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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Ana Furtado abriu o jogo sobre a decisão de encerrar seu vínculo com a TV Globo após quase 30 anos na emissora. De acordo com a apresentadora, ela sentia muita “falta de protagonismo”, o que a levou a decidir seguir novos caminhos.

A revelação foi feita durante um bate-papo no PodDelas, no YouTube. Ana explicou que não ter a oportunidade de assumir papéis de destaque não estava lhe fazendo bem. “Não me fazia bem, eu não tinha protagonismo, eu não estava fazendo coisas que eu gostaria de fazer. Fiquei 28 anos fazendo o que tinha para fazer, mas não era necessariamente o que eu queria e gostava de fazer”, explicou.

Além disso, a apresentadora contou que o diagnóstico de câncer a fez repensar diversos aspectos de sua vida, tomando a decisão de desacelerar. “Depois de todo esse processo que eu vivi, decidi que chegou o momento em que tenho a necessidade de parar, respirar, recalcular a rota e decidir o que quero fazer”, afirmou.

 

Confira:

Ana Furtado explicou durante o bate-papo que tinha o desejo de fazer coisas mais “significativas”, que a fizessem se sentir bem, decidindo se priorizar após quase três décadas na emissora.

“O que eu queria fazer eram coisas importantes para mim, extremamente significativas, que fizessem sentido e me deixassem feliz”, explicou a apresentadora, que, ao se despedir da Globo em 2022, agradeceu por todos os anos de parceria.

“Depois de 26 anos de uma parceria muito feliz, cheia de aprendizado, respeito e sucesso, me despeço da Globo. Há tempos penso em partir para novos sonhos, e no começo deste ano, senti que era a hora de dar esse passo”, disse na ocasião.

 

 

Cesar Nascimento / AREAVIP

SÃO CARLOS/SP - No dia 14 de setembro, a cidade de Barueri foi palco de uma das mais prestigiadas competições de jiu-jitsu do Brasil, o BJJPro, organizado pela International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF). Entre os destaques da competição, a atleta da Fábrica de Campeões B9JJ a Luana Soriano, competindo na categoria Master 1, super pesado, brilhou ao conquistar o vice-campeonato em um desempenho admirável.

Luana, que é uma ex-atleta experiente de handebol, está se dedicando ao jiu-jitsu nos últimos tempos e vem se apaixonando cada vez mais pela modalidade. Em sua trajetória no BJJPro, ela realizou duas lutas: finalizou sua adversária na primeira disputa e, apesar de uma excelente performance, acabou derrotada na final.

O desempenho de Luana foi celebrado por toda a sua equipe, incluindo seus professores Fernando e Rafael, que expressaram imenso orgulho pela conquista da atleta. "Ver a Luana brilhar em um campeonato tão importante nos enche de alegria. Ela está evoluindo rapidamente e ainda tem um grande futuro pela frente", declarou o professor Sebá, coordenador da Fábrica de Campeões B9JJ.

Com um espírito competitivo afiado e uma crescente paixão pelo jiu-jitsu, Luana já está de olho nas próximas competições. Sua dedicação e amor pela arte suave mostram que essa é apenas uma etapa inicial em uma jornada promissora no tatame. Toda a sua equipe de treinamento está motivada e comprometida em continuar a apoiar a atleta em sua preparação para os desafios futuros.

A vice-campeã, agora com um novo desafio em vista, segue firme em sua trajetória de evolução no jiu-jitsu, e suas conquistas certamente servirão de inspiração para outros atletas que buscam crescimento no esporte.

Projeto de Iniciação Científica da UFSCar convida voluntárias para avaliação e orientação gratuitas

 

SÃO CARLOS/SP - Um projeto de Iniciação Científica, desenvolvida no Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem por objetivo compreender o perfil de dor de mulheres com dismenorreia primária (cólica menstrual) em diferentes momentos do ciclo menstrual. O estudo convida voluntárias para avaliação e orientação gratuitas, que acontecerão no Laboratório de Pesquisa em Saúde da Mulher (Lamu) da Universidade. O estudo é realizado pela graduanda Marthynara Barbosa da Silva, sob orientação de Mariana Arias Avila, docente do DFisio.

