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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal do Clima e Meio Ambiente, realizou na noite desta segunda-feira (13/04), no bairro Cidade Aracy, mais uma audiência pública voltada à construção do Plano Municipal de Arborização Urbana. A iniciativa tem como objetivo ampliar o diálogo com a sociedade civil e garantir que o plano reflita as necessidades e expectativas da população.

O encontro aconteceu na Escola Estadual Luiz Viviane, onde foram apresentados o diagnóstico já elaborado, o cronograma de atividades e o mapeamento da arborização existente no município.

O trabalho técnico está sendo conduzido pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP), sob coordenação do professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, que participou da audiência para apresentar os resultados, esclarecer dúvidas e ouvir sugestões dos moradores.
Durante a apresentação, o professor destacou a importância do envolvimento da população no planejamento urbano e ambiental da cidade.

“Muito importante a população ser bem-informada sobre as atividades de planejamento que a cidade está fazendo. O plano diretor, revisão do plano diretor, vai ser feita no futuro próximo. É muito importante que a população esteja atenta e possa ajudar a evoluir, porque a cidade nada mais é do que o local de vida de todos. Então, um município melhor, com uma cidade mais arborizada, mais sombra, gera um clima melhor, uma saúde melhor para todos”, afirmou.

O secretário municipal de Clima e Meio Ambiente, Júnior Zanquim, também reforçou a relevância da participação popular no processo e destacou os benefícios da arborização para o município.

“É muito importante a gente discutir a arborização, o projeto de arborização para o município, para que a gente consiga melhorar a qualidade ambiental e consiga reduzir o calor em nosso território”, ressaltou o secretário.

Há também uma reunião prevista para o dia 29 de abril, às 19h, na Câmara Municipal de São Carlos.

SÃO CARLOS/SP - Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão em flagrante de um jovem de 22 anos investigado por tráfico de drogas em São Carlos, nesta terça-feira (14).

A ação foi realizada por equipes da DISE durante o cumprimento de mandado judicial, dentro da operação “Inconfidentes 2026”, que tem como foco o combate ao tráfico na região.

No imóvel alvo da investigação, os policiais apreenderam diferentes tipos de drogas, como maconha, “dry” e ecstasy, além de materiais utilizados no preparo e comercialização, como balança de precisão, celulares e dinheiro.

De acordo com a investigação, o local era utilizado como base para distribuição dos entorpecentes. O próprio suspeito confirmou a venda das drogas, relatando que atuava principalmente em eventos.

O indiciado foi conduzido após os procedimentos legais ao Centro de Triagem de São Carlos, permanecendo preso e à disposição do Poder Judiciário.

SÃO CARLOS/SP - Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores brasileiros promete mudar a forma como lidamos com um dos maiores desafios ambientais da atualidade: o excesso de gás carbônico (CO₂) na atmosfera. O novo sistema é capaz de transformar esse poluente em energia elétrica e em combustíveis renováveis usando apenas a luz do sol.

Na prática, o equipamento funciona como uma “usina solar inteligente”. Ao ser exposto à luz, ele ativa reações químicas que convertem o CO₂ em substâncias úteis, como etanol e metanol — combustíveis que podem ser utilizados no dia a dia. Ao mesmo tempo, o processo também gera eletricidade.

Benefícios diretos para a sociedade

O avanço vai além de um feito científico e traz impactos concretos para a população. Um dos principais benefícios é a redução da poluição do ar. Ao reaproveitar o gás carbônico, a tecnologia ajuda a diminuir a concentração de gases que contribuem para o aquecimento global, colaborando para um clima mais estável e saudável.

Outro ponto importante é a produção de energia limpa e renovável. Diferente dos combustíveis fósseis, que poluem e são finitos, os produtos gerados pelo sistema podem ser utilizados como alternativas mais sustentáveis e isso pode contribuir para reduzir a dependência de petróleo e outras fontes tradicionais de energia.

A tecnologia também pode ter impacto econômico. Ao transformar um poluente em produtos úteis, ela abre espaço para a criação de novos mercados e oportunidades de negócios, especialmente nas áreas de energia e sustentabilidade. Além disso, sistemas mais simples — que dispensam componentes caros — podem facilitar a adoção em diferentes regiões, inclusive em países em desenvolvimento.

Outro benefício relevante é a possibilidade de geração descentralizada de energia. Em vez de depender apenas de grandes usinas, comunidades, empresas e até residências poderiam, no futuro, produzir sua própria energia e combustíveis, utilizando o sol e o CO₂ disponível no ambiente.

Sustentabilidade e futuro

O sistema também se destaca por funcionar em condições comuns, sem necessidade de altas temperaturas ou pressões, o que reduz custos e torna sua aplicação mais viável.

