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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Temporada mais aterrorizante do Parque tem como tema Alcatraz - Rebelião das Almas

 

VINHEDO/SP - O Parque Temático Hopi Hari está prestes a se tornar uma misteriosa e amaldiçoada penitenciária de segurança máxima em sua nova edição da Hora do Horror. Com o tema Alcatraz - Rebelião das Almas, a atração começa no dia 18 (quinta-feira) proporcionando uma diversão imersiva que marca a volta dos tradicionais túneis, em 1.350m² de construção cinematográfica. Essa temporada horripilante segue até o dia 15 de novembro e promete diversão para curtir em dois dias.

O presidente de Hopi Hari, Alexandre Rodrigues, conta quais são as sensações presentes nesse momento, faltando poucos dias para a estreia: "A Hora do Horror sempre desperta em nós uma grande expectativa. Foram meses de planejamento e estruturação, mobilizando toda equipe do Parque e, agora que estamos próximos do primeiro dia da temporada, olhamos com orgulho, e temos a certeza que Alcatraz vai marcar a história como uma das melhores edições, não só pelo nosso empenho, mais também pela dimensão da experiência que preparamos."

ENREDO Situada em uma pequena ilha de mesmo nome, no estado da Califórnia (EUA), a penitenciária de Alcatraz funcionou entre 1934 e 1963, recebendo não só uma série de criminosos conhecidos - como Al Capone e Robert Franklin Stroud - mas também membros da nação indígena Hopi, que foram parar ali por não abrirem mão de sua cultura. A partir daí, a realidade ganha contornos de ficção na Hora do Horror: assim que libertos do cárcere, os Hopi rogaram uma maldição na ilha, prendendo todos os maus espíritos naquele lugar, para atormentar qualquer um que se atrevesse a pisar ali.

E, como é de se imaginar, alguém deu o primeiro passo: conheça John Feltner, investigador paranormal e escritor que, anos depois da prisão ser desativada, começa a receber chamados de vozes inquietas de antigos moradores do local. Curioso, fará de tudo para contar as histórias daqueles que já não podem falar. O médium também quer entender: por que ele foi o escolhido? Quem é o responsável por levar as pobres almas sobre as águas gélidas para sofrerem ainda mais pelos seus erros? Assim começa sua viagem pela ilha de Alcatraz.

Edição marca a volta dos tradicionais túneis

Uma das novidades dessa edição da Hora do Horror é o retorno à estrutura original, com três túneis fechados que remontam a Alcatraz, por meio de elementos estéticos fiéis aos do lugar e com conexões entre si. A viagem imersiva pelos túneis começa no caminho do lago, na região de Infantasia, com o túnel do Estaleiro, onde você embarcará em um navio repleto de funcionários e presidiários que vivem essa realidade escura e assustadora. Mas não há escolha: essa é a única forma de chegar até a ilha de Alcatraz.

Então, a história desembarca na região de Mistieri, atrás do Katakumb, em um orfanato misterioso e horripilante que envolve a trágica história dos ‘filhos de Alcatraz’, gerados pelas famílias dos guardas, carcereiros, zeladores e até mesmo dos presidiários que viveram ali - mas só indo até lá para descobrir o que realmente isso significa.

A chegada na Prisão de Alcatraz acontece no principal túnel da imersão, no antigo test drive, que fica na região de Aribabiba. O local sombrio é rodeado de espíritos de criminosos que definharam em suas empoeiradas celas, solitárias e até em salas de tortura, aumentando os mistérios e o terror da prisão.

PROGRAMAÇÃO A viagem de horror continua mesmo fora dos túneis: além das mais de 40 atrações do Parque, o evento conta com tantas atrações que o ideal é curtir a imersão em dois dias de visita. Haverá um palco principal em Infantasia, com características de Alcatraz em uma formação de três andares, que receberá os shows de abertura, encerramento e uma balada noturna. Já Wild West proporcionará ao público o pocket show Invocação Ancestral, que revelará a maldição que se esconde por trás das tragédias de Alcatraz envolvendo o povo indígena Hopi.

A peça Oz - Uma viagem ao Reino Mágiko permanece em cartaz no Theatro di Kaminda, para aquecer o coração dos visitantes entre um susto e outro. No Saloon, o público poderá almoçar com gostinho de velho oeste e, ao mesmo tempo, curtir o show Amor de Sangue, repleto de vampiros, que cantam, dançam e relembram canções que marcaram as mais de duas décadas da Hora do Horror. Já o Klapi Klapi Show segue, como sempre, com uma peça divertida para as crianças.

