fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SRI LANKA - O Sri Lanka, que enfrenta uma das piores crises econômicas de sua história, anunciou nesta terça-feira (12) a suspensão dos pagamentos de sua dívida externa de 51 bilhões de dólares.

Os 22 milhões de habitantes do país do sul da Ásia enfrentam uma grave falta de alimentos, combustíveis e cortes de energia elétrica diários, em meio à pior recessão desde sua independência, em 1948.

A população protestou nas ruas nas últimas semanas e milhares de pessoas tentaram atacar as casas dos governantes. As forças de segurança dispersaram as manifestações com gás lacrimogêneo e balas de borracha. 

O ministério das Finanças anunciou nesta terça-feira a suspensão de todas as suas obrigações externas, incluindo empréstimos de governos estrangeiros, antes de um plano de resgate do Fundo Monetário Internacional (FMI).

"O governo adota esta medida apenas como último recurso, com o objetivo de evitar uma nova deterioração da situação financeira da república", afirmou o ministério em um comunicado, no qual explica que os credores podem capitalizar os pagamentos de juros devidos ou optar por um reembolso em rupias cingalesas.

A crise econômica do Sri Lanka começou com a pandemia de coronavírus, que reduziu as receitas vitais do turismo e as remessas, o que provocou a impossibilidade de importar produtos essenciais.

O governo proibiu as importações para conservar as reservas de divisas e utilizá-las para reembolsar a dívida, que agora deixou de pagar.

Os economistas afirmam que a crise se agravou devido à má gestão do governo, os anos de endividamento acumulado e os cortes de impostos.

 

- Protestos contra o presidente -

A frustração da população com o governo é generalizada e longas filas são registradas a cada dia na ilha para a compra dos limitados estoques disponíveis de gasolina, gás e querosene para cozinhar.

Pelo quarto dia consecutivo, milhares de pessoas permaneciam acampadas nesta terça-feira do lado de fora do gabinete do presidente Gotabaya Rajapaksa na capital Colombo para pedir sua renúncia.

No ano passado, as agências de classificação financeira reduziram a nota do Sri Lanka, o que impediu o país de ter acesso aos mercados de capitais estrangeiros para obter novos empréstimos e suprir a demanda de alimentos e combustíveis.

O Sri Lanka buscou a ajuda da Índia e da China, mas os dois países ofereceram mais créditos para a compra de produtos básicos.

De acordo com os dados oficiais, China e Japão, dois dos principais credores do país, detêm quase 10% cada um da dívida externa do Sri Lanka, enquanto a parte da Índia é inferior a 5%.

Pouco menos da metade da dívida do país é de empréstimos por meio de títulos soberanos internacionais e outros instrumentos similares.

De acordo com as estimativas, o Sri Lanka precisa de quase 7 bilhões de dólares para pagar sua dívida este ano, contra 1,9 bilhão de dólares de reservas que o país tinha no fim de março.

 

 

AFP

FRANÇA - O segundo turno das eleições presidenciais na França, marcado para o próximo dia 24 de abril, se desenha como uma espécie de reprise do pleito de 2017, quando Emmanuel Macron bateu a candidata da direita radical Marine Le Pen.

Desta vez, contudo, a vitória de Macron não parece que virá tão fácil.

As projeções para os resultados do primeiro turno, que aconteceu no último domingo (10/4), mostram como o voto útil reescreveu o mapa eleitoral.

Os eleitores se reuniram em três grandes campos: Macron, a direita radical e a esquerda radical. Nos últimos dias de campanha, muitas pessoas que estavam considerando outros candidatos decidiram apoiar um dos favoritos.

Houve, assim, uma grande transferência de votos de Éric Zemmour - da direita radical nacionalista - para Marine Le Pen. É possível que alguns dos eleitores conservadores do Partido Republicano conservador tenham feito o mesmo.

À esquerda, muitos dos eleitores se convenceram de que nem a socialista Anne Hidalgo nem o ecologista Yannick Jadot poderiam chegar ao segundo turno. Resolveram, então, dar o voto a Jean-Luc Mélenchon, ainda que não fosse seu candidato favorito, na tentativa de manter um nome da esquerda na disputa.

