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Com uso de EPIs e seguindo todas as restrições e protocolos sanitários, Prefeitura começa a servir merenda nas escolas

 

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, iniciou nesta semana o fornecimento de merenda nas escolas, como início do processo gradual de retomada das atividades presenciais  na Rede Municipal de Ensino de Ibaté. 

O trabalho é feito seguindo os cuidados para evitar a transmissão do novo Coronavírus, com o uso de equipamentos de proteção individual (EPI), por toda a equipe escolar envolvida, como máscara comum, máscara shield, avental descartável, luvas e touca.

As mesas foram demarcadas, respeitando o distanciamento social entre os alunos, e  as refeições são servidas em faixas de horário espaçadas, com no máximo metade da capacidade total do espaço, que é higienizado a cada novo grupo. Para acesso e saída do refeitório, os alunos devem usar máscara e está disponível, para uso de todos, álcool 70%.

O objetivo da Prefeitura é iniciar um processo de retomada das atividades presenciais nas escolas e garantir a alimentação para as crianças que necessitam da merenda diária. Em meses anteriores, quando a situação da pandemia estava mais restrita, a Prefeitura distribuiu kits merenda para os alunos, com produtos da cesta básica e de hortifruti. Porém, agora, o Governo do Estado já permite que as escolas recebam os alunos e a cidade já tem a experiência do projeto Merenda nas Férias, quando as refeições são servidas mesmo em período de férias.

A merenda está disponível de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h, em quatro unidades escolares de Ibaté, estrategicamente localizadas para atender toda a cidade.  São elas: E.M. Brasilina Teixeira Ianoni, no Jardim Cruzado; E.M. Professora Maria Luiza Batistela Danieli, no bairro Comendador Nello Morganti; E,M, Profª Neusa Milori Freddi, no Centro e na E.M. Professora Vera Helena Trinta Pulcinelli, no Jardim Icaraí.

Dados

Segundo relatório semanal divulgado pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, até o sábado (21.11), o município tinha nove casos ativos, o que corresponde a  2,04%. Dos 441 casos positivos em Ibaté, 426 já estavam recuperados, ou seja, 96,60%.

O município registrou seis mortes por Covid-19, com a Taxa de Letalidade (relação entre o número de óbitos e o número de casos diagnosticados) de  1,36%.

MUNDO - Uma semana depois da retomada das aulas presenciais, a França anunciou nessa 2ª feira (07) que fechou 28 escolas. Foram 262 turmas atingidas. O país enfrenta, desde julho, alta no número de casos de contaminação pelo novo coronavírus.

O ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, disse ao canal de televisão BFM TV que o número representa uma parte pequena de todos os colégios franceses. O país tem cerca de 60.000 escolas. “Este é o resultado indispensável da vigilância que estamos fazendo. Fechamos muito facilmente para sermos prudentes”, falou.

Blanquer afirmou que espera que mais escolas fechem nas próximas semanas por conta do rígido controle do governo.  O ministro explicou que bastam 3 adultos doentes para que a escola seja fechada. Ele disse também que a França não pretende adotar testes feito com amostra de saliva nas escolas. Disse que não são confiáveis.

Até esta 3ª feira (08), a França tem mais de 328 mil casos de covid-19 e 30.726 mortes pela doença, de acordo com o medidor Worldometers.

 

 

*Por: PODER360

Assunto, que foi durante tanto tempo negligenciado na educação, será incorporado no currículo escolar como uma disciplina transversal, capaz de transitar entre várias

 

SOROCABA/SP - Dados da Serasa Experian, em janeiro deste ano, dão conta de que há no Brasil mais de 63 milhões de pessoas inadimplentes -número que aumentou 2,6% em relação ao ano passado-, o que significa que 40,8% da população adulta do país tem dívidas. Os números refletem a falta de consciência em relação ao dinheiro e a defasagem no ensino que não abordou de forma eficaz a questão. Não à toa, relatório divulgado pelo PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) inseriu o Brasil na 17ª posição, no total de 20 países, no ranking de competências financeiras de jovens. Embora a média brasileira tenha melhorado e saltado de 393 para 420, entre uma avaliação e outra, os resultados continuam preocupantes, principalmente se considerarmos que a média geral foi 505 pontos.

