Jornalista/Radialista
Participação de ex-estudantes de graduação do CCET/UFSCar é através de formulário online
SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está buscando identificar os motivos que levaram estudantes a interromper os cursos no Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET) do Campus São Carlos.
O objetivo é analisar como fatores acadêmicos, sociais e institucionais influenciam a evasão estudantil, contribuindo com as discussões sobre permanência estudantil no Ensino Superior.
O estudo, intitulado "Da evasão à permanência na universidade pública: abordagens a partir do enfoque Ciência, Tecnologia e Sociedade", é conduzido pela mestranda Sueli Perea, do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS) da UFSCar, com orientação da professora Ariadne Chloë Mary Furnival, do Departamento de Ciência da Informação (DCI) da UFSCar.
"O interesse por este tema surgiu diretamente do meu dia a dia como servidora da UFSCar, atuando na Divisão de Gestão e Registro Acadêmico (DiGRA)", conta Sueli Perea. "No cotidiano dessa divisão, lidamos diariamente com um grande volume de desistências, cancelamentos de matrícula, transferência interna, transferência externa e perdas de vaga (por desempenho mínimo e por falta de rematrícula). Observar essa realidade de perto me motivou a transformar essas questões em objeto de estudo no mestrado do PPGCTS".
Relevância do estudo
A relevância científica desta pesquisa, segundo a mestranda da UFSCar, está na investigação dos fatores que influenciam a permanência no Ensino Superior, contribuindo para o avanço teórico e oferecendo subsídios para intervenções eficazes em diversos contextos universitários. "Socialmente, a evasão impacta negativamente na qualificação profissional, gera perdas aos cofres públicos e intensifica desigualdades, tornando crucial a identificação de fatores de abandono para políticas de inclusão e equidade na educação superior".
O estudo alinha-se com dois Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU): a ODS 4 (educação de qualidade) e 10 (redução das desigualdades), investigando a permanência estudantil para otimizar o acesso, a conclusão de cursos e diminuir as disparidades educacionais através de políticas públicas mais efetivas e inclusivas.
Expectativas
A autora do estudo espera que sua pesquisa identifique os principais fatores que contribuem para a evasão no CCET entre 2018 e 2024, fornecendo evidências para a criação de ações institucionais mais eficazes na redução da evasão e na promoção da permanência estudantil. Ao identificar os fatores que dificultam a permanência estudantil, espera-se contribuir para o desenvolvimento de estratégias institucionais mais eficazes e inclusivas, capazes de fortalecer o vínculo dos estudantes com a instituição, integrá-los à comunidade acadêmica e favorecer seu sucesso acadêmico.
Participação
O público-alvo são ex-estudantes dos cursos de graduação do CCET do Campus São Carlos da UFSCar com ingresso entre 2018 e 2024 que não concluíram o curso e que saíram nesse mesmo período.
Para participar, é preciso preencher este questionário online (https://bit.ly/45sjjcZ), com tempo estimado de resposta de 10 a 15 minutos. A participação é anônima.
Dúvidas podem ser esclarecidas com a pesquisadora responsável pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Moisés Lazarine acompanhou, na sexta-feira (23), o jovem Isaac Lucas, de 11 anos, em uma visita especial ao 38º Batalhão da Polícia Militar, em São Carlos. A iniciativa teve como objetivo proporcionar ao menino a oportunidade de conhecer de perto a rotina da corporação e vivenciar um pouco do ambiente que representa seu grande sonho profissional.
Desde cedo, Isaac demonstra admiração pela Polícia Militar e afirma que deseja, no futuro, ingressar na corporação e atuar na Tropa de Choque. Durante a visita, ele conheceu as dependências do batalhão, os equipamentos utilizados pelos policiais e recebeu orientações sobre a carreira militar.
Emocionado, o jovem falou sobre a experiência: “Meu sonho é ser policial militar e, se Deus permitir, trabalhar na Tropa de Choque. Estar aqui hoje, conhecendo tudo de perto, é muito especial para mim.”
O vereador Moisés Lazarine destacou a satisfação em poder apoiar e incentivar sonhos como o de Isaac. “É uma alegria muito grande acompanhar um jovem tão determinado, que desde cedo já sabe o que quer para o seu futuro. Nosso papel também é incentivar bons exemplos, valores como disciplina, respeito e cidadania.”
A visita contou ainda com o acompanhamento da Soldado PM Valéria, responsável pela Comunicação Social do 38º Batalhão, que recepcionou o jovem e ressaltou a importância do momento, representando todos os policiais da unidade. “Momentos como este são únicos e marcantes. Receber o Isaac aqui é motivo de orgulho para toda a Polícia Militar, pois reforça a imagem de uma instituição que inspira e acolhe.”
A ação simboliza não apenas a realização de um sonho infantil, mas também o fortalecimento do vínculo entre a comunidade, o poder público e a Polícia Militar.
SÃO CARLOS/SP - Representantes dos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e dos Centros de Convivência participaram, na sexta-feira (23/01), de uma reunião organizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania para discutir orientações técnicas do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). O encontro contou também com a presença da secretária municipal Gisele Santucci.
Durante a reunião, foram apresentadas diretrizes voltadas à organização, ao acompanhamento e à qualificação das atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. O foco esteve no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, na ampliação do acesso dos usuários aos serviços e na padronização dos procedimentos adotados pelas unidades.
A secretária Gisele Santucci destacou o papel do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos na proteção social e na promoção da convivência comunitária. Ela ressaltou a importância da integração entre gestão, supervisão e execução, valorizando o trabalho realizado pelas equipes no cotidiano. “A iniciativa buscou fortalecer a atuação conjunta das unidades e aprimorar os serviços oferecidos à população. Com isso, a Secretaria reafirma seu compromisso com a qualidade das ações, a responsabilidade na gestão e o desenvolvimento da rede socioassistencial do município”, destacou Gisele.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), cuja gestão é realizada pela ACORDE, iniciará, a partir do mês de fevereiro, turmas de alfabetização de adultos na Fazenda Pinhal, em São Carlos.
A iniciativa atenderá inicialmente funcionários da fazenda e também estará aberta a moradores de áreas rurais próximas que desejem aprender a ler e escrever ou retomar os estudos.
Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Educação ou a coordenação da Fazenda Pinhal para obter informações e realizar a inscrição.
De acordo com a chefe da Seção da Educação de Jovens e Adultos (EJA), professora doutora Maria Alice Zacharias, a oferta da alfabetização em territórios rurais é fundamental para garantir o direito à educação ao longo da vida. “Essa ação amplia o acesso à alfabetização e fortalece o vínculo com a EJA formal, assegurando a continuidade dos estudos para jovens, adultos e idosos”, destacou.
Para o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, as parcerias são estratégicas para ampliar o atendimento na Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas. “São Carlos segue avançando com ações que asseguram o acesso à EJA. Essa iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento e o aumento futuro das matrículas da Escola Municipal de Educação de Jovens e Adultos Austero Majerona”, afirmou.
A ação integra a Política Municipal de Alfabetização de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas e está articulada à continuidade dos estudos na EMEJA Austero Majerona. Por meio da união entre poder público, educação popular e instituições locais, o município segue ampliando o acesso à escolarização em diferentes territórios, reafirmando o compromisso com o direito à educação de qualidade para todos, ao longo da vida.
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