Entre os eleitores de centro, muitos franceses que em outras condições teriam escolhido Valérie Pécresse, de Os Republicanos, resolveram dar voto ao atual presidente. Por quê? Porque estavam genuinamente com medo de que Le Pen e/ou Mélenchon ganhassem muita força nas urnas.

Lembrem-se de que, no sistema eleitoral da França, apenas os dois primeiros colocados no primeiro turno se qualificam para o segundo, e uma pequena margem pode fazer grande diferença. A perspectiva de um segundo turno entre Le Pen e Mélenchon não era totalmente impossível.

O resultado das urnas significa duas coisas.

Uma delas é a devastação total enfrentada pelos dois partidos tradicionais que vinham se revezando no governo francês desde 1958 - a direita conservadora e a esquerda socialista. Este foi um processo iniciado por Macron há cinco anos, mas que agora se viu totalmente concluído.

Os candidatos de ambos os partidos - e certamente Anne Hidalgo dos socialistas - podem inclusive não ter atingido o limite mínimo de 5% que qualifica um partido para pedir reembolso dos custos da campanha. O valor será alto, de milhões de euros, mas pior é a humilhação pública. Podemos esperar sérios conflitos internos nas siglas.

Macron operou de tal forma que a divisão na política francesa é agora definitivamente a que ele buscava: entre seu próprio "centrismo realista" e "abertura ao mundo" e o "extremismo" de seus oponentes. O "extremismo nacionalista" de Le Pen e o "extremismo utópico" de Mélenchon.

Essa divisão o havia beneficiado até agora, permitindo-lhe agregar as chamadas forças "responsáveis" da esquerda e da direita, esmagando a oposição.

A segunda lição deste primeiro turno, entretanto, deve ser-lhe motivo de preocupação.

É que as chamadas forças "irresponsáveis" dos extremos - sua oposição - estão cada vez mais fortes.

Como o comentarista político veterano Alain Duhamel disse na noite de domingo, "os partidos anti-sistema agora têm a lealdade da maioria dos franceses".

Se você adicionar o voto de Marine Le Pen ao de Éric Zemmour e de Nicolas Dupont-Aignan, também da direita radical, verá que esse polo recebeu 33% dos votos - sete pontos percentuais a mais do que em 2017.

Se somarmos os votos da esquerda radical - para Mélenchon e para os trotskistas Philippe Poutou e Nathalie Arthaud - ao total de votos dados a todos os "partidos anti-sistema", esse número supera 50% dos votos válidos.

Muitas dessas pessoas acabarão votando em Macron no segundo turno, pela mesma razão que o fizeram em 2017 - porque, para eles, ver a direita radical no poder é inconcebível. Haverá outros, porém, que deverão se abster, votar em branco ou em Le Pen.

A verdade é que o voto anti-Le Pen e o voto anti-Macron estão convergindo; o primeiro diminuindo e o segundo, crescendo.

É por isso que, desta vez, o segundo turno não deve trazer a mesma vitória confortável para Macron.

 

 

BBC NEWS

ESPANHA - A seleção brasileira feminina de futebol venceu a primeira partida do ano com placar de 3 a 1 sobre a Hungria, em amistoso na tarde de segunda-feira (11), na cidade de San Pedro de Pinatar, na Espanha. Gabi Nunes marcou duas vezes de cabeça e Bia Zaneratto honrou o retorno à equipe comandada por Pia Sundahage com um golaço, de fora da área. A volante Anna Csiki descontou para as húngaras em cobrança de pênalti.

A equipe brasileira começou mais ofensiva. Aos 11 minutos, Kerolin levou perigo ao gol das adversárias com um chute de fora da área, que saiu pela linha de fundo. Três minutos depois, após escanteio, Gabi Nunes cabeceou para o fundo da rede e colocou o Brasil na frente do marcador.  Após sofrer o gol, a equipe húngara se fechou e as brasileiras tiveram mais dificuldades pra finalizar.

