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SÃO CARLOS/SP - Uma fiscalização realizada pela Polícia Militar resultou na remoção de um Fiat Uno que circulava com o licenciamento vencido há anos e diversas pendências de trânsito. A ocorrência foi registrada às 8h desta sexta-feira (11), na Rua Evelyn Marchetti, em São Carlos.

A equipe da 2ª Companhia do 38º BPM/I identificou o veículo durante patrulhamento e realizou uma consulta aos sistemas oficiais. Foi constatado que o automóvel não era licenciado desde o exercício de 2017 e acumulava 766 infrações de trânsito, sendo 307 delas cometidas nos últimos 14 meses.

O levantamento também apontou mais de R$ 310 mil em débitos, além de uma restrição RENAJUD que impedia a circulação do veículo. Diante das condições encontradas, os policiais elaboraram os autos de infração e determinaram o recolhimento do automóvel.

O Fiat Uno foi encaminhado ao pátio credenciado de São Carlos, com a documentação referente à remoção. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar e as demais providências administrativas foram adotadas.

EUA - Aos 18 anos, em 1995, Christa Pike matou uma colega. No ano seguinte, foi condenada à pena de morte e, desde então, permanece no corredor da morte no Tennessee. Sua execução está marcada para 30 de setembro.

O caso chama atenção nos Estados Unidos pela excepcionalidade: se os recursos apresentados por seus advogados não impedirem a execução, Pike será a primeira mulher a ser executada pelo Tennessee em mais de 200 anos.

A raridade se estende ao restante do país. Desde 1976, quando a Suprema Corte voltou a permitir a aplicação da pena de morte após uma suspensão de quatro anos, apenas 18 mulheres foram executadas nos Estados Unidos, diante de mais de 1.600 execuções realizadas no período.

"É muito raro", afirmou à reportagem Robin Maher, diretora executiva do Death Penalty Center, organização sem fins lucrativos que publica análises e informações sobre a pena de morte. Segundo ela, além de crimes violentos serem cometidos com maior frequência por homens, há historicamente uma resistência maior dos júris americanos em condenar mulheres à morte.

"Ainda existe a percepção de que mulheres não estão entre os 'piores dos piores'", disse, em referência ao critério usado pelo sistema americano para determinar quais réus devem receber a punição máxima.

A idade de Pike na época do crime torna o caso ainda mais incomum. Ela tinha acabado de completar 18 anos quando participou do assassinato de Colleen Slemmer, 19, ao lado de outros dois jovens. Na era moderna da pena de morte, o Tennessee nunca executou uma pessoa que tivesse 18 anos na época do crime.

Tadaryl Shipp, então namorado de Pike, tinha 17 anos e, por isso, não podia ser condenado à morte. Ele cumpre prisão perpétua e teve seu primeiro pedido de liberdade condicional negado em 2025. Pike era apenas dez meses mais velha.
Em 2005, a Suprema Corte proibiu a aplicação da pena de morte a pessoas que cometeram crimes antes dos 18 anos. Desde então, segundo Maher, também se tornou menos comum que jovens de 18, 19 ou 20 anos sejam condenados à morte, em meio ao avanço do conhecimento científico sobre o desenvolvimento cerebral nessa faixa etária.

Outro ponto levantado pelos advogados de Pike é seu histórico de traumas e problemas de saúde mental. A defesa afirma que ela foi vítima de abuso sexual e estupros durante a infância e a adolescência, além de abandono e violência familiar.

Os episódios de abuso sexual documentados não foram apresentados ao júri como fatores atenuantes. O advogado responsável por essa fase do julgamento tinha quatro meses de formado e nunca havia atuado em um caso de homicídio. Maher afirma que Pike também sofreu uma lesão cerebral e tinha problemas de saúde mental não tratados.

"Hoje, como sociedade, temos uma compreensão melhor sobre trauma e doenças mentais do que tínhamos 30 anos atrás", afirmou. "Suspeito que, se o julgamento dela fosse realizado hoje, a apresentação das evidências seria muito diferente e um júri poderia chegar a uma conclusão muito diferente."

Mesmo a poucas semanas da data marcada, a execução ainda pode ser suspensa. Os advogados de Pike apresentaram um pedido de clemência de 226 páginas ao governador do Tennessee, Bill Lee, que pode converter a pena em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Os tribunais também podem intervir.

Pike chegará à data prevista para sua execução após cerca de três décadas no corredor da morte -um período longo, mas não excepcional nos Estados Unidos. Segundo Maher, os presos executados no ano passado permaneceram, em média, 27 anos no corredor da morte. A demora decorre, entre outros fatores, da extensa tramitação dos recursos e da revisão de possíveis erros nos processos.