Embora ainda esteja em fase de desenvolvimento, a tecnologia representa um passo importante rumo a um modelo mais sustentável de produção de energia. Ao unir geração elétrica e reaproveitamento de poluentes, ela aponta para um futuro em que resíduos podem se tornar recursos.

Para o docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Renato Vitalino Gonçalves, um dos autores deste estudo, “Esta tecnologia representa um avanço importante na forma como pensamos a energia e o meio ambiente. Estamos mostrando que é possível transformar um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global em produtos úteis, como combustíveis e eletricidade, utilizando apenas a luz solar. Além disso, um dos principais avanços do trabalho está na simplificação do sistema, que dispensa o uso de membranas e opera em condições ambientes, o que reduz custos e facilita futuras aplicações. Foi possível integrar, em um único dispositivo, a conversão do CO2 e a geração de energia elétrica, demonstrando uma abordagem eficiente e mais próxima de soluções tecnológicas viáveis. Esse tipo de desenvolvimento é fundamental para transformar conhecimento científico em aplicações reais, com potencial de impacto na transição para uma matriz energética mais sustentável”, pontua o pesquisador

 

Já para o docente e pesquisador do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (IF/UFMS), Prof. Dr. Heberton Wender, igualmente um dos autores deste estudo “O que desenvolvemos é, essencialmente, uma tecnologia inspirada na natureza”, pontua o pesquisador, acrescentando que,  assim como a fotossíntese natural utiliza a luz do sol para converter CO2 em compostos energéticos, o sistema desenvolvido também aproveita a energia solar para transformar esse gás em combustíveis renováveis e, ao mesmo tempo, gerar eletricidade.

“A diferença é que fazemos isso de forma artificial e direcionada, produzindo moléculas de interesse energético, como etanol e metano. A tecnologia desenvolvida possui um paralelo importante com as células solares convencionais. Enquanto os painéis fotovoltaicos convertem a luz do sol diretamente em eletricidade, o nosso dispositivo vai além: ele combina essa geração elétrica com a conversão química do CO2, armazenando energia na forma de combustíveis. Isso amplia o uso da energia solar, permitindo gerar eletricidade e produzir combustíveis limpos, contribuindo diretamente para mitigação das mudanças climáticas”, destaca o pesquisador. Em suma, esse tipo de abordagem abre caminho para uma nova geração de tecnologias energéticas capazes de integrar captura de carbono, geração de energia e produção de combustíveis renováveis em um único sistema, operando apenas com luz solar e em condições ambientes.

Os especialistas ressaltam que, com mais investimentos e aprimoramentos, soluções como esta podem desempenhar um papel fundamental no combate às mudanças climáticas, ao mesmo tempo em que promovem desenvolvimento econômico e melhor qualidade de vida para a população.

Assinam este estudo os pesquisadores: Bárbara A.C. Sá e Márcio Pereira, do Instituto de Ciências, Engenharia e Tecnologia da Universidade Federal do Vale de Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM); Luiz Felipe Plaça, Maximiliano J. M. Zapata e Cauê A. Martins, do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Glaucia B. Alcantara, do Instituto de Química da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (IQ/UFMS), André Luís de Jesus Pereira, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA – São José dos Campos), Mohammed A. M. Bajiri, Niqab Khan, e Renato Vitalino Gonçalves, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e Heberton Wender do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (IF/UFMS)

 

Esta pesquisa contou com os apoios da FAPESP, CAPES, CNpQ e FUNDECT.

Confira AQUI – https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsaem.5c03695

o original desta pesquisa publicado na revista científica internacional “ACS – Applied Energy Materials”

SÃO CARLOS/SP - A Fundação Educacional São Carlos (FESC) iniciou, na noite desta terça-feira (13/04), o curso de Banho e Tosa, ampliando as ações voltadas à qualificação profissional e à geração de oportunidades para a população.

Durante a abertura, o presidente da FESC, Eduardo Cotrim, ressaltou a importância da capacitação como ferramenta para inserção e crescimento no mercado de trabalho. Segundo ele, o setor pet está em expansão e apresenta boas perspectivas para quem busca ingressar ou se reposicionar profissionalmente. Cotrim também destacou que iniciativas desse tipo contribuem para o fortalecimento da economia local e para a autonomia dos participantes.

A cerimônia contou com a presença do vereador Bruno Zancheta, responsável pela destinação de emenda parlamentar que viabilizou a implantação do curso. O parlamentar enfatizou que investir em qualificação é apostar no desenvolvimento da população por meio da educação e da geração de novas oportunidades.

Com carga horária de 48 horas, o curso inclui aulas teóricas e práticas, oferecendo formação completa aos participantes. Ao final, será concedido certificado de conclusão, com o objetivo de ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho.

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