No segundo tempo, com sete minutos de bola rolando, a atacante Bia Zaneratto disparou pelo meio, em jogada individual, e ampliou para o Brasil com uma bomba certeira de fora da área. A camisa 16 comemorou muito, já que foi desconvocada várias vezes em 2021, quando atuava pelo Wuhan (China), por conta da pandemia de covid-19. E no início deste ano também ficou de fora da seleção ao testar positivo para o vírus SARS-Cov-2.

E não demorou muito para sair o terceiro gol brasileiro. Aos 15 minutos, Adriana cruzou na medida para Gabi Nunes, atacante do Madrid CFF, marcar o segundo dela na partida. A Hungria descontou aos 29, em cobrança de pênalti da volante Anna Csiki. Já aos 40 minutos, por pouco o Brasil não ampliou.  Em contra-ataque veloz, Bia Zaneratto lançou a meia-campista Adriana, que chutou cruzado e por um triz a bola não entrou.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Foram agendadas 400 castrações, porém 22 animais não passaram na avaliação e 81 não foram levados para o procedimento cirúrgico

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Serviços Públicos, por meio do Departamento de Defesa Animal, realizou no último fim de semana, dias 9 e 10 de abril, no CEMEI José de Campos Pereira, localizada no bairro Cidade Aracy, mais uma etapa de castração de animais domésticos (cães e gatos) em unidade móvel.

O prefeito Airton Garcia e o secretário de Serviços Públicos, Mariel Olmo, acompanharam o início dos trabalhos no sábado (09/04), coordenador pelo diretor de Proteção Animal, Fernando Magnani. No primeiro dia de castração foram realizados 132 procedimentos cirúrgicos, porém estavam agendados pelo CADPETSãoCarlos, sistema online para agendamento das cirurgias de castração que funciona através do link http://servico.saocarlos.sp.gov.br/canil, 200 animais. No domingo (10/04) também estavam agendados 200 procedimentos, mas somente 165 animais foram levados até a unidade móvel.

Fernando Magnani, diretor de Proteção Animal, solicita que o agendamento seja realizado quando o tutor tiver certeza que poderá levar o animal.  “Neste fim semana atendemos os animais do Cidade Aracy, Antenor Garcia e do Zavaglia, mesmo assim poderíamos ter atendido mais cães e gatos, por isso solicitamos que o agendamento seja realizado por tutores que realmente querem que o seu animal passe pelo procedimento. Também todas as exigências para que o pet passe pela cirurgia devem ser cumpridas, como manter o animal em jejum e apresentar documentação pessoal do tutor”, ressalta Magnani.

O secretário Mariel Olmo, de Serviços Públicos, garante que novas ações para a castração de animais domésticos serão realizadas no município. “A próxima etapa será realizada na região do São Carlos VIII, no mês de junho. Além da castração também são realizadas avaliações físicas, vermifugação, orientação e conscientização sobre para a posse responsável de animais domésticos”.

Para o prefeito Airton Garcia castrar o animal é uma decisão muito importante. “Atualmente existe uma grande preocupação com o controle populacional de cães e gatos, e a castração é uma das formas de evitar que animais, principalmente filhotes, sejam abandonados diariamente nas ruas”.

Com mais essa etapa, já foram realizados 1.631 procedimentos cirúrgicos. Em novembro do ano passado foram oferecidas 600 vagas para cirurgias, porém somente foram levados 398 animais. Em dezembro foram feitas mais 300 cirurgias e em 2022 foram realizadas outras 200 castrações em São Carlos, 436 nos distritos de Água Vermelha e Santa Eudóxia e agora mais 297 na região do grande Cidade Aracy.

Os tutores dos animais cadastrados no CADPETSãoCarlos recebem a confirmação com a data, horário e local da cirurgia por e-mail. Quem já está cadastrado e não foi chamado neste último fim de semana, será automaticamente selecionado para a próxima etapa.

Os vereadores Bruno Zancheta, Dimitri Sean e Dé Alvim, o secretário de Governo, Edson Fermiano e o chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho), também acompanharam o trabalho realizado pela Secretaria de Serviços Públicos na castração de animis domésticos.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Agosto 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.