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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Flagrante ocorreu na cidade de Araçatuba

 

ARAÇATUBA/SP - A Polícia Militar, por meio do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), prendeu uma mulher, de 21 anos, que transportava 18 tijolos de maconha em malas. O flagrante ocorreu na terça-feira (8), em Araçatuba.

Uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) participava da operação “Paz e Proteção” quando abordou um ônibus de viagem pela rodovia Marechal Rondon (SP-300). Em entrevista com os passageiros, os militares desconfiaram de uma moça que apresentou muito nervosismo e realizaram buscas em sua bagagem.

Em duas malas que a passageira transportava foram encontrados 18 tijolos de maconha e um pedaço de outro tablete e uma porção da mesma droga. Questionada, ela confessou que tinha sido contratada na cidade onde reside – Timon, no Estado do Maranhão – para buscar a droga em Campo Grande (MS) e levar até a rodoviária de Goiânia (GO).

Todo o entorpecente, que somou 16,7 quilos, foi apreendido para perícia e a mulher presa em flagrante. A ocorrência foi registrada como tráfico de drogas no plantão policial de Araçatuba, onde a autora permaneceu detida à disposição da Justiça.

EUA - O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos (EUA) flexibilizou as recomendações de viagens para 61 países, incluindo o Japão, saindo do nível 4 (não ir), o mais alto - que desencorajava todas as viagens -, passando agora a recomendar viagens a indivíduos totalmente vacinados, confirmou a agência na terça-feira (8).

As novas classificações rebaixam 61 países para o nível 3 (evitar ir, se possível), incluindo França, África do Sul, Canadá, México, Rússia, Espanha e Itália. Segundo o Departamento de Estado norte-americano, a recomendação de viagem está em processo de revisão para refletir as mudanças do CDC. A agência informou que a alteração ocorre após a revisão de seus critérios para avisos de saúde em viagens. O CDC ainda disse que também revisou sua classificação para os Estados Unidos do nível 4 para o nível 3.

Em 24 de maio, o Departamento de Estado foi contrário a viagens ao Japão, citando uma nova onda de casos de covid-19 antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio começarem, em 23 de julho.

Outros países que estão sendo rebaixados para o nível 3 incluem Honduras, Indonésia, Jordânia, Líbia, Panamá, Polônia, Dinamarca e Malásia.

Muitos dos países que agora têm classificações mais baixas permanecem na lista do governo dos EUA, sujeitos a severas restrições de viagens - e a maioria está sujeita a essas restrições desde o início de 2020.

Os Estados Unidos proíbem a entrada de quase todos os cidadãos não norte-americanos que estiveram na China, no Reino Unido, na Irlanda, Índia, África do Sul, no Brasil, Irã e os 26 países de Schengen (convenção entre países sobre política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas) na Europa sem controles de fronteira nos 14 dias anteriores.

 

 

*Por David Shepardson - Repórter da Reuters

SÃO CARLOS/SP - Em plena pandemia de Covid-19 nossa reportagem recebeu denúncias e hoje, 09, foi ao local verificar, onde lixo hospitalar está jogado em um terreno localizado na Rua João Martins França, nas proximidades da UPA Cidade Aracy.

Segundo moradores, vira e mexe essa situação ocorre no local. O lixo, ou material é colocado no saco fechado, porém as vezes animais rasgam o saco ou até moradores em situação de rua vão mexer para ver se tem reciclado e deixam assim, tudo espalhado pelo terreno.

Durante nosso bate papo com moradores verificamos que ali é um lugar que transita muita gente, além de crianças que ficam brincando por ser um terreno grande e teoricamente “seguro”.

Este resíduo é classificado como perigoso! Além de contaminar o meio ambiente ele pode representar riscos à saúde humana. Além do descarte correto é fundamental que todo resíduo seja tratado conforme as as legislações ambientais, seguindo todos os protocolos para um encaminhamento seguro e eficiente.

Existe uma concessão da coleta de lixo hospitalar em São Carlos, mas pelas fotos e depoimentos de populares nada foi feito por enquanto.

O frio traz complicações para os mais de 15 milhões de brasileiros que têm algum tipo de doença reumática. Especialista fala sobre o assunto e dá dicas de como enfrentar esta época do ano.

SÃO PAULO/SP - O inverno costuma ser desafiador para alguns pacientes com doenças reumáticas. Em sua maioria, essas doenças afetam o aparelho locomotor, ou seja, ossos, articulações (“juntas”), cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. A queda de temperatura pode causar contração e rigidez na musculatura e isso traz dor e desconforto para esses pacientes.

De acordo com o Dr. Murillo Dório, especialista da Cobra Reumatologia, essa rigidez, aliada à falta de exercícios físicos (que tem uma baixa comum nesta época do ano), à inflamação nas articulações e à sensação natural do frio, faz com que os pacientes acabem sofrendo com dores constantes no inverno.

Esse panorama não envolve apenas a sensação de dor, mas aumenta a possibilidade de automedicação, distúrbios psicológicos e, por vezes, até a diminuição da renda mensal, uma vez que a rotina normal de trabalho pode ser prejudicada.

Para que os portadores de doenças reumáticas já comecem a cuidar da sua saúde e reduzam ao máximo suas dores na época mais fria do ano, o Dr. Murillo traz dicas essenciais:

- Atividade física: apesar da preguiça de levantar no frio, é necessário manter os exercícios, principalmente o alongamento. Assim os músculos ficam mais preparados para as mudanças climáticas.

- Aqueça: casacos, calças e sapatos adequados são essenciais, pois quanto mais frio sentir, mais intensa a dor ficará. Ainda, a recomendação é que os banhos sejam feitos com as janelas fechadas e os ambientes aquecidos.

Evite a automedicação: siga as orientações do seu médico sobre os medicamentos que você pode tomar nos períodos de piora da dor e mantenha o uso regular dos medicamentos já prescritos para o tratamento da sua doença reumática.

Em breve seu dia a dia ficará mais confortável com a mudança da estação!

Dr. Murillo Dório – especialista da Cobra Reumatologia é formado pela Faculdade de Medicina da USP e atua nas instituições Nove de Julho e Santa Paula.

Sobre a clínica: A clínica Cobra Reumatologia foi inaugurada em 1944. Em todos esses anos, três gerações de médicos têm se dedicado ao estudo e ao tratamento das doenças reumáticas, contribuindo não só com a qualidade de vida de seus pacientes, mas com o fomento da especialidade. O fundador Prof. Dr. Castor Jordão Cobra desenvolveu métodos terapêuticos vanguardistas, que muitos anos depois ainda são estudados por especialistas. Atualmente, o serviço da Cobra Reumatologia é dirigido pelo neto do Prof. Castor, Dr. Jayme Fogagnolo Cobra, que expandiu os serviços prestados pela clínica liderando um grupo de mais de 60 médicos que atuam em 12 hospitais de São Paulo, ABC Paulista, Santos, Rio de Janeiro e Brasília, realizando mais de 6 mil atendimentos por mês.

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