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Redação

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 Jornalista/Radialista

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INGLATERRA - O brasileiro João Fonseca está classificado para a terceira rodada de Wimbledon, conhecido por ser o mais tradicional Grand Slam da temporada. Nesta quarta-feira, o brasileiro, cabeça de chave número 24 da competição, derrotou o holandês Jesper de Jong, 73º do ranking, por 3 a 0, parciais de 6/1, 7/5 e 6/4. Com o resultado ele, por enquanto, repete o resultado do ano passado, quando chegou até a terceira fase.

O adversário na terceira rodada será o russo Roman Safiullin, número 132 do ranking, que derrotou o holandês Botic van de Zandschulp por 3 a 2. Apesar do ranking fora do top 100, o russo venceu na estreia o compatriota Andrey Rublev, top 15 do ranking. Em caso de mais uma vitória, pode enfrentar Novak Djokovic nas oitavas de final, repetindo o confronto de Roland Garros, quando saiu vitorioso.

A carreira de João Fonseca em Grand Slam começou no Australian Open do ano passado, quando avançou uma rodada ao vencer o russo Rublev, na época nono colocado do ranking. Em Roland Garros e Wimbledon, conseguiu duas vitórias, e no US Open uma. No Australian Open deste ano, voltando de lesão, caiu na estreia, enquanto em Roland Garros fez a melhor campanha da história, chegando nas quartas de final.

Nos números do jogo, João conseguiu 12 aces, contra oito do holandês. E, nos momentos decisivos, encaixou muito bem o saque, salvando cinco dos seis break points que teve contra. João esteve sempre à frente do placar, e conseguiu manter a tranquilidade para fechar a partida.

João Fonseca fechou o primeiro set em 6/1, aproveitando duas das cinco chances de quebra de saque que teve. Enquanto sacou, foi quase perfeito, praticamente sem ser ameaçado nos games. A segunda parcial começou com o holanês pressionando João, que conseguiu salvar três breaks no primeiro game. O brasileiro chegou a estar uma quebra de saque na frente, perdeu a vantagem, conseguiu novamente tomar a frente, e fechou 7/5.

No terceiro set, após um equilíbrio nos primeiros seis games, João Fonseca conseguiu uma quebra no adversário e fez 4/3. O holandês pediu um atendimento médico, mas não adiantou. João conseguiu fechar em 6/4.

 

RESULTADO DE DUPLAS

O Brasil teve uma vitória e uma derrota na chave de duplas masculinas na quarta-feira. Fernando Romboli, que joga ao lado do australiano John-Patrick Smith, venceu na estreia os poloneses Karol Drzewiecki e Kamil Majchrzak por 2 a 1, parciais de 5/7, 7/6 e 7/6. Já Marcelo Melo, parceiro do argentino Andres Molteni, perdeu para o americano Austin Krajicek e o croata Nikola Mektic por 2 a 1, 6/1, 4/6 e 6/2.

 

 

Por Redação Ge

EUA - O WhatsApp começou a liberar a possibilidade de os usuários reservarem nomes de usuário dentro do aplicativo. A novidade deve permitir, no futuro, que uma pessoa seja adicionada à plataforma sem a necessidade de compartilhar o número de telefone.

A mudança, no entanto, gerou preocupação entre usuários nas redes sociais. No X, antigo Twitter, algumas pessoas afirmaram temer que a nova forma de contato facilite abordagens indesejadas ou até tentativas de golpe, como já ocorre em outros aplicativos de mensagens.

Um dos exemplos citados foi o Telegram, onde é possível procurar um nome de usuário e iniciar uma conversa logo em seguida. Para críticos da novidade, o recurso poderia representar um problema de privacidade caso qualquer pessoa conseguisse encontrar perfis apenas digitando um nome.

"Os nomes de usuário do WhatsApp deveriam assustar qualquer um", escreveu um usuário no X. "Na maioria das redes sociais, tentamos usar um nome de usuário parecido com o nosso nome real. No WhatsApp, isso pode virar um pesadelo de privacidade. Qualquer pessoa poderia pesquisar o nome e entrar em contato diretamente."

Diante da repercussão, o WhatsApp respondeu a algumas publicações na própria rede social e tentou tranquilizar os usuários. A empresa afirmou que não haverá um diretório público de nomes de usuário nem sugestões de perfis durante buscas dentro do aplicativo.

Na prática, isso significa que, para encontrar alguém pelo nome de usuário, será necessário saber exatamente qual é o identificador escolhido pela pessoa.

Segundo o WhatsApp, a novidade faz parte de um conjunto de medidas para ampliar as opções de privacidade dentro do aplicativo. A empresa também reforçou que o recurso será opcional e que cada usuário terá um nome exclusivo.

"Os nomes de usuário são o nosso passo mais recente para dar aos usuários mais opções de privacidade sobre como são representados no app", afirmou a plataforma. "É totalmente opcional, e os usuários terão nomes de usuário únicos, mas sabemos que algumas pessoas querem consistência na forma como aparecem nos aplicativos."

O WhatsApp também explicou que criou proteções para evitar que o recurso seja usado por desconhecidos como uma forma simples de contato direto. Uma das medidas será a possibilidade de ativar uma espécie de chave associada ao nome de usuário.

Com essa proteção, uma pessoa só poderá entrar em contato por meio do nome de usuário se também tiver essa chave. A empresa afirma que isso reduz o risco de abordagens aleatórias.