EXECUÇÕES REGISTRARAM ALTA EM 2025, MAS PENA DE MORTE SEGUE EM DECLÍNIO

A possível execução de Pike ocorre em um momento contraditório para a pena de morte nos Estados Unidos. O país registrou 47 execuções em 2025, o maior número em mais de 15 anos. Apesar da alta recente, outros indicadores apontam para uma trajetória de queda no longo prazo.

A pena capital foi abolida em 23 dos 50 estados do país. Em outros três -Califórnia, Oregon e Pensilvânia-, as execuções estão suspensas por moratórias.

Mesmo entre os estados que mantêm a pena de morte, seu uso está concentrado em uma parcela pequena do país. Apenas 11 estados realizaram execuções no ano passado. A Flórida respondeu sozinha por 19 das 47 mortes, ou cerca de 40% do total. Alabama, Carolina do Sul e Texas tiveram cinco execuções cada. O Tennessee, onde Pike está presa, realizou três.

Das 47 execuções, 39 foram por injeção letal, 3 por pelotão de fuzilamento e 5 por hipóxia de nitrogênio, método criticado por especialistas da ONU como potencialmente cruel e desumano.

As novas condenações também permanecem em níveis baixos: foram 23 em oito estados em 2025, o quinto ano consecutivo com menos de 30.

"A grande maioria dos Estados Unidos não condena pessoas à morte nem realiza execuções", afirmou Maher. Segundo ela, o que existe hoje é um pequeno grupo de estados que continua recorrendo à pena capital.

A Flórida é o principal exemplo. Maher atribui o número elevado de execuções à política adotada pelo governador Ron DeSantis, que, segundo ela, passou a marcar execuções em intervalos de aproximadamente duas semanas.

No plano federal, Donald Trump também busca ampliar o uso da pena de morte. Em abril, o Departamento de Justiça anunciou a ampliação dos métodos disponíveis para execuções federais, incluindo pelotão de fuzilamento, e medidas para acelerar a tramitação de casos de pena capital.

A política ainda não resultou em novas sentenças ou execuções federais. Segundo Maher, há três pessoas no corredor da morte federal, nenhuma em condições de ser executada. "Embora o presidente Trump tenha mudado a política sobre a pena de morte federal, ainda não vimos nenhuma nova sentença de morte federal", disse.

Para Maher, o aumento registrado em 2025 não representa uma reversão da tendência observada nas últimas décadas. "Absolutamente não. Não é uma reversão", afirmou. Segundo ela, embora Trump e um grupo de autoridades estaduais busquem ampliar o uso da pena capital, o apoio popular à medida está no menor nível em cinco décadas, em cerca de 52%.

 

 

por Folhapress

Abordagem no Cidade Aracy termina com recuperação de veículo levado em Ribeirão Preto

 

SÃO CARLOS/SP - Uma abordagem realizada pela Polícia Militar terminou na recuperação de um veículo furtado e na prisão de uma mulher suspeita de receptação, nesta terça-feira (8), em São Carlos.

Segundo informações da corporação, policiais da Companhia de Força Tática realizavam patrulhamento pelo bairro Cidade Aracy quando visualizaram um VW Polo branco circulando pela Rua Professor Sebastião Gomes. O automóvel era conduzido por uma mulher, que foi abordada pelos agentes.

Nada de ilícito foi encontrado durante a busca pessoal. Na sequência, os policiais realizaram uma vistoria no carro e constataram alterações nos sinais identificadores.

A partir da identificação correta do chassi, foi realizada uma consulta, que apontou que o veículo havia sido registrado como produto de furto no dia 25 de junho deste ano, em Ribeirão Preto.

O automóvel estava circulando com placas diferentes das originais e foi imediatamente apreendido. A condutora foi presa em flagrante por receptação e conduzida ao Centro de Polícia Judiciária, onde o caso foi apresentado para análise da autoridade policial.

Conforme os registros informados pela Polícia Militar, a pessoa presa possui antecedentes relacionados aos artigos 180 do Código Penal, referente à receptação, e 33 da Lei de Drogas.

O caso será apurado pelas autoridades competentes.

SÃO CARLOS/SP - Uma perseguição policial terminou com a recuperação de um Fiat Uno Mille furtado na madrugada desta segunda-feira (7), em São Carlos. O veículo foi localizado durante uma operação de intensificação do patrulhamento no bairro Cidade Aracy.