Como uma medida para aplacar tal defasagem, o Conselho Nacional de Educação, homologado pelo Ministério da Educação, determinou que a partir de 2020 todas as escolas deveriam incluir entre as competências de ensino a educação financeira de forma transversal, ou seja, nas várias aulas e projetos desenvolvidos pela unidade. A expectativa é que crianças e jovens do Ensino Infantil ao Médio possam absorver melhor o conteúdo de uma maneira prática e entendam a importância de lidar com o dinheiro. Os primeiros resultados já apareceram em uma pesquisa divulgada também pelo Serasa Experian, que revelou que, depois de participar de projetos de educação financeira, um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro e 24% passaram a conversar com os pais sobre o tema.

Algumas escolas, inclusive, fazem o uso da tecnologia para auxiliar no aprendizado dessas novas competências, como a Luminova, que tem unidades em São Paulo e Sorocaba e tem por objetivo democratizar o acesso à educação de qualidade. “Nós sempre trabalhamos transversalmente o tema e aplicamos em várias áreas, não ficamos restritos à matemática. Usamos a internet como uma grande aliada no processo de aprendizagem. Durante as aulas, por exemplo, os professores podem instigar os alunos a buscar e comparar preços de itens que façam parte da rotina deles, já que entendemos que isso é uma forma de fazer com que eles compreendam como é dada a precificação das coisas e, muitas vezes, até criando um certo policiamento em relação ao que é gasto dentro e fora de casa”, explica Luizinho Magalhães, diretor acadêmico da rede.

Além de recorrer a tecnologia, a escola também explora situações reais e muito atuais, como a atual pandemia causada pelo coronavírus. Por meio do número de infectados em relação ao de habitantes de determinado país ou região, trabalha-se conceitos de porcentagens. Ou ainda, qual o valor de juros composto calculado no parcelamento do carro que usam ou da casa em que vivem. “O importante é que eles vejam na prática esses conceitos e entendam como podem fazer diferente daqui para frente. A educação financeira só valerá se realmente levarmos em conta a realidade na qual os alunos estão inseridos, criando, de fato, uma boa interligação entre eles”, afirma o educador.

A educação financeira ainda é um tema relativamente novo aos docentes, sobretudo se considerarmos que na geração anterior, que hoje leciona, o tema não era debatido em sala de aula. É preciso que as escolas invistam na formação de professores e até mesmo garantam tempo para que os docentes tenham tempo hábil de desenvolver conteúdos interessantes aos alunos. Se antigamente era ensinado adição e subtração usando palitinhos e o quadro negro, hoje é preciso ir além. Contas fixas, como luz, água e gás, cupons fiscais e boletos bancários ganharam às salas de aula e, ao que tudo indica, serão melhor avaliados para, num futuro próximo, ser melhor gerenciados pelas famílias brasileiras.

Sobre Luminova

Com o objetivo de democratizar o acesso à educação de qualidade e promover o crescimento humano e ascensão social, a Luminova, rede de escolas do grupo SEB -Sistema Educacional Brasileiro- inaugurou no final de 2018 as primeiras unidades, em São Paulo e Sorocaba. Projetando expansão por meio de franquias e voltada para os públicos das classes B e C, que representam um contingente de cerca de 42 milhões de crianças e jovens em idade escolar, a Luminova achou um terreno fértil para investir, já que apenas 15% da rede privada atende tal fatia. A mensalidade low cost -de baixo custo-, é possível devido a alta eficiência na gestão escolar, que otimiza tempo, trabalho e estrutura física. Para mais informações: www.escolaluminova.com.br

SÃO CARLOS/SP - O Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus apresentou na tarde desta quinta-feira (27/08), no auditório do Paço Municipal, o protocolo de segurança sanitária para o retorno das atividades nas escolas particulares de educação infantil.

Fernanda Cereda, supervisora da Vigilância Sanitária, fez a apresentação do protocolo que foi amplamente debatido com as autoridades de saúde. O protocolo também segue as normativas do Plano SP.

