Jornalista/Radialista
ITIRAPINA/SP - Enquanto perdurar a pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, o funcionamento do Velório e Cemitério Municipal passarão a seguir os seguintes critérios de funcionamento:
• Horário: das 07 às 17 horas;
• Em caso de falecimento suspeito ou confirmado para COVID-19 o sepultamento será imediato e em qualquer horário com duração de no máximo 10 minutos, mantendo os critérios do manual de manejo de corpos do Ministério da Saúde;
• Em caso de falecimento por outras patologias será concedido aos familiares e/ou amigos um período de no máximo de 2 horas para as condolências;
• Havendo mais de um falecimento no dia, as empresas funerárias deverão promover os velórios e/ ou sepultamentos em horários diferentes, para que não haja aglomeração no local;
• Serão velados e sepultados apenas um falecido por período;
• Recomenda-se que o enterro ocorra com no máximo 10 pessoas, não pelo risco biológico do corpo, mas sim pela contraindicação de aglomerações.
• Evitar, especialmente, a presença de pessoas que pertençam ao grupo de risco para agravamento da COVID-19: idade igual ou superior a 60 anos, gestantes, lactantes, portadores de doenças crônicas e imunodeprimidos;
• Não permitir a presença de pessoas com sintomas respiratórios, observando a legislação referente a quarentena e internação compulsória no âmbito da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) pela COVID-19;
• Não permitir a disponibilização de alimentos. Para bebidas, devem-se observar as medidas de não compartilhamento de copos;
• Para melhor segurança sanitária, os presentes deverão evitar contatos próximos como abraços e comparecerem usando obrigatoriamente máscaras de proteção facial;
• Para maior organização do fluxo de pessoas, a equipe da Defesa Civil estará presente, acompanhamento cada velório e sepultamento.
A Prefeitura se solidariza com a dor da perda de um ente querido e sabe o quanto é valorizada a despedida pela nossa sociedade, porém, o único objetivo das medidas anunciadas acima é preservar a vida.
Outras informações podem ser obtidas na Vigilância em Saúde (Tel. 19- 3575-3931).
*Por: PMI
MATÃO/SP - A AB Triângulo do Sol, concessionária do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, atendendo à sua política de achados e perdidos, divulga objetos encontrados nas rodovias, que estão à disposição para retirada pelos proprietários:
Caso não haja a retirada ou reclamação dos itens pelos proprietários em até 30 dias, estes serão doados, descartados, encaminhados à Polícia Militar Rodoviária ou destinados aos Correios. Os proprietários podem entrar em contato com a concessionária por meio do telefone 0800 701 1609 para receberem as orientações necessárias para a retirada.
AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo
A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / Nemésio Cadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.
SÃO CARLOS/SP - O Centro de Controle Operacional (CCO) da Guarda Municipal foi acionado na madrugada deste domingo (12), com a denúncia de que um buffet infantil estava sendo assaltado, na Rua Duarte Nunes, na Vila Prado, São Carlos.
Com as características dos suspeitos a equipe da vtr GM Amanda e GM Oliveira, realizaram uma varredura pela região e encontrou A.O.S, de 20 anos, carregando um painel LED, mais a frente encontrou outro sujeito (não identificado pra imprensa), carregando um televisor LG de 50”. Os Guardas Municipais entraram em contato com a empresa de segurança que acionaram os proprietários do buffet que reconheceram os objetos.
Assim sendo, as partes foram conduzidas ao Plantão Policial, no qual ratificou a ordem de prisão em flagrante a dupla.
SÃO PAULO/SP - Pesquisa DataPoder360 mostra que 43% dos brasileiros acham que os mais jovens devem voltar a trabalhar durante a pandemia da covid-19. Uma parcela maior, no entanto, de 47%, acha que todos ainda devem ficar em casa em quarentena.
As percepções se mantiveram estáveis, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais, em relação ao último levantamento, feito de 22 a 24 de junho.
