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EUA - O assassinato de Christine Banfield, ocorrido em fevereiro de 2023, está no centro de um julgamento que expôs detalhes íntimos e perturbadores da relação entre os acusados. A brasileira Juliana Peres Magalhães e o ex-agente do FBI Brendan Banfield são acusados de planejar a morte da esposa dele para manterem um relacionamento amoroso. Nesta semana, durante o julgamento na Virgínia, nos Estados Unidos, promotores apresentaram novas provas, incluindo fotos publicadas pela própria Juliana nas redes sociais antes do crime.

As imagens mostram Juliana e Brendan em momentos de intimidade, como registros em uma banheira, aparentemente nus. Em uma das fotos, datada de 30 de dezembro de 2022, a brasileira cobre o rosto do amante com um emoji e escreve na legenda: “Aí gente, tô muito cu****. Apaixonadinha desde julho do ano passado”. Em outro registro semelhante, também feito em uma banheira, o rosto de Brendan aparece claramente. Não foi informado se as duas imagens foram feitas no mesmo dia.

 

 

por Notícias ao Minuto

IARAS/SP - A Polícia Militar Rodoviária apreendeu quase uma tonelada de maconha escondida em meio a uma carga de óleo vegetal, na segunda-feira (19), no município de Iaras, região de Sorocaba, no interior de São Paulo.

Durante patrulhamento, a equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) deteve o motorista no km 278 da Rodovia Presidente Castelo Branco (SP-280). Os policiais suspeitaram de um caminhão-trator com semirreboque que havia saído de Mato Grosso do Sul e tinha como destino a capital paulista.

O veículo foi abordado e vistoriado. Durante as buscas, os agentes localizaram 955 quilos de maconha. O motorista foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Avaré, onde o caso está sendo registrado.

 

 

 

TORRINHA/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio das equipes do 37º Batalhão de Polícia Militar do Interior, realizou na noite desta segunda-feira (19) a prisão de um indivíduo por tráfico de entorpecentes, no município de Torrinha.

Durante patrulhamento ostensivo e preventivo pela Avenida José Clemente Neto, nas proximidades de um ponto já conhecido por ocorrências relacionadas ao comércio de drogas, os policiais visualizaram um homem caminhando pela via portando um objeto nas mãos. Ao perceber a aproximação da viatura, o indivíduo demonstrou nervosismo e rapidamente escondeu o item no bolso da jaqueta, atitude que motivou a abordagem.

Na busca pessoal, os policiais localizaram dezenas de eppendorfs contendo substância análoga à cocaína, em embalagens que caracterizam material pronto para a comercialização.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante. O indivíduo colaborou com a ação policial, não sendo necessário o uso de algemas. Posteriormente, apresentado no Plantão Policial de Rio Claro, onde a autoridade de plantão ratificou a prisão pelo crime de tráfico de drogas.

ITIRAPINA/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio de equipes do 37º Batalhão de Polícia Militar do Interior, realizou na manhã desta sexta-feira (16) a captura de um indivíduo procurado pela Justiça pelo crime de homicídio, no município de Itirapina.

De posse de informações sobre a existência de mandado de prisão em aberto pelo artigo 121 do Código Penal, as equipes intensificaram o patrulhamento pelo bairro Estação Fepasa. Durante as diligências, o procurado foi localizado em um imóvel na Avenida 8-A.

Ao perceber a presença policial, o indivíduo tentou se evadir pelos fundos da residência, sendo imediatamente realizado cerco tático, que resultou em sua contenção e prisão.

O capturado foi conduzido à Delegacia de Polícia Judiciária, onde a autoridade policial tomou ciência dos fatos, formalizou o registro da ocorrência e deu cumprimento ao mandado judicial.

O indivíduo permaneceu preso à disposição da Justiça.

SÃO PAULO/SP - A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira (15) uma operação contra uma associação criminosa envolvida em um esquema de venda de ingressos falsos para o show da banda britânica Iron Maiden. A ação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em endereços no Tatuapé, na zona leste da capital, e em Guarulhos, na Grande São Paulo.

A investigação, por meio do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), começou em dezembro quando um homem compareceu à delegacia informando que havia sido vítima de um golpe. Ele relatou que fez o pagamento de R$ 690 por meio do Pix para adquirir a entrada para o show da banda, mas não recebeu o ingresso. Ao entrar em contato com a plataforma original, descobriu que estava em um site falso que simulava o verdadeiro.

Os policiais descobriram que o valor pago foi destinado a uma empresa facilitadora de pagamentos, que não efetuou o bloqueio ou estorno mesmo após a comunicação da fraude. As diligências revelaram a existência do site falso e de empresas envolvidas no golpe, com constituição recente, alterações societárias suspeitas e diversas reclamações por golpes semelhantes.

