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Redação

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 Jornalista/Radialista

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AUSTRÁLIA - A Austrália processou oficialmente a China perante a Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das tarifas impostas por Pequim sobre seus vinhos, anunciou o governo neste último sábado (19).

O processo foi aberto após consultas com produtores de vinho australianos, informou o governo, declarando-se aberto a negociações diretas com a China para resolver o problema.

Austrália e China vivem um conflito comercial. O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, já havia alertado que seu governo responderia a todos os países que tentassem usar "coerção econômica" para punir produtores australianos.

A medida foi anunciada dias depois da cúpula dos sete países mais industrializados, o G7, no Reino Unido, onde a Austrália defendeu uma atuação mais firme contra as práticas comerciais da China.

Nos últimos meses, Pequim impôs sanções econômicas a vários produtos australianos, como tarifas sobre produtos agrícolas, carvão ou vinhos, bem como medidas contra o turismo.

Muitas vozes na Austrália acreditam que trata-se de uma retaliação contra a rejeição australiana a investimentos chineses em setores considerados estratégicos, assim como contra o pedido da Austrália para que sejam investigadas as origens da pandemia de coronavírus, iniciada na China no final de 2019.

A Austrália já entrou com um processo contra a China na OMC sobre tarifas sobre suas exportações de cevada.

 

 

*Por: AFP

SÃO CARLOS/SP -  A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste sábado (19/06),  mais uma morte por COVID-19, totalizando 407 óbitos.

Trata-se de um homem de 38 anos, internado em hospital privado desde  02/05/202.

São Carlos continua com 21.564 casos positivos para a doença, uma vez que esse paciente já estava contabilizado na relação de positivados.  11 pacientes estão neste momento em leitos de estabilização. Todos já foram cadastrados e aguardam transferência para hospital público via CROSS.

A taxa de ocupação dos leitos especiais de COVID-19 para UTI/SUS está neste momento em 97%.

EUA - Com passeatas, churrascos, música e discursos, os Estados Unidos comemoravam no sábado o "Juneteenth", feriado nacional que lembra o fim da escravidão, um ano após a morte de George Floyd.

Seu assassinato, ocorrido em maio de 2020 em Minneapolis (norte), gerou um movimento nos Estados Unidos e no exterior contra o racismo e a brutalidade policial.

Ocasião festiva desde 1866, o Juneteenth o é ainda mais este ano, por ser também o primeiro evento nacional que acontece sem restrições sanitárias, já que a maioria das medidas de combate à pandemia foram levantadas nas últimas semanas.

Centenas de eventos foram planejados em todo o país. Na última quinta-feira, o presidente Joe Biden sancionou uma lei que torna o 19 de junho feriado nacional.

"Demorou muito", disse Cheryl Green, 68, na inauguração de uma estátua de George Floyd no Brooklyn. “É bom que as pessoas reconheçam o que aconteceu. Não deveríamos esquecer nunca e isso não deveria voltar a acontecer”, assinalou a moradora desse bairro de Nova York. "As mudanças estão sendo feitas lentamente, mas com segurança."

Em Washington, centenas de pessoas celebraram a data dançando na avenida que leva à Casa Branca, rebatiada de Black Lives Matter Plaza. Kevin Blanks, 29, decidiu acompanhar a passeata para denunciar o racismo "ainda muito arraigado no DNA deste país".

"Nossos antepassados lutaram de forma tão dura", comenta Danique McGuire, 51, afirmando que "resta ainda um longo caminho a percorrer" até os negros se tornarem realmente livres nos Estados Unidos.

Uma pesquisa divulgada terça-feira pelo Instituto Gallup mostrou que 28% dos americanos "nada sabiam" sobre a data.

- Comemoração 'surreal' -

"É um pouco surreal comemorar enquanto travamos uma luta contra os ataques" ao direito ao voto das minorias, tuitou o senador da Pensilvânia Sharif Street.

Entre janeiro e maio, 14 estados dos EUA, incluindo Geórgia e Flórida, aprovaram leis para restringir as possibilidades de voto, medidas interpretadas como destinadas a reduzir a influência do voto das minorias, principalmente da comunidade negra.

Para Farah Louis, vereadora de Nova York, a proclamação do Juneteenth como feriado e o impulso do movimento pós-Floyd oferecem "uma oportunidade" para a comunidade negra. "Deve-se agir no calor dos fatos", disse, referindo-se ao debate sobre indenizar os negros pelos danos da escravidão.

 

 

*Por: AFP

BRASÍLIA/DF - Em entrevista para a Veja, publicada na última 6ª feira (18), o presidente do STM (Superior Tribunal Militar), general Luis Carlos Gomes Mattos, disse que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não é uma ameaça à democracia e fez críticas a oposição, afirmando que quem está contra o governo vai “esticar essa corda, como se diz, até que ela arrebente”.

“O presidente Bolsonaro é um democrata, fala com o palavreado do povo, mas nada disso com a intenção de quebrar as estruturas, destruir as instituições, dar um golpe”, afirma. “Quem critica Bolsonaro faz isso de manhã, de tarde, de noite. Tudo atribuem ao presidente. Tudo de errado. Será que você aguentaria isso? Que reação eu teria? Não sei. E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades”.

Para o general, os opositores “estão esticando demais a corda”. O que para ele, significa tomar medidas fora da Constituição. “Não tenho dúvida de que estão esticando, para ver até onde se pode ir. Tenho a certeza de que nós já suportamos muito. Nós saímos dos governos militares com a maior credibilidade institucional no país. Por quê? Porque aplicamos e não desviamos o pouco que recebemos”.

Questionado sobre se incomodar com a forma com que Pazuello vem sendo interrogado pelo Congresso na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid e a possibilidade de o ex-ministro ter seu sigilo quebrado, Mattos respondeu que acha o tratamento desrespeitoso e defendeu o general.

“Eu conheço o general Pazuello. Não tenho dúvidas da competência e honestidade dele. foi muito preciso e objetivo nas respostas. Não sei se eu seria. Na minha opinião, ele não vai ser acusado de nada. E, se acontecer, isso não vai abalar as Forças Armadas”, disse.

Mattos disse considerar a Lava-Jato um avanço para o país, mas que o brasileiro precisa “saber votar”. O general negou que as Forças Armadas tenham sido “capturadas pelo governo”. “Não fomos capturados por ninguém. Nós passamos quantos anos em governos de esquerda? As Forças Armadas se mantiveram fiéis ao presidente, que é o comandante em chefe das forças, seja ele de que ideologia for”, concluiu.

 

 

*Por: Poder360

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