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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME) realiza no próximo sábado (24/08), das 9h às 13h, na Fundação Educacional São Carlos (FESC), localizada na rua São Sebastião, nº 2.828, na Vila Nery, mais uma edição do Dia do Folclore.

O Dia Municipal do Folclore foi instituído no calendário oficial do município pela Lei Municipal nº 20.832/2022. O objetivo do evento é valorizar as manifestações próprias da cultura popular brasileira, reconhecer e festejar a riqueza do folclore brasileiro com suas lendas, mitos, brinquedos e brincadeiras.

A programação será abertura às 9h com a apresentação da Banda da APAE, apresentação do Ballet - CeMEAR, apresentação do musical do Espaço Dom Luciano, às 10h a  Fanfarra e o Grupo de Dança Nave Sal da Terra ocupam o palco, às 11h, tem Girafulô e a partir do meio dia tem aulão de capoeira.

Entre as atividades serão ofertadas oficinas de xilogravura, rabo de gato, chás, danças da cultura popular, brinquedos e brincadeiras tradicionais, confecção de chincha e 5 marias, de pipas, de peteca, fuxico, pintura corporal e arte gráfica dos povos indígenas, além disso vai ter Exposição de Quadro String art e contação de causos folclóricos e músicas folclóricas, amarelinha africana, arte figurativa com argila, contação de causos e cordel, corrida do saco e brincadeiras de roda.

Ônibus com passe livre sairão das seguintes escolas para  FESC: EMEB Ulysses Ferreira Picollo (Eduardo Abdelnur), EMEB Afonso Fioca Vitali (Cidade Aracy), EMEB Antonio Stela Moruzzi (Jardim Tangará), EMEB Arthur Natalino Deriggi (Cidade Aracy II), CEMEI Homero Frei (Santa Felícia), CEMEI Professor Antônio Cotrim (Jardim Munique), CEMEI Pedro Pucci (Jacobucci) e do CEMEI Monsenhor Alcindo Siqueira (Jacobucci). A saída das escolas será 8h30 e o retorno da FESC será 12h30.

O evento tem como parceiros Museu da Ciência e Tecnologia Profº Mário Tolentino, FESC, APAE São Carlos, Fundação Pró-Memória, SiBISC, CeMEAR, Nave Sal da Terra, Espaço Dom Luciano e Salesianos.

BRASÍLIA/DF - A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com julho de 2023.

Também é o melhor desempenho arrecadatório para o acumulado de janeiro a julho. No período, a arrecadação alcançou o valor de R$ 1,53 trilhão, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,15%.

Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no site da Receita Federal.

Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 214,79 bilhões, representando acréscimo real de 9,85%. No acumulado do ano, arrecadação da Receita alcançou R$ 1,45 trilhão, alta real de 9,07%.

Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, resultado do comportamento da atividade produtiva e, de forma atípica, pela tributação dos fundos exclusivos, atualização de bens e direitos no exterior e pelo retorno da tributação do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis.

Ainda, houve aumento da arrecadação no mês em razão da situação de calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul, pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Por outro lado, a situação levou à perda de arrecadação no acumulado do ano. O estado foi atingido por enchentes nos meses de abril e maio, o pior desastre climático da sua história, com a destruição de estruturas e impacto a famílias e empresas. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram afetados.

“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 6,77% na arrecadação do período acumulado e de 8,28% na arrecadação do mês de julho”, informou a Receita Federal.

 

Receitas atípicas

No acumulado do ano, a Receita Federal estima em R$ 7,3 bilhões a perda de arrecadação com o diferimento de tributos federais em razão dos decretos de calamidade pública dos municípios do Rio Grande do Sul.

Considerando apenas o mês de julho, houve uma receita extra de R$ 700 milhões pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Contribuições previdenciárias com vencimentos em abril, maio e junho de 2024 foram postergadas para julho, agosto e setembro de 2024, respectivamente. Enquanto o Simples Nacional com vencimento em maio foi postergado para junho e o com vencimento em junho foi postergado para julho.

Contribuindo para melhorar a arrecadação, em julho, houve recolhimento extra de R$ 270 milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) - Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu no mesmo mês de 2023. De janeiro a julho, essa arrecadação extra chegou a R$ 13 bilhões. A lei que muda o Imposto de Renda incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a renda obtida no exterior por meio de offshores foi sancionada em dezembro do ano passado.

Ainda assim, no total do mês de julho, a arrecadação do IRRF-Rendimento de Capital teve redução de 1,11% em relação a julho de 2023, alcançando R$ 8,75 bilhões, resultado, principalmente, da queda de receitas de aplicações e fundos de renda fixa. Já no acumulado do ano, a arrecadação com esse item chega a R$ 81,93 bilhões, crescimento real de 17,83%, sendo R$ 13 bilhões decorrentes da tributação dos fundos exclusivos.

Com base na mesma lei das offshores, as pessoas físicas que moram no Brasil e mantêm aplicações financeiras, lucros e dividendos de empresas controladas no exterior tiveram até 31 de maio para atualizar seus bens e direitos no exterior. Com isso, no acumulado do ano, o Imposto de Renda Pessoa Física apresentou uma arrecadação de R$ 45,36 bilhões, com crescimento real de 18,14%. Só com a regularização, foram arrecadados R$ 7,49 bilhões.

A reoneração das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre combustíveis contribuiu para evitar a perda de arrecadação. Em julho de 2023, a desoneração com esses tributos foi de R$ 3 bilhões.

