Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Habitação Social e Regularização Fundiária, abriu credenciamento para empresas especializadas interessadas em atuar em processos de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Específico (REURB-E).
De acordo com a pasta, o objetivo é habilitar empresas para conduzir processos de regularização fundiária por iniciativa dos próprios interessados, conforme previsto na legislação vigente. A medida busca ampliar a capacidade de atendimento do município, além de contribuir para a regularização de imóveis, promovendo segurança jurídica e o ordenamento urbano.
As empresas interessadas devem seguir as regras estabelecidas em edital, disponível no site oficial da Prefeitura. O credenciamento ficará aberto por 180 dias, com prazo final em 24 de julho de 2026. A publicação oficial ocorreu no Diário Oficial do Município em 24 de janeiro deste ano.
A Secretaria reforça a importância da participação de empresas e profissionais qualificados para ampliar o alcance das ações de regularização fundiária na cidade.
Outras informações podem ser obtidas no edital pelo link
https://servico.saocarlos.sp.gov.br/licitacao/exibe-licitacoes.php?dados=Credenciamento%20Publico@Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou junto ao Departamento de Regularização Fundiária, localizado no prédio do SIGA, na avenida Comendador Alfredo Maffei, 3055, no Jardim Ricetti ou pelos telefones (16) 3362-1068 (ramal 199) e 3362-1199.
Estudo com participação da UFSCar aponta recuperação de 1,67 milhão de hectares entre 2011 e 2021
SÃO CARLOS/SP - Um estudo publicado no periódico científico Perspectives in Ecology and Conservation revela que a Mata Atlântica registrou avanço significativo na restauração florestal na última década. Entre 2011 e 2021, cerca de 1,67 milhão de hectares de florestas nativas foram recuperados no bioma, segundo análise baseada em dados da iniciativa MapBiomas.
O processo de recuperação foi mais intenso nos estados de Minas Gerais (26,4%), Paraná (18,6%), Bahia (12,9%) e São Paulo (12,7%). Embora o mapeamento não diferencie áreas que passaram por regeneração natural daquelas que receberam ações de restauração ativa, os pesquisadores indicam que a maior parte do crescimento da cobertura florestal ocorreu por processos naturais.
Segundo Vinicius Tonetti, primeiro autor do estudo e pesquisador de pós-doutorado no Centro de Ciência para o Desenvolvimento "Estratégia Mata Atlântica", os resultados demonstram que a recuperação da Mata Atlântica em larga escala é possível. "Os dados mostram que restaurar a Mata Atlântica é um caminho viável e necessário para proteger a biodiversidade e enfrentar as mudanças climáticas, mesmo em paisagens com intensa atividade produtiva", afirma. O Centro recebe apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp; processo nº 2021/11940-0), está sediado no Campus Lagoa do Sino da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e tem o professor Paulo Guilherme Molin, do Centro de Ciências da Natureza (CCN), como pesquisador responsável.
A pesquisa também aponta que 75,2% do aumento da cobertura florestal ocorreu em áreas classificadas como "mosaicos de uso", regiões onde há mistura de pequenas lavouras, pastagens e vegetação em regeneração. Esses locais frequentemente incluem pastagens abandonadas ou pouco produtivas, que podem se recuperar naturalmente quando as condições ambientais são favoráveis.
Apesar dos avanços, os pesquisadores alertam que nem toda floresta regenerada permanece preservada ao longo do tempo. A análise mostra que 568 mil hectares de áreas que haviam se recuperado deixaram de existir até 2023, último ano considerado no levantamento. Para Tonetti, o dado reforça a necessidade de políticas públicas e incentivos para garantir a permanência dessas áreas. "O trabalho de restauração não termina quando a floresta começa a crescer. É fundamental proteger as florestas jovens para que elas se consolidem e continuem oferecendo benefícios ambientais", explica.
Entre as medidas apontadas como estratégicas estão pagamentos por serviços ambientais, fiscalização ambiental e políticas específicas para a proteção de florestas secundárias, que são áreas importantes para a conservação da biodiversidade, o armazenamento de carbono e a regulação do ciclo da água.
O estudo também destaca o papel da regeneração natural como uma estratégia eficiente e de menor custo para recuperar grandes áreas. Segundo Tonetti, esse processo depende fortemente da atuação da fauna. "Muitas espécies de árvores tropicais têm sementes dispersas por aves e mamíferos frugívoros. Esses animais transportam e espalham as sementes pela paisagem, favorecendo a regeneração das florestas", afirma. Em pesquisa anterior desenvolvida durante seu doutorado, Tonetti já havia demonstrado a importância desses animais para a recuperação em larga escala da Mata Atlântica.
Ao todo, a pesquisa reuniu 16 cientistas de 14 instituições, entre universidades, organizações não governamentais e coletivos de restauração. Todos os autores integram o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, iniciativa que articula diferentes atores para promover a recuperação do bioma em larga escala, com benefícios ambientais, sociais e econômicos.O estudo está disponível para leitura na íntegra na plataforma ScienceDirect (em https://www.sciencedirect.com/
Apresentação gratuita acontece no dia 22 de março.
