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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Alisson completa um mês sem entrar em campo nesta quarta-feira. A última vez que defendeu o São Paulo foi na derrota por 3 a 0 para o Mirassol, na estreia do Tricolor na temporada. Desde então, vive uma indefinição na carreira, se tornou alvo da torcida e está próximo de encerrar a sua história no Morumbis.

Apesar de iniciar 2026 entre os titulares de Hernán Crespo, a permanência de Alisson sempre foi incerta, e o meia se tornou alvo do Corinthians para a temporada. Com o desejo de reeditar uma parceria com Dorival Júnior, com quem trabalhou no São Paulo em 2023, o jogador negociou a ida por empréstimo de um ano ao arquirrival tricolor.

Imediatamente, Crespo deixou de relacionar Alisson. Os clubes chegaram a um acordo, o atleta até visitou o CT do Corinthians, mas a diretoria alvinegra recuou ao negar pagar R$ 1 milhão para viabilizar o negócio.

A esperança por um novo rumo se tornou o início de uma crise entre o meia e o São Paulo. Marcado pelas atuações no título da Copa do Brasil de 2023, Alisson virou alvo de protestos da torcida, que estendeu faixas chamando o jogador de "traidor" antes da vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo, no dia 28 de janeiro.

Apesar de ter voltado a treinar com o elenco, o jogador perdeu espaço com Crespo e foi preterido até mesmo por outros volantes da base, como Djhordney, que atualmente é opção no banco de reservas.

– Está muito difícil, neste momento, encontrar um lugar até no banco, porque todo mundo merece. Agora, acho que ele acaba ficando um pouco atrás mais por mérito dos companheiros. Ele está tentando, sabe, não é fácil voltar depois de situações particulares – disse Crespo sobre Alisson, após o empate com o Santos, no dia 4 de fevereiro.

Segundo apuração da reportagem do ge, internamente a permanência de Alisson é tratada como inviável, e o jogador pode ser negociado para que o São Paulo ganhe folga na folha salarial, com uma economia estimada em R$ 7 milhões por ano. O contrato do volante é válido até o fim de 2027.

 

 

Por Redação do ge

BRASÍLIA/DF - O Ministério da Educação (MEC) autorizou um novo reajuste no valor do repasse para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) em todo o país. O aumento anunciado é de 14,35% para este ano, com o objetivo de recompor o poder de compra de estados e municípios diante da inflação de alimentos.

Com a atualização, o investimento total no programa chega a R$ 6,7 bilhões em 2026. Segundo o governo federal, o montante representa aumento de 55% no orçamento da merenda desde 2023 e um salto de 80% em relação ao que era investido há quatro anos.

O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que o reajuste será aplicado na primeira parcela do cronograma de pagamentos.

"Estamos saindo de um orçamento de 2022 de R$ 3,6 bilhões em 2022 para o programa, para esse ano com orçamento de R$ 6,7 bilhões", destacou o ministro.

 

Incentivo à agricultura familiar

Além do aporte financeiro, o governo oficializou o aumento da cota mínima para compras da agricultura familiar. Por lei, estados e municípios agora devem destinar obrigatoriamente 45% dos recursos do Pnae para a aquisição de produtos de pequenos produtores e cooperativas locais. Anteriormente, o percentual mínimo era de 30%.

A estimativa do MEC é que aproximadamente R$ 3 bilhões sejam injetados diretamente na economia rural por meio dessa medida.

O Pnae atende alunos de toda a educação básica — da educação infantil ao ensino médio, incluindo a educação de jovens e adultos (EJA) — matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - A satisfação dos brasileiros com o Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 9 pontos percentuais entre 2022 e 2025, passando de 34% para 45%. Os dados são da pesquisa Confiança em Instituições Públicas na América Latina e no Caribe, divulgada esta semana pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Em nota, o Ministério da Saúde reforçou que o índice brasileiro está acima da média latino-americana para sistemas de saúde, que ficou em 40% em 2025.