A dismenorreia, popularmente conhecida como cólica menstrual, é considerada primária quando não está associada a uma doença ginecológica. Passa a ser considerada secundária quando há doenças relacionadas, como endometriose, adenomiose e síndrome dos ovários policísticos, por exemplo. "Acredita-se que a dismenorreia primária pode tornar a mulher mais sensível à dor durante a sua ocorrência, não somente na região do baixo ventre, como também em áreas diferentes. No entanto, sabe-se que existem muitas mulheres que, por causa da dismenorreia primária, ficam com maior sensibilidade à dor mesmo fora do período menstrual", explica pesquisadora, citando um estudo realizado pelo grupo de pesquisa da UFSCar que evidenciou que a cólica presente desde a adolescência aumenta a chance da mulher ter sensibilização central, um fenômeno que leva a essa maior sensibilidade a diversos estímulos, e também à dor. "Portanto, conhecer o perfil de dor de mulheres durante a cólica, e fora desse período, pode nos ajudar a entender melhor como a cólica pode ser tratada, inclusive pela Fisioterapia", complementa Marthynara Silva.

A expectativa da pesquisa é encontrar uma relação entre a intensidade da cólica menstrual e a presença de sensibilização central, que pode ocasionar o aumento da percepção da dor nas mulheres. De acordo com a graduanda, os resultados da pesquisa serão importantes para nortear a prática clínica dos profissionais que atuam com saúde da mulher, inclusive fisioterapeutas, bem como estimular a busca de estratégias de controle e manejo da dor menstrual tanto para as mulheres que têm a sensibilização central quanto para as que não têm.

Para realizar o estudo estão convidadas mulheres, de 18 a 45 anos, que tenham cólica menstrual (dismenorreia primária) para passarem por avaliação durante duas visitas ao Lamu e para receberem orientação sobre essa condição. As interessadas devem preencher este formulário eletrônico (https://bit.ly/3B0u5La). Outras informações sobre o estudo podem ser solicitadas à pesquisadora pelo telefone (16)99614-7176 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 79991024.8.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos iniciou nesta semana o recapeamento de 31.612,18 m2 de vias nos bairros Jardim Pacaembu e Cruzeiro do Sul. O recape está chegando nas ruas Sergipe, Goiás, Piaui, Pará, Marcilio Dias e Deusdedit Freitas de Almeida, nasTravessas Tarcilia de Oliveira Cyrino, Aparecida Basilio de Camargo Silva e na Avenida República do Líbano.

Os recursos são referentes aos R$ 35 milhões de créditos conquistados junto ao Banco do Brasil para melhoria de vias públicas do município. Já tiveram as vias recuperadas por esse contrato os seguintes bairros: Américo Alves Margarido, Vila Faria, Vila Derigge, Rancho Velho, Vila Monteiro, Vila Santo Antônio, Douradinho, Jardim Gibertoni, Jardim São Carlos, Jardim São Paulo, Jardim Ricetti, Nova São Carlos, Castelo Branco, Azulville II, bairro Santa Felícia, além da recuperação asfáltica de outros 15.741,92 m2 de asfalto no Jardim dos Coqueiros e Jardim De Cresci. 

As ruas Treze de Maio, São Sebastião, Sete de Setembro, Jesuíno de Arruda, Monteiro Lobato, Major Manoel Antônio de Mattos, Sorbone e avenida Comendador Alfredo Maffei também já receberam o serviço.

Por esse contrato serão recapeados no total 586 quarteirões, o que corresponde a 464.999,34 m2. Ainda falta fazer o recape de vias no Cidade Aracy, Parque Santa Marta e no Parque Delta, além de outras ruas da região central.

Desde a primeira administração do prefeito Airton Garcia já foram recuperados 4.990 quarteirões, sendo 3.800 quarteirões recapeados de 2017 a 2020, depois com a pandemia o serviço foi paralisado. Retornando os trabalhos a Prefeitura conseguiu recuperar mais 595 quarteirões. Agora outros 586 também estão recebendo o serviço.

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