SÃO CARLOS/SP - O Shopping São Carlos, administrado pelo Grupo AD, realiza no dia 22 de março, o Palco Encantado, projeto voltado ao público infantil que leva teatro e entretenimento para as famílias. Na programação, o espetáculo “A Pequena Sereia”, inspirado no clássico conto que encanta gerações.
A apresentação convida o público a acompanhar a história de Ariel, a filha caçula do Rei Tritão, governante dos sete mares. Curiosa sobre o mundo dos humanos, a jovem sereia sonha em conhecer a vida fora do oceano. No entanto, seus desejos entram em conflito com as regras impostas pelo pai, que vê os humanos com desconfiança.
Determinada a seguir seu coração, Ariel acaba fazendo um acordo com Úrsula, a bruxa do mar, que lhe concede pernas para viver entre os humanos. Em troca, ela precisa abrir mão de sua voz. Enquanto tenta conquistar o amor de um príncipe, Ariel descobre que a decisão pode trazer consequências inesperadas, especialmente porque Úrsula também tem seus próprios planos para dominar o reino de Tritão.
Com cenário colorido, personagens conhecidos e momentos cheios de música e fantasia, o espetáculo promete envolver as crianças e proporcionar uma experiência divertida para toda a família.
A apresentação é gratuita, a partir das 14h, próximo à Cobasi.
Serviço:
Palco Encantado – Espetáculo “A Pequena Sereia”
Data: 22 de março
Horário: 14h
Local: Próximo à Cobasi
Evento gratuito.
Sobre o Shopping São Carlos
Com aproximadamente 22.000 m² de área de lojas, o Shopping São Carlos é o maior empreendimento comercial da microrregião, oferecendo um amplo mix de marcas em um só lugar. São mais de 100 operações, entre estabelecimentos comerciais e serviços.
A estrutura do complexo inclui cinco lojas âncoras (Renner, C&A, Riachuelo, Pernambucanas e Pão de Açúcar), duas semiâncoras (Cobasi e Ponto Frio) e quatro megastores (Ri Happy, Nany Lê Du, Sumirê e Polo Wear). A Praça de Alimentação conta com 11 opções de fast food e a área gastronômica tem dois restaurantes (Outback e Mousse Cake). No segmento de entretenimento, o shopping conta com o complexo cinematográfico Cine Araujo, além do Parks & Games e do Adrenalina Jump.
Situado em localização privilegiada, o Shopping São Carlos é referência para compras, lazer e diversão, atendendo a adultos e crianças da cidade e arredores. Oferece ainda segurança e conveniência, com estacionamento para mais de 900 veículos.
Endereço: Rua Passeio dos Flamboyants, 200, Parque Faber I, São Carlos/SP – Tel.: (16) 3362-4222
Acesse: www.shoppingsaocarlos.com.br
SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes, participou de uma reunião com diretores de escolas da rede pública estadual na sede da Unidade Regional de Ensino de São Carlos. O encontro ocorreu a convite da dirigente regional de ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco, para participar da formação do Conviva e teve como foco principal a discussão sobre o enfrentamento ao feminicídio e a importância da atuação das escolas nesse contexto.
Durante a reunião, Lucão apresentou aos educadores detalhes da audiência pública de conscientização sobre o feminicídio, destacando a relevância do tema dentro do ambiente escolar. Em sua fala, o presidente ressaltou que professores, diretores e coordenadores pedagógicos convivem diariamente com situações que, muitas vezes, acabam sendo relativizadas, mas que exigem atenção e enfrentamento firme.
“O que muitas vezes é tratado como algo normal precisa ser combatido com responsabilidade e conscientização. A escola tem um papel fundamental nesse processo de transformação social”, pontuou.
Ao longo do encontro, também foi enfatizado que o trabalho desenvolvido nas unidades escolares é essencial para a formação de uma sociedade mais justa, onde haja respeito pleno às mulheres e tolerância zero à violência. A audiência pública foi apresentada como mais um instrumento de mobilização e diálogo com a comunidade.
A dirigente regional, Débora Gonzalez Costa Blanco, confirmou presença no evento e destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher também é uma pauta prioritária do Governo do Estado. Segundo ela, já estão em estudo medidas e estratégias de prevenção dentro do ambiente escolar. Débora ainda relembrou um caso recente de feminicídio ocorrido em São Carlos, ressaltando a atuação fundamental de uma diretora presente na reunião, que acompanhou de perto crianças e adolescentes impactados pela situação.
O encontro contou ainda com a participação do secretário municipal de Infância e Juventude, Emerson Leandro de Morais, que parabenizou a iniciativa da Câmara Municipal em promover o debate sobre um tema tão sensível e necessário. Ele também colocou a secretaria à disposição para colaborar com as ações da campanha São Carlos por Elas.
Ao final, o convite para a audiência pública foi estendido a todos os diretores, coordenadores e professores da rede estadual, reforçando a importância da participação coletiva no enfrentamento à violência contra a mulher e na construção de políticas públicas eficazes.
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