Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, através do Fundo Social de Solidariedade anuncia a realização do Varal Solidário, uma importante iniciativa voltada para a comunidade, que acontecerá neste sábado, dia 22 de junho, das 10h às 15h. A ação será realizada no Novo Parquinho do Jardim Icaraí, situado na rua Antônio Merola esquina com a rua Antônio Barbano.
O Varal Solidário é uma ação de grande relevância social, que visa promover a solidariedade e o espírito comunitário entre os moradores de Ibaté. Através desta iniciativa, o Fundo Social busca proporcionar a todos os participantes a oportunidade de adquirir roupas de forma gratuita, atendendo, especialmente, aqueles que estão em situação de vulnerabilidade.
Durante o evento, serão disponibilizadas roupas para todas as idades e gêneros. O objetivo é garantir que todos tenham acesso a vestimentas adequadas, especialmente com a chegada do inverno, período em que o apoio comunitário se torna ainda mais essencial.
"É com grande alegria que participamos da organização do Varal Solidário, uma iniciativa que reflete o compromisso do Fundo Social de Solidariedade de Ibaté em apoiar nossa comunidade. O Varal Solidário não é apenas uma oportunidade de distribuição de roupas; é uma demonstração concreta de empatia e solidariedade. Cada peça de roupa doada carrega consigo um gesto de carinho e atenção ao próximo, promovendo a dignidade e o bem-estar de inúmeras famílias”, destacou Amanda Affonso, secretária adjunta de Promoção e Bem-Estar Social.
SÃO PAULO/SP - Galvão Bueno apesar de ter anunciado aposentadoria no ano de 2022, retornou à TV no É de Casa, da Globo. E de acordo com informações, o famoso iniciou conversas com o canal para a renovação de seu vínculo.
Atualmente, Galvão Bueno é ligado a área de entretenimento na Globo. Segundo a coluna F5, da Folha de São Paulo, Galvão Bueno possui contrato com a emissora até o final do ano, e já teria começado a negociar com o canal conversas para a renovação do vínculo.
A Globo possui planos de usar mais Galvão na TV aberta em vários projetos de diversas áreas. Isso acaba incluindo iniciativas multiplataforma, aproveitando a rede social do profissional, que é considerada bastante forte.
A recente passagem dele pelo É De Casa foi bem avaliada, inclusive no termo de audiência. Ele comandou na atração um quadro que contava histórias de superação. A exibição marcou o pico máximo de público do matinal de sábado quando exibido.
A Globo ainda agencia Galvão Bueno comercialmente desde a mudança dele para o entretenimento, e tem tido bom retorno de marcas interessadas em ter ele em campanhas. Alguns contratos já foram fechados. A intenção é mantê-lo nesse guarda-chuva.
Nos próximos meses ele irá fazer participações na Central Olímpica, programa diário da Globo nos Jogos Olímpicos de Paris. Ele ainda fará parte do elenco que transmitirá a cerimônia de abertura do evento na França.
Galvão também gravou o seu retorno ao Esporte Espetacular, que começará a ser exibido no próximo mês. No quadro Olha o Que Narrei, que terá 6 episódios, ele irá encontrar grandes estrelas do esporte e relembrará histórias. Nomes como o do ex-jogador de vôlei, Giba, irão fazer parte do quadro.
Sem falar que um reality show de narração comandado por ele também está esperando exibição. A Globo, por sua vez, liberou o famoso para que ele seja entrevistado pela primeira vez no programa da TV Cultura, Roda Viva.
Já no digital, Galvão Bueno, vale dizer, possui liberdade total. O canal dele no YouTube possui mais de 1 milhão de inscritos, Ele também fará uma cobertura das Olimpíadas de Paris em suas plataformas em parceria com a agência Play9.
Bruno Silva / AREAVIP
RIO DE JANEIRO/RJ - Dois meses após anunciarem o término do relacionamento, Belo e Gracyanne Barbosa voltaram a morar juntos na mesma residência no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 18, pelo colunista Leo Dias.
De acordo com Dias, o casal estaria ensaiando uma reconciliação, motivo pelo qual optaram por dividir novamente o mesmo teto.
A notícia vem à tona um dia após Gracyanne Barbosa afirmar em suas redes sociais que a relação com Belo ainda não havia chegado ao fim definitivo. "O amor não acabou! E se existe amor, pode existir recomeço. Às vezes, só precisamos de um tempo, pra colocar a vida, o coração e os pensamentos 'em dia'", declarou a influenciadora.