De acordo com a Polícia Militar, o carro foi visto trafegando em alta velocidade pela Rua Professor Nelson Camargo Lima. Ao receber ordem de parada, o motorista acelerou e passou a fugir por diferentes vias do Cidade Aracy e do Antenor Garcia.

A perseguição terminou nas proximidades da UPA do Cidade Aracy, onde o condutor abandonou o automóvel e tentou escapar correndo. Os policiais conseguiram alcançá-lo e realizaram a abordagem. Nenhum objeto ilícito foi encontrado durante a busca pessoal.

Na sequência, a pesquisa da placa revelou uma queixa de furto recente, registrada horas antes na Rua Jesuíno de Arruda. O veículo foi então apreendido e encaminhado para as providências policiais.

O caso foi apresentado na Central de Polícia Judiciária ao delegado Adriano C. Alexandrino. O homem foi autuado por receptação e permaneceu à disposição da Justiça.

A ocorrência contou com equipes da 2ª Companhia do 38º BPM/I e apoio do Comando de Força Patrulha e do CGPII. Atuaram na ocorrência os policiais cabo PM Adolfo, soldado PM Lima, aspirante a oficial PM Lazari, soldado PM Masson, 2º sargento PM Monteiro, soldados PM Ricardo e Karen, cabo PM Gomes e soldado PM Pelegrini.

Ação cumpriu 12 mandados em Piracicaba, Santa Bárbara d'Oeste, Americana e Limeira; veículos e eletrônicos foram apreendidos

 

SANTA BÁRBARA D'OESTE/SP - A Polícia Civil cumpriu 12 mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (4) contra suspeitos de participar de um esquema de rifas e sorteios ilegais de veículos e dinheiro no interior de São Paulo. As diligências aconteceram nas cidades de Piracicaba, Santa Bárbara d’Oeste, Americana e Limeira, durante a Operação "Rifa dos Sonhos".

Segundo as investigações, os sorteios eram divulgados por meio de redes sociais e sites próprios, sem autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Os responsáveis ainda teriam vinculado os resultados das rifas, de forma irregular, com postagens mostrando extrações oficiais da Loteria Federal para dar aparência de legalidade ao esquema criminoso.

A operação foi realizada por 18 policiais civis da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, em conjunto com o Setor Especializado em Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold).

"Essa operação representa um passo importante no combate a esquemas que se disfarçam de simples entretenimento, mas que, na prática, lesam consumidores e servem de fachada para lavagem de recursos de origem ilícita", afirmou o delegado William Marchi, divisionário da Deic.

A apuração também identificou indícios de que os envolvidos utilizavam recursos como cheques figurativos e a exposição de dinheiro em espécie para transmitir credibilidade aos sorteios. Os investigadores ainda encontraram empresas com atividades registradas diferentes daquelas que seriam efetivamente exercidas, além de domínios de internet registrados no exterior em nome de terceiros.

Outro ponto investigado é a possível lavagem de dinheiro. De acordo com a Polícia Civil, o patrimônio identificado em nome dos investigados seria incompatível com as rendas declaradas. Por isso, além de buscar provas sobre o funcionamento das rifas, a investigação tenta esclarecer a origem e a movimentação dos valores obtidos com o esquema.

Durante as buscas, foram apreendidos veículos, celulares e equipamentos de informática. O material será periciado, inclusive para a extração de dados dos dispositivos eletrônicos, e deverá auxiliar no avanço da investigação. 

Segundo Marchi, há estudos que apontam que as apostas online e jogos de azar retiraram mais de R$ 140 bilhões da atividade econômica brasileira somente em 2025. Para ele, esse dado mostra a dimensão do problema e reforça a necessidade de atuação firme das autoridades.

"Casos como este demonstram como o uso de redes sociais e domínios registrados no exterior tem sido empregado para dar falsa aparência de legalidade a atividades não autorizadas por nenhum órgão competente. A Polícia Civil continuará atuando de forma incisiva para identificar toda a cadeia de responsáveis e recuperar o patrimônio obtido ilicitamente, reforçando à população a importância de desconfiar de promessas de ganho fácil vinculadas a sorteios sem registro oficial", completou o delegado.

SÃO CARLOS/SP - Uma ação da Polícia Militar realizada nesta quinta-feira (3) resultou na apreensão de diferentes tipos de entorpecentes no CDHU, em São Carlos. A ocorrência aconteceu por volta das 11h30, na Rua Julião José dos Santos, durante patrulhamento relacionado à Operação Impacto Adaga.

