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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Nesta última terça-feira, em partida atrasada da primeira rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras ficou apenas no empate de 1 a 1 com o Vasco, em casa. Devido a final da Libertadores, que será no próximo sábado, Abel Ferreira optou por uma escalação alternativa. Breno Lopes anotou o gol dos anfitriões enquanto Benítez fez para os visitantes.

Com o resultado, o Verdão permaneceu na quinta colocação, agora com 52 pontos. Já o Vasco está em 14º, com 36, a apenas quatro do Bahia, primeiro clube dentro da zona do rebaixamento.

O duelo desta noite, inclusive, marcou o reencontro do Alviverde com o Vanderlei Luxemburgo, atualmente técnico do Vasco. O comandante dirigiu o Palestra do início da temporada até a 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ao longo de 2020, ele esteve à frente do time em 36 jogos oficiais, somando 17 vitórias, 14 empates e cinco derrotas.

O jogo - A primeira etapa começou agitada no Allianz Parque. Com o relógio marcando apenas cinco minutos, Benítez cobrou falta para dentro da área e Léo Matos aproveitou a saída equivocada de Jailson para balançar as redes. No entanto, o lateral cruzmaltino estava em posição de impedimento e o tento foi anulado.

A partir de então, os mandantes passaram a se impor. Aos sete, Scarpa recebeu pela esquerda e bateu cruzado para a defesa de Fernando Miguel. No lance seguinte, o meia encontrou grande lançamento para Felipe Melo, mas o volante, que estava totalmente livre, isolou.

15 minutos depois, o Palmeiras teve mais uma ótima chance de inaugurar o placar. Depois de erros de Léo Gil e Ricardo Graça, Breno Lopes saiu cara a cara com Fernando Miguel e acabou finalizando em cima do goleiro. Já aos 30, o atacante se redimiu. Após ser acionado em velocidade pela direita, Breno invadiu a área e bateu cruzado para marcar o seu primeiro gol com a camisa do Verdão.

No entanto, a vantagem durou pouco. Quatro minutos depois, Benítez cobrou falta da intermediária com muita categoria e estufou as redes de Jailson, que não pôde fazer nada para evitar o golaço.

Já a segunda etapa começou em um ritmo mais lento. Ambas as equipes encontraram muitas dificuldades para se desvincularem da marcação adversária e criar ações ofensivas. Com isso, a primeira chegada mais perigosa aconteceu apenas aos 27 minutos, quando Scarpa arriscou de fora e assustou Fernando Miguel.

Já o Vasco buscava se aproveitar dos contra-ataques. Aos 40, Gabriel Pec tabelou com Cano e cruzou para dentro da área, mas Vinícius passou batido e não conseguiu completar para o gol. No lance seguinte, o atacante arriscou da entrada da área e obrigou Jailson a executar boa defesa.

Nos minutos finais, o Palmeiras até esboçou uma pressão em busca de um gol salvador, mas não foi o suficiente para tirar o empate do placar.

 

 

*Por: GAZETA ESPORTIVA

SÃO PAULO/SP - O relacionamento entre os ex-participantes do reality ‘A Fazenda’, Raissa Barbosa e Lucas Maciel, chegou ao fim e os dois se alfinetaram nas redes sociais.

Em seu feed do Instagram, a vice miss bumbum anunciou o término em um post pra lá de polêmico:

“Gente, eu e Lucas não estamos mais juntos e nunca estivemos né, como vocês puderam observar no reality e aqui fora. Pelo menos da minha parte, achava que tinha algo. Não vou ficar numa relação onde eu fico presa a pessoa me travando de tudo e nem fingindo ser o que não sou. Tô sendo bem sincera como eu sempre fui e nem vou me prolongar tanto pra não falar besteira. É isso!”, legendou.

O radialista também deu seu parecer sobre o assunto e alfinetou a ex:

“O preço de se doar pra ajudar tanto quem você gosta as vezes é alto, né? Se sua gratidão e amor não são capazes de superar seu ego, mais nada precisa ser explicado. A consciência tranquila segue sendo minha melhor companhia pra dormir”, disse em sua conta do Twitter.

 

 

*Por: Laís Mylla / METROPOLITANA

SÃO CARLOS/SP - Os vereadores Roselei Françoso (MDB), presidente da Câmara Municipal, e Robertinho Mori (PSL), 2º vice presidente da Mesa Diretora, receberam a Diretoria do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de São Carlos na tarde desta segunda-feira (25) na sala da presidência.