"Não haverá um diretório para navegar nem sugestões. Se você ativar a chave de nome de usuário, ninguém poderá chegar até você por esse caminho a menos que também tenha essa chave", informou o WhatsApp.

A plataforma destacou ainda que as regras atuais de segurança continuarão valendo. Quando uma nova pessoa enviar mensagem, o usuário poderá ver se se trata de uma conta recente, se ela está nos contatos, se participa dos mesmos grupos ou se está em outro país.

O WhatsApp reforçou que os usuários continuarão tendo controle para adicionar, bloquear ou denunciar contatos desconhecidos.

Apesar de a reserva de nomes de usuário já estar disponível, a funcionalidade completa só deve ser ativada mais perto do fim do ano.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Asequência de terremotos registrada nos últimos dias em diferentes regiões do mundo voltou a levantar questionamentos sobre a frequência desses fenômenos e sobre o preparo das populações para lidar com situações de emergência.

Na semana passada, os dois fortes abalos que atingiram a Venezuela deixaram imagens de destruição e provocaram comoção internacional. Enquanto as atenções estavam voltadas para a América do Sul, a terra também tremeu em outros pontos do planeta, como no Japão, onde foi registrado um terremoto de magnitude 6,9, no Paquistão, com um abalo de magnitude 5,4, e até em Portimão, em Portugal.

A ocorrência de tremores em sequência costuma gerar preocupação, especialmente em países como Portugal, onde episódios desse tipo reacendem dúvidas sobre a preparação para um eventual terremoto de maior intensidade. A principal questão, no entanto, é saber se esse aumento aparente representa algo fora do normal.

De acordo com os Serviços Geológicos dos Estados Unidos, variações temporárias na atividade sísmica fazem parte da flutuação natural das taxas de terremotos. A instituição afirma que nem o aumento nem a diminuição no número de abalos em escala global indicam, por si só, que um grande terremoto esteja prestes a acontecer.

Segundo o Centro Nacional de Informação sobre Terremotos, são registrados cerca de 20 mil terremotos por ano em todo o mundo, o equivalente a aproximadamente 55 por dia.

A percepção de que há mais terremotos do que no passado está ligada, em grande parte, ao avanço dos sistemas de monitoramento e à velocidade da comunicação. Hoje, há mais instrumentos sísmicos espalhados pelo planeta e eles são capazes de detectar abalos menores, que antes poderiam passar despercebidos.

Registros históricos desde cerca de 1900 indicam que, em média, ocorrem aproximadamente 16 grandes terremotos por ano. Esse número inclui cerca de 15 abalos na faixa de magnitude 7 e um terremoto de magnitude 8 ou superior. Nas últimas quatro ou cinco décadas, esse patamar foi superado em alguns anos, mas também houve períodos com atividade abaixo da média.

O ano de 2010, por exemplo, teve 23 grandes terremotos, com magnitude igual ou superior a 7. Em outros anos, o número ficou bem abaixo da média histórica, como em 1989, quando foram registrados seis grandes terremotos, e em 1988, quando houve sete.

O catálogo sísmico ComCat mostra um crescimento no número de registros nos últimos anos, mas isso não significa necessariamente que a Terra esteja tremendo mais. O aumento está relacionado à ampliação da rede de equipamentos e à capacidade de registrar mais eventos.

Com sistemas de comunicação mais rápidos e maior interesse público por desastres naturais, as informações sobre terremotos chegam hoje à população quase em tempo real. Isso contribui para a sensação de que os abalos estão mais frequentes, embora os especialistas indiquem que essa percepção não representa, necessariamente, uma mudança no comportamento natural da atividade sísmica.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Um professor de música de 27 anos é acusado de matar e violentar sexualmente a cunhada em Long Island, nos Estados Unidos, enquanto a esposa estava viajando.

Joseph Horner foi preso após a morte de Victoria Castle, de 25 anos. Os dois moravam na mesma casa, mas em apartamentos separados. A vítima era irmã da mulher do suspeito.

Segundo o NY Post, Horner teria uma obsessão sexual por Victoria havia pelo menos dez anos. O crime teria ocorrido na manhã de segunda-feira, quando a esposa dele estava fora de casa para participar de uma despedida de solteira.

De acordo com a ABC, Joseph teria pedido ajuda à cunhada para mover um piano dentro do apartamento dele. Nesse momento, segundo a investigação, o professor se aproximou por trás da jovem, a imobilizou e a asfixiou.

Ainda conforme as autoridades, Victoria foi violentada sexualmente depois de ficar inconsciente. Após o crime, o próprio Joseph acionou a polícia e relatou o que havia acontecido.

Victoria chegou a ser levada com vida para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Joseph conhecia a vítima desde a época em que iniciou o relacionamento com a esposa. Os três conviviam na mesma propriedade e, aparentemente, mantinham uma boa relação. Na ocasião do casamento da irmã, Victoria chegou a publicar uma mensagem nas redes sociais elogiando o casal.

"Minha irmã, minha companheira de vida, está agora casada com uma das pessoas mais bonitas do mundo", escreveu na época.

Joseph e a irmã de Victoria estavam casados havia três anos. A vítima era estudante de doutorado na Stony Brook University.

O professor foi acusado de homicídio em segundo grau e permanece preso sem direito a fiança. Caso seja condenado, pode pegar até 25 anos de prisão.

 

 

por Notícias ao Minuto

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