“A partir de 8 de setembro, data estipulada pelo Plano São Paulo para retorno do chamado acolhimento ou reforço escolar, as instituições privadas de ensino infantil precisão fazer as adequações necessárias para receber as crianças, porém lembramos que somente 35% dos alunos poderão participar das atividades presenciais”, reforça Fernanda Cereda, supervisora da Vigilância Sanitária.

Apresentar capacidade total e quantidade de alunos que irá atender para garantir o distanciamento; garantir rotinas firmes e permanentes a cada mudança de turno, com limpeza e higienização dos espaços; elaboração de plano de contingência para possíveis casos positivos de alunos e/ou colaboradores, contendo obrigatoriamente rede de comunicação rápida entre os contatantes, além de testagem e isolamento; não compartilhar objetos pessoais de trabalho; estimular o uso de recipientes individuais para o consumo de água; uso de máscaras de proteção respiratória; uso e disponibilização de álcool em gel 70%, instalação de divisórias impermeáveis em postos fixos de trabalho, onde o distanciamento mínimo não for possível e disponibilização face shield para os trabalhadores que realizam a recepção das crianças, além de disponibilizar para as autoridades sanitárias quadro de funcionários com as datas de nascimento e os exames periódicos, estão entre as exigências do protocolo.
Mateus de Aquino, coordenador do Comitê Emergencial e secretário de Comunicação, disse que o protocolo que foi sugerido pelos próprios donos de escolas.

“Lembramos que esse retorno é facultativo, porém quem optar pela volta das atividades vai ter que seguir o protocolo apresentado pela Vigilância Sanitária. A fiscalização será rígida e realizada por agentes do município”, ressalta o coordenador.

Também participaram da reunião de apresentação do protocolo a diretora de Vigilância em Saúde, Crislaine Mestre, Fabrícia de Paulo, diretora do Departamento de Supervisão Escolar da Secretaria de Educação, o diretor de Fiscalização, Rodolfo Penela, a diretora do PROCON, Juliana Cortes, o secretário de Segurança Pública, Samir Gardini, o comandante da Guarda Municipal, Michael Yabuki.

SÃO CARLOS/SP - O Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus se reuniu nesta quinta-feira (20/8), no auditório do Paço Municipal, com representantes das escolas particulares de educação infantil para discutir o retorno das aulas presenciais nessas unidades.

Os representantes das escolas apresentaram aos membros do Comitê 10 modelos de protocolos de segurança sanitária para que seja autorizado o retorno das aulas presencias na rede particular de ensino.

Cerca de 30 empresários do setor educacional particular participaram da reunião que também contou com a participação do procurador geral do município, Alexandre Carreira Martins Gonçalves, da supervisora da Vigilância Sanitária, Fernanda Cereda, do diretor de Fiscalização da Prefeitura, Rodolfo Penela, da diretora do Procon, Juliana Cortes e de Fabrícia de Paulo, diretora do Departamento de Supervisão Escolar da Secretaria de Educação, além dos secretários municipais e membros do Comitê, Glaziela Solfa Marques, da Cidadania e Assistência Social e Samir Gardini, da Segurança Pública.

De acordo com o coordenador do Comitê e secretário de Comunicação, Mateus de Aquino, os protocolos foram recebidos e todos serão analisados tecnicamente pela Vigilância Sanitária. “Essa é a segunda reunião com proprietários das escolas particulares. Na primeira reunião ficou acordado que o município precisava analisar juridicamente a situação, já que a rede municipal anunciou que não retorna as atividades presenciais esse ano. Mas entendemos que devemos auxiliar a retomada do setor, porém de forma segura, com protocolos rígidos e que deverão ser seguidos por todos”, disse Aquino.

O coordenador explicou, ainda, que será elaborado um protocolo único pela Vigilância Sanitária que será apresentado para todos na próxima quinta-feira, dia 27 de agosto. Para a retomada das atividades todas as escolas devem receber um alvará temporário para essa situação. Quanto à data de retorno das aulas presenciais nas escolas particulares, Mateus de Aquino, afirma que vai ser preciso seguir o Plano SP.