O diretor titular, Emerson Chu, e os vice-diretores, Marcos Henrique dos Santos e Paulo Cesar Giglio, representaram o Ciesp São Carlos no encontro. Segundo eles, o objetivo foi o de estabelecer uma aproximação com o Legislativo. “Viemos dar os parabéns ao novo presidente da Câmara e nos colocar à disposição para pensarmos o desenvolvimento de São Carlos”, frisou Chu.

O objetivo da regional do Ciesp, de acordo com Chu, é somar esforços para auxiliar no desenvolvimento de São Carlos. Na campanha eleitoral de 2020, a entidade apresentou aos candidatos a prefeito uma série de propostas com vistas ao desenvolvimento econômico da cidade.

“Entre as propostas está a criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, com orçamento próprio e autonomia para trabalhar”, explica Marcos Henrique. Para o Ciesp, é fundamental dotar o município de um mecanismo capaz de agilizar a abertura de novas empresas, gerar empregos e discutir os potenciais econômicos de São Carlos.

“A Câmara Municipal de São Carlos está aberta para acolher todos os segmentos da sociedade, principalmente aqueles que estão interessados em promover o desenvolvimento local”, frisou o presidente da Câmara, Roselei Françoso. “Vamos colocar a Escola Legislativa para funcionar e uma das metas é discutir com especialistas os temas que envolvem São Carlos”, registrou o presidente.

O vereador Robertinho Mori frisou a importância de definir uma agenda com o intuito de estimular o debate. “Temos o Dia da Indústria em abril e podemos usar a data para realizar um amplo debate junto à sociedade”, destacou. O vereador também sugeriu que a Câmara faça uma moção para apoiar a iniciativa do Ciesp São Carlos.

Números – De acordo com o Ciesp São Carlos, que engloba 12 municípios da região, um censo da indústria está em andamento. “Já sabemos que temos 6 mil empresas de transformação na região, dos quais 3 mil estão em São Carlos”, disse Chu. Os representantes da indústria disseram que São Carlos precisa de um novo distrito industrial, solucionar questões antigas, como o asfaltamento e drenagem do Parque São José e focar no desenvolvimento econômico.

SÃO PAULO/SP - A poeira ainda não baixou sobre a retirada da Ford como produtor de veículos no Brasil. Além das implicações econômicas e políticas, é natural que surjam notícias de todos os lados.

O fervor dos acontecimentos chegou ao ponto de sugerir que os empregados da fábrica de Taubaté, SP pudessem formar uma espécie de cooperativa para administrar as instalações. Obviamente, isso não acontecerá, pois sem mercado não há para quem vender a produção.

O governo da Bahia correu para bater às portas da embaixada chinesa, em Brasília, na esperança de que algum fabricante do país asiático pudesse assumir ou comprar a fábrica de Camaçari.

O presidente da CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, também disse que “com alguma ajuda” teria interesse na fábrica baiana. Esta tem capacidade até 300.000 veículos por ano, incluindo a unidade de motores 1-litro local.

A Ford tem ativos fabris no Brasil difíceis de vender. No entanto, a possibilidade de a marca encolher e apenas importar produtos da Argentina, Uruguai, China, EUA e Canadá não deve ser o cenário definitivo.

Depois de reservar US$ 4,5 bilhões (R$ 23 bilhões) para enfrentar todas as indenizações e despesas, daqui a quatro ou cinco anos poderá voltar a produzir no Brasil. Mas não com fábrica própria. Nada de produto com baixo valor agregado, alto índice de localização das peças ou sem rentabilidade.

Hoje VW e Ford já têm acerto de colaboração envolvendo picapes médias, furgões e novas tecnologias. Na Europa, a Ford lançará um modelo elétrico a partir da arquitetura modular MEB da VW que deu origem ao ID.3, ID.4 e outros ainda virão. Na África do Sul, a Ford produzirá as novas Ranger e Amarok.

Portanto, embora a Autolatina no Brasil e na Argentina, entre 1987 e 1996, não terminasse em troca de flores, as duas marcas voltarão a colaborar, industrialmente apenas, aqui.

Em meia década, porém, o País deve encontrar um rumo para melhorar o ambiente de negócios e fechar o tal manicômio tributário. Os incentivos, baseados em renúncias fiscais, prosperaram porque os impostos sobre automóveis são os mais altos do mundo. Governos nos três níveis querem tirar a sua parte e até aumentá-la, como aconteceu agora com o ICMS em São Paulo.

 

 

*Por: Fernando Calmon / icarros

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