Para a pasta, o crescimento da avaliação positiva reflete o aumento do acesso da população a serviços públicos de saúde como o programa Agora Tem Especialistas, "que registrou recordes históricos na assistência especializada".

Os dados mostram que, entre 2022 e 2025, o número de cirurgias eletivas, por exemplo, cresceu mais de 40%, passando de 10,8 milhões para 14,7 milhões - maior volume em 35 anos e acima do período pré-pandemia. 

"Os pacientes da rede pública também estão sendo atendidos por planos de saúde, por hospitais e clínicas privadas de forma complementar", completou o ministério no comunicado.

 Atualmente, mais de R$ 200 milhões em cirurgias e exames foram contratualizados com a rede privada para reforçar a assistência no SUS, desafogando a demanda reprimida por atendimento especializado.

O estudo indica ainda a percepção dos brasileiros de que o acesso e a qualidade dos serviços públicos melhoraram durante o período, com aumento de 18 pontos percentuais – o índice passou de 24% para 42%, 10 pontos percentuais acima da média da América Latina (32%).

 

Metodologia

Considerada padrão ouro de excelência, a pesquisa avalia cinco pilares: integridade, resposta, confiabilidade, abertura e equidade. Com uma amostra de 2 mil cidadãos, por meio de questionário, o levantamento permite comparações internacionais e oferece dados estratégicos para aprimorar a transparência e a qualidade de serviços públicos.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Diretor Paulo Giglio destaca união institucional como estratégia para enfrentar desafios da competitividade; encontro contou com participação da diretoria da ACISC

 

SÃO CARLOS/SP - Em visita institucional realizada nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, a diretoria do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) – Regional São Carlos – esteve na sede da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) para discutir pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento da indústria, do comércio e do desenvolvimento local. 

O diretor titular do Ciesp São Carlos, Paulo Cesar Giglio, ressaltou que a aproximação entre as entidades faz parte do planejamento do novo mandato. Segundo ele, o objetivo é manter diálogo permanente com instituições representativas da cidade. “É fundamental estarmos próximos das instituições de São Carlos. A ACISC é uma grande parceira e, juntos, podemos discutir assuntos relativos à indústria, ao comércio e ao desenvolvimento do município”, afirmou. 

Durante o encontro, foram debatidos desafios comuns enfrentados pelos setores produtivos, como a competitividade diante do avanço do comércio eletrônico, os custos industriais, a carga tributária e a dificuldade na contratação de mão de obra qualificada. Para Giglio, colocar as “dores na mesa” é o primeiro passo para a construção de soluções conjuntas. “Quando unimos forças, conseguimos pensar estratégias que reflitam diretamente no crescimento de São Carlos”, destacou. 

A presidente da ACISC, Ivone Zanquim, também enfatizou a importância da integração entre as entidades. Segundo ela, a união institucional fortalece o ambiente de negócios e amplia a capacidade de representação do setor produtivo. “Quando comércio e indústria caminham juntos, a cidade avança. Precisamos construir pontes, compartilhar ideias e transformar desafios em oportunidades. Juntos somos mais fortes”, afirmou. 

A reunião contou ainda com a participação do vice-presidente da ACISC, Mozart Pedroso; do gerente executivo e administrativo da entidade, Alexandre Rosa; e do assessor jurídico da ACISC, Estevam Luiz Muszkat. Pelo Ciesp local, também integraram a visita os vice-diretores Luiz Antonio de Oliveira e Emerson Chu, além de Luiz Junior, coordenador administrativo. 

Embora ainda sem data definida para um novo encontro, as lideranças sinalizaram a construção de uma agenda positiva para os próximos meses, incluindo a ampliação do diálogo com outras instituições, como a OAB São Carlos. A expectativa é consolidar uma estrutura de representatividade mais forte, capaz de impulsionar projetos e ações estratégicas para o desenvolvimento sustentável da Capital Nacional da Tecnologia.

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