O Governo do Estado autorizou a abertura gradual das escolas nas cidades que estão na fase amarela do Plano São Paulo em duas datas distintas. A partir do dia 8 de setembro, a retomada atenderia apenas alunos com mais dificuldade de aprendizado em atividades de reforço. A retomada efetiva, mas ainda gradual e restrita do calendário letivo, é prevista para 7 de outubro. Nesta primeira etapa, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, o limite máximo previsto no Plano SP é de até 35% dos alunos em atividades presenciais. Para os anos finais do ensino fundamental e ensino médio, o limite máximo é de 20%.

MUNDO - O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, apresentou um plano para reabrir o maior sistema escolar do país em setembro, com um calendário de "ensino misto" por meio do qual os alunos alternariam entre as salas de aula e seus lares.

A proposta chega no momento em que administradores de escolas de toda o país se empenham em equilibrar a segurança e as necessidades educativas, e o presidente Donald Trump pressiona escolas a reabrirem no outono.

Pelo plano de Nova York, que exige aprovação estadual, 1,1 milhão de alunos da rede pública passariam dois dias na escola e três estudando em casa, e depois reverteriam a sequência na semana seguinte

"Esse modelo misto, esse tipo de modelo de cronograma dividido, é o que podemos fazer nas condições atuais", disse De Blasio. "Depois vamos torcer e orar para que a ciência nos ajude com uma vacina, uma cura ou tratamento."

O plano também pede que os edifícios das escolas sejam desinfetados com frequência, que os estudantes usem proteções faciais e mantenham o distanciamento social nesses locais, afirmou o prefeito. Pais preocupados com a segurança podem manter os filhos em casa para aulas virtuais e com outros materiais, acrescentou.

Atualmente, quase todos os estados norte-americanos estão cogitando planos de reabertura. Eles fecharam as escolas em março, e a pandemia os forçou a mudar para alguma forma de instrução remota que, normalmente, depende de conexões com a internet.

 

 

*Por Peter Szekely - Repórter da Reuters

SÃO CARLOS/SP - Os furtos nas escolas municipais de São Carlos têm preocupado o vereador Roselei Françoso (MDB), especialmente durante o período da pandemia da Covid-19.

Para entender melhor a situação, ele protocolou um requerimento para cobrar informações da Prefeitura sobre o monitoramento e segurança dos prédios públicos municipais.

“Os furtos nos prédios públicos, especialmente nas escolas municipais, sempre aconteceram, mesmo antes da pandemia”, lembra o parlamentar. “No entanto, eles se intensificaram durante a pandemia”, frisa.

Segundo Roselei, há escolas, como o Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI), José Marrara, que foi furtado por seis vezes nos últimos quatro meses. Além de outras escolas, como o Dario Rodrigues, Afonso Fioca Vitalli (CAIC), Arthur Natalino Deriggi, e outras. “Em muitos casos, são pequenos furtos, mas que causam enormes transtornos porque ocorrem arrombamentos e outros estragos”, salienta.

Para Roselei, o efetivo da Guarda Municipal, responsável pela preservação do patrimônio público, não é suficiente para dar conta de toda a demanda. “Só escolas municipais, são 60 unidades, mais as unidades de saúde e muitos outros prédios”, alerta.

“Temos conhecimento que desde março há tentativa de contratar um sistema de vigilância”, lembra. “Solicitei informações para entender qual o estágio atual e como podemos auxiliar para agilizar”, observa.

De acordo com o parlamentar, a aquisição de um sistema de vigilância e monitoramento eletrônico irá auxiliar a Secretaria Municipal de Segurança Pública a organizar melhor a fiscalização dos prédios públicos.

IBITINGA/SP - As escolas municipais de Ibitinga receberam novos computadores, impressoras, carteiras, materiais didáticos e brinquedos. Os itens chegaram à Secretaria de Educação e tem como objetivo renovar a parte tecnológica e pedagógica das unidades.

De acordo com o secretário, Francisco Talarico, os materiais são novos e atenderão a quase todas as unidades da rede municipal de ensino.