Em abril de 2024, o fim do casamento de 16 anos entre Belo e Gracyanne foi anunciado pelo jornalista Leo Dias, após rumores do suposto envolvimento da musa fitness com o personal trainer Gilson Oliveira.
BRASÍLIA/DF - Quase um quarto do território brasileiro pegou fogo, ao menos uma vez, no período entre 1985 e 2023. Foram 199,1 milhões de hectares, o equivalente a 23% da extensão territorial brasileira.
Da área atingida por incêndio, 68,4% eram vegetação nativa, enquanto 31,6% tinham presença da atividade humana, notadamente a agropecuária. O Cerrado e a Amazônia são os principais biomas vítimas da ação do fogo, seja de origem natural ou provocada pelo homem. Juntos, são 86% da área queimada.
Os dados obtidos por meio de comparação de imagens de satélite fazem parte de um estudo divulgado na terça-feira (18) pelo MapBiomas Fogo, rede que envolve universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresas de tecnologia.
Pelas imagens de satélite, os pesquisadores conseguem analisar o tamanho e o padrão histórico das áreas incendiadas, mas não é possível apontar com certeza o que iniciou o fogo.
No entanto, a coordenadora do MapBiomas Fogo e diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, explicou à Agência Brasil que é possível chegar ao entendimento de que a maior parte das queimadas não tem origem natural, quando raios, principalmente, são iniciadores do fogo.
“A gente pode inferir que a grande maioria é incêndio causado ou iniciado pela atividade humana”, aponta a geógrafa.
O principal motivo para chegar à conclusão é o período em que acontece grande parte dos incêndios, que são concentrados em agosto e setembro.
“Onde queima mais, Cerrado, Amazônia, e, agora, infelizmente, no Pantanal, é período seco, período em que, provavelmente, é bastante difícil de acontecerem as descargas elétricas das tempestades”, detalha Ane Alencar.
A estação seca, entre julho e outubro, concentra 79% das ocorrências de área queimada no Brasil, sendo que setembro responde por um terço do total.
A coordenadora do MapBiomas afirma que a maior parte da vegetação nativa incendiada continua sem ocupação humana. "Um pequeno percentual das áreas que foram afetadas se torna, principalmente, área de pastagem."
Quase metade (46%) da área queimada está concentrada em três estados: Mato Grosso, Pará e Maranhão. De cada 100 hectares queimados, 60 são em territórios particulares. Os três municípios que mais queimaram entre 1985 e 2023 foram Corumbá (MS), no Pantanal, seguido por São Felix do Xingu (PA), na Amazônia, e Formosa do Rio Preto (BA), no Cerrado.
O levantamento do MapBiomas mostra ainda que cerca de 65% da área afetada pelo fogo foi queimada mais de uma vez entre 1985 e 2023. Nesse período, a cada ano, em média 18,3 milhões de hectares – equivalente a uma área pouco menor que o estado de Sergipe – são afetados pelo fogo.
![]()
Do total da área queimada ao menos uma vez no país, 44% ficam no Cerrado. São 88,5 milhões de hectares – quase metade (44%) da extensão territorial do bioma. É quase o tamanho de Mato Grosso.
A pesquisadora Ane Alencar adverte que, embora o Cerrado seja uma vegetação mais preparada para a ocorrência de incêndios, a alta frequência com que o fogo afeta a região debilita o ecossistema, que apresenta características savânicas, com vegetação rasteira.
“É muito mais difícil debelar o fogo”, diz ela. “Na hora em que o fogo está mais forte, com muito vento, é impossível combater.”
Segundo bioma mais afetado, a Amazônia teve 82,7 milhões de hectares queimados ao menos uma vez. A extensão representa um quinto (19,6%) do bioma amazônico.
Nascida no Pará e especialista em região amazônica, Ane Alencar alerta para o grande perigo que incêndios oferecem a florestas.
“Formações florestais não são adaptadas ao fogo, elas são sensíveis”, avalia. “Uma vez queimadas, o processo de recuperação é muito lento e deixa essas áreas superinflamáveis para que haja um segundo incêndio. Leva a um processo de degradação”, explica.
O bioma que mais queimou proporcionalmente a sua área foi o Pantanal, com 9 milhões de hectares. Embora seja apenas 4,5% do total nacional, essa extensão representa 59,2% do bioma. Por mais que seja adaptado ao fogo, o Pantanal enfrenta incêndios intensos principalmente devido às secas prolongadas.
