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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - A Tesla quer mudar seus veículos elétricos para uma bateria mais barata, mas primeiro precisa descobrir como superar tensões políticas para conseguir que um parceiro chinês faça baterias à base de ferro perto de suas fábricas nos EUA.

As duas maiores economias do mundo ainda precisam resolver disputas sobre tarifas, direitos de propriedade intelectual. E a ampla repressão regulatória da China, voltada principalmente para o setor de tecnologia, pode representar outro obstáculo.

A China adotou a tecnologia cedo e fabrica 95% das baterias de LFP (fosfato de ferro e lítio) do mundo, mas as principais patentes expiram em breve e a Tesla disse que planeja adotar baterias LFP em sua frota de veículos de alcance padrão global e levar a produção de baterias para mais perto de sua fábricas.

“Nosso objetivo é localizar todas as peças-chave dos veículos no continente”, disse Drew Baglino, vice-presidente da Tesla, anteontem (20). A Tesla está montando fábricas nos Estados Unidos e na Alemanha.

A Tesla atualmente usa baterias LFP da CATL da China em alguns modelos fabricados na China. Nos Estados Unidos, iniciou as vendas de sedans Modelo 3 de nível básico com LFP.

A CATL provavelmente está em melhor situação na China, onde têm acesso aos materiais de custo mais baixo do mundo, disse Craig Irwin, analista da Roth Capital.

O presidente Joe Biden definiu como prioridade apoiar veículos elétricos para combater a mudança climática, mas as limitações da bateria podem ser um obstáculo importante.

A China é o maior mercado global de EV e domina a cadeia de suprimentos para a fabricação de baterias de íon-lítio, incluindo o processamento de minerais e matérias-primas.

A Tesla enfrenta custos mais altos principalmente devido aos preços de cobalto (+70% neste ano), níquel (+20%) e alumínio (+50%). A Tesla usa esses materiais para fazer suas baterias. (Com Reuters)

 

 

*Por: FORBES

ARÁBIA SAUDITA - A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita no Iêmen afirmou na sexta-feira (22) que matou mais de 90 rebeldes houthis em novos ataques aéreos no sul da cidade estratégica de Marib.

Os ataques "destruíram 16 veículos militares e mataram mais de 90 elementos terroristas" nas últimas 24 horas em Al Jawba, 50 km ao sul de Marib, e em Al Kasara, a 30 km ao noroeste de Marib, afirmou a coalizão em um comunicado divulgado pela agência oficial saudita SPA.

Não foi possível verificar esses números de forma independente e os houthis não costumam informar as mortes em suas fileiras.

A coalizão anuncia diariamente a morte de vários rebeldes em Al Abdiya, 100 km ao sul de Marib, o último reduto do governo no norte do Iêmen.

Al Abdiya fica no sul da cidade de Marib, em uma região rica em petróleo e geograficamente estratégica entre o norte e o sul do Iêmen.

Desde 2014, as forças do governo reconhecido internacionalmente travam uma guerra contra os huthis, que são apoiados pelo Irã e controlam boa parte do norte do país, incluindo a capital Sanaa.

Em sete anos de guerra, dezenas de milhares de pessoas, a maioria civis, morreram, e milhões tiveram de abandonar seus lares, segundo as organizações internacionais

A comunidade internacional busca, em vão, uma solução pacífica para o conflito, que provocou a pior crise humanitária do mundo, segundo a ONU. Quase 80% da população iemenita depende de ajuda humanitária para sobreviver.

 

 

Por: AFP

BRASÍLIA/DF - Depois de enfrentar turbulências na maior parte da sessão, o mercado financeiro acalmou-se após o discurso conjunto do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente Jair Bolsonaro. O dólar reverteu a alta e passou a cair, e a bolsa de valores reduziu as perdas. Mesmo assim, a moeda norte-americana teve a pior semana desde julho, e a bolsa registrou a pior semana desde o início da pandemia de covid-19.

O dólar comercial encerrou a sexta-feira (22) vendido a R$ 5,627, com recuo de R$ 0,04 (-0,71%). No pico da sessão, por volta das 12h30, a cotação chegou a R$ 5,75. O movimento só se inverteu no meio da tarde, após o ministro Paulo Guedes garantir que não pediu demissão e dizer que os gastos públicos deverão cair de 19,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 18,5%, mesmo com o Auxílio Brasil de R$ 400.

Mesmo com a queda de hoje, a moeda norte-americana encerrou a semana com alta de 3,16%. Essa foi a maior valorização semanal desde a semana terminada em 8 de julho, quando a divisa tinha subido 4%. Em 2021, o dólar acumula alta de 8,44%.

O mercado de ações também se acalmou após a fala de Guedes, mas o alívio foi insuficiente para reverter as perdas. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 106.296, com queda de 1,34%. No pior momento do dia, às 12h25, o indicador chegou a cair 4,5%.

Em baixa pelo segundo dia consecutivo, a bolsa fechou a semana com queda de 7,28%. Essa foi a maior perda semanal desde a semana encerrada em 18 de março de 2020, no início da pandemia de covid-19. Na ocasião, o Ibovespa tinha perdido 18,88% em cinco dias.

Nos últimos dias, o mercado financeiro tem enfrentado momentos de tensão com a confirmação de que o governo pretende financiar parte do benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil com despesas fora do teto de gastos. A proposta de emenda à Constituição (PEC) que adia o pagamento de precatórios, aprovada quinta (21) na comissão especial da Câmara dos Deputados, abre espaço de R$ 84 bilhões fora do teto para serem gastos no próximo ano. Há o temor de que a conta fique ainda maior caso o Congresso amplie o benefício para R$ 500.

 

 

*Com informações da Reuters

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - Os membros do Conselho de Alimentação Escolar  (CAE) se reuniram, no último dia 19, com a Secretária Municipal de Educação, Professora Wanda Hoffmann, seu chefe de gabinete, Colussi, e o Diretor do Departamento de Logística e Manutenção, Roberto Rado, onde apresentaram o Plano de Ação dos novos membros do conselho e solicitaram reformas urgentes na escola municipal Maria Alice Vaz de Toledo.

Os conselheiros Renata Soares, Cassio Manoel, Jucélia Vicente e Lineu Navarro,  levaram em mãos o relatório da visita feita pelos conselheiros no CEMEI Maria Alice, localizada na Cidade Aracy, onde são apresentadas todas as deficiências e problemas estruturais encontrados na cozinha, despensa de alimentos e no refeitório. 

Com fotos e o detalhamento minucioso destes espaços, os conselheiros apontam todas as reformas, compras de equipamentos e utensílios, ampliação dos espaços, implantação de novos bebedouros e novas rotinas que são necessárias serem implementadas, urgentemente, pela administração municipal. Nos próximos dias, o CAE já terá as respostas dos primeiros encaminhamentos da secretaria a estas solicitações.

Estas medidas garantirão que a qualidade das refeições servidas às crianças e as condições de trabalho das merendeiras sejam efetivamente as melhores possíveis. 

O CAE tem entre suas atribuições a realização destas visitas técnicas às escolas e às entidades conveniadas, para apurar como estão os espaços voltados à alimentação escolar de nossas crianças e jovens, bem como se dá o processo de compra, distribuição e armazenamento dos alimentos, acompanhar a elaboração dos cardápios e a aceitabilidade dos alunos em relação às refeições ofertadas.

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