De acordo com o registro policial, os PMs avistaram um indivíduo em uma área conhecida por movimentação relacionada ao tráfico de drogas. Ao perceber a presença das equipes, ele teria corrido e dispensado uma sacola verde. O material foi posteriormente localizado durante as diligências.

A sacola continha 130 eppendorfs de cocaína, 50 pedras de crack, 48 porções de skunk e 44 porções de maconha, além de R$ 48,60 em dinheiro. Somadas, as drogas correspondem a 272 unidades ou porções, considerando a forma como foram registradas pela polícia.

O material foi levado ao CPJ, para apresentação à autoridade policial. O indivíduo abordado também foi conduzido à unidade e, segundo o registro, permaneceu preso. Participaram da ocorrência os policiais SD PM Vaz, SD PM Matielo, 1º Ten PM Pelarin, CB PM Henrique, SD PM Flávio e SD PM Albuquerque.

EUA - Quatro anos depois de um crime que abalou a pequena cidade de Chippewa Falls, no estado norte-americano de Wisconsin, Carson Peters-Berger foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato da prima Iliana “Lily” Peters, de 10 anos. Ele tinha apenas 14 anos quando cometeu o crime e hoje está com 18.

A sentença foi anunciada na quarta-feira (26) pelo juiz Steven Gibbs, do Condado de Chippewa, depois que Peters-Berger se declarou culpado por homicídio doloso em primeiro grau. Ele poderá solicitar liberdade sob supervisão ampliada depois de cumprir 25 anos da pena.

Durante a audiência, Gibbs ressaltou a gravidade do caso, mesmo considerando a idade que o réu tinha na época.

“Eu acredito em dar às pessoas uma segunda chance depois que elas pagam sua dívida com a sociedade. Embora você fosse menor quando cometeu o crime, ainda é uma infração muito grave, e isso abalou esta comunidade”, afirmou o magistrado, segundo a emissora norte-americana WEAU.

Peters-Berger optou por não fazer uma declaração durante a audiência.

Lily desapareceu quando voltava da casa da tia

O assassinato aconteceu em 24 de abril de 2022. Lily havia passado um período na casa de uma tia e voltava de bicicleta para casa, em Chippewa Falls, quando estava acompanhada do primo.

De acordo com a denúncia  criminal consultada pela revista People, Peters-Berger convenceu a menina a sair da trilha e entrar em uma região de mata. Aos investigadores, ele admitiu posteriormente que já tinha a intenção de atacá-la.

História do crime

O The Independent informa que a casa da tia e a residência da família de Lily ficavam a cerca de seis minutos de caminhada uma da outra. Como a menina não chegou em casa, o pai comunicou o desaparecimento por volta das 21h.

Na manhã seguinte, voluntários que participavam das buscas encontraram o corpo da criança em uma área arborizada próxima à trilha. A autópsia concluiu que Lily havia sido agredida, estrangulada e vítima de violência sexual. Peters-Berger foi preso no dia seguinte à localização do corpo.

Segundo o The Independent, promotores afirmaram ainda na época da prisão que o adolescente admitiu às autoridades que sua intenção, desde o início, era abusar sexualmente e matar a prima.

Acordo retirou duas acusações de abuso sexual

Peters-Berger respondia inicialmente por três acusações. Ao aceitar se declarar culpado de homicídio intencional em primeiro grau, duas acusações relacionadas à violência sexual foram formalmente retiradas como parte do acordo judicial.

As acusações, no entanto, foram registradas no processo de forma que o juiz pudesse levá-las em consideração na definição da sentença, segundo a People.

Decisões judiciais

A defesa havia tentado anteriormente transferir o processo para a Justiça juvenil. Os advogados argumentaram que Peters-Berger precisava de tratamento de saúde mental que não receberia de maneira adequada no sistema penal destinado a adultos.

O pedido foi rejeitado. O juiz considerou que a gravidade dos crimes justificava a permanência do caso na Justiça comum, decisão posteriormente mantida por um tribunal de apelações de Wisconsin, conforme noticiaram a Associated Press e o The Independent.

Família fala sobre impacto da morte de Lily

Familiares e pessoas próximas à menina participaram da audiência de sentença e falaram sobre os efeitos do crime nos últimos quatro anos.

“Ela era a minha luz”, afirmou Kiara Stevens, amiga de Lily. “Houve momentos em que eu simplesmente não queria mais continuar, mas Lily era o tipo de pessoa que fazia você querer seguir em frente”, relatou à WEAU.

Dana Whitcome, madrasta de dois irmãos de Lily, afirmou que a família pretende agora concentrar esforços na recuperação emocional e na memória da criança.