“É uma reprodução muito idêntica ao site original. A pessoa tem que estar sempre atenta à grafia na página de endereçamento. Eles sempre trocam ou invertem as palavras. São nesses mínimos detalhes que é possível diferenciar o verdadeiro do falso”, alerta o delegado titular do 42º DP, Alexandre Bento.

A operação Fear of the Pix, que significa “medo do pix”, em referência a um álbum da banda britânica de 1992, cumpriu os mandados nas sedes das empresas investigadas e nos endereços de seus sócios proprietários, após deferimento do Poder Judiciário.

No total, foram apreendidos 13 relógios, três veículos de luxo, R$ 11 mil em espécie, seis computadores e outros documentos que serão análise de investigação.

O caso está sendo registrado no 42º DP como associação criminosa para a prática de estelionato eletrônico.

ROSANA/SP - A Polícia Militar Rodoviária prendeu um homem, de 37 anos, por tráfico de drogas na noite de terça-feira (13) no município de Rosana, no interior de São Paulo. O motorista transportava mais de 500 tijolos de maconha em um veículo.

A abordagem foi realizada no quilômetro 75 da rodovia Arlindo Bétio, na divisa entre os estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso. Segundo a PM, o condutor trafegava com uma velocidade incompatível com o local.

Durante a vistoria no banco traseiro e no porta-malas do carro, os policiais encontraram 513 tijolos de maconha, que pesaram 444 quilos.

De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista pegou a droga na cidade de Bela Vista (MS) e iria até a cidade de Bauru, no interior paulista.

A droga e o veículo foram apreendidos. Já o detido, que possui antecedentes criminais, permaneceu à disposição da Justiça. 

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Rosana.

ASSIS/SP - Na quarta-feira (14), a Polícia Civil e a Polícia Militar Ambiental deflagraram a Operação Corn Snake para cumprir quatro mandados de busca e apreensão em Assis, no interior de São Paulo. Durante as buscas, resgataram 41 cobras e 264 ovos da espécie que seriam comercializados de forma ilegal.

As investigações tiveram início após uma denúncia sobre o envio de animais por meio de encomendas dos Correios, na cidade de Bauru, que teriam saído de Assis com destino a Florianópolis, em Santa Catarina. Duas serpentes foram resgatadas.

Segundo as informações, a pessoa que realizou o envio usou dados falsos no momento da postagem. O suspeito foi identificado, assim como o endereço. O local, alvo dos mandados de busca, estaria sendo utilizado para manter, preparar e enviar de forma irregular animais exóticos.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os agentes resgataram 41 cobras, sendo 36 adultas e cinco filhotes, além de 264 ovos da mesma espécie, que estavam em incubadoras.

Os animais foram levados ao Serpentário da cidade de Botucatu. Um homem de 39 anos foi detido e encaminhado à Central de Polícia Judiciária de Assis, onde o caso foi registrado.

 

Produtividade PM Ambiental

De janeiro a dezembro de 2025, a Polícia Militar Ambiental resgatou mais de 19 mil animais no estado em situações de maus-tratos ou em condições insalubres. Além disso, mais de 46 mil denúncias foram atendidas e cerca de 225 armas de fogo irregulares ou ilegais foram apreendidas.

IRÃ - O número de mortos nos protestos contra o regime do Irã chegou a pelo menos 2.571, segundo a Agência de Notícias dos Ativistas pelos Direitos Humanos, conhecida pela sigla HDRANA. A organização, criada por iranianos no exílio e sediada nos Estados Unidos, afirma que 2.403 das vítimas eram manifestantes e 147 tinham ligação com o governo.

De acordo com o levantamento mais recente, divulgado na terça-feira, ao menos 12 crianças morreram durante a repressão, além de nove civis que não participavam diretamente das manifestações. O número de pessoas detidas também aumentou e já ultrapassa 18.100.

No balanço anterior, a HDRANA havia contabilizado pelo menos 2.003 mortes desde o início dos protestos, em 28 de dezembro. O novo total supera amplamente o registrado em qualquer outra onda de manifestações no país nas últimas décadas e remete ao nível de violência observado durante a Revolução Islâmica de 1979.

Em entrevista à Associated Press, Skylar Thompson, representante da HDRANA, classificou os números como chocantes. Segundo ele, em apenas duas semanas, o total de vítimas já é quatro vezes maior do que o registrado nos protestos de 2022, desencadeados após a morte de Mahsa Amini sob custódia da chamada polícia da moralidade. Thompson afirmou ainda que a organização considera o balanço conservador.

A televisão estatal iraniana reconheceu pela primeira vez, na terça-feira, um elevado número de mortes, ao afirmar que houve “muitos mártires” durante os confrontos. Um apresentador leu um comunicado segundo o qual “grupos armados e terroristas” teriam levado o país a sacrificar vidas, sem divulgar dados oficiais.

Veículos estatais também informaram que ao menos 121 integrantes das forças militares, policiais, de segurança e do Judiciário morreram durante os protestos, conforme dados atribuídos a outra organização, a Human Rights Iran.

