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Ivan Lucas

Ivan Lucas

 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O Procon de São Carlos e o Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano, com o apoio da Guarda Municipal e a Policia Militar, realizaram no final da tarde da última segunda-feira (13/04), uma vistoria em um depósito de gás localizado na região do Jardim Monte Carlo. O local estava funcionando com o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros vencido e com denúncia de venda com preço acima da média geral.

A diretora do Procon São Carlos, Juliana Cortes, informou que recebeu várias denúncias de prática de preço abusivo de venda de gás em depósitos de gás na cidade. Por falta de segurança e documentação, o depósito foi interditado.

A chefe de Fiscalização, Leila Figueiredo Lima, disse que a proprietária do estabelecimento foi notificada a apresentar a nota fiscal da compra dos botijões para a devida comprovação da venda abusiva.

O secretário de Segurança Pública, Samir Antônio Gardini, informou que estão sendo realizadas operações especificas da Força Tarefa em depósitos de gás, para verificar o cumprimento das legislações municipais e estaduais.

IBATÉ/SP - Funcionários e voluntários do Centro Comunitário "João Baptista Lopes", Departamento de Assistência Social e de Educação, da cidade de Ibaté, estão confeccionando máscaras de pano aos servidores da Secretaria Municipal da Saúde especialmente os motoristas das ambulâncias e setores administrativos alem dos profissionais da educação que estão nas escolas .

Desde o início da pandemia provocada pelo coronavírus, uma corrida mundial em busca desse o EPI (Equipamento de Proteção Individual), fez com que ele sumisse das prateleiras. No Brasil, o Ministério da Saúde realiza compras de fornecedores nacionais e internacionais, em grandes quantidades, para garantir a proteção dos profissionais de saúde, que trabalham na assistência às pessoas doentes.

Além de eficiente, a máscara é um equipamento simples, que não exige grande complexidade na sua produção e pode ser um grande aliado no combate à propagação do coronavírus, protegendo você e outras pessoas ao seu redor.

Para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, que são simples. É preciso que a máscara tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja dupla face. E mais uma informação importante: ela é individual. Não pode ser dividida com ninguém.

As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente. O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.

Para ajudar toda a população brasileira, o Ministério da Saúde elaborou algumas orientações para que a população faça as máscaras com os materiais que têm em casa.

SAIBA COMO FAZER A SUA MÁSCARA

  • * Em primeiro lugar, é preciso dizer que a máscara é individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem com mãe, filho, irmão, marido, esposa etc. Então se a sua família é grande, saiba que cada um tem que ter a sua máscara, ou máscaras;
  • * A máscara pode ser usada até ficar úmida. Depois desse tempo, é preciso trocar. Então, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano;
  • * Mas atenção: a máscara serve de barreira física ao vírus. Por isso, é preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face;
  • * Também é importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano estará sempre protegendo a boca e o nariz e não restarão espaços no rosto;
  • * Use a máscara sempre que precisar sair de casa. Saia sempre com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar;
  • * Chegando em casa, lave as máscaras usadas com água sanitária. Deixe de molho por cerca de 30 minutos;

 

Projeto, que tem parceria da UFSCar, busca voluntários para responderem questionários online

 