Por outro lado, em julho de 2023 houve receita de R$ 1,07 bilhão do imposto de exportação de óleo bruto, o que não houve em julho deste ano. No acumulado do ano de 2024, a perda de arrecadação com esse item chegou a R$ 3,57 bilhões do imposto de exportação sobre óleo bruto, a qual integrava essa agregação.

 

Outros destaques

Também foram destaque da arrecadação de julho o PIS/Pasep e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 45,26 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 22,04%. No acumulado do ano, o PIS/Pasep e a Cofins arrecadaram R$ 302,46 bilhões. O desempenho é explicado, entre outros aspectos, pelo retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e pela atividade produtiva, com aumento na venda de bens e serviços.

No mês passado, houve crescimento de recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. A arrecadação somou R$ 52,15 bilhões, com crescimento real de 6,2% sobre o mesmo mês de 2023. O resultado é explicado pelo acréscimo real de 8,04% na arrecadação do balanço trimestral e de 9,67% do lucro presumido.

Já a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 53,559 bilhões em julho, com crescimento real de 6,04%. Esse resultado se deve à alta real de 5,81% da massa salarial e a postergação do pagamento para municípios gaúchos, além do crescimento de 15% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a julho de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.

No acumulado do ano, a Receita Previdenciária teve aumento real de 5,45%, chegando a R$ 371,69 bilhões.

 

Indicadores macroeconômicos

A Receita Federal apresentou os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação no mês, todos positivos.

Entre eles, estão o crescimento da venda de bens e serviços, respectivamente, em 2% e 1,3% em junho (fator gerador da arrecadação de julho) e alta de 3,58% e 1,38% entre dezembro de 2023 e junho de 2024 (fator gerador da arrecadação do período acumulado).

A produção industrial também subiu 5,63% em junho passado e 2% no período acumulado. O valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, teve alta de 18,39% em junho de 2024 e de 5,54% entre dezembro de 2023 e junho deste ano.

Também houve crescimento de 10,28% da massa salarial em junho e de 11,38% no acumulado encerrado no mês.

 

Por Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil

Atividade integra ciclo que aborda a Universidade para o futuro e será aberta ao público

 

SÃO CARLOS/SP - No próximo dia 27 de agosto, o Instituto de Estudos Avançados e Estratégicos (IEAE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza a terceira conferência do ciclo "Universidade para o futuro". O evento é aberto a todo o público e abordará a temática "O futuro da Universidade: os desafios da pesquisa e da inovação". A atividade é gratuita e tem início às 14h30, no auditório do edifício Sérgio Mascarenhas, na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. O evento também será transmitido pelo canal UFSCar Oficial no YouTube.

O tema será apresentado por Helena Nader, Presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e membro do Conselho do IEAE, e por Igor Manhães, Diretor de Planejamento e Relações Institucionais da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A curadoria da conferência é dos professores da UFSCar Adilson Jesus Aparecido de Oliveira, diretor do IEAE, e Ernesto Pereira, coordenadora da Embrapii UFSCar-Materiais.

De acordo com Adilson de Oliveira, o tema da atividade coloca em debate dois aspectos fundamentais que merecem atenção especial. "No caso da pesquisa, é importante frisar que a ela não é algo apenas associado ao pesquisador, mas que a universidade deve pensar em direcionamento para os projetos de pesquisa assim como fazem grandes instituições do exterior", destaca Adilson, reforçando que a inovação será abordada a partir da Embrapii, que financia importantes projetos de pesquisa. 

O ciclo "Universidade para o futuro" teve início no ano passado e a iniciativa pretende refletir sobre como a universidade - no Brasil e no mundo - precisa se repensar a partir das várias crises que a sociedade enfrenta, como política, sanitária, de desinformação, além da emergência climática. Para Oliveira, "a universidade é uma instituição que não mudou muito nos últimos séculos, e é preciso que se olhe de um novo ponto de vista, para que também a sociedade a veja de forma diferente, para que perceba sua relevância, busque o espaço acadêmico para compartilhar e buscar soluções para os seus problemas, confie no potencial do conhecimento especializado, dentre outras interações possíveis".

PIRACICABA/SP - Um homem, de 30 anos, foi preso com cerca de 220 quilos de drogas, entre maconha, crack e cocaína, além de uma arma e mais de R$ 460 em espécie. O flagrante aconteceu na quarta-feira (21), na região do bairro Santa Terezinha, em Piracicaba, no interior de São Paulo.

Policiais Militares da Força Tática estavam em patrulhamento quando desconfiaram de um veículo. O motorista não obedeceu à ordem de parada, dando início a um acompanhamento.

As equipes alcançaram o suspeito, realizaram a vistoria no carro e encontraram alguns tijolos de drogas. Posteriormente, os policiais acompanharam o homem até um apartamento onde ele armazenava o restante das substâncias ilícitas.

No local, foram encontrados pelo menos 280 tijolos de maconha e cocaína, além de uma pedra de crack. Os militares também apreenderam uma espingarda, sete munições, 12 balanças de precisão, quatro placas de veículo, seis cadernos com anotações sobre o tráfico, dois celulares e 300 embalagens usadas para acondicionar as substâncias ilícitas.

Os itens foram apreendidos para a perícia. O suspeito foi encaminhado à 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes, da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, onde permaneceu preso por tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

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