“Esperamos seguir em frente, nos curar e compartilhar esse espírito de gentileza com todos em memória de Lily”, disse.

A People relembrou ainda que, após a morte, familiares divulgaram um poema escrito pela menina. Nele, Lily expressava desejos de que as pessoas fossem mais gentis umas com as outras e de que houvesse paz no mundo.

O promotor do Condado de Chippewa, Wade Newell, afirmou que a condenação encerra o processo judicial, mas não apaga o que aconteceu.

Decisões judiciais

“Não acho que exista encerramento no sistema de Justiça criminal. Nada do que seja feito aqui vai apagar o que aconteceu com aquela pobre menina”, declarou.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

SÃO CARLOS/SP - Uma abordagem da Polícia Militar terminou com a captura de um homem procurado pela Justiça na madrugada desta quarta-feira (2), no distrito de Santa Eudóxia, em São Carlos.

A equipe do Comando de Força Patrulha, formada pelo 1º Tenente PM Carvalho e pelo Cabo PM Miguel, realizava patrulhamento pela Rua Ângelo Rozeti quando avistou três pessoas em uma área conhecida pelas forças de segurança por registros relacionados ao tráfico de drogas.

Os policiais decidiram realizar a abordagem. Nada de irregular foi encontrado durante a busca pessoal nos três indivíduos.

Na sequência, os dados dos abordados foram consultados pela rede-rádio. Dois deles não apresentaram pendências, mas a pesquisa revelou que o terceiro possuía um mandado de prisão vigente.

A ordem judicial decorria de uma condenação definitiva relacionada ao tráfico de drogas, conforme o registro policial.

O homem foi algemado e levado ao plantão policial. A medida, segundo a PM, ocorreu diante do receio de fuga e da necessidade de garantir a segurança durante a condução.

No plantão, o caso foi apresentado ao delegado Alexandre da Silva Leonardo. Após tomar ciência da ocorrência, o homem permaneceu detido e à disposição da Justiça.

Ação conjunta cumpriu mandados nesta terça-feira (1º); seis pessoas foram presas

 

PIRACICABA/SP - Policiais militares e agentes do Ministério Público de São Paulo (MPSP) participaram nesta terça-feira (1º) da Operação Prazo Final, que mira uma organização criminosa investigada por envolvimento em crimes de agiotagem e sequestro na região de Piracicaba, no interior do estado. Durante as diligências, seis pessoas foram presas, entre elas uma que já era procurada pela Justiça por outros crimes.

Equipes do 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) atuaram no cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão em diferentes pontos. Outras duas pessoas investigadas não foram localizadas até o momento e são consideradas foragidas.

Durante as buscas, os policiais apreenderam cinco pistolas, incluindo armas de calibre 9 mm, um revólver calibre .38 e 40 munições de calibre 9 mm.

Além do armamento, foram encontrados seis celulares, R$ 16,8 mil em dinheiro, dois cadernos com anotações, quatro carros e três motocicletas. As equipes também recolheram materiais relacionados a entorpecentes, entre eles cocaína, dry, bala e flor.

A Operação Prazo Final é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. O Baep presta apoio operacional às diligências, com emprego de policiais especializados no cumprimento das ordens judiciais e na localização dos investigados e materiais de interesse para a investigação.

SÃO CARLOS/SP - Um homem que era procurado pela Justiça acabou localizado durante uma ação de patrulhamento da ROCAM nesta segunda-feira (31), em São Carlos.

A ocorrência aconteceu na Rua Jofre Augusto R. de Souza, no Prolongamento do Jardim Medeiros. A equipe ROCAM DEJEM fazia o patrulhamento pela região quando realizou a abordagem.

Nada de ilícito foi encontrado durante a busca pessoal. Os policiais, entretanto, fizeram uma checagem dos dados do abordado por meio do COPOM e descobriram que havia contra ele uma ordem judicial de prisão ainda válida.

Com o resultado da pesquisa, a prisão foi efetuada. O registro policial informa que o abordado permaneceu cooperativo e, por esse motivo, não houve necessidade de utilização de algemas.

O homem foi conduzido à Central de Polícia Judiciária, onde a ocorrência foi apresentada ao delegado Rúbens Venâncio Feitosa. A autoridade policial adotou as providências necessárias para o cumprimento do mandado de prisão.

Após a formalização da captura, o indivíduo foi encaminhado ao Centro de Triagem e ficou sob custódia, à disposição do Poder Judiciário.

A ação foi realizada pelos soldados Alvarez, Tassim e Souza, da ROCAM, com suporte da equipe DEJEM da Força Tática.

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