“Enquanto as aulas - devido à pandemia - estão paralisadas, a Secretaria de Educação trabalha firme e incansavelmente. Junto a isso, também começamos a renovar itens ligados à estrutura do ambiente escolar para melhor atender alunos, professores e diretores quando a quarentena passar”, disse o secretário de Educação.

No total, a rede municipal de ensino recebeu 37 computadores equipados com periféricos, 27 impressoras multifuncionais, 160 carteiras de sala de aula, 80 triciclos (motocas) e 40 ‘cavalinhos de balanço’. Além disso, está para chegar outras 130 carteiras de sala de aula.

A distribuição dos materiais adquiridos já começou entre as escolas do município.

 

 

*Por: PMI

SÃO PAULO/SP - As escolas devem voltar a funcionar no Estado de São Paulo no início de agosto com 20% dos alunos de cada série. O plano que será anunciado na sexta-feira, 5, pelo governo do Estado valerá para escolas estaduais, municipais, particulares, universidades, Fatecs e até cursos de inglês. Ainda se discute se será um grupo de 20% dos alunos frequentando as aulas todos os dias da semana ou se grupos diferentes de 20% dos estudantes irão uma vez por semana, completando 100% na sexta-feira.

Segundo apurou o Estadão, o esquema funcionaria por duas semanas e depois o número de crianças e jovens aumentaria aos poucos. O governo do Estado descartou a possibilidade, antes aventada, de iniciar as aulas com os alunos mais novos, da educação infantil (zero a 5 anos). O protocolo da volta prevê também uso de máscaras e distanciamento de 1,5 metro dentro das salas de aula. Quem não estiver nas aulas presenciais teria de continuar com atividades a distância, tanto em instituições públicas quanto nas particulares.

São Paulo, que tem a maior rede de ensino do Brasil, caminha para uma solução diferente dos planos de outros Estados. “Já é praticamente unanimidade começar a voltar pelas pontas, e principalmente pelo 3º ano do ensino médio por causa do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio)”, diz o vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e secretário de Pernambuco, Fred Amâncio, com relação ao conjunto de Estados. Depois, segundo ele, voltariam o 9º ano do ensino fundamental, em seguida o 6º ano, ou seja, quem está no fim dos ciclos. “Não dá para colocar todo mundo dentro da escola, é um dos ambientes de maior risco”, diz Amâncio.

No sábado, 30, o secretário do Estado da Educação de São Paulo, Rossieli Soares, reuniu por vídeoconferência representantes de todos os segmentos para discutir as medidas, que devem fazer parte de um decreto. No caso de prevalecer a opção de voltar apenas um grupo de 20% de cada instituição, ainda se discute qual será o grupo prioritário.

As universidades públicas (USP, Unesp e Unicamp) e as Fatecs (faculdades de tecnologia) pediram prioridade na volta às aulas presenciais para os alunos que estão no último ano, para não prejudicar a formatura. Nas Fatecs, muitos estudantes precisam cumprir atividades práticas em laboratórios essenciais para formação.

Já os representantes de escolas particulares (Sieeesp) requisitaram ao secretário o retorno da educação infantil. “Se elas não voltarem ao presencial, nem que seja em dias alternados, muitas vão falir”, diz o presidente do Sindicato Sieeesp, Benjamin Ribeiro da Silva. Como a lei não exige que crianças de até 3 anos estejam matriculadas em instituições de ensino no Brasil, 30% dos pais, segundo estimativa do Sieeesp, já tiraram os filhos da escola.

As experiências internacionais, de países que começaram a retornar às aulas, mostram tanto os que optaram pela volta dos alunos mais velhos que estão terminando a escola, como a China, quanto outros que preferiram iniciar com os menores, como a Dinamarca. A opção pelas crianças em vez dos adolescentes é justificada pelo fato de os pais também começarem a voltar ao trabalho e não terem com quem deixá-las. Lá fora, os protocolos, em geral, incluem rodízio de alunos, distanciamento, uso de máscaras e impedimento de os pais entrarem nas escolas.

