alex Jones, pela publicação satírica The Onion. A transação, que incluiu o site e outros ativos relacionados, agora enfrenta resistência devido às contas do InfoWars na rede social X.

O The Onion venceu o leilão pela aquisição do InfoWars, mas a X Corp. argumenta que as contas da plataforma não pertencem a Alex Jones ou ao InfoWars, e, portanto, não podem ser vendidas. Nos documentos apresentados em tribunal nesta segunda-feira, a empresa afirmou: “A venda das Contas X, conforme solicitado, seria uma transferência indevida da licença para utilizar os Serviços da X Corp. Tal venda violaria claramente os Termos de Serviço da X Corp. e os seus direitos de propriedade”.

Os advogados da X sustentam que as contas na rede social são "propriedade exclusiva" da empresa, de acordo com seus Termos de Serviço, e não podem ser vendidas ou licenciadas sem consentimento prévio. “Estão tentando vender algo que não possuem ou sobre o qual não têm qualquer interesse legal”, acrescentaram.

A decisão marca mais um episódio controverso envolvendo Elon Musk e Alex Jones. Em 2023, pouco após Musk assumir o controle do então Twitter, as contas do InfoWars, que haviam sido banidas permanentemente em 2018 pela antiga administração, foram restauradas.

Segundo o site TechCrunch, este movimento reforça o apoio de Musk a Jones e ao InfoWars, mesmo em meio a diversas controvérsias envolvendo o teor conspiratório e polêmico do conteúdo do site.

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

EUA - Restos humanos foram encontrados em um carro na Geórgia, nos Estados Unidos, em uma descoberta que pode estar relacionada ao desaparecimento de um casal nova-iorquino, cujo paradeiro é desconhecido há 44 anos.

O veículo foi localizado em um lago, e um osso humano submerso foi descoberto na última sexta-feira, conforme informou a polícia do Condado de Glynn.

O carro "é semelhante à descrição do veículo que Charles e Catherine Romer estavam dirigindo quando seu desaparecimento foi reportado em abril de 1980", afirmaram as autoridades locais. Até o momento, não há confirmação sobre a identidade dos restos humanos encontrados, e o lago está sendo esvaziado para verificar se há outros indícios.

O casal estava retornando para casa, em Miami Beach, na Flórida, e durante a viagem hospedou-se no hotel Holiday Inn em Brunswick, Geórgia. No dia seguinte, os funcionários do hotel notaram que o casal não havia passado a noite no local e informaram às autoridades sobre o desaparecimento.

Na época, Charles, de 73 anos, e Catherine, de 75, desapareceram enquanto a mulher usava joias avaliadas em aproximadamente 81 mil dólares. As autoridades suspeitaram de um possível crime.

"Com base em nossa experiência, acreditamos que essas pessoas foram sequestradas e mortas por conta das joias, e o carro e os corpos foram escondidos na água", disse George Baker, mergulhador de resgate, à APNews em 1998, após participar de buscas pelo veículo durante anos.

 

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