A pesquisa foi realizada de 6 a 8 de julho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. Conheça mais sobre a metodologia lendo este texto.
A divisão de estudos estatísticos do Poder360 vem analisando o comportamento dos brasileiros durante a pandemia. O 1º estudo foi publicado em 18 de abril, quando o Brasil chegava perto dos 20.000 casos e os Estados e municípios estabeleciam as medidas de restrição social.
Esse já é o 7º levantamento realizado sobre a percepção da volta ao trabalho. Até o sábado (11.jul.2020), o Ministério da Saúde registrava 1.839.850. casos de coronavírus e 71.469 mortes em decorrência da covid-19 no Brasil. Foram confirmados mais 39.023 casos e 1.071 mortes em 24 horas.
Apesar da alta diferença do número de casos no país hoje em relação a quando foi feito o 1º estudo, a percepção dos brasileiros sobre a flexibilização do isolamento para os jovens ir trabalhar se mantém estável, com variação de 46% a 52%.
Já o percentual dos que são a favor o retorno subiu 6 pontos desde a pesquisa realizada no final de abril.
OS MAIS JOVENS SÃO CONTRA
Os entrevistados de 16 a 24 anos são a faixa etária que mais rejeita o retorno ao trabalho durante a pandemia. Entre eles, 40% são a favor da flexibilização e 52% acham que todos devem ficar em casa. A taxa é 3 pontos percentuais menor que a registrada entre adultos de 25 a 44 anos.
No recorte de renda, aqueles que ganham de 5 a 10 salários mínimos são os que mais defendem a permanência em casa: 64% rejeitam a volta do trabalho presencial com o uso de máscara. Os desempregados e sem renda fixa somam 45% dos que defendem a medida.
Mais da metade dos que têm ensino superior (59%) defendem a permanência em casa. Os que concluíram o ensino médio são 46% e aqueles com fundamental, 43%. O último grupo é o único, considerando escolaridade, que defende mais o retorno do que a manutenção do isolamento para jovens: 46% acham que os mais jovens já podem voltar a trabalhar presencialmente usando máscaras.
AVALIAÇÃO DE BOLSONARO
Desde o começo da pandemia no país, o presidente Jair Bolsonaro se posicionou contra o isolamento social horizontal, ou seja, para toda a população. Para ele, o distanciamento social deveria se limitar somente entre as pessoas com mais de 60 anos ou com doenças crônicas, que fazem parte do grupo de risco da covid-19, ou seja, do grupo de pessoas em que a doença tem mais chance de avançar de forma grave.
O comportamento do presidente tem refletido na opinião de seus apoiadores. Mesmo com covid-19, Bolsonaro continua defendendo a flexibilização do isolamento social para a volta ao trabalho e ainda afirmou estar tomando hidroxicloroquina para tratar a doença. O medicamento não tem eficácia cientientificamente comprovada.
Na última semana, Bolsonaro foi diagnosticado com o coronavírus. O novo estudo do DataPoder360 começou a ser realizado em 6 de julho, dia em que o presidente revelou ter sintomas da covid-19 e que iria fazer o exame. A divisão de estudos estatísticos do Poder360 seguiu com as entrevistas até 8.de julho. No dia anterior, 7 de julho, Bolsonaro confirmou que seu teste deu positivo. Ou seja, o levantamento já captou o possível efeito da revelação sobre a enfermidade. Os resultados, no entanto, não mudaram em relação ao levantamento feito há duas semanas, de 22 a 24 de junho.
O DataPoder360 mostra que entre os que defendem a volta dos mais jovens ao trabalho, 76% continuam avaliando o desempenho pessoal do presidente como “ótimo” ou “bom” e 21% como “ruim” ou “péssimo”.
No grupo que acha que todos ainda devem ficar em casa (47%), a aprovação trabalho de Bolsonaro continua de 18% e a rejeição é de 71%.
*Por: Sabrina Freire / PODER360
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