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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Os Estados Unidos consideram fundamental que o segundo turno presidencial de 20 de agosto na Guatemala seja realizado “sem interferências nem assédio aos candidatos e partidos”, declarou na segunda-feira (24) o chefe da diplomacia americana para a América Latina, Brian Nichols.

A Guatemala vive uma grave crise desde que o Ministério Público pediu o cancelamento do Semilla, o partido de um dos candidatos do segundo turno, o social-democrata Bernardo Arévalo, que enfrentará nas urnas Sandra Torres, também social-democrata.

A comunidade internacional teme que a medida busque retirar Arévalo do processo eleitoral.

Em mensagem no Twitter, Nichols afirmou ter conversado com o chanceler guatemalteco, Mario Búcaro, “sobre a importância vital de permitir que o segundo turno das eleições se desenvolva sem interferências nem assédio aos candidatos e partidos políticos”.

A eleição de um social-democrata à presidência pode encerrar 12 anos de governos de direita. “Os guatemaltecos têm o direito de eleger seus governantes”, insistiu Nichols em seu tuíte.

A chancelaria da Guatemala informou que, na conversa telefônica com Nichols, Búcaro “reiterou que o governo do país está empenhado em garantir que o processo eleitoral para o segundo turno das eleições seja realizado”.

A situação eleitoral provocou manifestações na Guatemala para reivindicar, entre outras coisas, a saída da procuradora-geral Consuelo Porras, do juiz Fredy Orellana e do promotor Rafael Curruchiche, todos sancionados pelos EUA como atores “corruptos e antidemocráticos”.

 

 

AFP

ISRAEL - A tensão novamente escalou em Israel na segunda-feira (24) após o Parlamento local aprovar a primeira parte do pacote que tenta limitar o poder do Judiciário no país.

Pelo menos 19 pessoas foram presas nos atos, nos quais os relatos de violência policial cresceram, segundo a emissora israelense Canal 13. De acordo com o Times of Israel, ao menos um manifestante sangrando foi visto sendo levado pela polícia em Tel Aviv.

No início da madrugada desta terça (25), noite de segunda no Brasil, os policiais conseguiram desocupar a rodovia Ayalon, a principal de Tel Aviv, que anteriormente havia sido bloqueada por uma multidão. A passagem, porém, ainda não foi liberada. Havia destroços e barricadas na rodovia, e centenas de manifestantes permaneceram nas laterais gritando "vergonha!" ao som de buzinas.

A polícia usou jatos d'água e uma cavalaria para dispersar a multidão, e, segundo o Canal 12, a corporação cogitou o uso de bombas de efeito moral --o que simbolizaria uma escalada da repressão. Esse tipo de dispositivo, afinal, é normalmente usado contra protestos de palestinos. A emissora registrou ainda que os policiais empurraram "brutalmente" seus profissionais ao tentar afastar os manifestantes.

Fora da cidade, um motorista colidiu com uma pequena multidão que bloqueava uma estrada, ferindo levemente três pessoas, disse a polícia, acrescentando que o dono do carro foi preso.

Em Jerusalém, protestos bloquearam uma rodovia perto do Knesset, o Parlamento israelense, que foi posteriormente liberada pelos policiais, que arrastavam os manifestantes pelo asfalto e usavam canhões de água. "É um dia triste para a democracia israelense. Vamos revidar", disse Inbar Orpaz, 36, entre a multidão do lado de fora prédio.

O texto aprovado nesta segunda extingue o conceito jurídico do "padrão de razoabilidade", usado por tribunais israelenses ao julgar que determinado ato do governo não levou em conta todos os aspectos relevantes para aquela discussão ou deu peso exagerado a alguns deles.

À emissora britânica Canal 4 o ex-premiê Ehud Olmert, que tem participado dos protestos, disse que o país viverá uma guerra civil.

"Esta é uma ameaça séria. Isso nunca ocorreu antes. Estamos entrando em uma guerra civil --desobediência civil com todas as consequências possíveis para a estabilidade do Estado e a capacidade do governo de gerir grande parte da população israelense, para quem o governo é percebido como ilegítimo", afirmou o político.

"O governo decidiu ameaçar os alicerces da democracia israelense, e isso não é algo que possamos aceitar ou tolerar."

Até 2006, Olmert era correligionário do atual premiê, Binyamin Netanyahu, que após levar ao poder a coalizão mais à direita da história de Israel, propôs a controversa reforma. Depois da aprovação do projeto de lei, Netanyahu disse que buscaria dialogar com a oposição para chegar a um acordo abrangente até o final de novembro.

"Todos concordamos que Israel deve permanecer uma democracia forte, que deve continuar protegendo os direitos individuais de todos", afirmou o premiê.

Por ora, no entanto, o estado da sociedade é de fragmentação. A oposição considera a convocação do premiê ao diálogo vazia, já que os demais membros do governo rejeitaram qualquer tentativa de acordo, e acusa o experiente político de servir de fantoche para seus colegas.

 

 

FOLHA de S.PAULO

PILSEN - A goiana Jane Karla brilhou intensamente no Mundial de tiro com arco paralímpico, disputado em Pilsen (República Tcheca), com a conquista de duas medalhas de prata e uma de bronze. Estes resultados a levaram à liderança do ranking mundial na categoria feminino composto.

As pratas de Jane foram obtidas nas provas do composto open misto (ao lado de Reinaldo Charão) e feminino (com Helena de Moraes). Na decisão mista os brasileiros foram superados pelos indianos Sarita e Rakesh Kumar (152 a 146), enquanto na final feminina as arqueiras do Brasil perderam por 152 a 145 para as britânicas Jodie Grinham e Phoebe Paterson.

Já o bronze veio na disputa individual feminina composto open, onde Jane derrotou a indiana Sarita por 142 a 139 no duelo pelo terceiro lugar.

“Muita alegria estar no primeiro lugar do [ranking do] mundo pela segunda vez. É uma sensação incrível ver que estou no caminho certo. Só tenho a agradecer a Deus, ao meu esposo e à minha família, que estão sempre ao meu lado me apoiando. Agradeço também ao Comitê Paralímpico Brasileiro, pelo suporte que nos dá para estarmos nas competições, ao Bolsa Atleta, que nos ajuda tanto, e à Confederação Brasileira de Tiro com Arco. Sem vocês, nada disso seria possível”, declarou a goiana, que já ocupou o topo do ranking em 2019.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

CURITIBA/PR - O Coritiba derrotou o Fluminense por 2 a 0, na noite de segunda-feira (24) no estádio Couto Pereira, na partida que encerrou a 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Após este resultado, o Coxa chegou aos 14 pontos e ficou perto de sair da zona do rebaixamento da competição.

Já para o Tricolor das Laranjeiras esta foi a segunda partida consecutiva na competição (considerando também o clássico com o Flamengo). Após este revés, o time comandado pelo técnico Fernando Diniz saiu para a 7ª posição da classificação com 25 pontos.

A vitória do Coritiba foi construída toda no primeiro tempo. Aos 23 minutos o atacante Robson abriu o placar em cobrança de pênalti. Quatro minutos depois o Coxa chegou ao segundo, quando Matheus Bianqui avançou pela ponta direita, se livrou de Felipe Melo com um belo drible e cruzou na medida para o estreante Diogo Oliveira, que deu números finais ao confronto.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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