Além de danificar a cobertura vegetal que, entre outras consequências, altera o equilíbrio ambiental, as queimadas são importantes fontes contribuidoras para o efeito estufa, uma vez que liberam o carbono armazenado na biomassa para a atmosfera na forma de gás carbônico (CO²).
O levantamento do MapBiomas revela a extensão de “cicatrizes” na natureza, um conceito que passou a ser usado pela geógrafa Ane Alencar a partir da década de 1990. Cicatriz é como se chamam as grandes áreas afetadas por um único incêndio.
O bioma com maiores cicatrizes é o Pantanal. Cerca de 25% das áreas afetadas têm danos na vegetação que variam entre 10 mil e 50 mil hectares. Para efeito de comparação, cada hectare é pouco maior que um campo de futebol.
Em seguida, figura o Cerrado, onde predominam queimadas em áreas entre mil e 5 mil hectares, que respondem por 20% do total.
Segundo a coordenadora do MapBiomas, muitas queimadas são atividades ilegais que se seguem a desmatamentos.
“Fogo é a ferramenta mais barata de transformação dessa biomassa [resultante de desmatamento] em nutrientes para o solo. Muitas vezes as pessoas vão queimar aquela área desmatada, não prestam atenção e não controlam o fogo, então a queimada escapa para floresta, campo nativo ou área de Cerrado e gera incêndios”, diz Ane Alencar.
A pesquisadora lembra, no entanto, que o uso do fogo é permitido por produtores rurais, mas que é preciso cuidado para que a queimada seja controlada e não se alastre.
“O uso do fogo para queima de pastagens é permitido, mas tem que ter licença, a licença é importante”, observa.
“Você vai receber orientação do tipo ‘não coloque fogo em determinado horário’. ‘Se tem muitos vizinhos colocando fogo no mesmo dia, faça no outro dia’. Quando você pede licença previamente, os bombeiros podem ficar em alerta”, aconselha.
A pesquisadora do MapBiomas avalia que, a partir da primeira década dos anos 2000, incentivos para melhor gestão ambiental ajudaram a controlar as queimadas. “Foi diminuindo o desmatamento e também a área queimada.”
No entanto, adverte ela, a partir de 2019, “houve um aumento expressivo no desmatamento e da área queimada”.
Ela acrescenta que, em 2023, continuou o aumento de queimadas, porém, por causa de mudanças climáticas, que causaram secas severas, o que contribuiu para que terrenos ficassem mais sensíveis a alastramento de incêndios.
“O que aconteceu em 2023, principalmente na Amazônia, é que, na região onde houve a redução do desmatamento, houve uma redução do fogo em geral, das queimadas e incêndios.”
A pesquisadora considera que o estudo apresenta informações relevantes, como o padrão histórico dos incêndios, que podem ajudar as autoridades na elaboração de estratégias de prevenção, controle e combate a queimadas.
“Esses dados podem ajudar muito a entender áreas que estão sob maior risco de incêndios, ser utilizados em processos de responsabilização, para monitorar se a questão climática está realmente impactando o aumento de incêndios”, exemplifica.
“São vários usos, desde o mapeamento de ações de prevenção, melhoria dos planejamentos e investimentos para melhor uso da terra”, completa.
O estudo foi divulgado poucos dias depois de o governo federal instalar uma sala de crise para monitorar e enfrentar problemas de queimadas e secas no país, especialmente no Pantanal e na Amazônia. A medida foi anunciada na sexta-feira (14), e a primeira reunião foi na segunda-feira (17).
Na avaliação da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, há um agravamento dos problemas de natureza climática, e as consequências chegarão mais cedo este ano, com repercussão ambiental “muito grave”.
“Em função disso, já estamos agindo na lógica da gestão do risco e não apenas do desastre”, disse Marina.
Em outra ação, o governo lançou no começo de abril o programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia. A iniciativa prevê investimentos de R$ 730 milhões para promover o desenvolvimento sustentável e combater o desmatamento e incêndios florestais em 70 municípios prioritários na Amazônia. Os municípios aptos a participar da iniciativa foram responsáveis por cerca de 78% do desmatamento no bioma no ano de 2022.
No fim de março, o governo federal firmou um pacto com governadores dos estados do Cerrado para combater o desmatamento. O acordo inclui propostas como a criação de força-tarefa para implementação de ações conjuntas. Estiveram presentes representantes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, do Tocantins, da Bahia e do Distrito Federal. A articulação com é prevista no Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento no Cerrado (PPCerrado), lançado em novembro de 2023.
Por Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.