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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), recuou em alguns pontos polêmicos do seu relatório, retirando das propostas de indiciamento do presidente Jair Bolsonaro os crimes de genocídio contra a população indígena e homicídio.

As alterações foram informadas pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), ao deixar reunião do grupo majoritário do colegiado na noite de terça-feira (19). Os membros do chamado G7 participam de uma reunião na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para acertar ajustes ao texto.

O crime de genocídio era um dos principais pontos de divergência entre Renan Calheiros e os demais membros do grupo majoritário, que controla as ações da comissão. Em relação ao crime de homicídio, Aziz disse que seria desnecessário mantê-lo, uma vez que já consta na proposta de indiciamento o crime de epidemia com o agravante de resultar em morte.

Com isso, a proposta de indiciamento de Bolsonaro agora conta com nove tipificações de crimes --anteriormente eram 11.

Renan também teria desistido de incluir na proposta de indiciamento do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) o crime de advocacia administrativa, por ter intermediado uma reunião de representantes da Precisa Medicamentos no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social).

O relator também teria concordado em retirar da lista de indiciados o secretário especial de Saúde Indígena, Robson Santos da Silva.

A reunião ainda segue na noite desta terça-feira. Omar Aziz disse que ainda há outros pontos polêmicos em discussão. O senador citou como exemplo o indiciamento do pastor Silas Malafaia, que enfrenta resistência do próprio presidente da comissão.

 

 

RENATO MACHADO / FOLHA

RIO DE JANEIRO/RJ - A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou uma atualização do Protocolo de Recomendações para Retorno do Público aos Estádios, cuja principal novidade é a permissão da presença de torcedores visitantes em estádios que já recebem público.

Segundo o documento divulgado a presença dos torcedores visitantes seguirá o mesmo protocolo dos apoiadores da equipe da casa, com a comprovação da vacinação completa para o novo coronavírus (covid-19) e a realização de teste antígeno não reagente.

Esta atualização do protocolo também libera a presença de mascotes das equipes nas partidas e trata da dinâmica da entrada das equipes nos estádios.

 

 

Por Agência Brasil

EUA - A temporada do melhor basquete do mundo retornou à ação na noite de terça-feira (19). E o capítulo inicial da NBA (liga de basquete profissional dos Estados Unidos) não poderia ter sido melhor, uma vitória de 127 a 104 dos atuais campeões Milwaukee Bucks sobre o Brooklyn Nets com grande atuação do grego Giannis Antetoukounmpo.

Antes de o confronto começar, os jogadores dos Bucks receberam os anéis de campeões da última temporada. E, com a bola em jogo, o que se viu foi uma grande atuação da equipe de Milwaukee, que a credencia como grande candidata ao título.

Como não poderia deixar de ser, Antetoukounmpo jogou muito bem, com números impressionantes (32 pontos, 14 rebotes e 7 assistências). Pelos Nets os destaques foram Kevin Durant (com 32 pontos e 11 rebotes) e James Harden (com 20 pontos, 8 rebotes e 8 assistências).

O Milwaukee Bucks volta a entrar em quadra na próxima quinta-feira (21), quando mede forças com o Miami Heat. Um dia depois os Nets pegam o Philadelphia 76ers.

 

 

Por Agência Brasil

Já a segunda dose da vacina da AstraZeneca não será antecipada 

 

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos comunica que a partir desta quarta-feira (20/10) inicia a antecipação de 8 semanas para 21 dias da segunda dose da vacina Pfizer para pessoas com mais de 18 anos.
No último mês de setembro o Governo do Estado de São Paulo já tinha reduzido o intervalo da Pfizer de 12 para 8 semanas, independente da faixa etária. Esse intervalo permanece para pessoas de 12 a 17 anos (17 anos, 11 meses e 29 dias).
“A CIB-SP (Comissão Intergestores Bipartite do Estado de São Paulo), nos enviou a deliberação 133/2021, autorizando a redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose da Pfizer, de 56 dias (8 semanas) para 21 dias, porém somente para adultos, ou seja, pessoas com 18 anos ou mais. Portanto como recebemos oficialmente a determinação, a partir de amanhã vamos aplicar as doses antecipadamente. Lembramos que é preciso levar a carteira de vacinação com a marcação da primeira dose. Para os menores de 18 anos permanece valendo as 8 semanas de intervalo”, alerta Crislaine Mestre, diretora de Vigilância em Saúde.
Já de acordo com a 25ª atualização do Documento Técnico da Campanha de Vacinação contra a COVID-19 do Estado de São Paulo, a segunda dose da vacina AstraZeneca deve continuar sendo aplicada com intervalo de 12 semanas ou 84 dias de intervalo. A medida foi tomada porque o Estado não possui doses suficientes do imunobiológico.

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