SÃO CARLOS/SP - Muitas pessoas dependem de cadeira de rodas para se locomover e o equipamento deve atender às necessidades específicas do seu usuário. Assim, o ideal é que o fornecimento da cadeira de rodas seja acompanhado por profissional capacitado. Nesse contexto, uma pesquisa realizada em São Carlos pretende identificar o perfil de atuação desses profissionais da Saúde e sua interação com os usuários de cadeira de rodas.
O estudo é desenvolvido pelo mestrando Ramon Guedes de Camargo, no âmbito do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Bioengenharia da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa é orientada por José Marques Novo Júnior, docente do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana (DEFMH) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e coordenador do Laboratório de Inovação e Empreendedorismo em Tecnologia Assistiva, Esporte e Saúde (Lietec) da Instituição, que é parceiro do projeto.
De acordo com os pesquisadores, o trabalho tem por objetivo identificar os principais problemas na interação entre profissionais e usuários de cadeira de rodas e oferecer soluções práticas que possam ser implementadas no cenário da oferta do equipamento no Brasil.
Para desenvolver o estudo estão sendo recrutados voluntários que deverão responder questionários online específicos para usuários de cadeira de rodas (http://bit.ly/pesquisaCRusuarios) e para profissionais da Saúde que prescrevem o uso do equipamento (http://bit.ly/pesquisaCRprofissional). A participação está aberta até o dia 31 de julho.
Mais informações sobre a pesquisa e o contato direto da equipe estão disponíveis no site https://ramonrgcamargo.com. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 10881219.4.0000.5504).
Equipamentos são destinados a profissionais de Saúde de Sorocaba, Piracicaba, Limeira e Santos

 

SOROCABA/SP - Um grupo de voluntários de três instituições públicas de ensino de Sorocaba está produzindo equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais que atendem pacientes infectados por Coronavírus. O grupo, denominado Solidariedade 3D, está focado principalmente na utilização da ferramenta de impressão 3D para a construção de diferentes tipos de máscaras, protetores faciais, peças para respiradores, entre outros.
A equipe conta com participantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), incluindo estudantes do Campus de Sorocaba e pesquisadores do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia Assistiva (NTA) da Instituição; alunos dos cursos de Manufatura Avançada e Sistemas Biomédicos e pesquisadores do Núcleo Biotecnol da Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (Fatec); estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp, campus de Sorocaba), além de outros voluntários.
No momento, o grupo está concentrado na produção de protetores tipo "face shield" (do Inglês, "escudo facial") que protege totalmente a face, evitando a propagação de doenças transmissíveis pela saliva e fluidos nasais. "Esse tipo de EPI evita respingos de saliva e de fluidos nasais que possam ocorrer durante atendimento médico. É recomendado para profissionais que entram em contato com pacientes infectados desde a recepção em hospitais até o atendimento em UTI", explica a equipe Solidariedade 3D.
O desenvolvimento dos protetores "face shield" envolve a etapa de desenho da estrutura a ser impressa, a impressão 3D propriamente dita, o lixamento, o corte a laser dos visores e o corte manual dos elásticos. Na sequência, é feita a montagem dos protetores, com os encaixes dos visores e elásticos na estrutura, a higienização, o embalamento e, por fim, a distribuição.
Até o momento foram produzidos cerca de 250 protetores e existe, atualmente, uma demanda de mais 350 unidades. "A demanda está crescente e é oriunda de instituições localizadas em outras cidades além de Sorocaba, tais como Piracicaba, Limeira e Santos", destaca o grupo. Entre as instituições que receberam protetores estão o Hospital Regional de Sorocaba, o Hospital Regional de Piracicaba, a Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba, o Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (GPACI) e a Policlínica Municipal de Sorocaba.

Recursos
Até o momento, os protetores têm sido produzidos com equipamentos e ferramentas do NTA-UFSCar, obtidos por meio de projetos de pesquisa concluídos e financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e alocados em laboratório do Departamento de Engenharia de Produção (DEP-So) do Campus Sorocaba da UFSCar. Já os insumos - como filamentos de impressão, elásticos e placas de plásticos transparentes - estão sendo angariados a partir de doações, algumas realizadas pelos próprios voluntários, e também com recursos arrecadados via plataforma de financiamento coletivo online.
O grupo continua solicitando doações de materiais. Mais informações sobre a iniciativa ou sobre doações podem ser consultadas no site https://solidariedade3d.wixsite.com/covid19 e também nas páginas do projeto no Facebook (facebook.com/solidariedade3d/) e no Instagram (instagram.com/solidariedade3d?r=nametag).

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