Com a internet amplamente bloqueada no Irã, a verificação independente dos acontecimentos se tornou ainda mais difícil, embora moradores tenham conseguido retomar chamadas internacionais na terça-feira. A Human Rights Iran estima que o número real de vítimas da repressão possa chegar a até 12 mil.

Os protestos começaram em 28 de dezembro, em Teerã, impulsionados inicialmente por comerciantes e setores econômicos afetados pela desvalorização do rial e pela inflação elevada. As manifestações rapidamente se espalharam para mais de 100 cidades.

A inflação anual no país supera 42%, e, ao longo do último ano, a moeda iraniana perdeu cerca de 69% de seu valor frente ao dólar. O cenário econômico é agravado pelas sanções impostas pelos Estados Unidos e pela ONU em razão do programa nuclear iraniano.

As autoridades reagiram inicialmente de forma mais moderada às manifestações, mas passaram a adotar uma postura cada vez mais dura. Com o avanço da repressão, os manifestantes passaram a ser classificados como terroristas ligados aos Estados Unidos e a Israel, e surgiram relatos de condenações à morte de pessoas detidas durante os protestos.

 

 

por Notícias ao Minuto

ITIRAPINA/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio dos policiais militares Cb PM Abruceze e Sd PM Nilton Rocha prendeu em flagrante, na final da tarde desta terça-feira (13), um homem acusado de dano ao patrimônio público, com emprego de violência e grave ameaça, no bairro Jardim Nova Itirapina.

A ocorrência teve início após acionamento via COPOM informando que um indivíduo havia arremessado pedras contra os vidros de uma creche municipal, causando danos à unidade de ensino infantil. No local, a diretora da escola confirmou que o autor havia quebrado parte da estrutura do prédio e fugido em seguida.

De posse das informações, equipes da Polícia Militar iniciaram diligências e localizaram o suspeito em sua residência. Ele foi abordado, recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia de Itirapina, juntamente com a vítima representante da instituição.

A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante, enquadrando o autor pelos crimes de dano ao patrimônio público, motivo fútil e egoístico, prejuízo considerado à vítima, emprego de violência e grave ameaça. O indivíduo permaneceu preso à disposição da Justiça.

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Polícia Civil realiza nesta terça-feira (13) a Operação Quebrando a Banca contra uma organização criminosa que lavou quase R$ 100 milhões por meio da exploração ilegal de jogos de azar. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Mogi-Mirim, Santa Rosa do Viterbo e São João da Boa Vista.

Segundo as investigações da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, os envolvidos atuavam há décadas utilizando empresas de fachada e uma extensa rede de “laranjas” — pessoas usadas para emprestar o nome e esconder quem é realmente o dono do dinheiro — para ocultar o lucro obtido com as atividades ilícitas.

O delegado e divisionário da Deic de Piracicaba, Marcel Willian de Souza, explicou que as apurações se iniciaram a partir de prisões por jogos de azar que, apesar de ser um crime de menor potencial, fomenta outros tipos de delitos considerados graves, como lavagem de dinheiro e organização criminosa.

“Identificamos um número muito grande de pessoas que viviam de forma simples, mas que movimentaram milhões por mês. Elas são usadas por esses criminosos como ferramentas que ajudam a tirá-los da mira da polícia, por isso foi um trabalho extenso até chegarmos às verdadeiras lideranças. Também descobrimos empresas que auxiliavam na ocultação dos bens, então era uma verdadeira rede de lavagem de capitais que atuava tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais”, disse.

Relatórios de inteligência financeira revelaram que o principal líder da quadrilha movimentou mais de R$ 25 milhões em apenas em um semestre de 2024, além de apresentar histórico de transações milionárias em anos anteriores.

Parte da cúpula da organização criminosa utilizava transações imobiliárias em espécie e a aquisição de bens em nome de terceiros para esconder a origem ilícita dos recursos. Já o núcleo operacional contava com gerentes e operadores financeiros responsáveis por pulverizar milhões de reais por meio de centenas de transferências via Pix e depósitos em dinheiro, prática conhecida como smurfing, dificultando o rastreamento dos valores.

A quadrilha ainda tinha envolvimento com uma empresa, com capital social declarado de R$ 36 milhões, apontada como destino de valores milionários realizados pela liderança da quadrilha.

Somando as movimentações financeiras atípicas, o capital social das empresas utilizadas, o patrimônio imobiliário oculto e a frota de veículos — estimada em cerca de R$ 18 milhões —, a Polícia Civil calcula que o montante total de ativos e valores movimentados pela organização criminosa chegue a R$ 97,2 milhões.

Durante a operação foram recolhidos dispositivos eletrônicos, instrumentos utilizados em apostas, veículos e quantias em dinheiro. As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes do esquema criminoso.

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