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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Uma dermatologista de 41 anos, residente em São Carlos, teve sua assinatura falsificada, em um caso que gerou suspeitas de fraude por parte de uma ex-paciente.

A médica disse que foi informada sobre o ocorrido após receber uma ligação de uma farmácia de manipulação, que questionava sobre a fórmula de um medicamento solicitado por uma mulher. Ao ouvir o nome da paciente, a dermatologista reconheceu como sendo de uma ex-paciente que não atende há 4 anos.

A farmácia enviou à médica uma foto da receita em questão, que estava datada de julho de 2024. Ao examinar o documento, a dermatologista identificou que sua assinatura havia sido falsificada.

Diante da situação, ela registrou um boletim de ocorrência junto à Polícia Civil, que agora investiga o caso.

SÃO CARLOS/SP - O caso que vamos relatar envolve uma igreja evangélica localizada na Vila Isabel, onde a CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) descobriu, durante uma inspeção, um esquema de furto de energia elétrica conhecido como “gato”.

A fraude foi detectada através de um medidor de energia que estava "travado", o que impedia o registro correto do consumo de energia, sugerindo uma adulteração intencional para reduzir a conta de luz.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, a concessionária estima que o prejuízo causado pela fraude ultrapassa R$ 11 mil. Esse tipo de crime é classificado como estelionato, que envolve enganar alguém para obter vantagem ilícita.

A CPFL, ao identificar tal irregularidade, costuma adotar medidas legais contra os responsáveis, que podem incluir multas, cobranças retroativas, além de ações criminais, como é o caso registrado.

BRASÍLIA/DF - A marca de balas Dori anunciou, na quinta-feira, 22 de agosto, que vai recolher produtos fabricados em Rolândia (PR) no período de 21 de junho a 10 de julho de 2024, "devido a um potencial risco de contaminação com Salmonella muenchen", segundo comunicado da empresa.

Na segunda-feira (19), após ser avisada pela Dori sobre esses possíveis riscos, a Anvisa publicou no Diário Oficial da União uma determinação proibindo a comercialização, a distribuição e o uso de lotes específicos do alimento [veja imagens abaixo].

Segundo a fabricante, os pontos de venda e estabelecimentos varejistas foram orientados a interromper imediatamente a venda dos seguintes produtos (dependendo do lote e da validade), distribuídos nacionalmente:

  • Bala Hortelã Recheada 30x600G
  • Bala Bolete Tutti Frutti 30x600G
  • Bala Hortelã Mint 30x600G
  • Bala Morango Recheada 30x600G
  • Dori Regaliz Tijolo 16x60G
  • Bala Lua Cheia Chantilly 24x600G
  • Bala Yogurte100 Morango 24x600G
  • Bala Yogurte100 Morango 24x400G

Ainda de acordo com a empresa, "o processo de descontaminação, limpeza e higienização da planta fabril afetada já foi concluído."

O que a contaminação pode provocar?

A ingestão da bactéria Salmonella muenchen pode causar infecção gastrointestinal, cujos sintomas mais comuns são:

  • dor abdominal;
  • diarreia;
  • febre
  • e vômito

Orientação aos consumidores

A Dori orienta que os consumidores que já compraram os lotes dos alimentos acima não os consumam e entrem em contato com o serviço de atendimento ao cliente para esclarecer dúvidas sobre o recolhimento e/ou o processo de reembolso.

Telefone: 0800 707 4077, de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 17:00 e aos sábados das 8:00 às 12:00

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

g1

BRASÍLIA/DF - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 21, um projeto de lei complementar que fixa os prazos de inelegibilidade em oito anos e favorece políticos condenados pela Lei da Ficha Limpa. A votação se deu de forma simbólica, e um requerimento de urgência foi enviado ao plenário da Casa. O relator da matéria, Weverton Rocha (PDT-MA), no entanto, descartou a possibilidade de a votação ocorrer nesta semana.

A proposição foi aprovada na Câmara em setembro do ano passado e é de autoria da deputada Dani Cunha (União Brasil-RJ). O pai da parlamentar, o ex-presidente da Casa e deputado cassado Eduardo Cunha (PRD-SP), poderá ser um dos beneficiados pelo projeto.

A proposta em debate no Senado determina que o período de inelegibilidade passe a ser único, de oito anos contados a partir de um destes marcos: data da decisão que decretar a perda do mandato; data da eleição na qual ocorreu prática abusiva; data da condenação por órgão colegiado; ou data da renúncia ao cargo eletivo.

Pela legislação em vigor, o político que se torna inelegível não pode concorrer nas eleições que se realizarem durante o restante do mandato e nos oito anos seguintes ao término da legislatura.

Com a possível mudança, Cunha, por exemplo, que teve o mandato cassado em 2016, completaria os oito anos previstos em 2024. Pelas normas atuais, o ex-presidente da Câmara está cassado até 2027.

 

Abuso de poder

No caso de condenação pela Justiça Eleitoral por abuso de poder político ou econômico, o projeto prevê que o candidato ficará inelegível quando houver cassação do mandato, diploma ou registro, o que não é exigido atualmente. O projeto fixa ainda um limite máximo de 12 anos para condenações por inelegibilidade, mesmo por condenações sucessivas em processos diferentes.

O advogado Márlon Reis, um dos criadores da Lei da Ficha Limpa, afirmou que o afrouxamento das regras poderia beneficiar também o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e declarado inelegível até 2030.

Segundo o advogado, a inelegibilidade de Bolsonaro não implicou cassação de registro ou diploma, já que ele perdeu o pleito e não foi diplomado, o que permitiria ao ex-presidente recuperar sua elegibilidade. "Parece que não mudou nada, mas mudou muito", disse Reis. Caso o projeto seja sancionado como lei, as novas regras têm aplicação imediata, inclusive para condenações preexistentes.

Na avaliação de um grupo de advogados eleitoralistas, capitaneados por Márlon Reis, o projeto em discussão no Senado pode implicar um "caos político". Em manifesto, eles alertam que reverter a Lei da Ficha Limpa "atenta contra a soberania popular, contraria o interesse público e serve apenas para dar livre acesso à candidatura a cargos eletivos a indivíduos que deveriam estar fora do processo político".

 

Apoio

O relator do projeto, por sua vez, afirmou que a mudança "aperfeiçoa a legislação eleitoral". O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também defendeu o texto. "Apoio a iniciativa de restabelecermos a ordem jurídica e democrática. Se for da minha vontade, vota agora", declarou.

"É que nem cassar o diploma de um médico. É preciso ter muita parcimônia", disse o senador Dr. Hiran (PP-RR). "Devemos estabelecer um limite para que haja penalização, mas para que haja também a possibilidade de o político inelegível voltar à vida pública."

A aprovação na CCJ ocorre uma semana após a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Anistia, que perdoa dívidas impostas a partidos políticos, passar no Senado.

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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