TEMPORADA A Hora do Horror Alcatraz - Rebelião das Almas acontece de 18 de agosto a 15 de novembro, com o Parque funcionando de acordo com o calendário disponível aqui. Os 'Passaportis' para o evento já estão à venda através do site, neste link. A programação das atrações está sujeita a alterações, então recomenda-se que o público confira-a no dia de sua visita. O Parque Temático Hopi Hari fica na rodovia dos Bandeirantes, km 72, Moinho, Vinhedo (SP). Mais informações no (11) 4210 4000 (Central de Vendas) e (11) 4290 0333 (Serviço de Atendimento).

Visando reduzir impacto no trânsito, Eixo SP fará o trabalho de melhorias no pavimento no período noturno

 

RIO CLARO/SP - A alça de acesso localizada no km 175 da SP 310 - Rodovia Washington Luís, no sentido Interior-Capital, em Rio Claro, será fechada na noite desta quinta-feira (18) para obras de melhorias do pavimento. Os serviços serão executados pela Eixo SP Concessionária de Rodovias e terão início às 21h e a previsão de encerramento dos trabalhos às 6h do dia seguinte. A alça normalmente é utilizada para acesso à avenida Tancredo Neves, ao Terminal Rodoviário e ao Auto Posto Confiante.

Durante o período de obras, os motoristas terão como opção de acesso o dispositivo localizado dois quilômetros antes, no km 177. Ao sair da rodovia, o motorista segue pela via marginal até passar o ponto interditado (veja a ilustração).

A Eixo SP colocará painéis móveis às margens da rodovia para orientar os motoristas a anteciparem o acesso ao município enquanto as obras estiverem em andamento.

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté realizou nas noites de domingo (14) e segunda-feira (15), respectivamente, Dia dos Pais e Feriado de Aparecidinha da Babilônia, o “I Arraiá de Ibaté”. O evento foi realizado nas dependências da Pirâmide da Mata do Alemão e reuniu milhares de pessoas da cidade e região.
Além de decoração típica, com bandeiras, balões, fogueira artificial, Barraca do Beijo e display de casal de noivos caipiras na igreja para o público presente tirar fotos, as noites também contaram com diversas atrações musicais. 
No domingo, teve a apresentação da tradicional Quadrilha Junina composta por integrantes do Centro de Convivência da Melhor Idade e de grupos da Terceira Idade de Ibaté. Os participantes esbanjaram animação e carisma e se divertiram bastante, contagiando o grande público presente.
Na sequência, a Orquestra Torrinhense de Viola Caipira subiu ao palco e fez uma maravilhosa apresentação, resgatando a cultura caipira através dos clássicos da música sertaneja. Ao final da apresentação, as alunas da professora Simone Antunes, agitaram os participantes com uma animada apresentação de Zumba Country. A Comitiva Haras Querência, de São Carlos, também fez uma apresentação de dança country.
Para encerrar o primeiro dia de festa, os irmãos são-carlenses João Carlos & Bruno esbanjaram talento e fizeram o povo dançar e se agitar bastante em pouco mais de duas horas de apresentação, com um repertório musical variado, desde sucessos do sertanejo raiz até os sucessos atuais que estão tocando nas rádios de todo o país. 
Dando sequência ao “I Arraiá de Ibaté”, na segunda-feira, a atração ficou por conta dos sertanejos Marcos Paulo & Marcelo, conhecidos carinhosamente por “Filhos de Milionário e José Rico”. 

SÃO PAULO/SP - Gilberto Barros foi condenado a dois anos de prisão por fazer um comentário homofóbico. A fala foi dita no canal do YouTube do apresentador, em 2020. Gilberto Barros pode recorrer à decisão da Justiça de São Paulo. Porém, como a pena é menor que quatro anos de prisão, o apresentador prestará serviços à comunidade.

Devido à pena, Gilberto Barros deverá pagar cinco salários mínimos. O dinheiro será revertido em cestas básicas para órgãos sociais.

"Houve agressividade das palavras aplicadas, as quais discriminaram os homossexuais especialmente diante do uso da palavra "nojo". E que a fala atingiu a comunidade LGBTQIA+", informou a juíza do caso em sua decisão.

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