“Além do Enem, voltar com os alunos do ensino médio tem um propósito de desenvolver o protagonismo juvenil. Eles podem ser parceiros dos professores para conscientizar os menores quando eles voltarem”, diz o secretário de Educação do Espírito Santo, Vitor de Angelo. As crianças teriam mais dificuldade em cumprir as novas regras sanitárias e de distanciamento nas escolas, afirma. O plano no Espírito Santo é voltar às aulas em julho, dividindo as turmas de ensino médio em duas metades e alternando as semanas. Depois de 15 dias, começaria a retornar os alunos do ensino fundamental, também com revezamento.

Em Minas, não há data definida ainda para retorno porque o Estado entende que o pico de casos de covid-19 deve ocorrer em julho. Mesmo assim, a ideia também é recomeçar as aulas pelo 3º ano do ensino médio. “Nosso foco será em quem está concluindo a educação básica e os mais vulneráveis, que não estão tendo acesso ao ensino a distância”, diz a secretária de Educação de Minas, Julia Sant’Anna.

Rede particular aguarda determinação oficial e já elabora planos

Escolas particulares de elite aguardam as determinações oficiais do governo para organizar melhor a volta, mas já começaram a elaborar planos. Muitas acreditam que o segundo semestre terá modelo híbrido de ensino, com aulas presenciais e também a distância.

O grupo que inclui os Colégios Oswald de Andrade, Elvira Brandão e Piaget, já está comprando medidores de oxigenação e termômetros para que a temperatura dos alunos seja medida na porta da escola. A ideia também é voltar às aulas dividindo as turmas pela metade e escalonando os dias de aulas presenciais. Quem fica em casa poderia ver a mesma aula pelo computador. “Estamos lendo protocolos de todos os países para montar o nosso, mas é tudo muito novo. Por exemplo, vai ter recreio ou não, como será o lanche da cantina?”, diz o diretor da rede, Claudio Giardino.

No Colégio Bandeirantes, a preocupação maior também é com os alunos do 3o ano do ensino médio que precisam concluir a etapa. Segundo a diretora pedagógica da escola, Mayra Ivanoff, eles devem ser os primeiros a voltar. O Bandeirantes também está organizando grupos com psicólogos para o acolhimento emocional de professores e alunos por causa da pandemia. “Tudo ainda é muito incerto, como vamos fazer um discurso de não interação para os adolescentes?”

“É importante olhar para as pontas, como o 3º ano, para os alunos poderem aproveitar melhor essa despedida da educação básica, ainda com os momentos de incertezas pelo Enem”, diz a diretora pedagógica da Escola da Vila, Fernanda Flores. A escola montou um grupo com professores, pais, alunos, funcionários para planejar como será a volta. Fernanda diz se preocupar também com os pequenos, da educação infantil, que aproveitam pouco o ensino a distância e cujos pais precisam da escola para voltar a trabalhar. Estamos tentando reduzir o número de crianças nas turmas, para cinco ou oito. Mesmo assim, quando menores eles são mais complexa é a questão de distanciamento e uso de máscara.”

 

 

*Por: Renata Cafardo / ESTADÃO

IBITINGA/SP - As escolas municipais de Ibitinga farão a entrega do kit merenda nesta sexta-feira, dia 29 de maio. O benefício será distribuído apenas aos alunos que fizeram a solicitação junto às unidades escolares, no período de 13 a 18 de maio.

“Este kit pertence aos alunos da rede MUNICIPAL de ensino. Ele contém alimentos para o consumo individual complementar do estudante. A entrega dos kits será das 9h às 16h nas próprias escolas”, explicou Francisco Talarico, secretário de Educação.

O responsável pelo aluno deve se dirigir à unidade e apresentar os documentos pessoais do estudante para retirar os alimentos.

“É importante ressaltar que o kit deve ser buscado na escola onde o aluno estiver matriculado. As equipes estarão validando a solicitação por meio de documentação”, complementou o secretário.

Prevenção

Como forma de prevenção ao coronavírus, as escolas adotarão medidas de prevenção, segurança e higiene. A manipulação dos alimentos será com uso de luvas e máscaras. As equipes também organizarão as filas, de modo a manter o distanciamento das pessoas e a obrigatoriedade do uso de máscaras.

 

 

*Por: PMI

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